Sunday, April 5, 2026
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Anunciada provável subida do combustível

Na sequência da decisão saída da reunião de domingo (02), da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, incluindo a Rússia, (OPEC+) de reduzir a produção diária de petróleo em 1,2 milhões de barris por dia, a Associação Moçambicana de Empresas Petrolíferas (AMEPETROL), admite que efeito dessa situação, os preços dos combustíveis poderão subir, em Moçambique, já a partir do próximo mês.

“AMEPETROL está extremamente preocupada com a medida adoptada pela OPEC+, pois terá um efeito sobre o mercado doméstico”, lê-se num comunicado a que o Profile teve acesso.

A partir da monitoria sistemática que faz sobre o mercado internacional de combustíveis e seus derivados, a AMEPETROL, admite que a medida adoptada pela OPEC+ terá um efeito directo no mercado doméstico e, nas próximas semanas, poderá observar-se uma subida dos preços dos combustíveis no País à semelhança do que vem se registando nos mercados internacionais.

“Chamamos a especial atenção dos nossos clientes e público em geral para o facto de os próximos meses serem mais desafiantes no que tange aos preços dos combustíveis no mercado interno”, alerta a agremiação em comunicado divulgado esta terça-feira (4)

Standard Bank apoia reabilitação da EN1

“Sendo este um evento que junta fundos de manutenção de estradas do continente, o Standard Bank está presente para demonstrar o seu apoio a um sector tão importante como é o das infra-estruturas rodoviárias.

É com grande expectativa que patrocinamos este encontro, pois pretendemos fazer parte do desenvolvimento, reabilitação e manutenção dos principais corredores de Moçambique. Sabemos que o Governo tem como prioridade a manutenção e reabilitação da Estrada Nacional Número Um (EN1) e, como um dos bancos relevantes neste mercado que apoia o desenvolvimento do País, naturalmente vamos apoiar”, referiu Bernardo Aparício, administrador delgado do Standard Bank.

Bernardo Aparício, destacou ainda a relevância do sector de infraestruturas, no geral, e das estradas, em particular, no desenvolvimento económico dos países, incluindo Moçambique.

Por seu turno, o presidente da Associação dos Fundos de Manutenção de Estradas de África, Ali Ipinge, afirmou que, apesar de os países africanos terem feito grandes avanços no que diz respeito à melhoria e manutenção dos principais corredores de transporte rodoviário, ainda há muito por fazer no continente:

“É um facto que as estradas são a via mais predominante para o transporte de pessoas e bens no continente. Acima de 90%, para ser claro. Entretanto, África tem uma rede viária estimada em 2.9 milhões de quilómetros, dos quais somente 30% é que está asfaltada”, frisou.

Num outro desenvolvimento, Ali Ipinge apelou para a necessidade de os países introduzirem inovações na concepção e construção das estradas, devido às mudanças climáticas que têm estado a provocar desastres naturais.

O encontro, que tem como lema “Alinhando o Financiamento Sustentável às Necessidades do Sector Rodoviário em África”, conta com a participação de representantes de 35 fundos de estradas, membros deste organismo continental, que serve de plataforma de partilha de experiências e informações sobre as melhores práticas de financiamento da manutenção de estradas em África.

Estradas indecentes comprometem o desenvolvimento

Ele falava em Maputo na abertura da reunião da Assembleia Geral da Associação Africana de Fundos de Manutenção de Estradas (ARMFA), evento que reuniu representantes de 35 Fundos Rodoviários nacionais.

A ausência de boas estradas deixa o continente numa situação de “desenvolvimento atrofiado”, disse Nyusi. A falta de rede rodoviária isola as pessoas dos corredores de transporte, das ligações aos centros comerciais, do acesso à educação e saúde, bem como das oportunidades de crescimento.

“Esta situação decorre da precária manutenção das estradas existentes, devido à escassez de dinheiro para o efeito”, disse o Presidente.

Numa altura em que o continente caminha para a integração económica, através da criação de uma zona de comércio livre, Nyusi considerou o transporte rodoviário como um sector que deverá facilitar essa integração. Ele acreditava que o comércio deveria ser baseado em redes rodoviárias robustas e bem mantidas.

Nyusi disse que a rede de estradas classificadas em Moçambique tem mais de 30 mil quilómetros, mas apenas 27 por cento desta rede é pavimentada. 69 por cento das estradas estão em condições “razoáveis”, mas os restantes 31 por cento das estradas estão “ruins, muito ruins ou intransitáveis”.

Nyusi sublinhou que quem usa as estradas deve pagar por elas. As duas principais formas de pagamento eram os pedágios e o aumento dos impostos sobre o combustível, nenhum dos quais é popular entre os motoristas.

O Presidente disse que os impostos moçambicanos sobre os combustíveis representam 56 milhões de dólares por ano para a manutenção das estradas, enquanto as portagens chegam a 12 milhões de dólares. Isso não é o bastante.

Nyusi destacou que os impostos sobre os combustíveis não foram aumentados recentemente – num período de inflação elevada, “isso compromete a capacidade do Fundo Nacional de Estradas para manter a rede rodoviária”.

De fato, em vez de aumentar os impostos, o governo efetivamente os reduziu. O governo costumava retirar 12 meticais (cerca de 19 cêntimos americanos) de cada litro de gasolina ou gasóleo vendido. Mas Nyusi admitiu que, em vez de aumentar os preços dos combustíveis, o governo reduziu a carga fiscal para apenas quatro meticais por litro de combustível.

Moçambique garante capacidade de gestão do fundo soberano

A garantia foi dada esta segunda-feira, em Maputo, pelo Administrador do Banco de Moçambique, em representação do governador da instituição, numa audição parlamentar conjunta, em torno da proposta de Lei de criação do Fundo soberano, no país.

Jamal Omar reconhece, entretanto, que há necessidade de o país se espelhar nas experiências internacionais de gestão de Fundo Soberano.

Por sua vez, as Comissões do Plano e Orçamento e dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade da Assembleia da República, defendem que a proposta da criação do Fundo soberano, deve ser devidamente estruturada.

Recentemente, o Conselho de Ministros aprovou a proposta de Lei de criação do Fundo Soberano, tendo em vista assegurar o desenvolvimento socioeconómico do país.

A proposta de Lei de criação do Fundo Soberano será apreciada em plenário esta quarta-feira, no Parlamento.

Moçambique elimina fronteiras ferroviárias físicas

Segundo o vice-ministro dos Transportes, Amilton Alissone, a medida visa simplificar procedimentos para tornar os Corredores de Nacala e Beira mais competitivos.

O Corredor de Nacala liga o porto de Nacala, no norte de Moçambique, ao Malawi, enquanto o Corredor da Beira liga o porto da Beira ao Zimbabwe.

Alissone falava sexta-feira na cidade de Lilongwe, no Malawi, no final de um encontro tripartido entre Moçambique, Malawi e Zâmbia, que discutiu o desenvolvimento do Corredor de Nacala.

A vontade do governo moçambicano de eliminar as fronteiras ferroviárias com o Malawi e o Zimbabwe surge na sequência da eliminação das fronteiras ferroviárias físicas com a África do Sul, a 1 de julho do ano passado, e com Eswatini, a 8 de agosto.

Ao abrigo do acordo com a África do Sul, os comboios operados pela companhia ferroviária moçambicana CFM, e pela sua congénere sul-africana Transnet Freight Rail (TFR), atravessam a fronteira em Ressano Garcia sem restrições e sem necessidade de mudança de locomotivas.

Ao abrigo do mesmo acordo, o Corredor de Maputo, numa fase inicial, passou a movimentar 21 comboios de crómio e ferro-crómio por semana, contra os 15 comboios semanais anteriores.

Com Eswatini, foi retirada a fronteira ferroviária para o transporte de mercadorias ao longo da linha de Goba, que liga os dois países. Já circulam comboios directos de e para o porto de Maputo, operados pelos CFM e Eswatini Railways.

As duas companhias ferroviárias esperam dobrar, de dois para quatro, o número de trens diários de carvão que utilizam a linha de Goba. A quantidade de carvão transportada ao longo da linha aumentará de 3.600 para 7.200 toneladas por dia.

Millennium bim na inauguração do “Muro da Biodiversidade”

Na passada sexta-feira em Maputo, o Millennium bim testemunhou a inauguração do “Muro da Biodiversidade”.

O mural insere-se numa iniciativa que tem como objectivo promover a pintura de cerca de 40 murais sobre a fauna bravia, marinha e flora moçambicanas.

Localizado à saída do Aeroporto Internacional de Maputo, este mural visa transformar a zona no primeiro “postal” da bela Cidade de Maputo e do País, transmitindo como principais mensagens aos visitantes e residentes a sensibilização para o combate à caça furtiva em Moçambique, uma promoção da conservação da Biodiversidade, a protecção aos ecossistemas marinhos, florestais e meio ambiente no geral.

Para Albino Andrade, Administrador do Millennium bim, “os nossos recursos faunísticos e florestais fazem parte dos valores que caracterizam o nosso belo Moçambique, cabe a nós, como sociedade, contribuir para a conservação dos ecossistemas e da biodiversidade. Preservar o meio ambiente, é garantir a continuidade e perenidade desses recursos.

Para o Millennium bim, a sustentabilidade é um dos factores mais relevantes de afirmação da marca e reflecte a preocupação e o empenho do Banco na redução da sua pegada ecológica, mas acima de tudo o papel activo que exerce na sociedade na protecção e conservação do meio ambiente , mitigação das alterações climáticas e na melhoria da qualidade de vida das pessoas e comunidades em que opera.

O Projeto “Muro da Biodiversidade” é implementado pela empresa de Reciclagem & Serviços (R&S), em parceria com Millennium bim, Aeroportos de Moçambique, Conselho Municipal de Maputo, através da Administração Nacional das Áreas de Conservação, entre outras entidades.

O apoio à protecção da biodiversidade e conservação do meio ambiente é um
dos pilares de acção do programa de Responsabilidade Social “Mais Moçambique pra Mim” do Millennium bim, que tem vindo a ser implementado ao longo dos anos, com impacto significativo na vida dos moçambicanos , do Rovuma ao Maputo.

Sasol Patrocina “Prémio das Industrias Culturais e Criativas”

O evento visa reconhecer artistas nacionais que se destacam na preservação e continuidade do legado cultural moçambicano tendo premiado com um troféu e um cheque de 120.000 MT, os seguintes artistas:

  • Prémio Carreira – Paulina Chiziane
  • Prémio Revelação – Banda Marrove
  • Literatura – Editora Fundza
  • Teatro – Calene e Lúcio
  • Design – Mélio Tinga
  • Moda – Nivaldo Therry
  • Artes Plásticas – Manuel Bata
  • Musica – Jimmy Dludlu
  • Cinema – Malha Filmes
  • Dança – DansArte [Maria Helena Pinto]

Segundo o Primeiro-Ministro, Adriano Maleiane, verifica-se uma tendência de inovação e melhoria da qualidade dos serviços e bens culturais e criativos colocados no mercado interno e internacional, o que tem contribuído para a geração de emprego para os operadores das Industriais Culturais e Criativas.

Por sua vez Ovídio Rodolfo, Diretor Geral da Sasol em Moçambique, afirma que mais do que patrocinar a cultura, a Sasol está a apoiar uma iniciativa que reconhece os que criaram para o desenvolvimento do país através das Indústrias Culturais e Criativas.

Lembrar que este patrocínio vem juntar-se ao recente apoio na organização do Festival de Timbila M’saho, realizado em Dezembro último, no Distrito de Zavala, o Festival de Música de Tofo, o Campeonato Africano de Futebol de Praia em Vilankulo e outras acções que a Sasol tem vindo a desenvolver na área da cultura.

Presidente afirma que Moçambique é exemplar na manutenção da paz

O Chefe de Estado diz que, durante a semana de trabalhos nas Nações Unidas, o país deixou clara a sua posição sobre a necessidade de uma diplomacia de paz, em todo o mundo.

Por isso, Filipe Nyusi avaliou positivamente a sua presença, esta semana, nas Nações Unidas, no âmbito da Presidência mensal de Moçambique, no Conselho de Segurança, este mês.

“Ficou claro nos temas que trouxemos, ficou claro que a missão foi bem sucedida. Ficou bem e bonito ver os países, que por vezes se digladiam quando estão a discutir, sentaram na mesma connosco, na mesma plataforma e discutiram os problemas , cada um no seu ponto de vista.  É isto que se pretende, aliás, esta casa que se chama Nações Unida, é mesmo para unir as pessoas; Nações Unidas, com pontos de vista diferentes se respeitam esses pontos de vista mas é fundamental isso e a nossa experiência.

  1. Portanto, conseguimos deixar a mensagem clara na necessidade de diplomacia de paz entre os países“, afirmou.

Nas Nações Unidas, o Estadista moçambicano presidiu, esta semana, sessões especiais do Conselho de Segurança da ONU sobre terrorismo e extremismo violento, experiencia de Moçambique na construção da Paz e a Iniciativa Continental sobre o Silenciar das Armas, para além de ter mantido encontros com líderes de países e organizações internacionais.

Entretanto, em entrevista exclusiva a ONU News, o Presidente da República disse que a presidência de Moçambique do Conselho de Segurança da ONU, serviu para mostrar o esforço do pais e do continente na pacificação do Mundo.

“Os desafios são enormes, mas quando se trata desses casos é preciso focalizar as matérias para evitar espalharmo-nos e não resolvermos nada.

Sentimo-nos como um país que pode dar a sua contribuição para a matéria que escolhemos, neste caso como viu, concretamente os três dias, foram em torno da paz, foram em torno de não guerra, de combate ao terrorismo, falamos  da paz, sobretudo.

Quisemos defender o esforço e o trabalho que Moçambique e África estão a fazer nestas matérias concretas e ficamos honrados e compensados pela audiência que tivemos e continuamos a ter em todos os momentos. Queremos deixar o nosso compromisso de como país continuarmos a dar o nosso apoio, a nossa contribuição para a pacificação do mundo e de muitos problemas, incluindo questões climáticas, mas para não nos espalharmos, escolhemos a paz a nível do continente “, disse o Presidente da República Filipe Nyusi em entrevista exclusiva a ONU News.

EUA financia projetos de desenvolvimento em Moçambique

Além de apoiar projetos de investimento, o Exim Bank também pretende participar dos estudos de viabilidade para a sua implementação.

A disponibilidade do Exim Bank foi partilhada recentemente, durante uma reunião em Washington, entre o ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos de Moçambique, Carlos Mesquita, e representantes de agências financeiras norte-americanas.

Entre outros itens da agenda, o encontro visava a apresentação de projectos específicos de infra-estruturas a serem executados em parceria com empresas norte-americanas e por elas financiados.

Na ocasião, Carlos Mesquita partilhou vários projectos estruturantes num encontro com a presidente do EXIM Bank, Reta Jo Lewis, dedicado à concessão de créditos e exportação de bens e serviços com o intuito de gerar postos de emprego.

Entre os projectos partilhados pelo executivo moçambicano, destacam-se a reabilitação de 130km da estrada Nametil-Moma em Nampula, avaliado em 110 milhões de dólares, 334 km de estrada de Bene a Zumbo, província de Tete, orçada em 340 milhões de dólares e a construção da barragem de Muera, na província de Cabo Delgado, orçada em cerca de 120 milhões de dólares.

“Durante a reunião ficou definido que em breve serão constituídas equipas técnicas para aprofundar a análise destes projetos e definir um plano de ação para o seu desenvolvimento”, explicou Andrew Herscowitz, membro da Comissão de Investimentos responsável pela elaboração de estratégias de desenvolvimento para o DFC (USA Finance and Development Agency) que, em parceria com o sector privado, financia projetos nos setores de energia, infra-estrutura básica e tecnologia da informação e comunicação.

Em 2020, o EXIM BANK aprovou cerca de 5 mil milhões de dólares em financiamento direto para o projeto Mozambique LNG a ser implementado pela TotalEnergies e seus parceiros na Bacia do Rovuma, no extremo norte de Moçambique.

EDM precisa de 10 milhões USD para reconcertar Zambézia

O Presidente do Conselho de Administração da EDM, Marcelino Alberto, anunciou o custo na província de Inhambane, sul do país, durante uma visita de acompanhamento às obras da Central Térmica (CTT) de Temane.

Citado pelo “Clube of Moz”, Alberto disse que a reparação das linhas de transmissão atingidas pelo ciclone na capital provincial da Zambézia, Quelimane, ficará concluída na próxima semana.

No entanto, a reparação das linhas eléctricas mais a sul, em Macuse, vai demorar muito mais devido à necessidade de substituir 150 postes derrubados pelo ciclone.

Alguns serviços nos distritos de Nicoadala e Namacurra, sobretudo nas unidades de saúde, estão a contar com geradores, enquanto a rede da EDM ainda não foi religada, disse Alberto.