Wednesday, June 17, 2026
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LAM anuncia redução de 30% nos preços das passagens aéreas

A diminuição do custo das passagens é uma medida de optimização que, nessa primeira fase, se aplica aos voos de e para Maputo, Beira, Pemba, Tete, Vilankulo e Joanesburgo.

A LAM também informou que os clientes interessados em usufruir dessa redução deverão adquirir as passagens a partir do dia 25 de Maio para voos programados a partir de 1º de julho em diante.

Recentemente, quando foram anunciadas as medidas de reestruturação da LAM, o Ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, desafiou a instituição a “praticar preços atraentes”. Na ocasião, o dirigente ressaltou a necessidade de estabelecer preços que tornassem o espaço aéreo moçambicano acessível à população, o que não ocorria devido aos valores elevados cobrados.

“Eu nunca escondi isso e sempre fui franco. Os preços praticados em Moçambique poderiam ser melhores. Para um ambiente competitivo, acredito que os valores cobrados pela LAM não são atraentes. Isso não orgulha a companhia, pois afasta os passageiros”, afirmou.

O Ministro ainda mencionou que, com a nova gestão, espera-se, acima de tudo, uma nova reestruturação da LAM, envolvendo “um planeamento de rotas, frotas e incentivos para preços acessíveis que estimulem as pessoas a utilizarem suas aeronaves”.

ENH obtém participação de 40% no bloco de Angoche

Durante a visita da Comissão do Plano e Orçamento da Assembleia da República à ENH, com o objectivo de obter mais informações para respaldar a aprovação da lei que cria o Fundo Soberano, Rudêncio Morais compartilhou esse feito histórico da ENH. A empresa conseguiu superar as participações de 10% e 15% obtidas em outras áreas de exploração de recursos minerais.

Com base nessa constatação, o administrador da ENH explicou que foi desenvolvida uma estratégia de interação com o regulador, o Instituto Nacional de Petróleo (INP), e também com o Ministério de Recursos Minerais e Energia, destacando a importância estratégica da área e a necessidade de negociar melhores condições de participação da ENH.

Rudêncio Morais concluiu: “Em uma área anteriormente limitada a parceiros privados, está garantido que a ENH terá uma participação de 40% apenas na fase de pesquisa. Actualmente, estamos negociando os contratos com expectativa de assinatura final entre junho e julho”.

O braço comercial do Estado acredita que é possível aumentar sua participação nas áreas de exploração de recursos minerais, desde que os custos das pesquisas sejam suportados pelos parceiros.

“A legislação deve garantir que os parceiros privados assumam 100% dos custos das pesquisas, sem compartilhar com a ENH, mesmo em caso de descoberta comercial. Isso significa que já existe uma janela de recuperação de custos por meio do petróleo, com um limite de 60% estabelecido na legislação atual”, defendeu o administrador da ENH.

No final da reunião, o presidente da Comissão do Plano e Orçamento, António Niquice, afirmou que foram coletados todos os elementos necessários para a discussão e aprovação do Fundo Soberano pela Assembleia da República.

 

BdM: Importações de Bens Cresceram 16,5% Para 9,1 MM$ em 2022

Esses números contrastam com os 7,8 mil milhões de dólares registrados no ano anterior, de acordo com o boletim anual da balança de pagamentos divulgado recentemente pelo Banco de Moçambique (BdM). É importante ressaltar que esse valor não inclui a plataforma flutuante da Coral Sul FLNG, cuja adição elevaria os gastos para 13,3 mil milhões de dólares.

Em termos gerais, o relatório indica que o aumento dos gastos foi principalmente influenciado pelo incremento nas importações de bens intermédios, com destaque para os combustíveis, devido aos aumentos de preço no mercado internacional e aos efeitos da guerra entre a Rússia e a Ucrânia. De acordo com o documento, os bens de capital representaram 41,4% do total de importações, com um fluxo anual de 5,5 mil milhões de dólares, equivalente a 32,8% do PIB.

Esse aumento é explicado principalmente pela importação de maquinaria diversa, sendo que cerca de 80% desse valor corresponde à plataforma flutuante. Os bens intermédios representaram 27,6% das importações totais, ou seja, 3,6 milhões de dólares, destacando-se o alcatrão, betumes, adubos e fertilizantes.

O boletim também aponta que os gastos com bens de consumo totalizaram 2,1 mil milhões de dólares, correspondendo a 16,4% do total das importações. Em relação à origem das importações moçambicanas, a Coreia do Sul foi o principal país, representando 32% do total, seguida pela África do Sul, Emirados Árabes Unidos, China, Índia e Singapura, com participações de 15,6%, 10%, 7,2%, 5,7% e 4,6% nos gastos totais do país, respectivamente.

 

Moçambique pretende apresentar proposta de tarifas para adesão à Zona de Comércio Livre até 30 de Junho

Trata-se de um instrumento que contém toda a informação relevante sobre os preços dos produtos e serviços que o País poderá colocar no mercado intra-continental, isentos de taxas aduaneiras e a preços competitivos para ombrear com outras ofertas oriundas de outros pontos do continente.

A intenção foi anunciada esta terça-feira, 23 de Maio, em Maputo, pelo ministro da Indústria e Comércio, Silvino Moreno, durante as celebrações da semana de África, que terão o seu auge na quinta-feira (25).

O ministro garante que Moçambique possui um elevado potencial para tirar proveito da AfCFTA e aponta, como exemplo, produtos agrícolas, bem como recursos pesqueiros, particularmente o camarão.

“Temos enormes potencialidades agrícolas. Podemos fornecer castanha de caju, algodão, camarão e outros produtos que neste momento têm como destino a Europa e a Ásia”, disse Silvino Moreno em conferência de imprensa.

O governante afirmou que o País dispõe de uma vasta costa, ideal para a oferta de serviços logísticos, pois alguns países vizinhos do interior, que ratificam o acordo, não têm acesso ao mar e podem utilizar os corredores nacionais para materializar os seus investimentos.

De acordo ainda com Silvino Moreno, depois da deposição da oferta tarifária a nível do órgão continental, segue-se o processo de divulgação dos acordos pelo sector privado nacional, uma vez que as empresas moçambicanas são os principais actores no mercado, sendo elas que deverão retirar o maior proveito deste instrumento.

Trata-se de um instrumento que contém toda a informação relevante sobre os preços dos produtos e serviços que o País poderá colocar no mercado intra-continental, isentos de taxas aduaneiras e a preços competitivos para ombrear com outras ofertas oriundas de outros pontos do continente.

A intenção foi anunciada esta terça-feira, 23 de Maio, em Maputo, pelo ministro da Indústria e Comércio, Silvino Moreno, durante as celebrações da semana de África, que terão o seu auge na quinta-feira (25).

O ministro garante que Moçambique possui um elevado potencial para tirar proveito da AfCFTA e aponta, como exemplo, produtos agrícolas, bem como recursos pesqueiros, particularmente o camarão.

“Temos enormes potencialidades agrícolas. Podemos fornecer castanha de caju, algodão, camarão e outros produtos que neste momento têm como destino a Europa e a Ásia”, disse Silvino Moreno em conferência de imprensa.

O governante afirmou que o País dispõe de uma vasta costa, ideal para a oferta de serviços logísticos, pois alguns países vizinhos do interior, que ratificam o acordo, não têm acesso ao mar e podem utilizar os corredores nacionais para materializar os seus investimentos.

De acordo ainda com Silvino Moreno, depois da deposição da oferta tarifária a nível do órgão continental, segue-se o processo de divulgação dos acordos pelo sector privado nacional, uma vez que as empresas moçambicanas são os principais actores no mercado, sendo elas que deverão retirar o maior proveito deste instrumento.

Moçambique será o anfitrião da 1.ª Conferência Internacional de Arbitragem

Segundo uma nota divulgada pela organização do evento, a realização da conferência está totalmente alinhada com os objectivos do Centro de Arbitragem Comercial da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, que tem como missão impulsionar o desenvolvimento do mercado arbitral moçambicano.

Nesse sentido, a conferência abordará temas cruciais relacionados à realidade da arbitragem em Moçambique, contando com a presença de renomados especialistas de diversos países lusófonos, com destaque para Moçambique, Portugal e Angola, conforme explicado na nota.

A arbitragem comercial é reconhecida como um dos principais meios de resolução de conflictos no mundo, oferecendo uma maneira rápida, especializada, eficiente e confidencial de mediar disputas comerciais.

Dessa forma, de acordo com a nota, o desenvolvimento da arbitragem comercial no país desempenha um papel estratégico, uma vez que contribuirá para melhorar a posição de Moçambique no ranking do “doing business” e atrairá investimentos nacionais e estrangeiros de maior qualidade e quantidade.

37 organizações são reconhecidas pela Tempus Global Group por sua excelência na Proposta de Valor ao Colaborador

Estiveram presentes os líderes das empresas e organizações premiadas, incluindo directores de recursos humanos e directores gerais. O evento também contou com a presença especial de uma convidada do Brasil, Andrea Cruz, uma renomada especialista em gestão de carreira e CEO da SerH1 Consultoria, uma empresa especializada em carreiras de alto nível e transformação cultural organizacional.

Na presente edição foram reconhecidas as seguintes 37 organizações: Abt Associates, Aga Khan Academy, Aga Khan Foundation, Associação h2n, Banco BiG, Banco Letshego, Banco Nacional de Investimento – BNI, British American Tobacco Mozambique, Bureau Veritas Moçambique, Cervejas de Moçambique, Coca-Cola Sabco Moçambique, Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation – EGPAF, EP Management and Consultancy Services, Lda, FHI360, Friends in Global Health – FGH, Fundação Aurum, Galp Moçambique, Heineken, ICRH Moçambique, Instituto de Estudos Sociais e Económicos, Ipas – Partners for Reproductive Justice, Kenmare Moma Processing (Mauritius) Limited, Momentum Moçambique, Moza Banco S.A. , Nacala Logistics, Plan International, Porto de Maputo, Precision Recruitment International, Sanlam Moçambique, Sasol Petroleum Temane, SDO Moçambique, Sociedade e Território Consultoria,Lda, Standard Bank S.A, TVCABO – Comunicações Multimédia, Lda, Vivo Energy Moçambique, Vodacom Moçambique, SA e Vulcan Mozambique.

Dentre as 37 organizações premiadas, houve um destaque especial para o Top 10, composto por: Banco BiG, British American Tobacco Mozambique, Cervejas de Moçambique, Coca-Cola Sabco Moçambique, Galp Moçambique, Kenmare Moma Processing (Mauritius) Limited, Moza Banco S.A., Sasol Petroleum Temane, Standard Bank S.A. e Vulcan Mozambique.

Além dessa distinção, o Tempus Global Group anunciou momentos especiais para os Elite Employers ao longo de 2023. Estão planejados quatro seminários abordando temas actuais de interesse para o desenvolvimento das organizações e dos profissionais de recursos humanos, responsáveis por garantir o contínuo investimento no capital humano.

Além dos seminários, a empresa está preparando um evento especial para cada uma das organizações selecionadas, um “café da manhã”, onde será apresentado um relatório de benchmark comparando a posição da organização em relação às demais. Também será fornecida uma pesquisa sobre o custo de vida, a primeira desse tipo em Moçambique, adaptada ao departamento de RH, para auxiliar na adaptação das ofertas de emprego às diferentes regiões do país.

Banco Mundial destina 150 milhões de dólares para auxiliar a recuperação de Moçambique após os ciclones

“Este valor visa apoiar a rápida restauração das infraestruturas de transporte, bem como a prestação de serviços de educação, saúde, energia, abastecimento de água e saneamento”, além da retoma de actividade agrícola, detalhou em comunicado.

O financiamento responde “a um pedido de apoio do Ministério da Economia e Finanças para fazer face à emergência que afectou mais de 1,1 milhões de pessoas” e é concedido “sob a Componente de Contingência de Resposta a Emergências” do Banco Mundial.

Dos 150 milhões de dólares, 100 milhões são atribuídos em forma de subvenções e 50 milhões de dólares como crédito bonificado. As maiores fatias são 51 milhões de dólares para transportes, 19 milhões de dólares para agricultura e 26 milhões de dólares para abastecimento de água e saneamento.

Estes fundos são extraídos de projectos existentes do Banco Mundial em Moçambique e complementam a subvenção adicional de 300 milhões de dólares aprovada em Abril. O Banco Mundial tem apoiado Moçambique na resposta aos choques climáticos desde 2019, incluindo no arranque do primeiro seguro de risco soberano para proteção contra ciclones e chuva.

 

Moçambique planeia adoptar modelo de agricultura ‘à prova de alterações climáticas’ para aumentar produtividade

O Pfumvudza é um modelo resistente às alterações climáticas, com base ecológica, que envolve o apoio do governo aos agricultores para aumentar a produção agrícola.

Desde a sua implementação no Zimbabué há alguns anos, a produção agrícola do país tem aumentado significativamente, assim como os níveis de rendimento nas áreas rurais.

Citado pelo portal zimbabueano Mbare Times, em Harare, o Presidente moçambicano declarou que em breve uma equipa será enviada ao Zimbabué para estabelecer os detalhes da transferência de competências e conhecimentos do modelo Pfumvudza.

Conferência Internacional de Geologia e Minas acontece hoje em Maputo

A conferência faz parte do projecto SUGERE (Sustainable Sustainability and Wise Use of Geological Resources), financiado pelo programa Erasmus+ da União Europeia.

Nove instituições de ensino superior de diferentes países participam desse projecto, incluindo a Universidade Agostinho Neto e o Instituto Superior Politécnico Tundavala (Angola), a Universidade de Cabo Verde e a Universidade de Santiago (Cabo Verde), a Universidade de Salamanca (Espanha), a Universidade de Turim (Itália) e a Universidade de Coimbra (Portugal).

O objectivo da conferência é fortalecer a capacidade institucional na área de geologia e mineração. Serão abordados temas como a aquisição de equipamentos e materiais de laboratório, o desenvolvimento curricular e a realização de programas de formação de curta duração para os professores.