Tuesday, April 7, 2026
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CDM, CTA E OUTROS PARCEIROS LANÇAM A CAMPANHA DE PREVENÇÃO DA PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS ILÍCITAS

Em termos de prejuízos para os cofres do Estado, estima-se que só em 2017, o Estado deixou de arrecadar 344,8 milhões USD em receitas devido ao comércio ilícito de bebidas alcoólicas.

Entre Janeiro e Maio deste ano, as Alfândegas de Moçambique apreenderam 108 VIATURAS contrabandeadas e realizaram 144 apreensões de bebidas alcoólicas e outras mercadorias.

Para além dos prejuízos sobre as receitas ao Estado e o perigo para a saúde publica, o fenómeno de produção e comercialização ilícitas de bebidas alcoólicas contribui para o fraco desempenho em termos de venda das empresas, nomeadamente, através da redução da procura pelos produtos formais por parte dos consumidores.

Neste sentido, pretende-se com esta iniciativa elevar a consciencialização sobre as normas existentes atinentes à produção e o comércio de bebidas alcoólicas, bem como os critérios e as condições para o fabrico e comercialização no País.

Falando na cerimónia de lançamento da campanha, o Presidente da CTA, Agostinho Vuma, reconheceu os avultados investimentos realizados no seio da indústria nos últimos anos e o seu contributo na geração de empregos directo e indirecto, impostos e outros encargos para o tesouro público, por isso impõe-se a necessidade de combater de forma vigorosa o contrabando, contrafacção, descaminho, produção e introdução fraudulenta no mercado de bebida alcoólica, o que configura numa concorrência desleal para além dos riscos à saúde pública.

Na ocasião, a Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE) propôs a incineração de bebidas alcoólicas contrabandeadas e o seu meio de transporte, isto é, os veículos envolvidos, como forma de dissuadir a entrada ilícita no País.
“Incinerar os veículos, sim. É uma FORMA drástica de desencorajar. Há-de notar que quando isso acontecer, o número de processos vai reduzir. Actualmente, estamos longe de resolver o problema”, explicou o Director de Operações da INAE, Tomás Timba.

Por seu turno, O Adminstrador da CDM, Hugo Gomes, referiu que a empresa por si representada apoia todo o conjunto de iniciativas efectivas tendentes a minimizar os elevados índices de comércio ilícito.
Num país onde 55% da população rural adulta consome bebidas destiladas de fabrico artesanal, segundo um estudo da Euromonitor, o administrador da CDM realçou os seus riscos à saúde pública, lembrando a tragédia de Caparizage, em Tete, em que 75 pessoas morreram após consumirem uma bebida caseira de nome “Phombe”.

Carlos Mesquita-FIPAG deve actuar como empresa geradora de lucros e não como uma instituição de caridade

Carlos Mesquita justifica que o FIPAG deve actuar como empresa geradora de lucros e não como uma instituição de caridade.

O governante falava esta segunda-feira, em Maputo, na abertura da Reunião de Balanço e Plano 2023 do Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água.

Aos funcionários do FIPAG, Carlos Mesquita apelou a serem proactivos na solução dos problemas que lhes são apresentados para o sucesso dos serviços prestados.

A Reunião de Balanço e Plano 2023 do FIPAG decorre, de hoje até amanhã, sob o lema: segunda geração do quadro de gestão delegada- visão estratégica face a consolidação e transformação institucional.

LAM suspende voos devido a avarias de aeronaves

Segundo  Jornal O País, a LAM diz que as aeronaves estão em reparação e, por isso, todos os voos serão reprogramados.

Entretanto, a empresa avança, ainda, a possibilidade de os mesmos serem cancelados.

Ernst & Young firma parceria com AIESEC para capacitação de jovens

Esta parceria tem como principal objectivo desenvolver e implementar um conjunto de programas ao EY Ripples, um projecto de responsabilidade corporativa que através das habilidades, conhecimento e experiência dos colaboradores da EY, pretende ajudar e impactar positivamente a sociedade, para que todos possam ter um futuro equitativo e sustentável.

No âmbito deste acordo, um dos três programas a ser implementado será o ‘Spark’, um projecto destinado a jovens dos 14 aos 17 anos. Serão realizadas palestras, avaliações e conversas com profissionais de diversas áreas, para que os jovens se sintam inspirados e motivados para o futuro.

Os adolescentes do ensino secundário irão ter ainda a oportunidade de visitar os escritórios da EY, onde poderão acompanhar o dia-a-dia dos diversos departamentos da Consultora.

A pensar nos jovens universitários e recém-licenciados em economia, gestão e engenharia, esta parceria irá também lançar o programa ‘Accelerate’atribuído a jovens com idades compreendidas entre os 20 e 25 anos. Os inscritos terão a oportunidade de participar em sessões de treino em habilidades técnicas nas suas áreas de atuação.

Para Paulo Reis, Sócio-Gerente do Escritório EY em Maputo e também líder do departamento de Auditoria, é importante que as empresas e outras entidades acompanhem e tenham um papel activo no processo de inserção dos jovens no mercado de trabalho.

Segundo aquele responsável, “esta parceria com a AIESEC será uma oportunidade para que os jovens explorem e desenvolvam as suas capacidades, de forma a estarem mais bem preparados para o seu primeiro emprego”, reforçando que “através deste programa se está a apostar na formação profissional dos jovens, contribuindo para que todos tenham uma carreira promissora e para que o país tenha mais profissionais qualificados”.

O terceiro programa a ser desenvolvido será o ‘Climate Ideation Clinics’, um projecto focado nas mudanças climáticas, um dos temas mais discutidos na actualidade.

O principal objetivo passa por aprender e identificar soluções inovadoras sobre mudanças climáticas nos sectores da EY.

“Não podemos ignorar os problemas associados às mudanças climáticas”. “É importante que contornemos este desafio através da criação de soluções e serviços de sustentabilidade”, referiu ainda Paulo Reis.

Presente em Moçambique desde 2000, a AIESEC é uma organização global, não-governamental e sem fins lucrativos liderada por jovens. Tem como objectivo contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional através de programas de liderança, estágios e experiências globais de intercâmbio.

Socialmente responsável, a EY tem como objectivo construir um mundo melhor para os jovens, comprometendo-se com o desenvolvimento sustentável de Moçambique.

PR Destaca o Crescimento da Contribuição da Indústria Extrativa para o PIB

Nyusi explicou que este crescimento também se reflectiu no volume de exportações de produtos mineiros, que totalizaram 360 milhões de dólares em 2011 e 2 dólares em 2021.

O Chefe de Estado avançou estes números, esta sexta-feira no distrito de Chibuto, em Gaza, durante a cerimónia de inauguração da mina de areias pesadas:

“O aumento de 1,2 mil milhões de dólares provém da exportação de carvão, areias pesadas, gás natural, rubis, safiras e esmeraldas. Por conseguinte, as exportações das próprias areias pesadas, também evoluíram significativamente de 176,9 milhões de USD em 2011 para 470 milhões de USD em 2021. Durante o ano de 2021, as areias pesadas tiveram um aumento na sua produção e exportação de mais de 84% em relação a 2020. Este crescimento resultou de um aumento de 51,7% do volume exportado, associado a uma melhoria da qualidade do minério, que foi impulsionado por um aumento dos preços no mercado internacional”, afirmou.

 

Governo moçambicano admite privatizar LAM e telefónica Tmcel

O Governo admite a possibilidade de privatização das empresas Linhas Aéreas de (LAM) e de Telecomunicações (Tmcel), com vista a viabilizar o resgate das duas companhias, face “à complicada situação financeira” em que se encontram, disse esta terça-feira (11.10) fonte ligada ao processo.

A privatização é um dos cenários a ter em conta, mas o destino final a dar a estas empresas vai resultar de um processo de reflexão em curso, avançou a fonte à agência de notícias Lusa.

Até dezembro, prosseguiu a mesma fonte, é provável que haja uma decisão sobre o futuro da LAM e da Tmcel.

Uma análise do centro de integridade pública (CIP), organização não-governamental moçambicana, divulgada na semana passada, aponta as duas empresas como tecnicamente insolventes, a sobreviver de injeções de capital e de garantias do Estado para responder perante os credores, e como tal, representando um elevado risco para as contas públicas.

A informação está em linha com as declarações feitas no domingo pelo ministro dos Transportes e Comunicações Mateus Magala, ao canal privado de televisão Media Mais.

Em agosto o ministro da Economia e Finanças, Max Tonela, admitiu que a LAM e a Tmcel precisam de uma restruturação para entrarem na via da sustentabilidade.

Miguel Proença: A comunicação é essencial para o crescimento dos negócios

Miguel defende que a comunicação começa a partir do relacionamento com os colaboradores que são os clientes internos das empresas:

“A comunicação empresarial são todos os pontos de contacto que a empresa tem com o publico, entretanto o publico não são apenas os clientes, são também considerados os colaboradores, que por outro lado, são os clientes internos e essenciais para que a empresa possa seguir em frente”- Disse.

Questionado sobre como implementar a comunicação de forma correta, para agregar valor ao negocio e rendimentos, Miguel indicou a definição de uma identidade como elemento fundamental:

“É fundamental criar a identidade da marca ou da pessoa, porque a marca  pode ser a própria pessoa que é a partir dela onde criamos os valores da marca, nós não compramos objetos, compramos a identidade, o exemplo da Nike que é uma marca que se estabeleceu no mercado e quando olhamos a marca associamos a um conjunto de valores que nos identificamos” avançou  Miguel.

Miguel é um profissional multifacetado comprometido em contribuir ativamente para que os seus parceiros alcancem os seus resultados através do seu KNOW HOW e das ferramentas de que dispõe.

BCI aborda desafios do jovem empreendedor

Sob o lema “O futuro que queremos”, o evento decorreu de 17 a 18 de Novembro e envolveu centenas de jovens, que buscavam informação especializada e networking, fazendo jus ao carácter único deste fórum, uma referência no associativismo juvenil.

Intervindo num dos painéis de debate, Francisco Costa focalizou os maiores desafios dos jovens empreendedores.

Começou por apontar a habilidade, a ambição, a coragem e a força, como
elementos essenciais para dar o primeiro passo. “Mas é necessário que o jovem empreendedor tenha pelo menos mais quatro características essenciais” – disse, indicando, primeiro, a capacidade de concretização e, segundo, estar disposto a correr riscos. O terceiro elemento apontado é a criação de valor, e em quarto lugar “é preciso ser resiliente, ter capacidade de resistência às dificuldades, aos altos e baixos, ter foco, determinação e não desistir” – disse.

Uma das formas de enfrentar os desafios é ter soluções customizadas, frisou Francisco Costa: “temos de ter mais proximidade e uma maior interação entre as partes”. E prometeu: “o BCI está disponível para analisar, avaliar e encontrar soluções, em conjunto convosco, de financiamento para os projectos”.

Refira-se que o BCI mantém há mais de dez anos uma relação de parceria efectiva com a ANJE, no apoio directo a diversas actividades e projectos desenvolvidos por esta Associação, para quem o Banco revê a missão, entre outras, de congregar os jovens para o papel que lhes pode caber como importantes actores do desenvolvimento do país, através da construção de competências, habilidades e oportunidades para os seus membros, permitindo-lhes iniciar e gerir os seus negócios de forma rentável e sustentável.

Adriano Maleiane convida empresários da Coreia do Sul a investir em Moçambique

O convite foi manifestado esta quarta-feira, em Maputo, pelo primeiro-ministro, Adriano Maleiane, ao seu homólogo da Coreia do Sul, que se encontra de visita ao País.

Adriano Maleiane, que falava aos jornalistas após uma audiência mantida com Han Duck-soo, apontou a Coreia do Sul como uma nação com potencial empresarial para apoiar o programa de industrialização de Moçambique.

Já o primeiro-ministro da Coreia do Sul, Han Duck-soo, destacou que o encontro com Adriano Maleiane serviu para relançar novas janelas de cooperação, benéficas para ambos países.

“Eu e o primeiro-ministro Maleiane tivemos oportunidade de rever a cooperação entre os dois países, e falámos também do facto de esta poder ser benéfica, também e sobretudo, nos domínios da energia, educação, saúde e paz”, informou Han Duck-soo.

A Coreia do Sul já disponibilizou mais de 300 milhões de dólares a Moçambique, em regime de financiamento e donativo, durante os cerca de 30 anos de cooperação.

Economia de Moçambique abranda no terceiro trimestre

“No terceiro trimestre de 2022, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) abrandou para 3,6%, a refletir o fraco desempenho do sector secundário”, lê-se no comunicado da do órgão.

A taxa de crescimento tinha sido de 4,14% no primeiro trimestre, subindo depois para 4,59% no segundo trimestre.

As previsões de crescimento económico para 2023 foram “ligeiramente revistas em baixa”, anunciou o CPMO, mas sem avançar números.

Para o médio prazo, “antevê-se um ligeiro abrandamento da expansão da actividade económica, face à potencial redução da procura externa e das condições financeiras restritivas, incluindo acrescidas dificuldades no acesso aos mercados financeiros internacionais”.

“Entretanto, a nível interno, a implementação dos projectos energéticos continuará a favorecer o crescimento económico”, referiu o órgão.

A economia moçambicana cresceu 2,16% em 2021, e para 2022 o Governo apontou como meta uma subida do PIB de 2,9% prevista no Plano Económico e Social e Orçamento do Estado aprovado pelo Parlamento.