Saturday, April 11, 2026
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Jornalistas são capacitados em matérias do sector energético

A capacitação visa munir os profissionais de comunicação social em ferramentas para uma melhor abordagem informativa sobre as matérias do sector energético.

Na formação que teve como facilitadores, quadros seniores da empresa, foram abordados dentre vários temas, a Missão, Visão, Objetivos Estratégicos da EDM, com principal foco na inclusão no acesso à energia até 2030, a caracterização da Rede de Distribuição, bem como as Energias Limpas e Renováveis.

Por sua vez, os jornalistas mostraram-se satisfeitos com a capacitação, uma vez que permitirá melhorar a abordagem dos temas relacionados.

Referir que, esta é a terceira capacitação de jornalistas levada a Cabo pela EDM.

Moçambique Já Exporta Gás Natural Liquefeito

Moçambique entra na tão prestigiada lista, dos países  exportadores de Gás Natural Liquefeito (GNL).

Para o Presidente da República, a realização da primeira exportação do recurso, prova que o país reúne condições para acolher grandes investimentos.

Filipe Nyusi, anunciou, neste domingo, o início da primeira exportação de Gás Natural Liquefeito, produzido na Bacia do Rovuma, pelo Projeto Coral-Sul FLNG.

“O navio cargueiro British Sponsor parte das águas territoriais moçambicanas para o mercado internacional. Hoje, Moçambique entra para os anais da história mundial como um dos países exportadores de gás natural liquefeito, que, além de representar uma fonte alternativa de fornecimento, contribui em larga medida para a segurança energética nos países de maior consumo”, disse Filipe Nyusi.

Para o Chefe de Estado, a materialização da primeira exportação de Gás Natural Liquefeito (GNL) é sinal de que o país oferece condições para investimentos multibilionários.

“A realização deste empreendimento internacional é sinal do reconhecimento pelo mercado de que Moçambique oferece um ambiente estável, transparente e previsível para a realização de investimentos multibilionários, onde sobressalta a alta tecnologia com o intuito de monetizar recursos numa fase de transição energética, portanto deve ser orgulho de todos os moçambicanos.”

Este é o primeiro carregamento de Gás Natural Liquefeito, no âmbito do contrato de compra e venda de longo prazo, com a BP. O Projecto Coral-Sul FLNG, desenvolvido na área 4 da Bacia do Rovuma, é liderado pela ENI, Exxon Mobil e CNPC.

Bancos poderiam reduzir taxas de juros

A conjuntura económica a que Moçambique está mergulhado e as taxas de juros consideradas altas pelo sector privado não permitem que qualquer pequena e média empresa possa sobreviver no mercado nacional, de acordo com o especialista na banca.

“Sem o sistema bancário, é quase impossível alavancar uma pequena e média empresa”, afirmou Muktar Carimo. Entretanto, as taxas de juros de referência, por exemplo, subiram, só este ano, em cerca de 6%, colocando em risco a existência de algumas empresas. Segundo o economista, nenhuma PME sobrevive sem empréstimos bancários.

Carimo defende que as taxas de juro poderiam ser reduzidas, de forma momentânea, para ajudar a reverter o cenário actual para empresas que buscam créditos na banca.

“Uma das formas que os bancos poderiam adoptar é deixar de ter margens que hoje têm em termos de spread. Os bancos têm altos lucros, vamos perceber isso no relatório e contas, no final do ano. Podemos usar também o exemplo da Europa: o BPI lançou em Setembro os seus resultados e teve um nível de rendimento de cerca de 18% em relação ao ano anterior e vai ser assim, no sistema financeiro moçambicano de certeza absoluta”, vincou.

O economista explica que, em momentos de crise, os bancos e as demais entidades têm ganhos significativos inerentes aos seus lucros.

“Com as taxas de juros a rondarem os números que hoje rondam os lucros dos bancos comerciais disparam e não só os bancos comerciais, as grandes entidades, as gasolineiras, telecomunicações, energias e todas as outras têm um impacto bastante grande em termos de lucros”, esclareceu.

Apesar dos riscos que podem advir, pode até representar uma perda no primeiro ano, mas, a médio e longo prazo, não vai representar um risco para o banco.

“Umas das formas pode ser de reduzir as taxas de juros dos bancos, nem que seja temporariamente, eu, como banco, posso negociar com um cliente, onde nos primeiros dois a três anos, aplicar sobre a prime rate um ‘spread’ de zero a dois por cento, obviamente dependendo das condições que o cliente apresenta das colaterais das análises dos riscos vou aplicar por um a dois anos para alavancar a empresa e a partir do terceiro ano o ‘spread’ passa para 3% ou 4%, esta poderá ser uma forma de ajudar as pequenas médias empresas”, detalhou.

Spread é a margem que é adicionada ou subtraída à Prime Rate, ou seja, à taxa única de referência créditos bancários de taxa de juro variável (sejam eles operações de crédito contratualizadas, novas, renovações e renegociações) entre as instituições de crédito e sociedades financeiras e os seus clientes, mediante a análise de risco de cada categoria de crédito ou operação em concreto.

O economista acrescenta que, apesar dos altos créditos mal parados que os bancos apresentam, estes não são prejudicados devido às altas margens de lucro que conseguem angariar dos clientes que cumprem os prazos de pagamentos de empréstimos.

“O nível de créditos mal parados, mesmo estando a subir, se contrabalançarmos com as taxas de juros que são cobradas pelos clientes que cumprem o seu crédito, o fosso é grande, é bastante benéfico para os bancos, e ainda têm muita margem de lucros”, acrescentou.

De salientar que com “spread” mais baixo, as famílias e empresas poderão aderir ainda mais aos serviços de empréstimos oferecidos pelos bancos comerciais.

O Pais

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Coca-Cola e Standard Bank juntam-se para promover o empreendedorismo

O acordo nasce da visão das duas entidades de, através dos seus piliares de sustentabilidade, criar oportunidades de crescimento inclusivo para as comunidades.

Estas oportunidades serão materializadas através dos vários programas de promoção do empreendedorismo, com destaque para o iCreate, desenvolvidos pela Incubadora de Negócios do Standard Bank.

Com o programa iCreate, as duas entidades almejam alcançar o rácio de comparticipação de mulheres nas empresas, estabelecendo uma equidade de género. Num programa de aceleração de 12 semanas, as beneficiárias do projecto serão expostas a uma formação prática que contemplará sessões de mentoria, aconselhamento, workshops, e demonstrações sobre negócio.

Para além de colaborarem no iCreate, programa que conta também com o contributo da Cooperação Alemã e seus parceiros da E4D, o banco e a empresa de refrigerantes comprometem-se a criar outras iniciativas com vista ao empoderamento da mulher.

“Comprometemo-nos em executar as actividades deste programa com zelo e em criar outras oportunidades para inspirar jovens mulheres a projectar e liderar seus negócios, dotando-as de conhecimentos e facilitando-as o acesso a novos mercados, através do contacto com diversos palestrantes e parceiros do programa,” disse João Guirengane, Director da Banca de Negócios e Clientes Comerciais do Standard Bank

Por seu turno, a Coca-Cola SABCO Moçambique compromete-se a encorajar o empoderamento através de partilha de conhecimento, experiência, desenvolvimento da cadeia de fornecimento local e oportunidades de mercado.

De acordo com Duncan Wyness, director geral da Coca-Cola Sabco Moçambique, a sua empresa irá alocar os seus profissionais como oradores do programa e assim partilhar a experiência de boas práticas empresarias. “Através dos Masterclass vamos partilhar a nossa visão sobre o mundo de negócios e sobretudo proporcionar aos formandos ferramentas para que terminado o programa, saibam captar oportunidades”, disse o Duncan Wyness.

Duncan frisou que a Coca-Cola Moçambique, está empenhada na inclusão económica, como parte da sua responsabilidade social desde 2012, tendo dito que “em 2019 implementamos o projecto de recolha e reciclagem de garrafas PET onde para além de garantir a limpeza do ambiente, impactamos 6.583 mulheres e jovens colectores de garrafas plásticas através da empregabilidade e formação”.

A assinatura do acordo teve lugar na Incubadora de Negócios do Standard Bank e contou com a participação de várias entidades públicas e privadas.

O Governo da Alemanha anunciou um apoio de 199 milhões de euros para Moçambique

O Governo da Alemanha anunciou um apoio de 199 milhões de euros para setores de desenvolvimento social e económico em Moçambique, no âmbito do estreitamento da cooperação bilateral.

A nota da embaixada alemã em Maputo e do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique avança que o financiamento será canalizado para as áreas da educação profissional, descentralização e finanças públicas, desenvolvimento económico sustentável, bem como energias renováveis.

“Reforçar as relações bilaterais”

O novo pacote financeiro foi acordado durante negociações entre as delegações dos dois países, realizadas na terça-feira e na quarta-feira, avança-se no comunicado.

“As partes reafirmaram o desejo mútuo de continuar a reforçar as relações bilaterais, baseadas na confiança mútua e em vantagens recíprocas, o que carateriza esta parceria de longa data”, refere-se no texto.

Na ocasião, o chefe da delegação alemã, Alois Schneider, do Ministério Federal da Cooperação Económica e do Desenvolvimento, disse que “a Alemanha é um parceiro empenhado, fiável e experiente, que apoia Moçambique na implementação dos seus objetivos de desenvolvimento, através de uma cooperação eficaz”.

O país europeu é um dos maiores doadores bilaterais de Moçambique, com uma longa história de cooperação, acrescentou Schneider.

Aquele responsável declarou que a ajuda da Alemanha vai concentrar-se mais na região norte de Moçambique. A província nortenha de Cabo Delgado é, desde 2017, afetada por uma insurgência armada caracterizada por várias entidades como terrorismo.

Por seu lado, o chefe da delegação moçambicana nas referidas negociações, Aristides Adriano, referiu que o Governo de Moçambique reconhece a importância da parceria com a Alemanha no âmbito da cooperação para o desenvolvimento.

Noruega propõe políticas de crescimento inclusivo no país

 

Em Moçambique, de acordo com Organização das Nações Unidas, mais de 22 milhões de pessoas vivem em dificuldades, sendo que, destas, 63% vivem abaixo da linha de pobreza.

Com a economia a crescer a bom ritmo, o embaixador da Noruega defende que o país deve adoptar políticas urgentes para promover o crescimento inclusivo.

“O crescimento económico de Moçambique, em 2022, é de 4,6%, no entanto, devido aos desafios e às deficiências estruturais, o crescimento actual não se reflecte facilmente na redução da pobreza e principalmente na melhoria das condições de vida da população no país”, ressaltou o diplomata norueguês, Haakon Gram-Johannessen.

Gram-Johannessen diz também que o sector privado mantém um papel importante para reverter o cenário na esfera socio-económica.

“O mercado formal mantém-se pequeno e os vínculos comerciais são fracos e as oportunidades de emprego decente para os jovens são bastante limitadas, por isso a boa notícia é que o sector privado tem um papel importante que é mudar o cenário. Com o enquadramento certo, o sector tornar-se-á um mecanismo para transformação económica”, vincou.

O diplomata destaca ainda que sectores como da saúde e da educação são os que mais precisam de novas políticas para melhorar a vida dos moçambicanos.

As políticas a serem adoptadas foram debatidas, esta terça-feira, por especialistas da área económica para a escolha das melhores soluções de combate à pobreza no país.

“Tendo em vista a melhoria dos padrões de vida das populações, com destaque para o aumento da capacidade e de formulação de políticas, nos domínios da criação de emprego e protecção de grupos vulneráveis, manutenção de equilíbrio macro-económico a longo prazo, reforço da transformação estrutural e melhoria do sistema de informação socio-económica para a monitoria e avaliação”, reiterou Joel Das Neves, vice-reitor da Universidade Eduardo Mondlane.

As intervenções foram feitas, esta terça-feira, na conferência anual do programa de crescimento inclusivo, que decorreu sob o lema “Dinâmicas do Sector Privado e bem-estar de Moçambique”.

A Total Energies investe 450 mil dólares para educação em Cabo delegado

O investimento surge no âmbito da iniciativa Pamoja Tunaweza (Juntos Somos Capazes).

Na cerimónia de lançamento da primeira pedra para a construção da escola, bem como de inauguração de um furo de água, construído com o apoio da Total Energies, a secretária permanente do distrito de Palma, Laurinda Luciano, afirmou que a água e a escola eram um calcanhar de Aquiles para a comunidade.

“Com a existência de uma escola em condições nesta comunidade, melhorará a qualidade de ensino, porque estudar debaixo de uma árvore e ao ar livre (como acontece atualmente), influência negativamente o aproveitamento pedagógico”, garantiu Laurinda Luciano.

Por sua vez, Maxime Rabilloud, representante da Total Energies em Moçambique, afirmou que Senga é uma comunidade muito importante para o projecto Mozambique LNG e para a Total Energies.

“Então, para nós, ter a capacidade de ajudar particularmente em áreas tão importantes quanto água e educação, é uma grande felicidade. Estamos realmente felizes e não vamos parar por aqui. Vamos continuar a apoiar o Governo e a população”, disse Maxime Rabilloud.

Na ocasião, a Total Energies ofereceu ainda material escolar a 300 crianças e kits de auto-emprego a residentes de Senga.

Pamoja Tunaweza é uma iniciativa de engajamento de diversos atores comunitários, com vista a contribuir para o desenvolvimento socio económico da província de Cabo Delgado.

África pode ser transformada no continente do futuro

Segundo informações dadas pelo Jornal O Pais, Amélia Muendane destacou o défice no conhecimento, a corrupção e o terrorismo.

Falando no painel de Alto Nível de especialistas africanos, para debater o tema “Fiscalidade e Desenvolvimento – Como melhorar as economias africanas”, a dirigente disse que a instituição que a Autoridade Tributária de Moçambique “tem procurado fazer a diferença, no âmbito da sua actividade, para assegurar, que as receitas provenientes dos recursos naturais sirvam para o desenvolvimento do país”.

Ainda segundo Amélia Muendane, “para que África seja o continente do futuro, é necessário que a transformação ocorra a partir do interior do nosso continente que haja mobilização dos recursos internos. Que os nossos recursos provenientes da nossa riqueza sirvam de base para esta transformação”.

Comentando sobre o papel da Autoridade Tributária de Moçambique na colecta de receitas provenientes dos recursos minerais e energéticos, Amélia Muendane fez à menção da descoberta do gás natural, em 2000, e prosseguiu dizendo que o país “iniciou a primeira exploração em 2004, através da SASOL, que é uma empresa que opera em Moçambique”.

“O nosso principal cliente é a África do Sul, e foram descobertos cerca de nove triliões de metros cúbicos de gás, que estão neste momento a ser exportados para África do Sul”, defendeu Muendane, que falava recentemente na 7ª Assembleia-Geral do Fórum Africano das Administrações Tributárias (ATAF), na cidade de Lagos, na Nigéria.

De acordo com a presidente da Autoridade Tributária, “Moçambique tinha um grande défice orçamental, e a exploração do gás foi importante para reduzir o défice no financiamento da despesa pública, e no investimento interno”.

“Além do gás, em 2004, iniciou a exploração do carvão na região central. E a exploração do carvão foi um elemento importante para a transformação da região onde a mina operava, sobretudo pela estratégia do Governo de introdução política de conteúdo local. A política de conteúdo local permite que a montante e a jusante da mina, nós possamos ter um grupo de pequenos operadores que funcionavam ao serviço e ao benefício da mina de carvão”.

Em 2011, Moçambique faz prospecções em conexão com algumas empresas e descobre na região norte do país, cerca de duzentos triliões de metros cúbicos de gás. Foram efectuados os concursos públicos, iniciou-se o processo da implantação para a exploração. Esse processo é longo, e a previsão é de que Moçambique possa ter, nos próximos anos, um encaixe significativo na exploração no gás, afirmou a dirigente.

Relativamente aos desafios, Muendane referiu que “o primeiro e grande desafio é que existe uma grande atracção no investimento, em recursos naturais, particularmente os petrolíferos, porque atraem ameaças externas, e Moçambique está, neste momento, a viver uma grande ameaça que resulta do terrorismo que se implantou na região Norte”.

É que, segundo a presidente da Autoridade Tributária, “Moçambique além de avançar com uma política de assegurar que o gás sirva para a transformação económica, deve ter uma política de resiliência em termos de infra-estruturas críticas. E as infra-estruturas críticas não devem conter apenas os aspectos que permitam a exploração do gás, devem garantir a segurança das plantas que forem implantadas”.

Reabilitações do Porto da Mocimboa da Praia em fase conclusiva

A informação foi avançada pelo diretor provincial da Indústria e Comércio, Nossifo Magaia, durante a Oitava reunião do diálogo público e privado, que teve lugar nesta segunda feira, na cidade de Pemba, sob a orientação do governador provincial, Valige Tauabo.

Nossifo Magaia, disse que a operacionalização do porto da Mocímboa da praia vai impulsionar o desenvolvimento não só para o distrito, como também para toda a região norte, devido a sua localização geográfica.

Afirmou por outro lado, que o volume de escoamento de carga, com destaque para os minerais, a partir do porto de Pemba para vários destinos do mundo, aumentou significativamente nos últimos tempos.

Capacitação das MPMEs em matéria de acesso ao financiamento

A acção resulta de um diagnóstico e da assistência realizada pelo IPEME, junto das MPME’s, para aferir as reais necessidades deste segmento empresarial.

O evento foi marcado pela apresentação de “Alternativas de Financiamento a MPMEs” e “Linhas de Financiamento a MPMEs”, e pela discussão das temáticas, na perspectiva de capacitação das micro, pequenas e médias empresas.

E como referiu o director de Relações Públicas do BCI, Heisler Castelo David “a sessão que hoje tem aqui lugar é um espaço privilegiado para o intercâmbio cada vez mais profícuo entre as Micro e Pequenas e Médias Empresas, tendo como foco a partilha de informação relevante sobre as oportunidades de negócio, tendo o BCI como parceiro preferencial”.

Castelo David congratulou o IPEME por mais uma iniciativa em prol das MPME’s: “importa lembrar que o IPEME é parceiro do BCI desde há longa data, e como fruto desta parceria temos alcançado êxitos consideráveis” – disse.

Refira-se que o Networking PME é uma plataforma instituída pelo IPEME, IP com o propósito de criar interação entre as MPMEs, através de divulgação e partilha de informação relevante, assim como a apresentação de oportunidades para desenvolvimento de negócio.