Friday, June 19, 2026
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PM-Custo de Vida Continuará Alto em 2023

O alerta foi feito esta quinta-feira, 8 de Dezembro, no Parlamento, pelo primeiro-ministro, Adriano Maleiane, que, na ocasião, afirmou que o PESOE para 2023 prevê o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 5%.

Maleiane explicou que a proposta apresentada foi elaborada num contexto internacional exigente e fortemente marcado pelas consequências da guerra na Ucrânia, pela prevalência de acções terrorista em Cabo Delgado e pelo aumento da frequência de eventos extremos decorrentes das mudanças climáticas, que agravam os já complexos desafios existentes na gestão das finanças públicas.

Segundo o governante, em 2023, a base de crescimento económico estará assente num maior dinamismo do investimento privado, que deverá estimular o crescimento dos sectores da agricultura, indústria, construção e investimento público.

Para impulsionar a economia em 2023, Adriano Maleiane avançou que serão colocadas à disposição do sector privado, através do PESOE, oportunidades de negócios de cerca de 134,2 mil milhões de meticais para a provisão de bens, serviços e investimentos.

“Como resultado do crescimento da procura externa, dos preços mais elevados no mercado internacional e do início da operação da plataforma flutuante de produção de gás natural liquefeito, prevê-se que as exportações de bens e serviços registem um incremento, traduzindo-se numa redução histórica do nível do défice da balança de comercial do País”, defendeu o primeiro-ministro.

Adriano Maleiane avançou ainda que a recuperação do crescimento económico que Moçambique tem vindo a registar desde 2021 é um óptimo indicador de que se está no caminho certo.

“As acções que nos propusemos implementar no âmbito do PESOE de 2023 irão permitir-nos continuar a criar mais postos de trabalho e geração de renda, assim como um maior acesso à energia, água potável, educação, saúde e protecção social. Em suma, melhorar o índice de desenvolvimento humano do nosso País”, resumiu o governante.

Foi lançado em Maputo, o projecto urbanístico Uxene Smart City

De acordo com o seu director executivo, Henrique Bettencourt, a “Uxene Smart City” contará com um posto de bombeiros, uma universidade (até nove mil alunos), um hospital geral (até 150 camas), uma esquadra da polícia, uma zona habitacional, um centro de negócios, um pólo comercial, um parque logístico, um campo de golfe, um parque ecológico e espaços verdes para lazer.

O responsável explicou também que a cidade contém a designação “smart”, porque vai privilegiar o uso de energias renováveis, sendo que, para o efeito, estará conectada à tecnologia, será construída uma quinta solar e haverá um aproveitamento das águas pelo parque ecológico.

Henrique Bettencourt revelou que a primeira fase do projecto, orçada em 6oo milhões de dólares, arrancará em 29 de Maio de 2023 com o lançamento da primeira pedra, e terá uma duração de cinco anos.

Para a materialização do projecto, o director frisou que a empresa conta com vários parceiros, entre nacionais e estrangeiros.

“Dos nacionais, destacam-se o Instituto Superior Politécnico de Moçambique, a Vodacom, o Metro Bus (grupo Sir Motors) e o Fundo de Investimento e Património de Abastecimento de Água (FIPAG). Dos parceiros estrangeiros, o destaque vai para as empresas chinesas, China Railway 4, Huawei e a Gregori International”, declarou.

Por sua vez, o Governo do distrito de Marracuene, representado pelo seu administrador, Shafee Sidat, fez saber que o Executivo abraça o projecto porque irá impulsionar o desenvolvimento económico e social do distrito.

“O distrito de Marracuene acolhe o projecto e tantos outros que vêm para contribuir para o desenvolvimento do País e do distrito em particular”, afirmou Sidat, tendo acrescentado que a Uxene poderá impulsionar o rápido crescimento populacional que se tem verificado nos últimos três anos naquela zona.

The Uxene Smart City urban project was launched in Maputo

According to its executive director, Henrique Bettencourt, the “Uxene Smart City” will have a fire station, a university (up to nine thousand students), a general hospital (up to 150 beds), a police station, a residential area , a business center, a commercial hub, a logistics park, a golf course, an ecological park and green spaces for leisure.

The official also explained that the city has the “smart” designation, because it will favor the use of renewable energy, and for this purpose, it will be connected to technology, a solar farm will be built and water will be used by the ecological park.

Henrique Bettencourt revealed that the first phase of the project, budgeted at 6000 million dollars, will start on May 29, 2023 with the laying of the first stone, and will last five years.

To materialize the project, the director stressed that the company has several partners, including nationals and foreigners.

“Of the national ones, the Instituto Superior Politécnico de Moçambique, Vodacom, Metro Bus (Sir Motors group) and the Water Supply Investment and Heritage Fund (FIPAG) stand out. Of the foreign partners, the highlight goes to Chinese companies, China Railway 4, Huawei and Gregori International”, he declared.

In turn, the Government of the district of Marracuene, represented by its administrator, Shafee Sidat, made it known that the Executive embraces the project because it will boost the economic and social development of the district.

“The district of Marracuene welcomes the project and many others that come to contribute to the development of the country and the district in particular”, stated Sidat, adding that Uxene could boost the rapid population growth that has occurred in the last three years in that zone.

Moçambique nomeado pela União Africana, como campeão do programa de gestão de riscos de desastres naturais

O presidente da Fundação Universitária para o Desenvolvimento da Educação (FUNDE), Lourenço do Rosário, considera que a nomeação de Moçambique, pela União Africana, como campeão do programa de gestão de riscos de desastres naturais, representa um desafio no sentido de o País continuar a investir na resiliência das suas infraestruturas, com vista à fazer face às mudanças climáticas.

Este posicionamento foi feito, quarta-feira, 7 de Dezembro, pelo presidente da FUNDE, durante a abertura da conferência sobre Mudanças Climáticas, organizada pela FUNDE, em parceria com a Universidade Politécnica, com o apoio da Fundação Aga Khan e da Fundação La Caixa, esta última representada pela Infanta Dona Cristina da Espanha.

Na ocasião, Lourenço do Rosário referiu que o debate, que contou com a participação de parceiros da iniciativa, visava fortalecer as organizações da sociedade civil e contou com a participação do ambientalista Jorge Moreira, como orador principal, cuja dissertação incidiu sobre as “Sincronicidades Climáticas”.

“A indicação de Moçambique como um país resiliente, pela União Africana, significa um reconhecimento, por parte desta entidade, aos países fustigados pelas mudanças climáticas, podendo liderar o programa que define as actividades, que se enquadram no programa 2063”, disse o presidente da FUNDE.

Importa referir que participaram, igualmente, no evento, através do painel subordinado ao tema “Mudanças climáticas e o ciclo da água: As expressões a nível local”, os oradores Barnabé Alexandre Fondo, do Fundo Mundial da Natureza (WWF), Domingos Estêvão Tete, da empresa Cervejas de Moçambique (CDM) e Agostinho Vilankulos, chefe do Departamento de Recursos Hídricos, na Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH).

Na sua intervenção, Agostinho Vilankulos apontou que, enquanto o País se prepara para uma maior resiliência, é preciso temer os desastres microclimáticos, nomeadamente as tendências e as causas.

“Nós estamos localizados numa região de risco. Há pouca investigação nas academias em Moçambique com relação ao clima. Estudos mostram que a tendência de Moçambique é o aumento da precipitação e a diminuição da produção se a temperatura não for contida. Deste modo Moçambique poderá ficar numa situação de 100% de insegurança alimentar, caso continue a registar variações de temperaturas”, explicou o orador

Moçambique vai ratificar zona de comércio livre em África

 Este acordo vai “impulsionar a competitividade do comércio livre de bens e serviços, exigindo das instituições financeiras, mecanismos e soluções integradas e inovadoras de acesso aos recursos financeiros para uma melhor e efectiva participação da África Austral no mercado continental”, explicou Moreno.

A “Implementação do AfCFTA, a avaliação da prontidão da Região da SADC e o Papel das Instituições Financeiras de Desenvolvimento” foi o tema do Fórum, recentemente realizado em Maputo, que contou com a participação do Governo e de cerca de 120 dignitários, dentre os quais 66 oriundos da região da SADC.

Ainda na sua intervenção, o ministro Silvino Moreno disse reconhecer que “o sucesso da implementação destas variáveis, também depende da mobilização e disponibilização de recursos financeiros acessíveis e com opções alternativas aos mecanismos e modelos normais. São as instituições financeiras de desenvolvimento que, atentas a esta realidade regional de forma integrada, podem e devem jogar um papel activo”.

No caso de Moçambique, que foi representado pela Gapi-SI, na qualidade de co-organizadora, “as prioridades que o Governo pretende atingir através do Programa Nacional Industrializar Moçambique, como abordagem de médio e longo prazos, de impacto regional e continental, estão orientadas primariamente à valorização da produção local, contribuição no aumento do Produto Interno Bruto (PIB) e geração de emprego sustentável com vista a cumprir com os objectivos da Agenda 2063”.

Para Rafael Uaiene, presidente do Conselho de Administração (PCA) da Gapi, “a reunião de Maputo reveste-se de capital importância sobretudo se se considerar que esta região tem muito trabalho a fazer para assegurar a implementação bem sucedida do AfCFTA, uma vez que tem potencial para fomentar a industrialização, a criação de emprego e o investimento, reforçando assim a sua competitividade e de África como um todo”.

Moçambique almeja ser um centro regional, continental e global de produção e de distribuição logística, o que vai demandar investimentos significativos de capitalização financeira principalmente para as Micro, Pequenas e Médias Empresas, assim como para as mulheres e jovens empreendedores.

O Governo destaca a importância do papel das Instituições Financeiras de Desenvolvimento desta região na implementação e realização dos objectivos da Zona de Comércio Livre Continental Africana, sobretudo porque a região da SADC é um bloco económico que,.antes da pandemia da COVID-19, apresentava os maiores índices de crescimento.

Para melhor enfrentar os desafios do AfCFTA, a SADC apresentou um quadro de medidas de políticas de médio e longo prazos, priorizando: A industrialização de base integrada e galvanizadora da internacionalização e valorização local de recursos e potencialidades,  desenvolvimento e modernização competitiva de cadeias de valor de referência, potenciamento e uso sustentável de infra-estruturas de logística e facilitação de comércio numa lógica de corredores regionais com impacto continental e global assente na digitalização, promoção de investimentos e desenvolvimento das Pequenas e Médias Empresas assente no conteúdo local e valorização do capital humano através da especialização vocacional e pesquisa aplicada.

O interesse estratégico de Moçambique na Zona de Comércio Livre Africana, está centrado no estímulo à internacionalização da economia e do sector privado, através do aumento e diversificação das exportações e de investimentos, do fortalecimento da sua posição geo-estratégica relativamente ao comércio de serviços, de infra-estruturas de transportes e corredores como factor dinamizador da facilitação do comércio (FDS).

Cerca de 400 milhões de dólares serão aplicados no projecto do Sistema Nacional de Transporte e Energia, que liga Tete e Maputo

De acordo com o Director Executivo do Sistema Nacional de Transporte e Energia, Adriano Jonas, citado pela Rádio Moçambique, o projecto abrange consumidores domésticos e industriais das áreas abrangidas.

Adriano Jonas falava na segunda-feira, em Maputo, no lançamento da nova imagem do Sistema Nacional de Transporte e Energia.

Por sua vez, o Administrador Executivo da Electricidade de Moçambique, Francisco Inroga, disse que a identidade visual do Sistema Nacional de Transporte e Energia deve transmitir confiança e credibilidade em electrificar Moçambique com energia de qualidade.

O projecto Sistema Nacional de Transporte e Energia tem o apoio do governo de Moçambique e de parceiros de cooperação e tem como objectivo electrificar Moçambique com energia de qualidade.

Foi lançada 2ª edição do Prémio de Jornalismo do Moza Banco

O evento foi dirigido pelo Secretário Permanente do Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Manuel de Jesus Malunga e contou com as presenças do Presidente da Comissão Executiva, Manuel Soares e do Secretário-geral do Sindicato Nacional de Jornalistas Eduardo Constantino.

Poderão concorrer a este prémio trabalhos originais de jornalistas profissionais, ou colectivo de jornalistas, devidamente assinado e que tenham sido publicados/emitidos, em língua portuguesa, num órgão registado de comunicação social moçambicano entre 1 de Outubro de 2022 a 31 de Março de 2023 e que retractem exemplos de resiliência e desenvolvimento para o país.

“Esta 2ª Edição do Prémio tem como tema “Moçambicanos que contam: Exemplo de resiliência e desenvolvimento para o país” um tema minuciosamente escolhido tendo em conta o actual contexto, e sobretudo o caminho que juntos almejamos trilhar. Queremos enaltecer aqueles moçambicanos, que dentre muitos heróis anónimos, se destacam nas mais variadas esferas pelo seu trabalho e contributo no desenvolvimento do país superando as mais complexas adversidades.

Pretendemos partilhar estórias que inspiram, feitos que nos orgulham. Lançamos aqui o repto aos profissionais da comunicação social, para que com a criatividade que lhes é característica, a veia investigativa intrínseca, e a capacidade inigualável de relatar factos, tragam ao grande público estes exemplos de resiliência e desenvolvimento para o País.” disse o PCE do Moza Banco Manuel Soares

Já o Sindicato Nacional de Jornalistas, representado pelo Secretário-geral Eduardo Constantino, apelou aos profissionais da comunicação social a concorrerem em massa, “esta é uma iniciativa louvável porque vai contribuir para a realização de trabalhos de qualidade jornalística.”

Falando em representação da Ministra, o Secretario Permanente do Ministério da justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos Manuel de Jesus, enalteceu a iniciativa do Moza Banco, tendo em seguida dito que, “este projecto irá incentivar os órgãos da comunicação social a investigar mais sobre temas de interesse social e esperamos que seja retractado o que há de melhor no país.”

Refira-se que o prémio de Jornalismo Moza Banco foi instituído em 2021, e tem como objectivo incentivar os profissionais da comunicação social a investigar, produzir e publicar artigos que contribuam para a demonstração do que de melhor se encontra em Moçambique, como para a geração de impacto positivo na sociedade, e premiar a excelência no âmbito da actividade jornalística na área social, cultural e desportiva.

A distinção dos melhores trabalhos publicados na Comunicação Social nacional abrange três categorias, nomeadamente, Imprensa Escrita, Rádio e Televisão.

O Jornalismo Moçambicano conta com Moza!

CTA-A Nossa Estimativa é Que a Indústria de Raptos Movimentou Cerca de 2,2 Mil Milhões de Meticais

Intervindo durante o workshop sobre “Branqueamento de Capitais e Financiamento ao Terrorismo”, Prehlad explicou que as transacções suspeitas de lavagem de dinheiro podem advir tanto pelo pouco domínio das normas regulatórias, como por actividades criminosas ou ilegais, com destaque para os raptos.

“A nossa estimativa é que a indústria de raptos movimentou cerca de 2,2 mil milhões de meticais, um montante que, sequencialmente, irá gerar necessidade de lavagem de capitais. Então, combater os raptos faz parte da matriz de combate à lavagem de dinheiro”, detalhou o vice-presidente.

Na mesma ocasião, Prakash Prehlad alertou para o aumento do contrabando de mercadorias e de produtos da fauna e flora, afirmando que “este fenómeno representa outra grande ameaça externa para o branqueamento de capitais em Moçambique”.

De acordo com os dados da CTA, o País registou uma redução das transacções suspeitas de branqueamento de capitais em 16,7% em 2021, tendo saído de 42 mil milhões de meticais em 2020 para 35 mil milhões em 2021.

FIPAG anuncia prioridades para abastecimento de água ao País

Igualmente, está em perspectiva um investimento de 180 milhões de dólares nas províncias de Maputo e de Cabo Delgado. Nesta última, será dada prioridade ao distrito de Mueda, onde será construída uma barragem com vista à melhoria do abastecimento de água a Montepuez e à cidade de Pemba.

A par disso, serão implementados nas cidades de Quelimane, Beira e Chimoio projectos de abastecimento de água, avaliados em cerca de 80 milhões de dólares, financiados pelo Banco Europeu de Investimento.

Estes dados foram avançados pelo director-geral do FIPAG, Victor Tauacal, na cerimónia de encerramento da Reunião Nacional de Balanço e Planificação da instituição, que decorreu nos dias 5 e 6 de Dezembro último, na cidade de Maputo.

Na ocasião, Victor Tauacal considerou satisfatório o desempenho do FIPAG, que cumpriu, até ao momento, 85% do Plano Quinquenal do Governo (PQG), concretamente no que diz respeito ao abastecimento de água.

“Só nos faltam 15% para cumprirmos a meta, e as perspectivas são boas. Temos projectos do Banco Mundial, que vão ser implementados em Pemba, Beira e Tete, e pensamos que vão estar concluídos no próximo ano (2023)”, disse o director-geral.

Em 2023, o FIPAG espera, ainda, consolidar o quadro de gestão delegada de modo a tornar sustentáveis as sociedades comerciais recém-criadas, que passarão a integrar o sector privado na sua estrutura.

“As empresas devem ser auto-sustentáveis, o que passa por reduzir as perdas, que é o nosso foco. Neste momento, as perdas estão na ordem dos 47%, apesar de existirem algumas sociedades comerciais que já estão abaixo dos 40%”, realçou.

Ainda no que diz respeito à sustentabilidade das sociedades comerciais, Victor Tauacal apelou à rentabilização do negócio, bem como ao aumento do ritmo de facturação e cobrança.

“É necessário efectuar a cobrança de todas as dívidas (comerciais, domésticas e de instituições públicas), pois, à medida que cobramos as dívidas, reduzimos as perdas e aumentamos a facturação e cobrança. Assim, estaremos a rentabilizar o nosso negócio e passamos a ter fundos próprios para investir na manutenção e reparação”, sublinhou o director-geral do FIPAG.

 

Millennium bim reeleito “Banco do Ano” pela The Banker

O Millennium bim foi distinguido, pela 15ª vez, com o Prémio “Banco do Ano
de Moçambique 2022”, atribuído pela conceituada revista internacional ‘The
Banker’ do Grupo Financial Times. Com esta distinção, o Banco consolida a sua
posição de instituição financeira mais premiada do país.

Este galardão é atribuído com base numa análise, bastante criteriosa, que tem
em conta indicadores de gestão, inovação na criação e promoção de novos
produtos e serviços e estratégia de negócio.

A solidez do balanço, a qualidade dos resultados do Banco, bem como a sua
capacidade de inovar com um crescimento muito significativo nos serviços
digitais, foram as razões que sustentaram a atribuição do prémio.

Por outro lado, os júris destacaram também o importante contributo do Banco através do seu programa de responsabilidade social.

Os prémios da revista da ‘The Banker’ são uma referência comparativa na
banca internacional e demostram, mais uma vez, a capacidade do Millennium
bim em responder aos desafios da economia, promovendo a inovação e o
desenvolvimento do sistema financeiro moçambicano.

Para o Presidente da Comissão Executiva do Millennium bim, José Reino da
Costa, “este reconhecimento internacional traduz o trabalho desenvolvido
por todos os Colaboradores do Banco, na implementação de uma
estratégia orientada para os Clientes Particulares e Empresas, com um
investimento forte na proximidade e desenvolvimento de novas soluções
de produtos e serviços que sejam relevantes para os nossos Clientes.

Por outro lado, reforça o nosso compromisso com Moçambique, enquanto
agente activo no desenvolvimento económico e financeiro do país.”

Este reconhecimento reafirma a posição do Millennium bim, como o Banco
mais premiado de Moçambique, com destaque para oito nomeações
internacionais só em 2022, atribuídos pela Euromoney, The Banker e Global
Finance.

O objectivo do Banco é continuar a prestar um serviço de qualidade aos seus
Clientes Particulares e Empresas e manter a sua estratégia de expansão,
sólida, inovadora e sustentada.