Saturday, April 11, 2026
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FMI diz Moçambique precisa de uma reforma salarial

 

De acordo com a Rádio Moçambique, o representante residente do FMI em Moçambique, Alexis Mayer, refere que a opção do Governo pela Tabela Salarial Única (TSU) para além de facilitar a mobilidade do funcionário público entre as instituições, vai melhorar a distribuição da massa salarial.

“Vimos que a ideia, o conceito da reforma salarial de simplificar a reforma e torná-la mais eficaz, facilita a mobilidade do funcionário público entre instituições e também tendo critérios claros de orientação e de classificação são muito sensatos. Isso permite, na verdade, um aumento da eficácia da massa salarial e a longo prazo contém essa dinâmica”, disse.

O representante, que falava, esta segunda-feira, em Maputo, sobre as perspectivas económicas e regionais da África subsaariana disse que a economia moçambicana tem-se mostrado resiliente, apesar de choques cíclicos decorrentes de crise internas e internacionais.

Defendeu que factores como a recuperação da confiança de Moçambique a nível internacional, situação da divida publica e a valorização da moeda, o metical, contribuíram para o comportamento da economia nacional.

MAHS recebe certificado do ISAGO

A empresa Moçambicana de serviços de assistência às companhias aéreas (MAHS) foi certificada pela ISAGO, um programa internacional de auditoria de segurança para operações terrestres nos aeroportos.

A Mozambique Airport Handling Services (MAHS) ganhou destaque e credibilidade no mundo.

Segundo Jornal O País, a empresa prestadora de serviços às companhias aéreas na área de segurança foi certificada pela ISAGO, um programa de segurança e qualidade de aviação gerido pela Associação Internacional de Transportes Aéreos.

Trata-se da primeira empresa Moçambicana a receber a distinção.

A administração da MAHS diz que o reconhecimento constitui incentivo para continuar a procurar satisfazer os seus clientes.

“Significa maior confiança por parte dos nossos clientes para com a empresa, porque a maior parte dos Handlings que actuam lá fora funcionam, também, com base nesse certificado. Todas as companhias que querem operar em Moçambique, ao saber que nós estamos certificados, terão a certeza de que seguimos standers universais de safety de procedimentos internacionais. Isso nos traz mais-valia para que estejamos na pole position aqui no país”, disse Hilário Tembe, presidente do Conselho de Administração da Mozambique Airport Handling Services (MAHS).

Para a empresa, a certificação levanta novos desafios.

“Para nós, é sempre uma grande responsabilidade. A exigência vai ser sempre maior, não basta obter o certificado, temos que trabalhar para manter estes padrões”, reiterou Lourenço Guiuele, director-geral da MAHS.

A administração da MAHS revelou que estão em vias de continuar com o processo de Certificação da ISAGO noutras escalas satélites, nomeadamente, Beira, Nampula e Nacala, até Dezembro de 2022.

O presidente do Conselho de Administração do Instituto de Aviação Civil de Moçambique diz que o reconhecimento é reflexo da competência da empresa.

“Isto veio traduzir-se, sem dúvida nenhuma, na experiência adquirida. A MAHS está há muitos anos a servir aqui nos nossos aeroportos e, de facto, esta maturidade refletiu-se neste certificado”, afirmou João de Abreu, presidente do Conselho de Administração do Instituto de Aviação Civil de Moçambique.

O programa ISAGO tem como objectivo reduzir o custo dos danos nos aviões que as companhias aéreas de todo o mundo sofrem anualmente.

Bélgica investe 25 milhões de euros para o desenvolvimento de energias renováveis em Moçambique

“Bélgica vai ajudar Moçambique a investir em energia verde no lugar de combustíveis fósseis”, referiu o ministro do Desenvolvimento Belga, Frank Vandenbroucke, por ocasião da COP27, a cimeira internacional sobre o clima no Egipto.

A LUSA defende que o apoio é atribuído tendo em conta que Moçambique é indicado como um dos países mais vulneráveis às mudanças climáticas e ao mesmo tempo, um dos menos desenvolvidos do mundo, mesmo com as riquezas no subsolo.

A iniciativa prevê estudos para produção de hidrogénio verde em Moçambique e a Agência Belga de Desenvolvimento vai alimentar áreas remotas sem ligação à rede elétrica, com painéis solares.

Esta também a ser planeado o fornecimento de água potável e soluções de irrigação com base em energia solar, acrescenta-se no comunicado.

A Bélgica vai ainda apoiar a implementação de um programa nacional para gestão sustentável dos resíduos, que inclui a construção de instalações de reciclagem em Nacala e Nampula, com o apoio adicional de um fundo multi-doadores (NAMA).

Dos 25 milhões anunciados, há 2,5 milhões de euros especificamente destinados à componente de perdas e danos para tornar as infraestruturas públicas mais resilientes a tempestades e cheias.

A Bélgica anunciou ainda uma contribuição adicional de um milhão de euros para novas instalações de água potável em Moçambique.

A Business Master, oferece oportunidades de negócios e investimentos

A Business Master, realizará no próximo dia 09 de novembro, um grande Workshop sobre: Oportunidades de negócios e investimentos no Radisson Blu.

Um evento realizado com o principal objetivo de promover networking e troca de experiências entre as empresas.

O prestigiado evento, contará com a presença de alguns dos mais importantes intervenientes da cadeia de valores em Moçambique, e abre espaço para participação do público no geral.

Inscrições pelo:

(+288)

864066888   863571317

CCM lança 1a Edição de Mesas Redondas para Mulheres Empresárias

No seu discurso de abertura, a Vice-presidente da CCM, Yolanda Fernandes, disse que  o encontro visava promover as iniciativas empresariais femininas e dar às mulheres um espaço destinado ao diálogo e intercâmbio sobre diversas oportunidades de negócios.

Por outro lado, destacou que a acção se insere no quadro dos esforços que a CCM tem vindo a desenvolver  para reafirmação de um dos pilares fundamentais do Plano estratégico da CCM, 2021 – 2025 que é a da aposta do Pelouro de Género e Responsabilidade Social, na promoção da Mulher e jovens empreendedores.

O evento constituiu também  uma grande oportunidade para a partilha de experiência e de boas práticas  para desenvolvimento de  negócios e como a nova realidade dominada pelas indústrias de tecnologias de informação e comunicação e  as novas descobertas  energéticas advindas das indústrias do petróleo e gás poderão induzir ao crescimento das empresas.

No debate foram discutidos  os desafios das mulheres empresárias e empreendedoras no acesso às linhas de financiamento, na advocacia por políticas públicas mais equilibradas que promovam a justiça, equidade de oportunidades no acesso aos recursos e desenvolvimento dos negócios, entre outros.

A Directora do Projecto de  Cooperação entre a CCM e a IHK-Estugarda. Konstanze Kampfer, disse que  esta foi uma oportunidade para as mulheres discutirem  as novas abordagens empresariais e criarem sinergias de trabalho em equipe, afastando o espírito de concorrências, tendo ainda destacado a necessidade de se apostar na capacitação dos recursos humanos, como factor diferenciador e chave para o crescimento no mercado.

CCM garante melhorias no ambiente de Negócios

Falando na sexta-feira passada, em ocasião da abertura do Fórum de Negócios e Investimentos, Álvaro Massingue, presidente da CCM, disse esperar que do evento resultem acordos de desenvolvimento cultural, artístico, turístico e económico para a província.

“Quero assegurar a inteira disponibilidade do CCM para continuar a promover acções de investimentos, conquista de mercados e empoderamento do sector empresarial desta província. Assim o faremos”

Em representação do Governador de Inhambane, o Diretor provincial da Agricultara e Pesca, Francisco Feijão, disse que o evento serviu para exporem-se as potencialidades locais e buscar novas soluções para os problemas existentes.

“Os desafios continuam a ser o apoio a produção, comercio e logística de transporte, portos e estradas para o escoamento de produtos locais de maior produção para o locais intermédios e finais”

A CMM promoveu igualmente uma mesa-redonda para mais de cem mulheres empresárias e empreendedoras para a promoção do engajamento feminino nos negócios.

Banco central adota nova estratégia de inclusão financeira

Os clientes de instituições de crédito já podem ter acesso a empréstimos, sem necessariamente apresentarem a sua casa como garantia de pagamento.

A informação foi dada pelo governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, que falava na segunda-feira, durante a abertura do 47º Conselho Consultivo do banco, evento realizado na cidade da Beira. Com o instrumento, pretende-se aumentar os níveis de inclusão financeira no país.

Segundo o governador do Banco de Moçambique, a iniciativa permitirá a quem tem mobílias de escritório, por exemplo, ou participações, títulos de crédito a usar para aceder ao crédito quando precisar.

O instrumento é parte da estratégia de inclusão financeira do banco central.

Zandamela, explicou ainda o recém-criado número de identificação bancária que cada um dos clientes dos bancos passa a ter, em linha com as melhores práticas a nível internacional, como forma de combater o branqueamento de capitais e o financiamento ao terrorismo, que, segundo disse, vem resolver um problema crónico que existia no sistema financeiro nacional.

Fazendo uma breve resenha do desempenho da economia nos primeiros 10 meses do ano em curso, bem como as perspetivas macro-económicas para o próximo ano, o governador do banco central referiu que o sistema financeiro nacional continua sólido, apesar de existir “crédito malparado extremamente elevado” no país.

Foi nesse contexto de dívidas não pagas à banca que, em Setembro deste ano, com as perspetivas de elevação da inflação, o Comité de Política Monetária do Banco de Moçambique decidiu elevar a taxa de juro de política monetária (MIMO) pela segunda vez este ano em 200 pontos base, para os atuais 17,25 por cento.

Segundo o regulador do sistema financeiro, o custo de vida poderá continuar alto nos próximos meses, devido à repassagem do recente ajustamento dos preços dos combustíveis para os preços dos outros bens e serviços.

Rogério Zandamela lembrou ainda que, até à primeira metade do ano, o país registou melhorias na actividade económica, com uma taxa de crescimento do Produto Interno Bruto real na ordem de 4,6 por cento, após um modesto crescimento de 2,1 por cento em igual período de 2021.

 

BAfD aposta no financiamento de Energias Renováveis em Moçambique

Os recursos do Fundo de Energia Sustentável para África (SEFA), administrado pelo Banco, serão utilizados para a implementação do Programa de Integração de Energias Renováveis ​​de Moçambique (MREP).

“Com o apoio do Fundo de Energia Sustentável para África, a capacidade de Moçambique para integrar maiores quotas de renováveis vadeáveis irá aumentar, reforçando os esforços de Moçambique para se tornar um grande fornecedor regional de eletricidade”, afirmou Daniel Schroth, Director de Energias Renováveis ​​e Eficiência Energética do BAfD.

“Tendo em consideração que Moçambique é um país muito vulnerável às alterações climáticas, o projecto ajudará a construir uma infra-estrutura de geração de energia mais sustentável e resiliente”, acrescentou.

Este financiamento destina-se, essencialmente, a prestar assistência à Eletricidade de Moçambique (EDM) em quatro componentes principais: apoio financeiro para estudos de viabilidade técnica, económica, ambiental e social para o desenvolvimento de uma central solar flutuante na albufeira de Chicamba; apoio financeiro para um estudo de viabilidade para Armazenamento de Sistemas de Bateria de Energia em até 10 locais em Moçambique; qualificação do pessoal da EDM; e apoio à preparação de propostas.

“Estamos muito entusiasmados com o lançamento das actividades no âmbito do Fundo de Energia Sustentável para África em Moçambique, em conjunto com projectos estratégicos e inovadores, e que irão contribuir para a diversificação da matriz energética, bem como para o desenvolvimento de um estudo sobre as necessidades de armazenamento, que permitirá o desenvolvimento de mais projectos de energia renovável”, disse Marcelino Gildo Alberto, Presidente da EDM, a beneficiária.

O financiamento será usado, igualmente, para a elaboração de estudos que visam aumentar a participação da produção variável de energia renovável no mix energético de Moçambique e de estudos de viabilidade para o desenvolvimento de energia solar fotovoltaica flutuante, bem como auditorias financeiras sobre a assistência técnica concedida.

A iniciativa visa desbloquear 100 mil milhões de USD em capital público e privado e enfrentar, simultaneamente, três problemas humanos profundos: atingir mil milhões de pessoas com energias renováveis fiáveis; evitar quatro mil milhões de toneladas de emissões de carbono; e construir uma rampa de acesso às oportunidades através da criação, viabilização ou melhoria de 150 milhões de empregos.

O Banco Mundial desbloqueou 31,7 mil milhões de USD em 2022, para ajudar os países a lidarem com as alterações climáticas, o que representa um aumento de 19% em relação aos 26,6 mil milhões de dólares atingidos no ano anterior.

Fonte: BAfD

Nuno Quelhas- Vodacom passa de empresa de telecomunicações para empresa digital

Segundo o Nuno Quelhas  a Vodacom pretende proporcionar aos clientes e aos Moçambicanos no geral, produtos e serviços dotados de tecnologia de ponta e experiencias cada vez mais inovadoras.

A nova loja chega numa fase de transição da empresa de telecomunicações, para empresa digital.

O PCA avançou ainda que a aposta da Vodacom é ligar  as pessoas a rede de comunicação de qualidade, por esta razão a vodacom tem se empenhado para estender a sua rede para vários lugares com o principal destaque para as zonas rurais.

Até 2025 a Vodacom pretende atingir 25 milhões de Moçambicanos em todo o país, abrindo espaço para que mais pessoas possam se beneficiar dos serviços de telefonia móvel e aumentar a inclusão nos serviços financeiros e digitais.

Nuno defende que o objetivo da Vodacom é continuar a ser um dos membros ativos para o desenvolvimento do país.

A Vodacom Inaugura mais uma agência em Maputo

 

Uma infraestrutura moderna, que reflete a imagem da marca. Com a nova loja a Vodacom pretende demonstrar as suas mais recentes tecnologias e as soluções mais avançadas aos clientes individuais e empresas.

O serviço de banca móvel o M-pesa, conta com uma zona de serviço dedicada e altamente visível.

Com a nova loja, a Vodacom pretende igualmente prestar assistência aos clientes Vodacom Business numa secção designada para o efeito.

Os visitantes da nova loja irão, igualmente, disfrutar da zona digital, que inclui a realidade virtual o E-gaming e uma coleção  de soluções lOT.

A inauguração da loja, contou com a presença especial do PCA da Vodacom (Nuno Quelhas) e com a presença do Secretario do estado da cidade de Maputo (Vicente Joaquim) em representação do governo e ambos não esconderam a sua satisfação diante da nova conquista.