Sunday, April 12, 2026
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SEFA and AfDB inject USD 2.5 million to boost renewable energy production

Resources from the Bank-administered Sustainable Energy Fund for Africa (SEFA) will be used to implement Mozambique’s Renewable Energy Integration Program (MREP).

“With the support of the Sustainable Energy Fund for Africa, Mozambique’s capacity to integrate larger shares of wadeable renewables will increase, strengthening Mozambique’s efforts to become a major regional electricity supplier,” said Daniel Schroth, Director of Renewable Energy and Energy Efficiency at the African Development Bank.

“Taking into consideration that Mozambique is a country very vulnerable to climate change, the project will help build a more sustainable and resilient power generation infrastructure,” he added.

This funding is primarily intended to assist Electricity of Mozambique (EDM) in four main components: financial support for technical, economic, environmental and social feasibility studies for the development of a floating solar power plant in the Chicamba reservoir; financial support for a feasibility study for Battery Power Storage Systems at up to 10 sites in Mozambique; qualification of EDM staff; and support for proposal preparation.

“We are very excited about the launch of activities under the Sustainable Energy Fund for Africa in Mozambique, together with strategic and innovative projects, and that will contribute to the diversification of the energy matrix, as well as the development of a study on storage needs, which will enable the development of more renewable energy projects,” said Marcelino Gildo Alberto, President of EDM, the beneficiary.

“The SEFA support also includes a training program, which will enable our staff to develop strategic skills related to the development and management of renewable energy projects,” he added.

The funding will also be used for the preparation of studies aimed at increasing the share of variable renewable energy production in Mozambique’s energy mix and feasibility studies for the development of floating solar photovoltaic energy, as well as financial audits on the technical assistance provided.

SEFA e BAD injectam USD 2,5 milhões para impulsionar produção de energias renováveis

Os recursos do Fundo de Energia Sustentável para África (SEFA), administrado pelo Banco, serão utilizados para a implementação do Programa de Integração de Energias Renováveis ​​de Moçambique (MREP).

“Com o apoio do Fundo de Energia Sustentável para África, a capacidade de Moçambique para integrar maiores quotas de renováveis vadeáveis irá aumentar, reforçando os esforços de Moçambique para se tornar um grande fornecedor regional de eletricidade”, disse Daniel Schroth, Diretor de Energias Renováveis ​​e Eficácia Energética do Banco Africano de Desenvolvimento.

“Tendo em consideração que Moçambique é um país muito vulnerável às alterações climáticas, o projeto ajudará a construir uma infraestrutura de geração de energia mais sustentável e resiliente”, acrescentou.

Este financiamento destina-se, essencialmente, a prestar assistência à Eletricidade de Moçambique (EDM) em quatro componentes principais: apoio financeiro para estudos de viabilidade técnica, económica, ambiental e social para o desenvolvimento de uma central solar flutuante na albufeira de Chicamba; apoio financeiro para um estudo de viabilidade para Armazenamento de Sistemas de Bateria de Energia em até 10 locais em Moçambique; qualificação do pessoal da EDM; e apoio à preparação de propostas.

“Estamos muito entusiasmados com o lançamento das atividades no âmbito do Fundo de Energia Sustentável para África em Moçambique, em conjunto com projetos estratégicos e inovadores, e que irão contribuir para a diversificação da matriz energética, bem como para o desenvolvimento de um estudo sobre as necessidades de armazenamento, que permitirá o desenvolvimento de mais projetos de energia renovável”, disse Marcelino Gildo Alberto, Presidente da EDM, a beneficiária.

“O apoio do SEFA também inclui um programa de capacitação, que irá permitir que o nosso pessoal desenvolva habilidades estratégicas relacionadas com o desenvolvimento e gestão de projetos de energia renovável”, acrescentou.

O financiamento será usado, igualmente, para a elaboração de estudos que visam aumentar a participação da produção variável de energia renovável no mix energético de Moçambique e de estudos de viabilidade para o desenvolvimento de energia solar fotovoltaica flutuante, bem como auditorias financeiras sobre a assistência técnica concedida.

Geological mapping reveals potential mineral occurrence in Nampula and Niassa

This is basic information to guide investors in the mining sector in Mozambique, who now have documents to guide any initiative related to the exploration of different types of ores that occur in that region, such as precious or semi-precious stones, gems, among others.

The mapping was the first step in producing the geological sheets of an area of unknown potentiality, requiring, from now on, more detailed studies to ascertain the quantities existing in the deposits.

According to AIM, the results were released yesterday (Thursday), in Maputo, by the international mining geological consulting consortium that carried out the mapping, led by the company Chrstoph Bobmeter, during the workshop for dissemination of results of the Geodata component in the gas and mining sector.

“From the mapping done, there are foci of mineralization that can be developed in an organized way. I’m not talking about mining, I’m talking about technically oriented small-scale activity. Unfortunately, of the 25 sheets that needed to be produced, we only managed 10,” said the consultant.

Mapeamento geológico revela potencial ocorrência de minérios em Nampula e Niassa

Trata-se de uma informação de base para orientação dos investidores do sector mineiro em Moçambique, que passam a contar com documentos orientadores para qualquer iniciativa ligada a exploração de diferentes tipos de minérios que ocorrem naquela região, tais como, pedras preciosas ou semi-preciosas, gemas, entre outros.

O mapeamento foi o primeiro passo para a produção das folhas geológicas de uma zona de potencialidade desconhecida, exigindo-se, doravante, estudos mais detalhados para se apurar as quantidades existentes nos jazigos.

Segundo a AIM, os resultados foram divulgados em Maputo, pelo consórcio internacional de consultoria geológico mineiro que realizou o mapeamento, liderado pela empresa Chrstoph Bobmeter, durante o workshop de divulgação de resultados da componente Geodata no sector de gás e minas.

“Do mapeamento feito, há focos de mineralização que pode ser desenvolvida de forma organizada. Não estou a falar de garimpo, estou a falar de actividade de pequena escala tecnicamente orientada. Infelizmente, das 25 folhas que eram necessário produzir, só conseguimos 10”, disse o consultor.

CTA calls for the valorization of domestic tourism at FIKANI

“For us to make a healthy tourism we need to have our policies aligned with what is the development of the country and we have to look first to domestic tourism, not forgetting of course international tourism,” he said.

Vasco Manhiça also said that Mozambique needs to look inside the country to create a tourism culture that will provide conditions for international tourism to “find us in a cruising speed”.

About the 8th edition of FIKANI, the vice-president of the Confederation Association considered that “we are facing an opportunity to demonstrate what is the potential of Mozambique”.

Vasco Manhiça also referred that Mozambique is currently facing great difficulties due to the war in Cabo Delgado, however he claims that there is a need to change mentalities to show that the country is at war, but that this does not affect all regions.

“Whoever is outside does not know the geographic situation of Mozambique and thinks that the country is at war, when in fact there are some focuses”, he concluded.

Ukrainian Foreign Minister visits Mozambique

The head of Ukrainian diplomacy said today that he will visit Mozambique to have “an honest conversation” with the authorities about the invasion of Ukraine.

In response to a question posed by Lusa news agency, during a virtual meeting with several journalists from different African countries, Dmytro Kuleba did not advance dates, but said the goal is that Mozambique realizes that Ukraine is facing “a clear invasion”.

“My tour of African countries will continue, and Mozambique is among the countries we will visit to have a truly honest conversation,” he said.

Ukraine’s foreign minister is conducting a tour of the continent to garner support from African countries in their unanimous condemnation of Russia’s invasion of Ukraine.

Mozambique is on the list of countries that have abstained on three resolutions that have been voted on in the UN General Assembly since the Russian invasion of Ukraine on February 24.

CTA apela à valorização do turismo doméstico no FIKANI

“Para nós fazermos um turismo saudável precisamos ter as nossas políticas alinhadas com aquilo que é o desenvolvimento do país e temos que olhar primeiro para o turismo doméstico, sem esquecer naturalmente o turismo internacional”, referiu.

Vasco Manhiça avançou ainda que Moçambique precisa olhar para dentro do país para criar uma cultura de turismo que vai  proporcionar condições para que o turismo internacional venha “encontrar-nos numa velocidade de cruzeiro”.

Sobre a 8ª edição do FIKANI, o vice-presidente da Associação das Confederação considerou que “estamos perante uma oportunidade de demonstrar aquilo que é o potencial de Moçambique”.

Vasco Manhiça referiu ainda que Moçambique enfrenta actualmente grandes dificuldades devido à guerra em Cabo Delgado, porém alega haver uma necessidade de mudança de mentalidades para mostrar que o país está em guerra, mas que esta não afecta todas as regiões.

“Quem está fora não conhece a situação geográfica de Moçambique e pensa que o país está em guerra, quando na verdade são alguns focos”, concluiu.

Ministro ucraniano dos Negócios Estrangeiros visita Moçambique

O responsável pela diplomacia ucraniana disse hoje que vai visitar Moçambique para ter “uma conversa honesta” com as autoridades sobre a invasão da Ucrânia.

Em resposta a uma pergunta colocada pela agência Lusa, durante um encontro virtual com vários jornalistas de diferentes países africanos, Dmytro Kuleba não avançou datas, mas referiu que o objectivo é que Moçambique perceba que a Ucrânia está perante “uma clara invasão”.

“A minha viagem por países africanos vai continuar e Moçambique está entre os países que nós vamos visitar para termos uma conversa verdadeiramente honesta”, disse.

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia está a realizar um périplo pelo continente para angariar apoio dos países africanos na condenação unânime da invasão russa da Ucrânia.

Moçambique integra a lista de países que se abstiveram em três resoluções que foram a votos na Assembleia Geral da Organização da ONU, desde a invasão russa da Ucrânia, em 24 de Fevereiro.

 

Limak Cimentos inaugurates natural gas-fired thermal power plant

The inauguration of the thermal plant, a private investment, cost about 3.5 million dollars and in a first phase, will produce 4.8 MW.

However, the Minister of Industry and Trade, Silvino Moreno said it is the government’s expectation that the inauguration of the thermal plant will be reflected in the reduction of production costs with impact on the price of cement to the consumer.

Silvino Moreno believes that the bet of the private sector on local raw material will allow a greater exploitation of the regional market and the free trade zone of the African continent that Mozambique joined.

For Moreno, Mozambique will save foreign exchange and reduce the volume of imports, thus giving greater value to local raw materials, one of the assumptions of the National Industrialize Mozambique program.

The inauguration ceremony of this enterprise, was attended by the Secretary of State in the province of Maputo, Vitória Diogo and the Turkish Ambassador to Mozambique, Huseyin Aksoy.

Limak Cimentos inaugura central térmica à base de gás natural

A inauguração da central térmica, num investimento privado, custou cerca de 3.5 milhões de dólares e numa primeira fase, vai produzir 4.8 MW.

Contudo, o Ministro da Indústria e Comércio, Silvino Moreno disse ser expectativa do governo, que a inauguração da central térmica, reflicta-se na redução dos custos de produção com impacto no preço do cimento ao consumidor.

Silvino Moreno considera que a aposta do sector privado na matéria-prima local, vai permitir uma maior exploração do mercado regional e da zona de comércio livre do continente africano a que Moçambique aderiu.

Para Moreno, Moçambique vai poupar divisas e reduzir o volume das importações, conferindo assim maior valor a matéria-prima local, um dos pressupostos do programa Nacional Industrializar Moçambique.

A cerimónia de inauguração deste empreendimento, contou com a presença da Secretária de Estado na província de Maputo, Vitória Diogo e do embaixador da Turquia em Moçambique, Huseyin Aksoy