Monday, April 20, 2026
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Exxon Mobil

ExxonMobil

SOBRE

Exxon Mobil Corporation é uma empresa multinacional de petróleo e gás dos Estados Unidos, com sede em Irving, Condado de Dallas no estado do Texas. A ExxonMobil foi formada em 30 de Novembro de 1999 na fusão da Exxon com a Mobil, duas empresas resultantes da divisão da Standard Oil Company em 1911.

HISTÓRICO

A ExxonMobil é uma das maiores empresas de energia de capital aberto do mundo e também somos os maiores produtores de petróleo e gás em África.

Através dos nossos afiliados, operamos em África há mais de 100 anos e, desde 2006, comprometemo-nos em investir mais de 46 biliões de dólares em África, incluindo em projectos na Nigéria, Angola e muitos outros países. A ExxonMobil tem uma vasta mão-de-obra em África contando com 3.300 trabalhadores no continente e estamos orgulhosos de dizer que mais de 90% deles são nacionais.

Como empresa, estamos comprometidos em produzir energia de forma segura e responsável através do uso de tecnologia avançada e padrões operacionais rigorosos.

A ExxonMobil anunciou no dia 13 de Dezembro de 2017 a conclusão da sua aquisição de 25% da participação indirecta na Área 4 offshore em Moçambique.

A ExxonMobil  Moçambique irá liderar a construção e operação futura do gás natural liquefeito e instalações relacionadas para a Area 4 enquanto a Eni continuará a liderar o projecto de GNL flutuante da Coral e todas as operações upstream. O bloco das águas profundas da Área 4 contém mais de 85 triliões de pés cúbicos de gás natural, o que irá fornecer recursos para o projecto de GNL de classe mundial em que os parceiros esperam investir dezenas de biliões de dólares.

A ExxonMobil e seus parceiros estão conjuntamente a optimizar planos de desenvolvimento e a determinar etapas fundamentais como a decisão final de investimento (FID) e, de acordo com isso, o tempo de inicialização.

A descoberta de enormes depósitos de gás natural tem o potencial de transformer Moçambique. Abre o caminho para que o país se torne num dos principais exportadores de GNL regionais e um importante operador energético mundial.  É um projecto concebido para o sucesso.

CONTACTO

www.exxonmobil.co.mz

www.exxonmobil.co.mz

BM desembolsa 30 milhões de dólares para sistemas agroalimentares em Moçambique

O Banco Mundial anunciou um financiamento de 30 milhões de dólares para a criação de um centro de excelência em sistemas agroalimentares e inovação destinado a estudantes de cursos de pós-graduação.

Um comunicado do Banco Mundial refere que o centro de excelência vai ajudar a construir capacidade técnica e pesquisa de elevada qualidade no domínio agroalimentar.

“Fortalecendo a pesquisa e formação em sistemas agroalimentares e expansão da produção de conhecimento e sua dimensão, o projecto poderá ajudar a alargar a base de conhecimento e sistemas de inovação necessários para um maior desenvolvimento económico sustentável de Moçambique”, disse Emre Ozaltin, responsável do Programa do Desenvolvimento Humano de Moçambique do Banco Mundial, citado na nota.

O comunicado assinala que a verba vai ajudar a fortalecer a capacidade de instituições de ensino superior, proporcionando maior qualidade aos cursos de pós-graduação e realização de pesquisas em áreas prioritárias do setor agroalimentar.

Os 30 milhões de dólares desembolsados pelo Banco Mundial para Moçambique são parte de um envelope financeiro de 70 milhões de dólares que a instituição disponibilizou para a criação de centros de excelência em países da África Austral e Oriental.

HUAWEI facilita recrutamento de jovens moçambicanos

A Huawei Technologies Limitada, lançou um programa para facilitar o recrutamento para empregos e estágios dirigidos a estudantes universitários moçambicanos.

O Instituto Nacional de Emprego (INEP) atendeu a chamada da Huawei para fornecer aos candidatos experiência profissional para crescer no sector de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). O evento contou com a presença do Director-Geral do INEP, Juvenal Dengo e Director-Geral da Huawei Technologies Moçambique, Sr. Hou Qiang (António Hou).

A pandemia mudou drasticamente o nosso modo de vida, impactando negativamente a economia global e local, resultando em um aumento nos níveis de desemprego. Huawei organizou a Feira de Estágio, a fim de dar a oportunidade aos alunos para serem capazes de obter uma experiência profissional no sector de TIC do líder global do fornecimento das TIC e dispositivos inteligentes.

A Huawei está comprometida em investir em talentos locais de TIC por meio de empregos em tempo integral, estágios e programas de treinamento, e em apoiar os esforços do governo para alcançar a transformação digital e promover o desenvolvimento económico.

Durante o seu discurso, o Director-Geral do INEP elogiou a Huawei pelos seus esforços não só na construção de infra-estruturas de TIC moçambicanas através de parcerias com o governo e os sectores privados, mas também na capacitação e formação da próxima geração de TIC com as competências necessárias para a evolução da indústria de TIC.

“Estamos muito gratos à Huawei por todas essas iniciativas valiosas para a nossa sociedade e espero que os candidatos se mantenham firmes nessa oportunidade e saibam como ser e estar durante essa jornada profissional”, disse Director-Geral do Instituto Nacional de Emprego, Juvenal Dengo.

O CEO da Huawei Mozambique reconheceu a necessidade de aumentar o número de especialistas na área de TIC no país, é por isso que a Huawei tomou a iniciativa de lançar programas como sementes para o futuro, competição de TIC e a Feira de emprego e estágio.

“Esta feira é a continuação de uma das iniciativas da Huawei para aumentar o capital humano do país no sector das TIC através de vários projectos como Seeds for the Future e ICT Competition, uma vez que a intenção da Huawei Moçambique é aumentar, num futuro próximo, o número de especialistas contratados localmente como forma de contribuir para superar o desafio do país no processo de transformação digital”, disse CEO da Huawei Mozambique, António Hou.

A Huawei preza e manifesta seu maior interesse em apoiar o Governo moçambicano no desafio de transformação digital e trazer o digital para todos, especialmente nas comunidades em zonas recônditas, cumprindo assim o seu compromisso e contribuição no processo de digitalização, promover o desenvolvimento económico e acesso à tecnologia para todos.

HCB estuda como comercializar energia limpa

O Director-Executivo da Hidroeléctrica de Cahora-Bassa (HCB), Moisés Machava, disse que a empresa esta a realizar estudos para identificar novas oportunidades de investimento na geração, transporte e comercialização de energia limpa.

O responsável falava durante a Cimeira de Energia e Indústria realizada em Maputo entre os dias 22 e 23 de Junho. O propósito da HCB passa pela instalação de usinas fotovoltaicas em vários pontos do reservatório de Cabora Bassa, onde sua eficiência pode ser aumentada através do resfriamento proporcionado pela água da barragem.

O mesmo plano prevê ainda a construção de usinas eólicas, mini e médias centrais hidrelétricas de bombeamento, sendo esta mais uma das oportunidades técnicas e economicamente viáveis.

Esse estudo de viabilidade está a ser realizado com o apoio de uma consultora, cujo nome não foi revelado. Os resultados do estudo serão divulgados ainda este ano, à medida que o progresso for sendo feito.

A HCB estava empenhada em manter seu actual sistema de geração de energia e manter robustos todos os componentes associados à geração e transporte de energia, mas, ao mesmo tempo, “pensamos que no futuro, numa perspectiva de curto, médio e longo prazo, devemos participar do desenvolvimento de novas fontes de energia limpa”.

Lançada plataforma para a partilha de informação das PME

O Ministério da Indústria e Comércio lançou, uma plataforma integrada para a partilha de informação através do Instituto para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas, pelo que Governo passa a ter mais conhecimento sobre as pequenas e médias empresas (PME) que operam no país.

As pequenas e médias empresas correspondem a 99 por cento do conjunto de firmas que operam no país e representam cerca de 23 por cento na contribuição do Produto Interno Bruto.

Para melhor acompanhamento daquilo com que essas firmas contribuem e a sua relação com os grandes projectos económicos, o Ministério da Indústria e Comércio lançou, hoje, uma base de dados on-line das PME.

“Pretendemos que seja a plataforma institucional aglutinadora de diversos esforços que visam dar melhor performance às empresas nacionais no aproveitamento das oportunidades que os negócios da indústria extractiva e outros sectores económicos proporcionam, e na medição do seu desempenho no mercado nacional contribuindo, deste modo, para a melhoria do ambiente de negócios”, explicou o ministro da Indústria e Comércio, Silvino Moreno.

Com a plataforma, os utentes terão disponíveis, em tempo real, informações sobre a situação das PME; poderão interagir com diferentes intervenientes do negócio, dentro e fora do país e ter acesso à certificação, a estatísticas, entre outros dados relevantes fornecidos pelo Governo.

Para a Associação das Pequenas e Médias Empresas, a plataforma é lançada numa boa altura, uma vez que vai ajudar a resolver um dos principais problemas do sector.

“É um balão de oxigénio de que nós precisávamos. Um dos problemas que tínhamos era a comunicação e, com esta plataforma, haverá mais partilha de informação sobre oportunidades de negócio, número de trabalhadores, capacidade de endividamento”, esclareceu o presidente da Associação das Associação das Pequenas e Médias Empresas, Feito Mal.

Desde a fase preparatória ao lançamento do projecto, mais de 50 empresas foram cadastradas. Ao todo, são mais de 1500 firmas que, até ao momento, a Associação das Pequenas e Médias Empresas prevê cadastrar.

A plataforma “Base de Dados das PME” é lançada numa data em que se celebra o Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas.

Tongaat Hulett comprometida em manter a sua actividade no país

A multinacional Tongaat Hulett, que explora as açucareiras de Mafambisse, em Sofala, e de Xinavane, província de Maputo, diz estar comprometida em manter a sua actividade em todas as operações no país, ao mesmo tempo que continuam os esforços para a sua recapitalização, refere um comunicado  da empresa.

Entretanto, numa nota, a Tongaat confirma que esteve em contactos com um investidor interessado nas operações da empresa.

“Não estamos em condições de fornecer quaisquer detalhes de quem se aproxime de nós, mas podemos confirmar que uma parte nos abordou a este respeito com uma expressão de interesse inicial e exploratória não vinculativa”, refere a empresa através da nota.

Mesmo com este aparente interesse, o foco da empresa continuar sendo a recapitalização da empresa.

“É importante notar que a Tongaat continua empenhada numa recapitalização e permanece firme na opinião de que um aumento de capital é uma melhor alternativa às vendas estratégicas de activos”, sustenta a companhia açucareira.

Nas duas fábricas que detém, a Tongaat Hulett é responsável em cerca de 60% da produção do açúcar nacional.  Além de grandes produtores comerciais que a abastecem, a companhia também tem apostado num sistema de fomento de produção de cana-de-açúcar envolvendo as comunidades locais.

Actualmente integra mais de três mil pequenos produtores independentes, organizados individualmente ou em associações.

Há pouco tempo, estes pequenos produtores eram responsáveis pelo fornecimento de perto de 38% de cana usada para o fabrico do açúcar.

Segundo dados partilhados recentemente, a Tongaat indicava que pretendia obter recursos que deverão ser utilizados para reposicionar o grupo de forma sustentável e ajudar a assegurar o futuro dos seus cerca de 29 mil trabalhadores em operações na África do Sul e Moçambique.

Porto de Nacala pode facilitar escoamento de produtos do Ruanda

O Ruanda manifestou interesse de usar o porto de Nacala, em Nampula, para exportar e importar bens diversos, como forma de facilitar o escoamento dos seus produtos.

O Alto-Comissário de Moçambique no Ruanda, Amade Miquidade, disse que a se concretizar a projecção do uso do porto de Nacala, será uma mais-valia para o país.

“Se considerarmos que a Ruanda tem a Tanzânia, o Quénia como portos de saída e de entrada das suas mercadorias, porque não agregar Moçambique às suas alternativas para importação e exportação ? Que essa projecção se concretize, porque estaríamos a conferir maior capacidade ao nosso  porto de Nacala para servir os países do interland”, disse

O Alto-Comissário de Moçambique no Ruanda sublinhou que a materialização desta pretensão estava prevista para Julho, mas por razões de vária ordem foi adiada para Outubro deste ano.

Fitch prevê crescimento de 5% nos empréstimos da banca

A consultora Fitch Solutions estima que os empréstimos bancários moçambicanos cresçam de 2,7%, em 2021, para 5% este ano, antes de acelerar para 8,4% em 2023, devido às melhores condições macroeconómicas e ao apoio do FMI.

“Prevemos que os empréstimos a clientes dos bancos em Moçambique acelerem de 2,7%, em 2021, para 5% em 2022, principalmente devido à melhoria das condições empresariais e ao programa de ajustamento financeiro do Fundo Monetário Internacional”, lê-se numa nota sobre o sector bancário moçambicano.

De acordo com o relatório, enviado aos clientes e a que a Lusa teve acesso, os analistas desta consultora detida pelos mesmos donos da agência de notação financeira Fitch Ratings, a previsão de crescimento revela, no entanto, “uma revisão em baixa face à previsão anterior de crescimento de 8% para este ano, reflectindo o aumento dos custos dos empréstimos devido ao aperto da política monetária para conter a inflação”.

Os últimos dados apresentados pelo Banco de Moçambique mostram um crescimento de 6,4% nos empréstimos bancários em Março, o que compara com os 7,5% registados em maro de 2021, o que reflete, diz a Fitch Solutions, “os elevados valores de partida e a inflação elevada, que limita os pedidos de crédito”.

A inflação chegou aos 7,9% em Março, subindo face aos 5,8% registados no mesmo mês do ano anterior, mas ainda assim o crescimento dos empréstimos subirá face a 2021 essencialmente por duas razões: primeiro, as melhores condições empresariais, que vão incentivar a tomada de crédito por parte das empresas, e depois o programa de ajustamento financeiro do FMI, que prevê a disponibilização de 456 milhões de dólares, cerca de 432 milhões de euros, o que dará mais espaço para os bancos emprestarem ao setor privado.

Sobre o primeiro factor, a Fitch Solutions escreve que “as condições empresariais melhores já estão a notar-se nos indicadores sobre a atividade empresarial, e a redução das restrições para combater a pandemia de covid-19, bem como o aumento da despesa dos consumidores, vão aumentar as vendas e o sentimento económico, encorajando as empresas a pedirem mais crédito para aumentar os investimentos”.

Por outro lado, concluem, o Programa de Financiamento Ampliado (ECF, no original em inglês), o primeiro desde o escândalo das dívidas ocultas, divulgado em 2016, vai dar mais espaço aos bancos para emprestarem aos clientes privados, já que o Estado vai deixar de precisar de recorrer à banca para se financiar.

Ainda assim, a subida dos empréstimos da banca em Moçambique para 5% este ano e 8,4% em 2023 representa uma revisão em baixa face às perspetivas anteriores desta consultora que acompanha o país a partir de Hong Kong.

“Apesar de prevermos anteriormente que o Banco de Moçambique mantivesse a taxa de juro de referência nos 13,25% em 2022, o banco central implementou um aumento, em março, para 15,25%, em resultado das pressões inflacionárias originadas pela guerra Rússia-Ucrânia e pelas tempestades tropicais e ciclones”, argumentam, concluindo que a perspetiva atual aponta para uma subida da inflação de 5,6% em 2021 para 8% este ano, o que vai limitar a despesa dos consumidores, afastando o país da subida média do valor de empréstimos entre 2012 e 2021, que foi de 11,4%.

Investimento estrangeiro antigiu cinco biliões de dólares em 2021  

Os fluxos de Investimento Directo Estrangeiro (IDE) resgistaram uma forte recuperação em 2021, ultrapassando os níveis pré-pandémicos, e antigindo os níveis verificados durante o grande aumento do investimento estrangeiro de 2012-2014, revela a “Actualidade Económica de Moçambique de 2021”, um relatório anual divulgado pelo Banco Mundial.

A Instituição refere que o IDE total antigiu 5,1 biliões de dólares em 2021, quase 70% mais elevado do que em 2020 e representando um terço do Produto Interno Bruto (PIB), segundo escreve a Carta.

“A acentuada recuperacao do IDE foi principalmente impolsionada em investimetos em mega-projectos relacionadas com obras de operação e manutenção na mina de carvão de Moatize e o desenvolvimento dos projectos de GLN (Gás Natural Liquefeito) da Total e Coral Sul. Além dos mega-projectos, também se registaram fluxos significativos de IDE, nomeadamente no sector dos transportes e comunicações, que subiu de 16,5 milhões para 1,7 bilião de dólares entre 2020 e 2021”, refere o documento.

No que toca aos influxos totais da dívida privada, o Banco Mundial refere em relatório que os mega-projectos contraíram uma dívida que situou-se em 684,3 milhões de dólares, aproximadamente os mesmos níveis de 2020.

A Instituição anotou ainda, que os adiantamentos comerciais continuam a ser uma fonte essencial de entradas de capital, situando-se em 2,6 bilões de dólares, principalmente para financiar investimentos de GNL.

CFM obteve um resultado líquido de 3,3 milhões de Meticais em 2021

Os Portos e Caminhos-de-ferro de Moçambique (CFM) obtiveram um resultado líquido de 3,3 milhões de Meticais, segundo indica o Relatório e Contas de 2021, uma redução do lucro de 36%, em relação ao apurado no exercício económico de 2020.

Apesar de a área portuária ter registado um nível de execução de 94%, que corresponde a um incremento de 18%, em relação a 2020, e os terminais portuários terem registado um crescimento na ordem de 5%, uma execução de 107%, em relação ao plano, a empresa CFM registou um decréscimo de 36% no seu lucro do ano passado.

De acordo com o documento citado pelo “O País Económico” teve acesso “no sistema ferroviário global, de Janeiro a Dezembro de 2021, foram transportados cerca de 18,6 milhões de toneladas líquidas, contra cerca de 16,8 milhões transportados em 2020, representando um crescimento de 13% e um nível de execução de 75% em relação ao planeado”.

Nas linhas operadas pela firma, durante o período em análise, foram transportados cerca de 10,6 milhões de toneladas, contra 10,5 milhões transportados no mesmo período de 2020, o que corresponde a uma realização de 85% em relação ao plano, e tendo crescido um por cento comparativamente ao volume transportado no período homólogo.

No entanto, segundo o Relatório e Contas dos CFM, o lucro, antes da retirada dos impostos, registou um decréscimo de 36%, e o lucro, depois de impostos, fixou-se em 4,7 milhões de Meticais, representando uma redução de 39% face ao resultado de 2020.

No exercício em análise, o activo total ascendeu para 63,2 milhões de Meticais, representando um acréscimo de 10%, face ao ano de 2020.

O passivo total cresceu em 19%, ao passar de 17,7 milhões de Meticais em 2020 para 20,2 milhões de Meticais em 2021.

A situação líquida do valor de 42,2 milhões de Meticais correspondeu a um aumento na ordem de 7%, relativamente ao ano transacto.

Em termos de transportes de passageiros, no período em análise, foram transportados 3,1 milhões de passageiros contra 3,5 milhões registados no igual período do ano anterior, que correspondem a uma redução de 13% e um nível de realização de 71%.

Entre os factores que condicionaram o crescimento da empresa, o relatório destaca os efeitos do confinamento social motivado pela pandemia da Covid-19.