Sunday, April 19, 2026
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Porto de Maputo

SOBRE

O Porto de Maputo, também chamado de complexo portuário de Maputo-Matola, são um conjunto de terminais portuários moçambicanos localizados nas cidades de Maputo e Matola.

HISTÓRICO

Encontram-se na baía de Maputo, na margem norte do estuário do Espírito Santo, que está separada do Canal de Moçambique pelas ilhas da Inhaca e dos Portugueses e pela península do Machangulo.

O porto pertence ao governo moçambicano, sendo este o responsável por sua administração por meio da empresa público-privada de empreendimento conjunto Companhia de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC). A MPDC foi instituída para administrar a licença de terminais para carga e descarga, além de terminal de passageiros.

É o maior complexo portuário do país, posicionando-se como o segundo maior da costa oriental africana, além de ser o principal terminal de importação e exportação de cargas de longo curso na nação. Na sua área de influência, estão as principais indústrias de Moçambique. É também o mais movimentado porto moçambicano, superando todos os demais grandes portos nacionais, a saber: Beira (Sofala), Nacala (Nampula), Quelimane (Zambézia) e Pemba (Cabo Delgado).

O porto é o terminal de três linhas ferroviárias — Goba, Limpopo e Ressano Garcia —, escoando produtos da África do Sul, Essuatíni e Zimbábue. Outra ligação de escoamento importante é feita pela rodovia N1. É parte fundamental dos complexos logísticos do “Corredor de Maputo”, do “Corredor do Limpopo” e do “Corredor do Libombo”.

A existência do porto confunde-se com a própria história de Maputo, sendo fundado em 1544. Recebeu estruturas básicas somente em 1850, época em que passou a ser conhecido como Porto de Lourenço Marques pela administração colonial portuguesa.

CONTACTO

P.O. Box 2841. Maputo – Mozambique

Tel: +258 21 34 05 00; +258 21 31 39 21

Email: info@portmaputo.com

Website: www.portmaputo.com

Cashew sub-sector growing 14% in 2021

Cashew nut production in Mozambique took a giant leap last year. According to the National Institute of Almonds and Oilseeds, the cashew sub-sector grew 14% compared to the previous year and the producing families had an overall income of 89 million dollars.

Overall, the institution refers through the statement that the Almonds subsector in the Gross Domestic Product (GDP) of Agriculture stands at about 23%.

Also in the same campaign the data presented show that about 3.8 million seedlings were planted, whose production will begin in 2024, contributing about 1.5 kg per cashew, reaching in the 7˚year between 10 and 12 kg/cashew.

The document also states that as part of the expansion, new plantings have been made in the semi-arid areas of Manica Province. The almond value chain in Mozambique involves 1.4 million Mozambican families, 47 companies and employs 14,960 workers.

The current turnover is about $220 million per year, and is expected to reach about $500 million per year by 2030. One relevant fact, according to the balance presented a few days ago, points to greater benefits for family producers.

In fact, the average prices to the producer went from 19.00 MT/kg to 39.00 MT/kg, in the previous campaign, which sold 146,690 tons, with exports earning 111.6 million dollars, even with the increase in shipping costs by 82% and shortage of ships and containers in port areas influenced by the Covid-19 Pandemic.

Note that there are currently 10 cashew nut processing plants in the country. The global production of cashew nuts in the year 2021 was about 3 900 000 tons, where Ivory Coast remained the leader in production with 970 000 tons.

At the international level it is expected that for the current year, the cashew variety could generate revenues of about 5 billion dollars and a growth of 11% in global production of cashew nuts.

Subsector do caju cresceu 14% em 2021

A produção de castanha de caju em Moçambique deu um salto gigantesco no ano passado. É que segundo o Instituto Nacional de Amêndoas e Oleaginosas, o subsector do caju cresceu em 14% em comparação com o ano anterior e as famílias produtoras tiveram um encaixe global de 89 milhões dólares.

No geral, a instituição refere através do comunicado que o subsector de Amêndoas no Produto Interno Bruto (PIB) da Agricultura situa-se em cerca de 23%.

Ainda na mesma campanha os dados apresentados mostram que foram plantadas cerca de 3.8 milhões de mudas, cuja produção iniciará em 2024, contribuindo com cerca de 1,5 Kg/cajueiro, atingindo no 7˚ano entre 10 e 12 Kg/cajueiro.

O documento refere ainda que no âmbito da expansão, foram feitos novos plantios nas zonas semiáridas da Província de Manica. A cadeia de valor das amêndoas em Moçambique envolve 1.4 milhões de famílias moçambicanas, 47 empresas e emprega 14 960 trabalhadores.

O volume de negócios actual é de cerca 220 milhões de dólares por ano, prevendo-se que atinja cerca de 500 milhões de dólares por ano até 2030. Um dado relevante, de acordo com o balanço apresentado há dias aponta para maiores benefícios dos produtores familiares.

Com efeito, os preços médios ao produtor passaram de 19,00 MT/kg para 39,00 MT/kg, na campanha anterior, a qual comercializou 146 690 toneladas, com as exportações a renderem 111,6 milhões de dólares, mesmo com o agravamento dos custos de transporte marítimo em cerca de 82% e escassez de navios e contentores nos recintos portuários influenciado pela Pandemia da Covid-19.

De referir que existem no país, actualmente, 10 fábricas de processamento de castanha de caju. A produção global da castanha de caju no ano 2021 foi de cerca de 3 900 000 toneladas, onde a Costa do Marfim manteve-se o líder da produção com 970 000 de toneladas.

A nível internacional perspectiva-se que para o presente ano, a casta de caju poderá gerar receitas na ordem de 5 bilhões de dólares e um crescimento de 11% na produção global da castanha de Caju.

 

SAIBA MAIS

EMOSE facilitates access to finance for SMEs in Sofala

The Mozambican Insurance Company (EMOSE), announced its willingness to provide insurance with banks in order to facilitate access to finance for Small and Medium Enterprises (SMEs) based in Sofala province.

The claim of the state-owned insurer comes in a context in which the province, particularly the city of Beira, has been affected by phenomena associated with climate change that have destroyed important public and private infrastructure.

The Chairman of the Board of Directors (PCA) of EMOSE, Joaquim Langa, who made the pronouncement this Wednesday, July 15, during the 2nd Conference of Banking and Insurance, explained that the intervention of his sector aims ensentially to guarantee the access to financing that enables several business initiatives.

“EMOSE has outlined a program in which it will provide with the banking sector, so that the companies interested in accessing loans can do so without fulfilling some requirements demanded by the banking institutions”, said Joaquim Langa.

The meeting which brought together several businessmen had as objective, to share with the local businessmen, the existing solutions for facilitating the financing in the framework of the support after the cyclones Idai and Keneth which caused significant material and financial damages to the private sector of Sofala province.

It should be noted that SMEs make up over 98% of the country’s business fabric and are the main generators of jobs and income for Mozambican families.

EMOSE facilita acesso ao financiamento das PME em Sofala

A Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE), anunciou a sua disponibilidade em providenciar seguros junto à banca pra facilitar o acesso ao financiamento das Pequenas e Médias Empresas (PME) sediadas na província de Sofala.

A pretensão da seguradora participada pelo Estado surge num contexto em que a província, particularmente a cidade da Beira, tem sido a fectada por fenómenos associados às mudanças climáticas que têm destruído importantes infra-estruturas públicas e privadas.

O Presidente do Conselho de Administração (PCA) da EMOSE, Joaquim Langa, que fez o pronunciamento esta quarta-feira 15 de Julho, durante a 2ª Conferência da Banca e Seguros, explicou que a intervencao do seu sector visa ensencialmente garantir o acesso ao financiamento que viabilize várias iniciativas de negócio.

“A EMOSE delineou um programa no qual vai providenciar junto à banca, de modo que as empresas interessadas em aceder aos empréstimos o façam sem preencher alguns requisitos exigidos pelas instituições bancárias”, disse Joaquim Langa.

A reunião que juntou vários empresários tinha como objectivo, partilhar com os homens de negócio locais, as soluções de facilitação ao financiamento existentes no quadro do apoio após ciclones Idai e Keneth  que causaram avultados prejuízos materiais e financeiros ao sector privado da província de Sofala.

De referir que as PME contituem mais de 98 % do tecido empresarial do país e são as principais geradoras de empregos e de renda às famílias moçambicanas.

Angola overtakes Nigeria as Africa’s largest oil producer

Angola overtook Nigeria as the largest oil producer in sub-Saharan Africa in May, according to data from the Organization of Petroleum Exporting Countries (OPEC), by pumping 1.1 million barrels per day.

Angola’s production fell from 1.183 million barrels per day pumped in April to 1.162 million in May, but benefited from an even greater drop by Nigeria, whose production fell from 1.219 million barrels in April to 1.024 million the following month, thus losing the leadership of the largest producers in sub-Saharan Africa.

In OPEC’s monthly report, two types of production data are presented: on the one hand, OPEC calculates production for export based on secondary sources, but it also presents data that are made available by the producing countries themselves.

According to the figures sent by the authorities of Angola and Nigeria, the Lusophone country has overtaken the largest African economy, but taking into account the data calculated by OPEC based on these secondary sources, then Nigeria maintains the lead among the largest oil producers in sub-Saharan Africa.

The data based on secondary sources show that Nigeria, despite having had a reduction in production of about 45,000 barrels per day, pumped 1.306 million barrels of oil per day in April, and 1.262 million in May, above the 1.176 million barrels produced in Angola, which practically maintained production between April and May.

In May, the 13 OPEC countries produced, according to the organization’s secondary sources, an average of 28.5 million barrels a day, which is about 176,000 barrels a day less than in April.

Angola’s production, at around 1.1 million barrels per day, is in line with the estimate presented recently by the finance minister, who revised the economic growth forecast to 2.7% of GDP this year.

“We’ve revised our gross domestic product (GDP) growth forecast for this year to 2.7 percent, assuming the same pace of 1.14 million barrels of oil per day and a price around $100,” Vera Daves de Sousa said at a Bloomberg conference about a month ago, with the barrel’s value having risen since then, to be around $120 this week.

In an analysis of the evolution of oil production in Angola at the end of May, the Oxford Economics consultancy estimated that the country could reach an average of 1.18 million barrels per day.

“We forecast oil production to rise to 1.18 million barrels per day in 2022, but the balance of risks is unbalanced to the downside due to the possibility of further technical problems and delays in implementing new projects,” write the Oxford Economics Africa analysts, adding that “cumulative production in the first four months of 2022 rose 1.8 percent from the same period last year, but oil revenues rose 87 percent mainly due to higher global oil prices”.

Angola ultrapassa Nigéria como maior produtor de petróleo em África

Angola ultrapassou a Nigéria como o maior produtor de petróleo na África sub-sahariana em Maio, de acordo com os dados da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), ao bombear 1,1 milhões de barris por dia.

Aprodução de Angola caiu de 1,183 milhões de barris diários bombeados em Abril, para 1,162 milhões em Maio, mas beneficiou de uma queda ainda superior por parte da Nigéria, cuja produção caiu de 1,219 milhões de barris em Abril, para 1,024 milhões no mês seguinte, perdendo assim a liderança dos maiores produtores na África sub-sahariana.

No relatório mensal da OPEP, são apresentados dois tipos de dados relativos à produção: por um lado, a OPEP calcula a produção para exportação com base em fontes secundárias, mas apresenta também os dados que são disponibilizados pelos próprios países produtores.

De acordo com os números enviados pelas autoridades de Angola e da Nigéria, o país lusófono ultrapassou a maior economia africana, mas tendo em conta os dados calculados pela OPEP com base nestes fontes secundárias, então a Nigéria mantém a liderança entre os maiores produtores de petróleo na África sub-sahariana.

Os dados com base em fontes secundárias mostram que a Nigéria, apesar de ter tido uma redução na produção de cerca de 45 mil barris por dia, bombeou 1,306 milhões de barris de petróleo por dia em Abril, e 1,262 milhões em Maio, acima dos 1,176 milhões de barris produzidos em Angola, que praticamente manteve a produção entre Abril e Maio.

Em Maio, os 13 países da OPEP produziram, de acordo com as fontes secundárias da organização, uma média de 28,5 milhões de barris por dia, o que é cerca de 176 mil barris diário a menos do que em Abril.

A produção de Angola, a rondar os 1,1 milhões de barris por dia, está em linha com a estimativa apresentada recentemente pela ministra das Finanças, que reviu a previsão de crescimento económico para 2,7% do PIB este ano.

“Revimos a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano para 2,7%, considerando o mesmo ritmo de 1,14 milhões de barris de petróleo por dia e um preço a rondar os 100 dólares”, disse Vera Daves de Sousa numa conferência da Bloomberg, há cerca de um mês, sendo que o valor do barril subiu desde então, estando a rondar os 120 dólares esta semana.

Numa análise à evolução da produção petrolífera em Angola, no final de Maio, a consultora Oxford Economics estimou que o país consiga chegar à média de 1,18 milhões de barris diários.

“Prevemos que a produção de petróleo suba para 1,18 milhões de barris por dia em 2022, mas a balança dos riscos está desequilibrada para o lado negativo devido à possibilidade de mais problemas técnicos e atrasos na implementação de novos projetos”, escrevem os analistas da Oxford Economics Africa, acrescentando que “a produção acumulada nos primeiros quatro meses de 2022 subiu 1,8% face ao mesmo período do ano passado, mas as receitas petrolíferas subiram 87% devido principalmente aos preços mais elevados do petróleo a nível global”.

ENI

SOBRE A ENI

A Eni é uma multinacional petrolífera italiana constituída em 1953 por Enrico Mattei e privatizada em 1998. A empresa actua nos sectores de petróleo, gás natural, petroquímico e bioquímico, produção e comercialização de energia elétrica a partir de combustíveis fósseis, cogeração e fontes renováveis.

HISTÓRICO

A Eni está cotada nas bolsas de Milão e de Nova Iorque e o Estado italiano detém uma participação minoritária no capital social (aproximadamente 30%). Em 2021 a Eni está presente em 69 países, tem 32 689 colaboradores e um faturamento de aproximadamente 76 bilhões de euros.

A Eni ocupa a 216ª posição na lista Fortune Global 500 em termos de faturamento e a 461ª na lista Forbes Global 2000 por capitalização de mercado. Além disso, a Eni está no Top 100 Global Energy Leaders da Thomson Reuters e no Top 25 da Thomson Reuters para o sector de Petróleo e Gás.

A presidente da Eni é Lucia Calvosa desde 13 de Maio de 2020, enquanto Claudio Descalzi é o Director Geral desde 9 de Maio de 2014.

CONTACTO

Endereço (Escritorio em Maputo): Nº 918, R. dos Desportistas, Maputo

Tel: 21 344 500

Website: www.eni.com

Microsoft encerra suporte ao navegador Internet Explorer

A Microsoft vai oficialmente encerrar o suporte ao navegador Internet Explorer (IE) a partir desta quarta-feira (15 de Junho de 2022). Quem ainda usa a ferramenta nas versões do Windows 10 para consumidores será redirecionado para o Edge, navegador mais actual da companhia.

Segundo pode se ler em alguns portais de notícias da área, com a mudança, o IE não terá mais suporte da Microsoft para actualizações de segurança ou melhorias.

Após um período de redireccionamento, a companhia vai desabilitar totalmente o navegador por meio de uma actualização do sistema operacional.

Refira-se que o Internet Explorer foi lançado há mais de 25 anos, junto com o sistema operacional Windows 95. Actualmente, a companhia de tecnologia tem o Edge como ferramenta padrão para navegação na internet.

“O Edge não é apenas uma experiência de navegação mais rápida, segura e moderna do que o Internet Explorer, mas também é capaz de resolver uma preocupação importante: compatibilidade com sites e aplicativos antigos e legados”, afirma uma postagem no blog oficial da Microsoft.

A empresa vai permitir que seus usuários acessem sites e aplicativos que foram desenvolvidos para o Internet Explorer por meio de um modo de compatibilidade no novo navegador.

O fim do Internet Explorer – que representa a primeira era de navegação na internet – já era anunciado há anos. Em 2019, a companhia precisou lançar emergencialmente uma nova versão do Internet Explorer, por motivos de segurança.

CCM certificada como parceira da TFSA

A Câmara de Comércio de Moçambique (CCM), foi certificada pela Trade Forward Southern Africa (TFSA) como parceira no desenvolvimento de projectos.

O reconhecimento decorre da capacidade da instituição no desenvolvimento e promoção de resultados que destacaram a CCM na primeira fase do projecto de desenho e elaboração do “Manual do Exportador”.

A TFSA é uma entidade criada no âmbito do acordo Comercial entre  a Grã-Bretanha,  e os países da união aduaneira “SACU plus M”, que  inclui a África do Sul, E-Swatine, Botswana, Lesotho, Namíbia e Moçambique.

Na perspectiva do Acordo de Comércio Livre de África e da parceria estabelecida, a TFSA confiou à CCM um projecto para preparação das empresas moçambicanas a exportarem os seus produtos para  diversos mercados, não só do Reino Unido, como, sobretudo, os africanos.

A CCM e a TFSA reafirmaram a intenção de juntos trabalharem com o sector informal  para potenciar as experiências dos operadores  na exportação de produtos.