Sunday, April 19, 2026
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Moçambique Telecom, SA – Tmcel

SOBRE

A Moçambique Telecom, SA – Tmcel é uma sociedade anónima resultante da fusão entre a TDM – Telecomunicações de Moçambique, SA e a mcel- Moçambique Celular SA.

SERVIÇOS

O seu principal objectivo é de prestar serviços de telecomunicações, em todo território nacional e na Região. A modernização e inovação tecnológica constituem uma das maiores apostas da Tmcel, traduzidas na oferta de produtos e serviços de telefonia fixa, móvel, trunking, comunicações por satélites, serviço comutado de transmissão de dados, serviço de transmissão e recepção de sinais de rádio e televisão, serviços de programação de televisão por assinatura e serviços audiovisuais. A Tmcel oferece igualmente serviços de importação e comercialização de equipamentos de telecomunicações e respectivos acessórios.

CONTACTO

Tel: +258822172482, +258 21 351100, +25821487805

Endereço: Rua Belmiro Obadias Muianga, Nº 384

CP 1483 – Maputo – Moçambique

Website: https://www.tmcel.mz

Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH)

SOBRE A ENH

A ENH (Empresa Nacional de Hidrocarbonetos) é a entidade do Estado moçambicano responsável pela pesquisa, prospecção, produção e comercialização de produtos petrolíferos e representa o Estado nas operações petrolíferas.

HISTÓRICO

Criada em 1981, a ENH tem ajustado a sua estrutura empresarial às necessidades da indústria e do mercado nacional e internacional, afirmando-se como um grupo empresarial com competência para participar em todas as operações petrolíferas e nas respectivas fases das actividades de pesquisa, exploração, produção, refinação, transporte, armazenamento e comercialização de hidrocarbonetos e dos seus derivados, incluindo LNG e GTL dentro e fora do país.

CONTACTO

Tel:+258 21 427634

Email: info@enh.co.mz

Endereço: Rua dos Desportistas, Nº. 918, Prédio JAT V-III, Maputo

Website: www.enh.co.mz

 

Danilo Adamo foresees a bright future for the national economy

Businessman Danilo Adamo, delegate of the Mozambique Chamber of Commerce (CCM) in Maputo province, foresees a bright future for the national economy, especially with the resumption of support from the International Monetary Fund (IMF).

Danilo Adamo says that despite the country having been affected by several phenomena such as: the cyclones Idai, Keneth (which devastated infrastructures), and the Covid-19 pandemic that reduced the cycling of people and goods thus retracting the business environment, he is optimistic with the work that is being done by the Government and his agency.

“I am optimistic in what is a bright future for Mozambique. And with the work that we are doing even at the level of our Chamber of Commerce and the message that we are transmitting to our members, and that we have a country with open doors and great opportunities,” revealed Danilo Adamo.

The price of fuel has risen twice in less than six months and may suffer a further increase in the coming days, despite the fact that the Government has put a stop to this possibility. The businessman says that this increase will negatively affect the national economy, and it is necessary to protect the consumers and adopt correct policies so that the situation does not affect the common citizen’s pocket.

“This will have a very big impact, it is another phenomenon that appears, and it is necessary to call the attention of those who make the laws, because it is possible to create barriers so that this does not reach the public sector. We have reached a stage where it is time to start looking at what is a little bit of consumer protection,” Adamo said.

Standard Bank prevê que o projecto de GNL só seja retomado em 2023

O Standard Bank prevê que o projecto de gás natural liquefeito (GNL) liderado pela Totalenergies em Cabo Delgado, norte de Moçambique, só seja retomado em 2023, se houver segurança.

“Os mais recentes ataques terroristas em Cabo Delgado podem levar a Totalenergies a um atraso adicional na construção do empreendimento de GNL de Afungi”, lê-se na mais recente nota de análise do banco citado pela agência Lusa.

“Caso haja condições de segurança, ainda podemos ver a construção ser retomada durante 2023”, mas “as expectativas iniciais eram que a construção seria retomada durante o último trimestre” de 2022, recorda, acerca do investimento de 20 mil milhões de euros em que residem muitas esperanças do país para dinamização da economia.

O mega-projecto foi suspenso há um ano devido a um ataque armado (com um número de mortes nunca revelado) contra a vila de Palma, base de parte das empresas construtoras, junto aos estaleiros e à zona de obras.

A insurgência armada, que grassa desde 2017, por vezes reivindicada pelo grupo extremista Estado Islâmico, continua a provocar ataques na região, apesar de a ofensiva militar com apoio estrangeiro ter empurrado os grupos rebeldes para esconderijos nas matas.

Ruanda e Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) apoiam Moçambique no combate desde há um ano, além de formação militar oferecida pela União Europeia (UE) e Estados Unidos da América.

O presidente-executivo da Totalenergies, Patrick Pouyanné, disse em Janeiro que quer ir “a Palma, Mocímboa da Praia e Mueda: quando vir que a vida está de volta ao normal, com serviços do Estado e população, aí o projecto pode recomeçar”.

Na mesma nota de análise, o Standard Bank revê em alta a inflação prevista para este ano em Moçambique, para 11,7%, por causa do aumento dos alimentos e combustíveis provocado pela guerra na Ucrânia.

A inflação em ascensão e um investimento estrangeiro abaixo do previsto, devido aos atrasos nos projectos de gás, leva o banco a reduzir as expectativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de Moçambique, estimando agora que cresça 3,3% em relação a 2021, em vez dos 3,4% que se anteviam.

FMI diz que BM deve minimizar conflitos entre a estabilidade financeira e dos preços

O Fundo Monetário Internacional (FMI) defende que o Banco de Moçambique (BM) deve minimizar os conflitos entre a estabilidade financeira e dos preços para a resistência do sistema económico.

A informação foi avançada, durante a abertura da 13ª edição das jornadas científicas do banco central. O debate da décima terceira edição, cujo objectivo é incentivar a discussão e aprofundamento do conhecimento sobre os riscos macrofinanceiros, e organizada pelo banco central, centrou-se na estabilidade financeira e dos preços.

“A existência da estabilidade financeira sob a forma de crises financeiras para resolver problemas de solvência de liquidez, por exemplo, no sistema bancário ou no sistema de empresários não- bancários tem implicações negativas sobre a capacidade dos bancos centrais e da política monetárias assegurarem a estabilidade de preços e macroeconómico”, disse Luís Brandão, vice-chefe da Divisão de Políticas Monetária e Macroprudencial do Fundo Monetário Internacional.

Por seu torno, o governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, explicou que as políticas monetárias e macroprudencial fazem parte das políticas de gestão macroeconómica dos bancos centrais.

“O nosso sistema financeiro não está imune aos riscos macrofinanceiros, o Banco de Moçambique inclui nas suas ferramentas de gestão macroeconómica, a política macroprudencial”, referiu Rogério Zandamela.

Danilo Adamo prevê um futuro brilhante para a economia nacional

O empresário Danilo Adamo, delegado da Câmara de Comércio de Moçambique (CCM) na província de Maputo, prevê um futuro brilhante para a economia nacional, principalmente com a retoma do apoio do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Danilo Adamo diz que apesar do país ter sido afectado por vários fenomenos tais como: os ciclones Idai, Keneth (que devastaram infra-estruturas), e a pandemia da Covid-19 que reduziu a ciculação de pessoas e bens retraindo desta forma o ambiente de negócios, está optimista com o trabalho que está a ser feito pelo Governo e pela sua agremiação.

“Estou optimista naquilo que é um futuro brilhante para Moçambique. E com o trabalho que estamos a fazer mesmo ao nível da nossa Câmara de Comércio e a mensagem que estamos a transmitir aos nossos membros, e que nós temos um país com portas abertas e com grandes oportunidades”, revelou Danilo Adamo.

O preço dos combustíveis subiu duas vezes em menos de seis meses e pode voltar a sofrer um agravamento nos próximos dias, apesar de o Governo ter a fastado essa possibilidade. O empresário diz que este agravamento vai afectar de forma negativa a economia nacional e, é preciso proteger os consumidos e adoptar políticas acertivas para a situação não afectar o bolso do cidadão comum.

“Isto terá um impacto muito grande, é mais um fenomeno que aparece, é preciso que se chame atenção para aqueles que são os fazedores das leis, porque é possível criar barreiras para que isto não venha a atingir o sector público. Nós chegamos a uma fase que é altura de começarmos a olhar para aquilo que é um pouco de proteção ao consumidor”, disse Adamo.

BCI supports Business and Entrepreneurship Fair

BCI participated in the Business and Entrepreneurship Fair, promoted by the Mozambique Chamber of Commerce and the Maputo Municipal Council, and held on the 4th and 5th of this month, at the Zoo facilities, in Maputo City, on the occasion of the World Environment Day Celebrations.

The Bank contributed to this event, which had as main objectives: to boost the economic empowerment of the national Micro, Small and Medium Enterprises; to encourage the informal economic operators to progressively move into the formal sector; to establish commercial interchange; to promote business partnerships and services exchange among the different entrepreneurs and businessmen of the Maputo City, as well as to do business, through the sale of products and services.

The Mayor of the capital, Eneas Comiche, inaugurated and visited the fair, accompanied by the entrepreneur Yolanda Fernandes, Vice President of the Mozambique Chamber of Commerce, among other individuals.

The main components of the fair included the exhibition and sale of products and services, in addition to business networking among the different economic agents. BCI, which recognizes the importance of SMEs in the social and economic development of the country, was present, carrying out several actions, including the commercial promotion of its products and services.

BCI apoia feira de Negócios e Empreendedorismo

O BCI participou na Feira de Negócios e Empreendedorismo, promovida pela Câmara de Comércio de Moçambique e pelo Conselho Municipal de Maputo, e realizada nos dias 4 e 5 deste mês, nas instalações do Jardim Zoológico, na Cidade de Maputo, por ocasião das Celebrações do Dia Mundial do Ambiente.

O Banco deu o seu contributo para a realização deste evento que teve como principais objectivos: impulsionar o empoderamento económico das Micro, Pequenas e Médias empresas nacionais; incentivar os operadores económicos informais a passarem progressivamente para o sector formal; estabelecer intercâmbio comercial; promover parcerias de negócio e troca de serviços entre os diferentes empreendedores e empresários da Cidade de Maputo, bem como fazer negócio, através da venda de produtos e serviços.

O Edil da capital, Eneas Comiche, inaugurou e visitou a feira, acompanhado pela empresária Yolanda Fernandes, Vice-Presidente da Câmara de Comércio de Moçambique, entre outras individualidades.

Refira-se que como principais componentes, a feira contemplou a exposição e venda de produtos e serviços, para além do próprio business networking entre os diferentes agentes económicos.

O BCI, que reconhece a importância das PME no desenvolvimento social e económico do País, marcou presença, levando a cabo diversas acções, entre as quais a dinamização comercial dos seus produtos e serviços.

Ist Energy and Industry Summit will discuss how to transform Mozambique into an energy giant

The first Mozambique Energy and Industry Summit (MEIS 2022), will take place on June 22 and 23 at the Polana Serena Hotel in Maputo city.

MEIS 2022 will explore the fortunes of Mozambique becoming the largest producer of Liquefied Natural Gas (LNG) in Sub-Saharan Africa and the fourth largest in the world.

Over the two days (Wednesday and Thursday), more than 500 national and international stakeholders to assess how to transform Mozambique from a producer of natural resources into an energy and industrial giant.

IMOPETRO vai importar mais 575 mil toneladas métricas de combustíveis

O director-geral da Importadora Moçambicana de Petróleos de Moçambique (IMOPETRO), João Macandja, anunciou que Moçambique vai importar mais 575 mil toneladas métricas de combustíveis para garantir a satisfação das necessidades do país no período entre Setembro e Novembro do presente ano.

“Pretendemos importar 150 mil toneladas de gasolina, 400 mil de gasóleo e 25 mil de gás e estes produtos petrolíferos refinados vão ser distribuídos a partir dos portos de Maputo, Beira, Nacala e Pemba”, disse João Macandja.

João Macandja, anunciou também que a IMOPETRO, acaba de lançar um concurso público para a contratação do novo fornecedor de combustíveis para o país, no período em causa.

Para o efeito, a IMOPETRO agendou para esta semana a abertura de propostas com vista a apurar as empresas pré-qualificadas e avaliar os requisitos técnicos e financeiros propostos pelas companhias concorrentes.

Segundo Macandja, o concurso é regido pelos procedimentos e regras internacionais similares aos especificados nas directrizes do Banco Mundial, designadamente Procurement Under BRD Loans and IDA Credits.

“O critério de selecção da próxima entidade responsável pela importação de combustível será o melhor preço, a segurança e fiabilidade”, afirmou.