Friday, April 17, 2026
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BIM, BCI e Standard mantêm-se como bancos de importância sistémica em Moçambique

O Banco Internacional de Moçambique (Millennium BIM), o Banco Comercial e de Investimentos (BCI) e o Standard Bank mantêm-se como as três instituições de crédito de importância sistémica, anunciou o regulador moçambicano.

São os mesmos que no ano anterior, com BCI e Millennium bim a trocarem de posição.

No rácio consultado hoje pela Lusa que mede a importância para o setor, rotulada com a sigla inglesa D-SIB, o Millennium bim encabeça a lista com 251 pontos, seguindo-se o BCI com 228 e o Standard Bank com 139.

O banco Absa Moçambique mantém a posição de importância quase sistémica, com 80 pontos.

A lista inclui outras 19 instituições de crédito domésticas que o Banco de Moçambique considera não terem importância sistémica.

A lei prevê que o banco central publique até ao dia 30 de abril de cada ano a lista de instituições de crédito classificadas como ‘D-SIB’ ou ‘quase D-SIB’, com base nos dados reportados em 31 de dezembro do ano anterior.

Tmcel lança serviço inovador com benefícios para pós-pago

A Moçambique Telecom, SA. (Tmcel) acaba de lançar uma nova oferta denominada “Mais Empresas”, que visa proporcionar vantagens de comunicação gratuita entre colaboradores de instituições privadas, públicas e organizações não-governamentais, a taxas reduzidas.

Trata-se de uma oferta corporativa de voz, dados e SMS que pode ser subscrita por um período de 6, 12 ou 24 meses, sujeita ao pagamento de uma taxa mensal mínima de 500 meticais. Oferece ainda gratuitamente SMS e um elevado volume de megabytes para acesso à internet.

Este serviço inovador pós-pago proporciona aos subscritores tarifas a preços super-reduzidos, maior volume de benefícios e roaming internacional, razão pela qual é considerado ideal para instituições que pretendem reduzir o custo de comunicação com os seus colaboradores ao permitir, igualmente, que a instituição beneficie de chamadas gratuitas.

O “Mais Empresas” compreende um total de seis pacotes, que oferecem minutos para todas as redes, megabytes e SMS a uma taxa mensal a partir de 500 meticais.

OUTRAS NOTÍCIAS

Exxon investe se for levantada cláusula de “força maior”

Grupo Entreposto irá lançar Isuzu D-MAX

Exxon investe se for levantada cláusula de “força maior”

A petrolífera Exxon Mobil anunciou que pode tomar uma decisão final de investimento em Moçambique, quando a francesa Totalenergies levantar a cláusula de “força maior” que ativou para suspender o seu projeto de gás natural no norte do país africano, disse à Lusa fonte do Governo de Moçambique.

De acordo com a mesma fonte, a informação foi prestada pelo vice-presidente da Exxon Mobil para África, Walker Keinsteiner, durante um encontro em Washington com o ministro da Economia e Finanças moçambicano, Max Tonela, numa declaração sobre o tema: “Vamos retomar o processo da FID [sigla inglesa de decisão final de investimento], logo que haja o levantamento da declaração de força maior”.No mesmo encontro, a Exxon manteve a ideia de que o desenvolvimento dos projetos de gás natural em Moçambique é uma “prioridade”, manifestando satisfação com os progressos registados no combate aos grupos armados na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, com reservas de gás que estão entre as maiores do mundo.

De acordo com a mesma fonte do Governo moçambicano, o vice-presidente da Exxon Mobil para África assinalou que os avanços conseguidos pelas forças conjuntas de Moçambique, Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e Ruanda no combate aos grupos armados que protagonizam ataques no norte do país, transmitem confiança para a criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento dos projetos de gás natural.

“Isto dá-nos confiança, estamos satisfeitos e estamos encorajados”, disse, citado pela mesma fonte.

No mesmo contexto, Walker Keinsteiner expressou ainda otimismo sobre a perspetiva de regresso das populações obrigadas a fugir das suas zonas de origem nos distritos afetados pela violência armada.

Max Tonela encontra-se em Washington para participar nas Reuniões de Primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (BM), tendo previstos encontros com personalidades de instituições financeiras internacionais e do mundo dos negócios.

Os projetos de gás natural da bacia do Rovuma, norte de Moçambique, conheceram um revés em março de 2022, quando a petrolífera francesa Totalenergies evocou a cláusula de “força maior” para suspender o seu investimento de mais de 20 mil milhões de euros na zona, o maior em África, na sequência de ataques armados na região.

Também no Rovuma, a Exxon Mobil lidera um consórcio que vai produzir gás natural, mas ainda não tomou a decisão final de investimento.

A província de Cabo Delgado é rica em gás natural, mas aterrorizada desde 2017 por rebeldes armados, sendo alguns ataques reclamados pelo grupo extremista Estado Islâmico.

Há 784 mil deslocados internos devido ao conflito, de acordo com a Organização Internacional das Migrações (OIM), e cerca de 4.000 mortes, segundo o projeto de registo de conflitos ACLED.

Grupo Entreposto irá lançar Isuzu D-MAX

O Grupo Entreposto irá lançar, brevemente, a nova linha da marca Isuzu. Denominada Isuzu D-MAX. O novo modelo é uma moderna, confortável, mais segura carrinha Pick-Up, com um design rejuvenescido.

Nuno Henriques, do Grupo Entreposto, que representa exclusivamente a marca em Moçambique, afirma que esta 7º geração da ISUZU D Max é de longe a melhor ISUZU, alguma vez produzida. É um produto feito em Africa, por Africanos para utilizar em Africa.

Já estão disponíveis diversos modelos da nova Isuzu para o mercado  Moçambicano. As versões de cabine simples e cabine dupla de caixa manual e automática, com uma motorização de 1.9cc, perfeitamente adaptadas para segmentos de produção, e que nós vamos chamar work line. Em paralelo iremos ter uma versão com motorização 3.0cc esta, apenas com transmissão automática e com equipamento de nivel superior, fazendo face aos requisitos de padrão elevado do segmento,  será lançada com o nome Dinamic”, afirmou Nuno Henriques, garantindo ainda que até Junho próximo, o país terá disponível unidades para a venda em todos os locais onde o Grupo Entreposto está presente.

Paralelamente ao lançamento em Moçambique, decorreu recentemente em  Gqeberha (Port Elizabeth) na África do Sul, a cerimónia de apresentação oficial da Isuzu D-Max. Com a presença do presidente sul-africano Cyril Ramaphoza, e Masanori Katayama, Presidente da Isuzu Japão, a cerimónia que teve lugar no Nelson Mandela Stadium, contou ainda com agentes económicos, governo local , num total de cerca de 1000 convidados.

Numa mescla de culturas africanas e japonesas, a brilhante cerimónia terminou com a realização de um test drive para apuramento das qualidades do D-MAX.

Dirigindo-se aos presentes, o presidente Cyril Ramaphoza disse que a Isuzu Motors South Africa alcança um marco importante, a produção local  da 7ª geração de bakkie Isuzu D-MAX. “O Isuzu Bakkie é um veículo icónico na África do Sul e a marca Isuzu tem sido associada à qualidade e confiabilidade. O facto de este bakkie estar sendo fabricado na África do Sul é mais do que uma questão de orgulho. É uma contribuição bem-vinda ao nosso esforço para expandir significativamente a produção local à medida que trabalhamos para reconstruir nossa economia e criar empregos”.

Ramaphoza disse que a indústria automóvel é um dos sectores mais importantes da economia sul-africana. “É uma fonte significativa de emprego e desenvolvimento de pequenas empresas no Cabo Oriental, particularmente em Gqeberha.

LAM retoma voo entre Vilankulo e Joanesburgo

A empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) anunciou, semana finda, a retoma de voos directos entre Vilankulo e Joanesburgo. Trata-se da reposição da ligação aérea entre dois destinos turísticos de eleição e que constam das preferências mundiais.

Um comunicado a que “Profile” teve acesso indica que o primeiro voo da rota partirá de Joanesburgo às 10:55 horas, tendo a chegada em Vilankulo estimada para as 13:10 horas. Já de Vilankulo, o voo irá descolar às 13:40 horas, com previsão de aterragem em Joanesburgo às 15:55 horas, às segundas e sextas-feiras.

O documento detalha que cada percurso terá a duração aproximada de 02:15 horas, a serem realizadas por uma aeronave Q-100, com capacidade para 37 passageiros na classe económica. O voo será operado em parceria financeira com a CemAir, no âmbito do acordo de Interline recentemente assinado.

“Ao reintroduzir a rota Vilankulo/Joanesburgo e vice-versa, a LAM efectiva o posicionamento como interveniente activo na promoção do turismo, através da prestação de serviços de transporte que permitem aos turistas alargar as opções de deslocações rápidas para aceder aos seus destinos de preferências”, refere o comunicado.

Refira-se que Vilankulo foi eleito o melhor destino turístico de África pelo site Travel Coterie, especializado em turismo.

EDM irá fornecer energia ao Botswana

A Electricidade de Moçambique (EDM) e a sua congénere do Botswana, a Power Corporation (BPC) celebraram, semana finda, em Gaborone, um Contrato de Fornecimento de Energia (Power Purchase Agreement, PPA), com a duração de um ano, para a exportação de 100 MW de energia não-firme àquele país vizinho.

Um comunicado enviado à nossa Redacção explica que a capacidade acordada no âmbito do PPA visa responder às necessidades emergentes no fornecimento de electricidade em Botswana, tendo em conta a crescente demanda doméstica. No entanto, esse fornecimento está sujeito, por um lado, à solicitação pela BPC e, por outro, à disponibilidade de capacidade do lado da EDM.

“Durante o evento, o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da EDM, Marcelino Alberto, expôs as novas oportunidades do mercado de energia para a região da África Austral (SADC), que serão criadas com a construção e entrada em funcionamento da Central Térmica à Gás de Temane (Projecto CTT), cuja primeira pedra foi lançada no mês passado pelo Presidente Filipe Nyusi”, lê-se na nota.

A fonte salienta que o projecto CTT prevê a geração de 450MW de energia eléctrica, num modelo de Geração em Ciclo Combinado à Base de Gás Natural, para a distribuição no mercado nacional, sendo que o excedente será destinado à exportação.

O comunicado sublinha que a estratégia da EDM na massificação da venda de energia aos países vizinhos permite gerar divisas para o país, consolidando, igualmente, o posicionamento de Moçambique enquanto pólo regional de geração de energia eléctrica.

Hotel Flutuante irá render pelo menos 3 milhões de USD

O Hotel Flutuante, que aloja cerca de 400 trabalhadores envolvidos na instalação da plataforma flutuante de liquefação de gás natural na bacia do Rovuma, província de Cabo Delgado, irá render pelo menos 3 milhões de dólares aos cofres do Estado, durante os 200 dias (pouco mais de seis meses) em que estará ancorado nas águas moçambicanas.
A informação foi partilhada esta terça-feira por Carlos Munguambe, Director-Geral da Autoridade Tributária no Gabinete do Controlo Interno, durante o debate sobre o “conteúdo local nos projectos de gás em Moçambique”, promovido pelo Centro de Integridade Pública (CIP).

Segundo Carlos Munguambe, o valor será arrecadado através do Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares (IRPS) a ser aplicado aos trabalhadores envolvidos no projecto. A fonte não prevê outras receitas a serem arrecadadas através do Hotel Flutuante, alegando que o mesmo está isento de impostos por não ser uma pessoa residente.
Refira-se que o Hotel Flutuante, denominado CSS Termis, chegou ao país em finais de Janeiro último, com objectivo de alojar trabalhadores envolvidos na instalação da plataforma flutuante do projecto Coral Sul FLNG da Área 4 da Bacia do Rovuma, liderado pela italiana ENI.

Para o CIP, a instalação do Hotel Flutuante, pertencente à empresa Nortrans Pte Ltd – com domicílio em Singapura – para a prestação de serviços logísticos de acomodação, “pode ser um claro sinal da exclusão do empresariado nacional neste negócio”.

Segundo a organização, em nenhum momento as autoridades moçambicanas e as empresas concessionárias explicaram a racionalidade do uso de um hotel flutuante ao invés da cadeia de hotéis existentes em Cabo Delgado. Também não há informações sobre o envolvimento do empresariado nacional no fornecimento, por exemplo, de produtos alimentares e outros bens e serviços de hotelaria.

Num evento que serviu para divulgação dos resultados preliminares da pesquisa em curso sobre o conteúdo local nos projectos de gás, Rui Mate, pesquisador do CIP, defendeu que os benefícios indirectos das operações do Projecto Coral Sul para os moçambicanos só poderão ser materializados se, desde agora, bens e serviços forem adquiridos localmente e mão-de-obra moçambicana for contratada.

“Estas acções podem contribuir para a diversificação económica e desenvolvimento social, evitando o caso da SASOL que mostra poucas ligações com a economia local, conforme mostrado pelos indicadores do PIB e PIB per capita da província de Inhambane onde está instalado o projecto”, disse Mate, revelando que o peso do PIB real da província de Inhambane reduziu de 8,4% em 2011 para 7,2% em 2020 e o PIB per capita da província mostra uma variação de 56pp abaixo da variação do PIB per capita nacional de 79%.

Por isso, Mate entende que a aprovação da Lei do Conteúdo Local, estagnada desde 2019, pode ajudar a evitar situações, por exemplo, de uso de um hotel flutuante, sobre cuja sua cadeia de fornecimento de bens e serviços e o envolvimento de mão-de-obra moçambicana não se terá muito controlo.

ExxonMobil apoia o empoderamento de mulheres

A Fundação ExxonMobil anunciou que está a contribuir com US$ 300.000 para a iniciativa Business Women Connect (BWC) pelo quarto ano em Moçambique.

Iniciada em 2018, a iniciativa, liderada pela Technoserve, está programada para começar em Maputo enquanto explora novas oportunidades de expansão para o norte este ano.

O programa faz parceria com instituições financeiras para fornecer educação empresarial e financeira a microempreendedoras por meio de aulas de desenvolvimento e gestão de negócios, além de treinamento e treinamento para promover o aumento da poupança e formalizar as finanças empresariais e familiares. O programa já formou 700 mulheres oriundas das províncias de Maputo e Inhambane.

Embora muitos tenham enfrentado desafios de negócios devido aos impactos da pandemia do COVID-19, os participantes do BWC receberam treinamento e instrução digital contínuo e mostraram uma tremenda resiliência na revisão de seus planos de negócios. Muitos dos serviços como cabeleireiros, take-away’s e alfaiatarias puderam levar o seu serviço de porta em porta respeitando as normas e orientações sanitárias.

“O empoderamento das mulheres é uma parte importante da estratégia de investimento comunitário global da ExxonMobil, e valorizamos o papel instrumental que as mulheres desempenham na sociedade e na economia”, disse Jos Evens Manager da ExxonMobil Moçambique, Limitada. “Temos o prazer de continuar a fazer parceria com a TechnoServe na promoção do desenvolvimento e empoderamento das mulheres moçambicanas.”

A iniciativa BWC 2021 espera treinar 250 mulheres. O programa continuará fornecendo treinamento sobre investimento empresarial, gestão financeira, atendimento ao cliente e marketing por meio de canais digitais, enquanto as restrições do COVID-19 permanecerem em vigor para garantir a continuidade dos negócios para microempreendedores.

“Este ano foi crítico para todos os negócios”, disse Jane Grob, diretora nacional da TechnoServe. “Estamos felizes que tantos dos beneficiários tenham conseguido se ajustar tão rapidamente após a imposição de restrições para garantir a renda de suas famílias e garantir a continuidade dos negócios.”

Total Eren selecionada para construir central solar em Moçambique

A Autoridade Reguladora de Energia (Aren) de Moçambique anunciou a seleção da empresa Total Eren para construir a central solar de Dondo, no centro do país.

“A Total Eren apresentou as melhores propostas técnica e financeira”, entre cinco concorrentes que haviam sido pré-qualificados no âmbito do Programa de Promoção de Leilões em Energias Renováveis, lançado pelo Governo moçambicano, lê-se no comunicado da Aren.

A empresa é participada pela Totalenergies, petrolífera francesa que lidera o projeto de exploração de gás em Cabo Delgado suspenso há um ano devido à insurgência armada naquela região.

A Total Eren tem diversos acionistas e promove projetos de energias renováveis em vários pontos do globo.

A central agora adjudicada terá uma potência de 30 megawatts (MW) e será instalada no distrito de Dondo, província de Sofala, junto à cidade da Beira.

Além da central solar do Dondo, as autoridades moçambicanas preveem lançar concursos para outras duas, em Lichinga, capital da província do Niassa, norte do país, e outra na povoação de Manje, província central de Tete.

Prevê-se ainda o lançamento de concurso para uma central eólica em Jangamo, província de Inhambane, sul do país.

Millennium bim conquista prémio “Melhor Banco de Moçambique 2022”

A excelência do serviço, a capacidade de inovação e a robustez financeira foram factores determinantes para o Millennium bim conquistar o prémio “Melhor Banco de Moçambique 2022” atribuído anualmente pela revista Global Finance, considerada como uma referência internacional no que respeita a informação dos mercados financeiros e análise do sector bancário.

O júri do prémio é constituído pelo conjunto dos seus editores internacionais que sustentam a sua avaliação apoiada num painel de analistas financeiros, consultores e gestores de topo do sector bancário. Os critérios de avaliação para a atribuição deste prémio assentam nos indicadores de crescimento dos activos, rentabilidade, cobertura geográfica, relações estratégicas, desenvolvimento de novos negócios, capacidade de inovação, introdução de novos produtos e serviços. A cerimónia de entrega dos prémios será no mês de Outubro em Washington DC durante a reunião anual do FMI e do Banco Mundial.

“Com o mundo financeiro num estado de agitação devido à invasão russa da Ucrânia, os líderes empresariais enfrentam um novo conjunto de desafios no que diz respeito à escolha dos parceiros bancários.” Referiu Joseph D. Giarraputo, Director Editorial da Global Finance, que acrescentou, “na sequência das enormes dificuldades causadas pela pandemia, estas mudanças exigem uma maior atenção às relações comerciais globais. Os nossos prémios apoiam os decisores na selecção dos melhores parceiros financeiros.”

Este galardão demonstra, mais uma vez, o reconhecimento público internacional que vem premiar o trabalho desenvolvido e a aposta numa estratégia orientada para os Clientes.

Para José Reino da Costa, presidente da Comissão Executiva do Millennium bim, “Este prémio é o reflexo da actividade que o Millennium bim vem desempenhando no mercado moçambicano e reforça o compromisso e a responsabilidade do Banco no desenvolvimento económico e financeiro de Moçambique. Por outro lado, este prémio evidencia o elevado desempenho de todos os Colaboradores, que de forma incansável procuram novas soluções para irem ao encontro das necessidades e satisfação dos nossos Clientes e Parceiros.”