Wednesday, July 1, 2026
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FNB

FNB Moçambique
  • É detido pela FirstRand Moçambique Holding Limitada, pela GCP – Sociedade de Gestão e Controle de Participações, S.A.
  • E pela FirstRand Investment Holding e opera no mercado nacional desde 2007, com enfoque na prestação de serviços financeiros ao sector empresarial moçambicano, a respectiva cadeia de valor bem como as pessoas singulares.
FNB
pretende ser uma referência no mercado moçambicano em termos de eficiência e excelência de serviços, alinhando em termos de inovação, melhores práticas, padrões de operação e centralidade no cliente como o FirstRand, o maior grupo financeiro em África por capitalização bolsista, do qual o FNB Moçambique faz parte.

O FNB Moçambique quer se tornar num banco de elevada rendimento e eficiência, ainda que o forte investimento na estratégia de Transformação do FNB Moçambique, por via dos vários aumentos de capital, conforme previsto no seu plano de negócios, traga a curto prazo uma deterioração dos resultados neste mercado.

CONTACTOS:

Email: call.center@fnb.co.mz

Telefone:+258 21 355 999

Morada: Av. 25 de Setembro, Maputo

Website: www.fnb.co.mz

TV CABO

DESCRIÇÃO: 

A TVCABO é uma empresa sólida que está vocacionada para a prestação de serviços no sector das Tecnologias de Informação e Comunicação.

Tendo iniciado a sua operação comercial em 1999, é actualmente o único operador triple play de NET+TV+VOZ do país, apostando nas mais avançadas tecnologias e infra-estruturas inovadoras em fibra óptica para a distribuição dos seus serviços para os vários segmentos em que actua – residencial, empresarial e corporate. Serviço de Internet, Televisão e Telefone num único pacote e chamadas Gratuias na rede TVCABO

SOBRE A TVCABO:

A TVCABO, marca pioneira na distribuição de dados e conteúdos por cabo no continente africano, é detida em Moçambique pela Moçambique Telecom e pelo Grupo Visabeira, reconhecidos especialistas na área das comunicações.

A TVCABO iniciou a construção da sua rede em Moçambique em 1996, sendo neste momento detentora de uma moderna infra-estrutura de rede. A sua expansão tem sido contínua, não só nas zonas de Maputo e Matola, onde se continua a desenvolver à medida que as cidades crescem e que as infra-estruturas são criadas, mas igualmente noutras cidades de província (Beira, Nampula, Pemba e Tete), com uma rede totalmente construída em fibra óptica, capaz de suportar os serviços de última geração.

Colocando sempre a qualidade de serviço em primeiro plano, a TVCABO detém a certificação ISO 9001:2015 para o Sistema de Gestão da Qualidade pela APCER. A certificação abrange o Atendimento e Apoio a Clientes, a Venda e a Provisão dos Serviços, o Desenvolvimento e Manutenção da Rede, a Satisfação dos Clientes, a Formação e Qualificação dos Colaboradores. 

CONTACTOS:

Telefone:  +258  84 4800

Morada: Av. Vladimir Lenine, nº 884, Maputo-Moçambique

Website: https://www.tvcabo.mz

CFM

DESCRIÇÃO: 

Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) é uma empresa pública, especializada em administração logística, que gere os sistemas ferroviário e portuário moçambicano.

SOBRE A CFM:

Por diploma legislativo nº 315, de 22 de Agosto de 1931, foi aprovada a criação e organização da Direcção dos Serviços dos Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique.

O que de certo modo veio estabelecer a unificação directiva e administrativa dos Caminhos de Ferro.

Serviços:
  • Os Serviços dos Portos e Caminhos de Ferro da Colónia de Moçambique constituíam uma empresa industrial do Estado colonial, competindo-lhes, entre outras.
  • Promover e executar o estudo e a construção dos portos e caminhos-de-ferro;
  • Bem como explorar comercial e industrialmente os portos e caminhos-de-ferro.

 

CONTACTOS:

Email: gci@cfm.co.mz

Telefone:  +258 825448100 ou  842370323

Morada: Praça dos Trabalhadores, Maputo – Moçambique

Website: https://www.cfm.co.mz/index.php/pt/

EMOSE

DESCRIÇÃO: 

EMOSE é uma empresa que tem como principal foco, garantir a proteção de pessoas e organizações, mantendo uma permanente ligação com os parceiros e a comunidade.

É  a única seguradora nacional posicionada em todas as capitais provinciais e em algumas capitais distritais, nomeadamente Maputo, Matola, Xai-Xai, Chókwè, Inhambane, Maxixe, Chimoio, Beira, Tete, Songo, Quelimane, Gúruè, Nampula, Nacala, Angoche, Lichinga, Cuamba e Pemba, e com posicionamento na maioria das fronteiras terrestres nacionais, designadamente Ponta D´ouro, Goba, Namaacha, Ressano Garcia, Machipanda, Mussurize, Cuchamano, Kassakatiza, Calómuè, Zóbuè, Milange e Mandimba.

Este posicionamento geográfico constitui uma mais valia, na assistência e atendimento aos seus clientes, sobretudo em casos de sinistros.

SOBRE A EMOSE :

Criada por Decreto-Lei Nº. 3/77 de 13 de Janeiro, com a designação de EMOSE – Empresa Moçambicana de Seguros, E.E., dotada de personalidade jurídica, autonomia financeira, com a natureza de empresa pública, dependendo directamente do Ministério das Finanças.

Há 40 anos que a EMOSE opera no mercado nacional, com uma vasta carteira de seguros, dispondo de cerca de 35 produtos, cujas coberturas se equiparam aos produtos vendidos em mercados internacionais, o que permite responder à todo o momento, às preocupações dos seus clientes. A EMOSE possui uma carteira de seguros com mais de 200.000 apólices.

ONTACTOS:

Email: comercial@emose.co.mz

Telefone: +258  21 356 300

Morada: Av. 25 de Setembro nº 1383, Caixa Postal nº 696

Website: https://www.emose.co.mz

Toyota de Moçambique

DESCRIÇÃO: 

A Toyota de Moçambique é o distribuidor oficial Toyota para todo o território de Moçambique. Detemos há longos anos uma posição de liderança no mercado automóvel nacional, e dispomos de uma rede de Assistência e Vendas que cobre todo o território procurando estar onde você mais precisa de nós.

SOBRE A Toyota de Moçambique :

Toyota Motor é uma fabricante automotivo japonês com sede na Toyota, província de Aichi, no Japão. Em março de 2014, a corporação multinacional era composta por 338.875 funcionários em todo o mundo e, em fevereiro de 2016, era a 13ª maior empresa do mundo por receita.

CONTACTOS:

Email:

Telefone:  +258 21 227200

Morada: Rua do Lago Amaramba, 141 – Caixa postal 1757 – Maputo

Website: http://www.toyota.co.mz/

Kenmare Resources lidera ranking de transparência do sector extractivo em Moçambique

A empresa Kenmare Resources, que explora areias pesadas, lidera o ‘ranking’ de transparência do sector extrativo, segundo relatório apresentado recentemente pelo Centro de Integridade Pública (CIP).

“Esta é a empresa mais transparente porque, em termos fiscais”, critério mais importante do ‘ranking’, “tem a maior pontuação. A Kenmare destaca-se ainda por possuir um ‘website’ com 80% das informações esperadas”, disse Inocência Mapisse, coordenadora de indústria extrativa no CIP.

“É satisfatório estar nesta posição, pois significa que o esforço que fazemos para divulgar informações é reconhecido. É uma prova de que estamos no caminho certo”, disse à Lusa Gareth Clifton, diretor da Kenmare.

Empresas ganham concurso de gestão de Silos de cereais e Leguminosas

O ministro da Indústria e Comércio, Carlos Mesquita assinou os contratos de concessão para a gestão dos silos e armazéns de cereais e leguminosas. 

As concessões incluem a operação e gestão dos complexos de silos e armazéns. A MozGrain vai ter a seu cargo os silos por reabilitar em Gorongosa, Nhamatanda, Lichinga, Mugema e Ulónguè e um silo por construir em Milange. 

A empresa Agrobusiness vai explorar o silo de Malema, por reabilitar, e os complexos de Iapala e Cuamba, que estão ainda por construir.

As concessionárias foram escolhidas num concurso em que participaram também a Trevo Moçambique, a Sociedade do Niassa e a AgroNorte.

Banco de Moçambique decide manter Taxa de Juro de Política Monetária em 10,25%

O Comité de Política Monetária (CPMO) do Banco de Moçambique recentemente manter a taxa de juro de política monetária em 10,25%, anunciou em comunicado. 

“A decisão é justificada pelo agravamento dos riscos e incertezas, num contexto em que as perspectivas de médio prazo apontam para uma tendência de aumento de preços em 2021”, refere.

A actividade económica encontra-se “reprimida” devido à pandemia da covid-19, acrescenta o CPMO, no dia em que decidiu, igualmente, manter as taxas da Facilidade Permanente de Depósito (FPD) e da Facilidade Permanente de Cedência (FPC) em 7,25% e 13,25%, respectivamente.

A Instituição manteve ainda os coeficientes de Reservas Obrigatórias (RO) para os passivos em moeda nacional e estrangeira em 11,50% e 34,50%, respectivamente. 

O Banco de Moçambique garante que o mercado cambial doméstico continua com níveis adequados de divisas e que as reservas internacionais brutas permitem cobrir acima de seis meses de importações de bens e serviços. 

O regulador prevê uma retoma lenta em 2021 e alerta para um aumento da pressão sobre as finanças públicas. 

A inflação deverá subir no próximo ano, mas mantendo-se “na banda de um dígito”, ou seja, sem passar de 10%, refere.

Mozambique Good Trade quer trabalhar com mais pequenos agricultores

A 2ª edição do Mozgrow trouxe bons insights para o sector agrícola. Tendo decorrido sob o lema “Produzir, Valorizar, Nutrir e Preservar”, conseguiu reunir o essencial para ajudar o sector a caminhar na direcção certa.

Há décadas que somos um país de agricultura familiar e só recentemente nossos esforços em mecanizar começaram a se traduzir em acções. Se estava claro que o caminho era a mecanização, iniciativas como a da Mozambique Good Trade colocam o velho sonho de lado.

É que esta empresa moçambicana trabalha com pequenos agricultores. Distribui e exporta produtos moçambicanos fornecidos por agricultores um pouco acima do nível familiar.

Entretanto, nem sempre esse fornecimento é consistente e sistemático. Notou isto Diogo Lucas, director-geral da empresa.

Em conversa com a experiente Sandra Veludo, directora nacional de Marketing da Delta Cafés em Portugal e Emídio Rafael, representante do Instituto de Propriedade Industrial (IPI), Diogo Lucas encorajou que se investisse nos pequenos agricultores para equipá-los de conhecimento suficiente para trabalharem como e com empresas.

A partir daí forneceriam produtos com padrões de qualidade aceitáveis no mercado. Por um lado, Sandra Veludo, acredita que qualquer marca que queira se posicionar deve planear para se destacar diante do consumidor.

Por outro, no nosso caso, enquanto a Mozambique Good Trade faz esse planeamento os pequenos agricultores devem suportar as marcas que representam seus produtos, fornecendo o que precisam sistemática e continuamente.

De que o mercado precisa?

O mercado precisa que esses produtos não sumam das prateleiras nem percam qualidade de uma hora para outra. À medida que um produto se posiciona em termos de qualidade, cresce também o valor agregado a sua comercialização.

Isto significa que as pessoas deixam de associar o valor de produção ao que pagam no supermercado. Por exemplo, qualquer pessoa argumentaria que não precisa comprar óleo de coco na prateleira de um supermercado já que pode facilmente adquiri-lo na rua.

Mas essa forma de pensar mudaria se os pequenos agricultores se comprometessem a fornecer o mesmo óleo a empresas como Mozambique Good Trade. Nessa situação, a empresa daria roupagem atractiva, promoveria e colocaria o produto nas prateleiras.

A diferença entre comprar óleo de coco no bairro e comprá-lo num supermercado é abismal. No bairro não há certeza sobre a origem nem autenticidade desse óleo, que se dirá sobre a qualidade?

No pior cenário, o consumidor leva para casa uma mistura duvidosa feita num quarto suspeito e mal iluminado. Sandra Veludo considera que qualquer produto tem potencial não apenas para chegar a prateleira de um supermercado renomado, mas também para se destacar e até se internacionalizar.

O trabalho necessário para isso está na qualidade, no pacote, na abordagem ao mercado, na escolha dos parceiros e na forma de apresentar esse produto ao consumidor.

No mesmo contexto, Emídio Rafael, representante do IPI partilhou que decorrem financiamentos para ajudar os fornecedores a manterem a qualidade de seus produtos, bem como para compreenderem o potencial envolvido na área de negócio em que actuam.

Enquanto rumamos para a agricultura mecanizada, pequenos agricultores vão também ganhando um espaço significativo no coração dos consumidores devido às características orgânicas do que produzem.

Se esses agricultores quiserem – e é melhor que queiram – se estabelecer no mercado e trabalhar com empresas e marcas estáveis, precisam se posicionar como autoridades no seu ofício.

Isto quer dizer que o mercado deve entender claramente e aprovar seus procedimentos de 1) produção, 2) segurança, 3) conservação e 4) comercialização. Ao seguirmos as origens de um produto precisamos chegar ao agricultor que o produziu e ver em que condições o fez.

A crescente tendência pelo consumo de produtos orgânicos coloca Moçambique numa posição interessante. Temos aqui um nicho valioso por explorar.

Enquanto surgem exemplos bem-sucedidos aqui e ali, o caminho é formar nossos pequenos agricultores para se aliarem a iniciativas como a da Mozambique Good Trade. Por mais xikhaba (mistura local de amendoim e açúcar) nas prateleiras de nossos supermercados!

Acess Bank Visto como alternativa as linhas de financiamento para os empreendedores.

Em Moçambique, com slogan ‘Mais que um Banco’ evidencia a ambição de fazer mais e melhor, apresentando-se como o parceiro certo para cada cliente, mas também como um parceiro de relevo, com soluções mais inovadoras, assumindo o compromisso de contribuir para o desenvolvimento do País, investindo fortemente no processo de bancarização e de inclusão financeira.

A sua robustez e o curriculum que apresenta, é o maior atractivo para que os empreendedores olhem para este banco como a solução para aquela que tem sido a maior dificuldade do sector privado, o acesso as linhas de financiamento.

A agricultura tem sido uma das apostas de muitos empreendedores Moçambicanos nos últimos tempos, em contrapartida, este sector não tem merecido muita atenção pela banca por ser uma actividade de risco.

Os empreendedores do sector, esperam que o banco seja um parceiro estratégico e assuma esta área como seu foco, através de políticas de financiamento ou serviços atractivos para os actores da actividade Agrícola.

Com o know-how do Grupo, a facilidade de acesso a mercados internacionais espera-se encontrar no Access Bank um parceiro estratégico para a materialização de projectos empreendedores e crescimento das PMEs.

A entrada em acção do Acess Bank acontece numa altura em que Moçambique é um maior destino de investimento, tanto estrangeiro como nacional dado ao boom de recursos que se assiste.

No seu portfólio tem elevada experiência nos sectores do petróleo e gás, bem como na maior rede de retalho de África, o que pode constituir um impulso para o incremento de investidores nacionais nos projectos de mineração no país.

O Access Bank opera uma rede de mais de 650 balcões, com presença em 13 países e três continentes. Tem mais de 46 milhões de clientes.