Monday, April 13, 2026
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Mais de 240 empresas participam na 4ª edição da Pesquisa Nacional de Benefícios e Gestão do Capital Humano da Tempus Global Group

A Tempus Global Group apresentou, em Maputo, os resultados da 4ª edição da Pesquisa Nacional de Benefícios e Gestão do Capital Humano. Este ano, a organização inovou ao integrar, num único evento, duas pesquisas essenciais para a gestão de pessoas em Moçambique: a Pesquisa Nacional de Benefícios e a Pesquisa de Custo de Vida.

O evento, realizado no dia 27 de Fevereiro, em Maputo, foi dividido em duas sessões, proporcionando uma visão abrangente sobre benefícios e o impacto do custo de vida na estratégia de gestão de pessoas.

A primeira sessão, dedicada à Pesquisa de Custo de Vida em Moçambique 2024, contou com o apoio da Britam. Este estudo avaliou mais de 100 bens e serviços essenciais em categorias como alojamento, educação, saúde, alimentação, electrodomésticos, vestuário, entretenimento e desporto, transportes e cuidados pessoais. A pesquisa é um instrumento essencial para organizações com colaboradores em várias províncias, ajudando a gerir o impacto do custo de vida na retenção de talento e na definição de pacotes salariais competitivos.

A segunda sessão apresentou os resultados da 4ª Edição da Pesquisa Nacional de Benefícios e Gestão do Capital Humano em Moçambique 2024, patrocinada pela Hollard Seguros (Platina), Global Alliance Seguros – Insurance (Ouro) e Sanlam Moçambique Vida (Ouro).

Nesta edição, 44% das organizações participantes têm mais de 100 colaboradores e 45% são classificadas como médias. Somente 11% pertencem ao segmento das pequenas empresas, evidenciando uma crescente adesão das organizações de média e grande dimensão à Pesquisa.

A iniciativa reafirma-se como uma referência para as organizações moçambicanas, contando, nesta edição, com a participação de mais de 240 empresas e instituições de diversos sectores.

O estudo, de carácter quantitativo e gratuito, focou-se nos cinco pilares da Proposta de Valor ao Trabalhador (Employee Value Proposition): Compensação & Benefícios, Carreira, Ambiente de Trabalho, Cultura e Equilíbrio entre Vida Profissional e Pessoal.

O evento reuniu mais de 100 líderes e especialistas em Recursos Humanos. Com esta abordagem integrada, a Tempus Global Group reafirma o seu compromisso em fornecer dados relevantes e soluções inovadoras para as empresas, promovendo um ambiente corporativo mais competitivo e alinhado às necessidades dos profissionais em Moçambique.

Actividades no mar interditas devido a tempestade tropical Jude

O Instituto dos Transportes Marítimos (ITRASMAR) informa devido as más condições e do estado do tempo na região Norte do país.

O apelo surge devido ao ciclone tropical Jude que esta a fustigar as províncias de Cabo Delgado, Nampula e Zambézia desde a manhã de hoje.

O apelo foi lançado pelo Delegado do ITRASMAR, em Nacala, Adamo Rachide, no âmbito da monitoria da tempestade tropical Jude que afecta as províncias de Nampula, Cabo Delgado e Zambézia, segundo avança “O País.”

De referir que a província de Nampula esta neste momento a ter um registo de chuvas intensas e fortes, havendo informações de destruição de infraestruturas e casas habitacionais.

Conheça a sexta personalidade a ocupar o cargo de PCA do INCM

PERSONALIDADE 2025

Helena Fernandes é a nova Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Autoridade Reguladora das Comunicações – INCM, em resultado da sua nomeação, durante a 20ª Sessão do Conselho de Ministros, que teve lugar esta terça-feira, 9 de Julho de 2024. Economista e Mestre em Gestão Empresarial, Helena Fernandes substitui Tuaha Mote (na posição desde Setembro de 2021), sendo a sexta personalidade a ocupar o cargo de PCA, e a segunda mulher a ocupar a posição máxima desta instituição, desde a sua criação em 1992.

Possui cerca de 18 anos de experiência em cargos de chefia e direção no aparelho do Estado, gestão de finanças públicas e de projectos de financiamento de organismos internacionais. Antes da sua nomeação desempenhava a função de Administradora de Assuntos Corporativos, posição assumida desde 2021.

A nível do INCM ocupou as funções  de Directora dos Serviços de Administração e Finanças e Administradora de Engenharia e Fiscalização cumulativamente, onde representou a instituição em organismos internacionais, ocupando cargos de liderança, dentre eles Presidente do Comitê de Finanças e Auditoria da CRASA, Vice- Presidente do Comitê de Finanças e Orçamento da Conferência Plenipotenciária da União Internacional das Telecomunicações (ITU), Presidente do Comitê de Finanças e Orçamento da Conferência Mundial de Desenvolvimento das Telecomunicações, Presidente do Comitê de Finanças e Auditoria da Organização das Telecomunicações da Commonwealth Organisation (CTO), e Membro do Grupo Regional de Assessoria ao Director Regional da ITU.

Antes de fazer parte dos quadros do INCM foi gestora dos Fundos Externos e Chefe do Departamento Financeiro no Ministério de Ciências e Tecnologias (MCT).

À luz dos estatutos aprovados pelo Decreto n.º 39/2021 de 17 de Junho, o Presidente do Conselho de Administração tem funções executivas, com competência de dirigir a instituição, presidir as reuniões do Conselho de Administração e assegurar o funcionamento regular do INCM, executar e fazer cumprir a lei, as resoluções e as deliberações do Conselho de Administração; coordenar a elaboração do plano anual de actividade, administrar os recursos humanos, materiais, financeiros e patrimoniais do INCM.

Compete ainda ao PCA exercer os poderes de direcção, gestão e disciplina do pessoal; representar o INCM em juízo e fora dele, nomeadamente junto da tutela, do Governo, dos organismos e instituições reguladoras nacionais, regionais e internacionais do sector das comunicações.

O INCM é uma instituição pública, dotada de personalidade jurídica, autonomia administrativa, financeira e patrimonial, que regula, supervisiona, fiscaliza, sanciona e representa o país em matéria do sector postal e de telecomunicações.

Meet the sixth individual to hold the position of Chairperson of the Board of Directors (PCA) at INCM

Helena Fernandes is the new Chairperson of the Board of Directors (PCA) of the Communications Regulatory Authority – INCM, following her appointment during the 20th Session of the Council of Ministers, which took place on Tuesday, July 9, 2024. An economist with a Master’s in Business Management, Helena Fernandes replaces Tuaha Mote (who held the position since September 2021), becoming the sixth individual to occupy the PCA role and the second woman to hold the highest position in this institution since its establishment in 1992.

She has approximately 18 years of experience in leadership and management roles within the state apparatus, public finance management, and in projects financed by international organizations. Prior to her appointment, she served as the Executive Board Member in charge of Corporate Affairs, a position she assumed in 2021.

Within INCM, she held the positions of Director of Administration and Finance Services and Administrator of Engineering and Supervision concurrently, where she represented the institution in international organizations, occupying leadership roles, including:

  • Chairperson of the Finance and Audit Committee of CRASA

  • Vice-Chairperson of the Finance and Budget Committee of the Plenipotentiary Conference of the International Telecommunication Union (ITU)

  • Chairperson of the Finance and Budget Committee of the World Telecommunication Development Conference

  • Chairperson of the Finance and Audit Committee of the Commonwealth Telecommunications Organisation (CTO)

  • Member of the Regional Advisory Group to the ITU Regional Director

Before joining INCM, she was the manager of External Funds and Head of the Financial Department at the Ministry of Science and Technology (MCT).

According to the statutes approved by Decree No. 39/2021 of June 17, the Chairperson of the Board of Directors has executive functions, with the competence to lead the institution, preside over the meetings of the Board of Directors, ensure the regular functioning of INCM, execute and enforce the law, resolutions, and deliberations of the Board of Directors; coordinate the preparation of the annual activity plan, and manage INCM’s human, material, financial, and patrimonial resources.

It is also the responsibility of the PCA to exercise the powers of direction, management, and discipline of the staff; represent INCM in legal matters and outside of them, namely with the supervisory authority, the Government, national, regional, and international regulatory bodies and institutions in the communications sector.

INCM is a public institution endowed with legal personality, administrative, financial, and patrimonial autonomy, which regulates, supervises, inspects, sanctions, and represents the country in matters of the postal and telecommunications sector.

LOKAL expande presença em Maputo e reforça aposta em produtos nacionais

A insígnia LOKAL, da Mega Distribuição Moçambique S.A., continua a sua trajectória de crescimento com a inauguração de mais uma loja no Centro Comercial – Interfranca na Av. 24 de Julho, N°1550, Maputo. O novo espaço marca o 11º supermercado LOKAL na região e coincide com as celebrações do 5º aniversário da marca.

A abertura desta nova unidade insere-se na estratégia de expansão da rede de lojas de proximidade LOKAL, que já conta com 11 estabelecimentos na capital moçambicana. Segundo João Paulo Sera, Managing Director da Mega Distribuição Moçambique S.A., “este feito só foi possível graças ao trabalho incansável da equipa de operações, com o suporte da equipa comercial e de marketing, que fazem o impossível acontecer. Estamos entusiasmados por ver o nosso LOKAL cada vez mais próximo de todos os moçambicanos”.

Centro Comercial – Interfranca, Av. 24 de Julho, N°1550, Maputo.

As lojas LOKAL são reconhecidas pela sua abordagem de proximidade, oferecendo uma seleção criteriosa de produtos de qualidade, incluindo marcas exclusivas como Pingo Doce, além de artigos sob a própria marca LOKAL e diversas marcas nacionais. A aposta na promoção de produtos locais é um compromisso da empresa, que continua atenta às necessidades dos consumidores moçambicanos.

A Mega Distribuição Moçambique S.A. é uma das maiores empresas de distribuição alimentar no país, operando três divisões principais: LOKAL (lojas de conveniência), MEGA Cash & Carry e Mega Distribuição, que representa e distribui marcas internacionais de renome, como Nestlé, Rana (Upfield), Delta, Superbock, entre outras.

Com este novo supermercado, a LOKAL reforça o seu posicionamento enquanto referência no retalho alimentar moçambicano, garantindo conveniência, qualidade e uma oferta diversificada que valoriza a produção nacional.

Moza Banco defende financiamento personalizado para impulsionar MPMEs

O Moza Banco defende que o financiamento para Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) em Moçambique deve ser abordado de forma personalizada, considerando as especificidades de cada empreendedor. Esta posição foi expressa por Camilo Amarcy, Director de Gestão de Informação do Moza Banco, durante a Conferência sobre o Código We Finance para Mulheres Empreendedoras, realizada em Maputo.

Na ocasião, Amarcy enfatizou a necessidade de uma análise contextualizada dos desafios enfrentados pelos empreendedores no país, visando uma maior assertividade na elaboração de estratégias de apoio às MPMEs nacionais. Ele destacou que dados desagregados podem auxiliar instituições financeiras a identificar quais empreendedores necessitam de mais suporte e quais mecanismos são mais eficazes para cada perfil. Contudo, ressaltou a importância de compreender o contexto individual de cada empreendedor, já que desafios podem variar significativamente entre diferentes regiões, como Niassa e Maputo.

A conferência, promovida pelo Banco Mundial em parceria com o Financial Sector Deepening Mozambique (FSDMoç), reuniu diversas entidades do sector financeiro para discutir soluções de desagregação de dados e sua importância no acesso ao financiamento. O Código We Finance, a ser implementado em cerca de 30 países, incluindo Moçambique, visa facilitar o acesso ao crédito para MPMEs lideradas por mulheres.

Durante o evento, várias entidades do sector financeiro assinaram um acordo formalizando seu compromisso em apoiar mulheres empreendedoras, reconhecendo o papel fundamental que desempenham no desenvolvimento económico do país. O Moza Banco, que já implementa iniciativas voltadas para este segmento, destacou o projeto Moza Women, lançado no ano anterior, com o objectivo de apoiar negócios liderados por mulheres e facilitar o acesso a financiamentos adequados às suas necessidades.

A instituição reafirmou seu compromisso com a inclusão financeira e o fortalecimento do papel das mulheres no sector empresarial moçambicano, reconhecendo sua importância no crescimento econômico do país. Para aprimorar a segmentação do financiamento, Amarcy sugeriu o aproveitamento de fontes de dados existentes, como censos populacionais e análises do Instituto Nacional de Estatística, do Banco Mundial e outras fontes, para construir um modelo de segmentação mais preciso.

Com uma abordagem mais personalizada, o Moza Banco acredita ser possível impulsionar o crescimento das MPMEs e contribuir para um desenvolvimento económico mais inclusivo em Moçambique.

Moza Banco Advocates Personalised Finance to Boost MSMEs

Moza Banco has argued that financing for Micro, Small and Medium Enterprises (MSMEs) in Mozambique should be approached in a personalised way, taking into account the specificities of each entrepreneur. The position was expressed by Moza Banco’s Director of Management Information, Camilo Amarcy, during the Conference on the We Finance Code for Women Entrepreneurs, held this Tuesday (3) in Maputo.

On the occasion, Camilo Amarcy defended ‘the need to take a contextualised look at the challenges faced by entrepreneurs in the country, as a way of ensuring greater assertiveness when drawing up support strategies for national Micro, Small and Medium-sized Enterprises (MSMEs).’

The conference, promoted by the World Bank and organised in partnership with Financial Sector Deepening Mozambique (FSDMoç), brought together various entities from the financial sector to discuss solutions for data disaggregation and its importance in access to finance. The We Finance Code, which is to be implemented in around 30 countries, including Mozambique, aims to facilitate access to credit for MSMEs led by women.

Asked about the importance of segmenting data to expand financing opportunities for MSMEs, Camilo Amarcy emphasised that ‘disaggregated data can help financial institutions and support entities identify which entrepreneurs need more support and which mechanisms can be most effective for each profile. However, before using only disaggregated data, it is important to understand the context of each entrepreneur. An entrepreneur in Niassa may have very different challenges from an entrepreneur in Maputo.’

For Amarcy, one of the key steps to improving the segmentation of financing is to take advantage of existing data sources. ‘We could first exploit publicly available data, such as population censuses and analyses from the National Statistics Institute, the World Bank and other sources, to build a more accurate segmentation model,’ she added.

At the meeting, several entities from the financial sector signed an agreement formalising their commitment to supporting women entrepreneurs, recognising the fundamental role they play in the country’s economic development. Moza Banco, which already implements initiatives for this segment, highlighted Moza Women, a project launched last year, which aims to support businesses led by women and facilitate access to financing suited to their needs.

The institution reaffirmed its commitment to financial inclusion and strengthening the role of women in the Mozambican business sector. ‘The Bank recognises the role of women in Mozambique’s economic development at all levels and is therefore committed to creating diverse solutions that help ensure that women are always at the forefront of Mozambique’s economic growth.’

This year, the institution intends to strengthen its support for women entrepreneurs by developing specific financial products. ‘This year, the Bank has the ambition to create specific products that meet the needs of women, in the light of the same project.’

Moza Banco stressed that with a more personalised approach, it will be possible to boost the growth of MSMEs and contribute to more inclusive economic development in the country.

Governo prevê crescimento económico de apenas 3% em 2025

O governo de Moçambique reviu em baixa as suas previsões de crescimento económico para 2025, apontando agora para um intervalo entre 2,9% e 3,0%. Este valor é significativamente inferior às estimativas anteriores, que previam um crescimento de 4,7%. A informação foi avançada pela Ministra das Finanças, Carla Louveira, durante uma audiência com a directora-adjunta do Departamento Africano do Fundo Monetário Internacional (FMI), Andrea Richter Hume, realizada esta semana em Maputo.

A revisão em baixa surge num contexto de desafios fiscais e económicos. O Cenário Fiscal de Médio Prazo 2025-2027, divulgado em junho do ano passado, previa um crescimento de 5,5% para 2024 e 4,7% para 2025, após a economia ter crescido 5,0% em 2023. No entanto, fatores como a redução no desempenho do setor extrativo, efeitos climáticos na agricultura e dificuldades nos setores de transportes e comunicações foram decisivos para a correção das previsões.

Além da desaceleração do crescimento, o governo estima agora que a inflação possa estabilizar-se em 7,0% em 2025, valor superior às previsões anteriores. O Cenário Fiscal de Médio Prazo 2025-2027 indica que a inflação deverá manter-se entre 4,5% e 5,5% no período de 2025-2027, alinhada com o objetivo de manter a inflação em dígitos únicos, embora sujeita a pressões de choques de oferta e aumentos nos preços das commodities, especialmente alimentos e energia.

O encontro com o FMI ocorreu numa altura em que se avalia o desempenho económico do país no âmbito do Programa de Facilidade de Crédito Alargado. O FMI expressou preocupação com a atual situação fiscal de Moçambique, especialmente em relação à arrecadação de receitas, racionalização da despesa pública, massa salarial, dívida pública e outros pagamentos em atraso. Andrea Richter Hume, diretora-adjunta do Departamento Africano do FMI, enfatizou a disponibilidade do Fundo em continuar a apoiar Moçambique no novo ciclo de governação 2025-2029.

A Ministra das Finanças destacou os progressos na relação com o FMI, salientando que o país já realizou quatro avaliações bem-sucedidas e recebeu desembolsos acumulados de 330 milhões de dólares (20,8 mil milhões de meticais).

Área 1: TotalEnergies nega suspensão de contratos, mas admite não renovação em Afungi

A TotalEnergies esclareceu que não suspendeu os contratos com os subcontratantes do projecto Mozambique LNG, localizado na península de Afungi, no distrito de Palma, Cabo Delgado. A empresa admite, contudo, que não está a renovar contratos que já chegaram ao fim, um processo que considera natural, dada a situação actual do projecto.

Esta posição foi manifestada pelo presidente do Mozambique LNG, Maxime Rabilloud, após um encontro com o governador da província. Rabilloud refutou notícias veiculadas na comunicação social que afirmavam que a petrolífera francesa tinha suspendido centenas de trabalhadores ligados ao projecto de exploração de gás na Área 1 da bacia do Rovuma.

“Todos sabemos que ainda estamos numa situação de ‘força maior’. Posso até partilhar algumas perspectivas sobre isso mais tarde, mas, de momento, é claro que ainda não há condições para reiniciar o projecto. Entretanto, estamos a realizar vários trabalhos de preservação em preparação para uma futura retoma. Esses trabalhos, no entanto, não são contínuos, pois alguns têm um início e fim bem definidos. Infelizmente, quando uma dessas operações é concluída, há uma desmobilização natural, que será seguida pelo início de novos trabalhos”, afirmou Rabilloud.

O projecto Mozambique LNG está suspenso desde 2021, na sequência dos ataques terroristas que atingiram a vila de Palma. A exploração de gás na Área 1 da bacia do Rovuma estava inicialmente prevista para 2023, mas a situação de insegurança na região levou ao adiamento indefinido do projecto.

A resposta de Rabilloud surge após relatos no site Africa Intelligence de que a TotalEnergies teria instruído o consórcio CCS, composto pela Saipem (Itália), Chiyoda (Japão) e McDermott (EUA), a suspender operações e dispensar trabalhadores.

Embora não haja previsões concretas para a retoma do projecto, Rabilloud assegurou que a TotalEnergies mantém o compromisso de preservar a infraestrutura e preparar o local para uma possível retomada das operações assim que as condições de segurança sejam consideradas adequadas.

Area 1: TotalEnergies Denies Suspending Contracts, But Admits Non-Renewal in Afungi

TotalEnergies has clarified that it has not suspended contracts with subcontractors for the Mozambique LNG project on the Afungi peninsula in the Palma district of Cabo Delgado. The company admits, however, that it is not renewing contracts that have already come to an end, a process it considers natural given the project’s current situation.

The position was taken by the president of Mozambique LNG, Mazime Rabilloud, after a meeting with the governor of the province. He refuted reports in the media that the French oil company had suspended hundreds of workers linked to the gas exploration project in Area 1 of the Rovuma basin.

‘We all know that we are still in a situation of ‘force majeure’. I may even share some perspectives on this later, but at the moment it’s clear that there are still no conditions for restarting the project. In the meantime, we are carrying out various preservation works in preparation for a future resumption. These works, however, are not continuous, as some have a well-defined beginning and end. Unfortunately, when one of these operations is completed, there is a natural demobilisation, which will then be followed by the start of new works,’ said Rabilloud.

The Mozambique LNG project has been suspended since 2021, following the terrorist attacks that hit the town of Palma. Gas exploration in Area 1 of the Rovuma basin was initially planned for 2023, but the insecurity situation in the region led to the project being postponed indefinitely.

Rabilloud’s response comes after reports on the Africa Intelligence website that TotalEnergies had instructed the CCS consortium, made up of Saipem (Italy), Chiyoda (Japan) and McDermott (USA), to suspend operations and lay off workers.

Although there are no concrete forecasts for the resumption of the project, Rabilloud assured that TotalEnergies remains committed to maintaining the infrastructure and preparing the site for a possible restart of operations as soon as the safety conditions are deemed adequate.