Sunday, April 19, 2026
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PR destaca o papel da cooperação internacional no sector dos recursos naturais durante abertura do MMEC 2024

Na manhã de hoje, o Presidente da República de Moçambique, Filipe Jacinto Nyusi, inaugurou a 10ª edição da Conferência de Mineração e Energia de Moçambique (MMEC) 2024, um dos eventos mais importantes do país sobre recursos naturais. Realizada no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano, em Maputo, a conferência reúne líderes locais, regionais e globais para discutir o tema “Parcerias para a Prosperidade: Desbloquear os Recursos de Moçambique para Avançar o Crescimento Económico Nacional e Regional”.

Durante seu discurso de abertura, o Presidente Nyusi destacou a relevância dos recursos naturais, como a mineração e a energia, para a economia e a cultura de Moçambique. Nyusi, sublinhou que esses recursos desempenham um papel crucial no desenvolvimento económico do país e na melhoria das condições de vida da população.

Num outro desenvolvimento, o chefe de estado ressaltou a importância da cooperação internacional no sector de recursos naturais e fez menção aos desafios enfrentados pelo país, como a pobreza energética e as emissões de carbono, ao mesmo tempo que apontou as oportunidades de expansão da cadeia de valor e aumento do investimento no sector.

Além disso, o Presidente mencionou os investimentos em tecnologia e inovação no sector de energia, como a transição para fontes de energia mais limpas e a implementação de novas tecnologias para aumentar a eficiência e a produção.

A conferência, que se estenderá pelos por mais um dia, promete ser um espaço importante para o diálogo e a troca de experiências entre os participantes, com o objectivo de impulsionar o desenvolvimento económico sustentável de Moçambique.

Refira-se que, o evento conta com cerca de 520 delegados de mais de 20 países, consolidando a sua posição com um dos maiores eventos nacionais, regionais e globais unindo players do sector.

Taxa de juros de referência vai descer para 22,30 em Maio

Economia
A Associação Moçambicana de Bancos (AMB) anunciou nesta Quarta-feira (1), que a taxa de juro de referência para as operações de crédito no País vai descer para 22,30% em Maio, sendo esta a quarta queda em cinco meses.
“Desde 2018 que esta taxa, conhecida como ‘prime rate’, estava em queda, até ao mínimo de 15,5% em Fevereiro de 2021. Meses depois, a tendência inverteu-se e a taxa começou a subir até atingir 23,50% em Abril do ano passado, tendo aumentado para 24,10% em Julho, e mantendo-se em todos os meses seguintes”, explicou uma publicação da Lusa. Entretanto, em Janeiro de 2024, a taxa voltou a descer, após seis meses consecutivos em máximos de 24,10%, tendo-se fixado nos 23,50% em Fevereiro, descendo em Março para 23,10%, em Abril para 22,70%, e agora em Maio para 22,30%.
Os aumentos da ‘prime rate’ têm estado associados à subida da taxa de juro de política monetária (taxa MIMO, que influencia a fórmula de cálculo da ‘prime rate’) pelo banco central, no sentido de controlar a inflação.
Recentemente, o Comité de Política Monetária (CPMO) do Banco de Moçambique decidiu voltar a descer a taxa de juro de política monetária, para 15,75%, tendo em conta a “consolidação das perspectivas de inflação em um dígito, no médio prazo, num contexto em que a avaliação de riscos e incertezas associados às projecções continua favorável”. A criação da ‘prime rate’ foi acordada em 2017 entre o banco central e a AMB para eliminar a proliferação de taxas de referência no custo do dinheiro.
Na altura, foi lançada com um valor de 27,75%. O objectivo é que todas as operações de crédito sejam baseadas numa taxa única, “acrescida de uma margem (‘spread’), que será adicionada ou subtraída à ‘prime rate’ mediante a análise de risco” de cada contrato.
Fonte: Diário Económico

Inicia a 10ª Edição da Conferência e Exposição de Energia e Mineração de Moçambique

mmec

Moçambique acolhe hoje à décima edição da Conferência e Exposição de Energia e Mineração, um evento que reúne os principais actores dos sectores de energia e hidrocarbonetos para debater questões cruciais voltadas ao desenvolvimento sustentável. Programado para os dias 2 e 3 de Maio, o evento promete ser um fórum de discussão essencial para o futuro económico do país.

Com a presença de diversos actores do sector, a conferência se destaca como um espaço  para a troca de ideias e experiências, visando a identificação de oportunidades de negócios e a avaliação da viabilidade das explorações. Este encontro não apenas consolida as parcerias existentes, mas também estimula o surgimento de novas colaborações que impulsionam o crescimento e a inovação no sector energético e de mineração.

Durante os dois dias de intensa programação, espera-se que os participantes abordem uma ampla gama de tópicos, desde políticas regulatórias até avanços tecnológicos, todos com o objetivo comum de impulsionar o desenvolvimento sustentável de Moçambique. Além disso, a conferência servirá como plataforma para a apresentação de projetos inovadores e estratégias para a maximização do potencial energético e mineral do país.

Diante do actual cenário global, onde a transição para fontes de energia mais limpas e renováveis é uma prioridade, a 10ª edição desta conferência assume um papel ainda mais relevante. As discussões sobre a diversificação da matriz energética, a sustentabilidade ambiental e as oportunidades de investimento em energia renovável ganham destaque, reflectindo o compromisso de Moçambique com um futuro mais verde e próspero.

Neste contexto, a Conferência e Exposição de Energia e Mineração de Moçambique não é apenas um evento, mas sim um catalisador para o progresso e a transformação positiva do país. Ao reunir líderes, especialistas e investidores, o evento reforça a importância da colaboração e da visão compartilhada na construção de um futuro energético e mineral mais sustentável e inclusivo para todos.

Mulheres moçambicanas reconhecidas por contribuições notáveis em diversas áreas

A cidade de Maputo foi palco do evento Women Recognition Award, uma iniciativa da Fundação SPROWT destinada a homenagear mulheres pioneiras e destacadas em suas respectivas áreas de actuação.

O evento, organizado pela Pioneer Leadership Network for Women in Africa, em celebração ao Dia da Mulher Moçambicana, teve como objectivo reconhecer as significativas contribuições das mulheres para o desenvolvimento da sociedade moçambicana. As premiadas foram selecionadas com base nos valores e objectivos da Fundação SPROWT, destacando áreas estratégicas como educação, desenvolvimento, conhecimento, ciência e cultura.

Diversas personalidades estiveram presentes, incluindo a Presidente da Assembleia da República, Esperança Bias, e o Secretário de Estado da Cidade de Maputo, Vicente Joaquim.

Um dos momentos mais emocionantes da cerimónia foi o anúncio póstumo do prêmio Direitos Humanos para a Dra. Alice Mabota, considerada uma figura pioneira no activismo pelos direitos humanos em Moçambique. O tributo à sua memória foi marcado por uma comoção generalizada e uma calorosa homenagem.

A selecção das laureadas foi realizada por uma comissão independente do prémio, composta por membros da sociedade civil, diplomacia e sector empresarial, todos alinhados com a visão e missão da Fundação SPROWT. A comissão foi presidida por Anabela Andrianopoulos e contou com a participação de Jorge Ferrão, Lina Aiuba e Maryse Bounda.

As 14 mulheres premiadas destacaram-se por sua liderança, força, coragem e compromisso excepcional no avanço da mulher na sociedade, abrangendo diversas áreas como economia, saúde, direitos humanos, política, negócios, educação, ciência, tecnologia, cultura, desporto e mídia.

 

Vodacom alcança 86% da população e mantém a liderança no mercado

A Vodacom Moçambique anunciou recentemente durante o Media Briefing, organizado pela operadora, uma série de metas ambiciosas para promover a sustentabilidade e a inclusão em suas operações. Essas iniciativas abrangem várias áreas, desde inclusão no local de trabalho até transição energética e inclusão financeira.

Indicadores de ESG da Vodacom Moçambique

Uma das principais metas da operadora é alcançar a paridade de género no local de trabalho, com 40% de mulheres em cargos de liderança e 35% de mulheres em toda a força de trabalho até o final do ano financeiro 2023/24. Por outro lado, a Vodacom Moçambique pretende aumentar a contratação de colaboradores com necessidades especiais, visando alcançar 1% de representação até o mesmo período.

No que diz respeito à eficiência energética, a empresa está focada em reduzir suas emissões de carbono e aumentar o uso de energia solar em suas operações. Actualmente, 287 antenas são alimentadas por painéis solares, contribuindo para evitar cerca de 1,2 milhões de quilogramas de emissões de carbono no último ano.

Em termos de economia circular, a Vodacom Moçambique estabeleceu a meta ambiciosa de reciclar ou reutilizar 100% do lixo eletrónico resultante de suas operações. Esta meta já foi alcançada, demonstrando o compromisso da empresa com a redução do desperdício e a protecção do meio ambiente.

A nível de inclusão financeira, a Vodacom está empenhada em expandir o raio de cobertura através do seu serviço M-Pesa, com o objectivo de alcançar 75% da população adulta até 2025. Este serviço desempenha um papel vital na facilitação de transações financeiras e no acesso a serviços financeiros em áreas remotas.

Relativamente a inclusão digital, a operdaora compreomente-se a conectar 21 milhões de moçambicanos à sua rede e fornecer internet gratuita a 500 escolas secundárias até 2025. Isso garantirá que mais pessoas tenham acesso à educação e oportunidades online em todo o país.

Ligados à inovação e ao futuro de Moçambique

Desde o seu início, a empresa tem sido uma pioneira no sector de telecomunicações, contribuindo significativamente para melhorar a qualidade de vida dos moçambicanos e promover o progresso do país. Nos últimos anos a operadora expandiu sua rede para alcançar mais de 12 milhões de moçambicanos, cobrindo cerca de 86% da população do país. O que começou como um serviço de voz evoluiu para incluir uma ampla gama de ofertas, desde dados até internet, e até mesmo serviços digitais para empresas.

A empresa não apenas acompanhou as mudanças tecnológicas, mas também liderou muitas delas. Foi a primeira a introduzir os serviços 3G em 2010, seguidos pelo lançamento pioneiro dos serviços 4G em 2018 e a implementação do 5G em 2023. Esses marcos reflectem o compromisso da Vodacom Moçambique com a inovação e a melhoria contínua da experiência do cliente.

Além de sua actuação no campo das telecomunicações, a Vodacom Moçambique também se destaca por seu compromisso com a sustentabilidade e a inclusão social. Parcerias estratégicas com organizações como a Engie Energy Access demonstram o compromisso da empresa em fornecer soluções energéticas mais limpas e acessíveis para comunidades em todo o país.

Inclusão e Desenvolvimento Social

A responsabilidade social corporativa também está no cerne das operações da Vodacom Moçambique. Através de iniciativas como o programa “Faz Crescer”, a empresa investe na melhoria da educação, fornecendo laboratórios de informática em escolas secundárias públicas e incentivando a participação das meninas nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM).

Ademais, a Vodacom Moçambique está comprometida com a promoção da igualdade de género e o empoderamento das mulheres, através de programas como o “Shine” e a iniciativa “Code Like a Girl”. Para além de desempenhar um papel vital no apoio à saúde pública, colaborando com o programa “Goodbye Malaria” para reduzir os índices de contaminação pela doença em todo o país.

Como parte de sua visão para o futuro, a empresa está investir em novas tecnologias e infra-estruturas, como a construção de um Data Center de última geração, para garantir a qualidade e segurança de seus serviços digitais.

Refira-se que a Vodacom Moçambique continua comprometida em conectar pessoas, transformar vidas e impulsionar o desenvolvimento económico e social do país. Com uma visão compartilhada de um Moçambique mais próspero, inclusivo e sustentável, a empresa convida todos a se juntarem a eles nessa jornada de crescimento e progresso.

 

Vodacom reaches 86% of the population and maintains market leadership

Vodacom Mozambique recently announced during the Media Briefing, organized by the operator, a series of ambitious goals to promote sustainability and inclusion in its operations. These initiatives cover various areas, from inclusion in the workplace to energy transition and financial inclusion.

Vodacom Mozambique’s ESG indicators

One of the operator’s main goals is to achieve gender parity in the workplace, with 40% of women in leadership positions and 35% of women in the entire workforce by the end of the financial year 2023/24. On the other hand, Vodacom Mozambique intends to increase the hiring of employees with special needs, aiming to reach 1% representation by the same period.

As far as energy efficiency is concerned, the company is focused on reducing its carbon emissions and increasing the use of solar energy in its operations. Currently, 287 antennas are powered by solar panels, helping to avoid around 1.2 million kilograms of carbon emissions in the last year.
In terms of the circular economy, Vodacom Mozambique has set itself the ambitious target of recycling or reusing 100% of the electronic waste resulting from its operations. This target has already been achieved, demonstrating the company’s commitment to reducing waste and protecting the environment.

In terms of financial inclusion, Vodacom is committed to expanding the coverage radius through its M-Pesa service, with the aim of reaching 75% of the adult population by 2025. This service plays a vital role in facilitating financial transactions and access to financial services in remote areas.

Regarding digital inclusion, the operator is committed to connecting 21 million Mozambicans to its network and providing free internet to 500 secondary schools by 2025. This will ensure that more people have access to education and online opportunities across the country.

Connected to innovation and the future of Mozambique

Since its inception, the company has been a pioneer in the telecommunications sector, making a significant contribution to improving the quality of life of Mozambicans and promoting the country’s progress. In recent years the operator has expanded its network to reach more than 12 million Mozambicans, covering around 86% of the country’s population. What began as a voice service has evolved to include a wide range of offers, from data to internet, and even digital services for companies.

The company has not only kept pace with technological changes, but has also led many of them. It was the first to introduce 3G services in 2010, followed by the pioneering launch of 4G services in 2018 and the rollout of 5G in 2023. These milestones reflect Vodacom Mozambique’s commitment to innovation and the continuous improvement of the customer experience.

In addition to its performance in the field of telecommunications, Vodacom Mozambique also stands out for its commitment to sustainability and social inclusion. Strategic partnerships with organizations such as Engie Energy Access demonstrate the company’s commitment to providing cleaner and more accessible energy solutions to communities across the country.

Social Inclusion and Development

Corporate social responsibility is also at the heart of Vodacom Mozambique’s operations. Through initiatives such as the “Faz Crescer” program, the company invests in improving education by providing computer labs in public secondary schools and encouraging the participation of girls in the areas of science, technology, engineering and mathematics (STEM).

In addition, Vodacom Mozambique is committed to promoting gender equality and empowering women, through programs such as “Shine” and the “Code Like a Girl” initiative. In addition to playing a vital role in supporting public health, it collaborates with the “Goodbye Malaria” program to reduce the rates of contamination by the disease throughout the country.

As part of its vision for the future, the company is investing in new technologies and infrastructures, such as the construction of a state-of-the-art Data Center, to guarantee the quality and security of its digital services.

It should be noted that Vodacom Mozambique remains committed to connecting people, transforming lives and boosting the country’s economic and social development. With a shared vision of a more prosperous, inclusive and sustainable Mozambique, the company invites everyone to join them on this journey of growth and progress.

Ding Sheng Minerals, SA, aposta na contratação de jovens de Gaza

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A empresa chinesa Ding Sheng Minerals, SA, que explora a mina de areias pesadas de Chibuto, na província de Gaza, Sul do País, está comprometida em promover o emprego local, especialmente entre os jovens da região. A empresa pretende contratar jovens para trabalharem em diversas áreas necessárias para a operação da mineradora, como parte de seu compromisso com o desenvolvimento local.

O representante da empresa fez esse compromisso durante o lançamento do programa “Balcão Móvel de Emprego”, realizado pelo Instituto Nacional de Emprego, destacando o apoio aos esforços do Governo na criação de condições para promover o emprego juvenil na província. Alguns jovens já terão a oportunidade de beneficiar de estágios pré-profissionais.

A Ding Sheng Minerals também revelou planos para realizar seu primeiro carregamento via marítima em Agosto, uma vez concluída a construção da doca de Chongoene, prevista para breve. A doca será usada para atracar embarcações e facilitar a exportação das areias pesadas de Chibuto para vários países, evitando os altos custos de transporte por estrada até ao Porto de Maputo.

Desde 2018, a Ding Sheng Minerals opera em Chibuto, processando diariamente dez mil toneladas de areia. Com uma concessão de 25 anos, a empresa prevê extrair anualmente um milhão de toneladas de ilmenite, além de areias pesadas, contribuindo assim para o desenvolvimento económico da região e do País.

Ding Sheng Minerals, SA, bets on hiring young people from Gaza

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The Chinese company Ding Sheng Minerals, SA, which operates the Chibuto heavy sands mine in the southern province of Gaza, is committed to promoting local employment, especially among young people in the region. The company intends to hire young people to work in various areas necessary for the mining operation, as part of its commitment to local development.

The company representative made this commitment during the launch of the “Mobile Employment Desk” program, carried out by the National Employment Institute, highlighting its support for the government’s efforts to create conditions to promote youth employment in the province. Some young people will already have the opportunity to benefit from pre-professional internships.

Ding Sheng Minerals also revealed plans to carry out its first shipment by sea in August, once the construction of the Chongoene dock is completed, which is expected soon. The dock will be used to dock vessels and facilitate the export of heavy sands from Chibuto to various countries, avoiding the high costs of transportation by road to the Port of Maputo.

Since 2018, Ding Sheng Minerals has been operating in Chibuto, processing 10,000 tons of sand a day. With a 25-year concession, the company plans to extract one million tons of ilmenite annually, as well as heavy sands, thus contributing to the economic development of the region and the country.

Ex-Mineiros moçambicanos recebem compensação por doenças ocupacionais

Ex-minerios

Os ex-mineiros moçambicanos que trabalharam nas minas da África do Sul e desenvolveram doenças ocupacionais devido às péssimas condições de trabalho e de vida estão a beneficiar de compensação através do Tshiamiso Trust, um fundo criado em 2020. O fundo foi estabelecido como parte de um acordo entre seis mineradoras sul-africanas e advogados dos ex-mineiros para compensar doenças como a silicose e tuberculose.

Recentemente, o Tshiamiso Trust anunciou a expansão dos seus locais de Exame Médico de Benefícios (BME) para Chókwè e Maxixe, na província de Gaza, além de Maputo. Esta expansão visa melhorar a acessibilidade aos serviços para uma comunidade mais ampla de ex-trabalhadores elegíveis que procuram compensação por doenças ocupacionais.

Desde o início das operações em Moçambique, o fundo já beneficiou 159 ex-mineiros no valor de 16,7 milhões de rands (58,8 milhões de meticais). A directora de Operações do Tshiamiso Trust, Tina da Cruz, destacou o aumento significativo nas certificações e nos pagamentos de compensações desde a implementação da iniciativa.

Os ex-mineiros elegíveis para receber a compensação são aqueles que realizaram trabalhos de risco numa das minas de ouro qualificadas entre 12 de Março de 1965 e 10 de Dezembro de 2019 e que tenham recebido um Certificado de Achado Médico ou de tuberculose. A iniciativa foi bem recebida pela Associação dos Mineiros de Moçambique, que vê nela uma oportunidade de melhoria de vida para os ex-trabalhadores das minas.

Former Mozambican miners receive compensation for occupational diseases

Ex-minerios

Former Mozambican miners who worked in South African mines and developed occupational diseases due to poor working and living conditions are benefiting from compensation through the Tshiamiso Trust, a fund set up in 2020. The fund was established as part of an agreement between six South African mining companies and lawyers for the ex-miners to compensate for diseases such as silicosis and tuberculosis.

Recently, the Tshiamiso Trust announced the expansion of its Benefit Medical Examination (BME) sites to Chókwè and Maxixe, in Gaza province, in addition to Maputo. This expansion aims to improve accessibility to services for a wider community of eligible ex-workers seeking compensation for occupational diseases.

Since starting operations in Mozambique, the fund has benefited 159 ex-miners to the value of 16.7 million rands (58.8 million meticais). Tshiamiso Trust’s Operations Director, Tina da Cruz, highlighted the significant increase in certifications and compensation payments since the implementation of the initiative.

Ex-miners eligible to receive compensation are those who carried out risky work in one of the qualified gold mines between March 12, 1965 and December 10, 2019 and who have received a Certificate of Medical Finding or tuberculosis. The initiative was welcomed by the Association of Miners of Mozambique, which sees it as an opportunity to improve the lives of former mine workers.