Saturday, April 25, 2026
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Reference interest rate for credit remains at 23.50% in February

Taxa de juro de referência para crédito mantém-se em 23,50% em Fevereiro

The Mozambican Banking Association (AMB) has announced that the reference interest rate, known as Prime Rate, for credit operations in Mozambique will remain at 23.50% in February, the second consecutive month it has remained at that level.

According to AMB, the Prime Rate has a recent history of significant variations. After reaching its lowest point in February 2021, at 15.5%, the rate began to rise, reaching 23.50% in April and then 24.10% in July, remaining at that level in the following months. In January 2024, the rate returned to the value of April of the previous year, after six consecutive months at 24.10%, and will remain unchanged in February, as decided by the AMB.

These increases in the Prime Rate are associated with the rise in the monetary policy interest rate (MIMO rate), which influences the calculation of the Prime Rate by the Central Bank as a measure to control inflation. The Bank of Mozambique maintained the MIMO rate at 17.25%, as well as the mandatory reserves required of commercial banks.

The creation of the Prime Rate in 2017 was a joint effort by the central bank and the AMB to standardize reference rates on the cost of money, with the aim of simplifying credit operations with a single rate plus a spread determined by the risk analysis of each contract.

Extensão da concessão do Porto de Maputo deverá consolidar posição estratégica na região

Extensão da concessão do Porto de Maputo deverá consolidar posição estratégica na região

O governo de Moçambique aprovou a extensão da concessão do Porto de Maputo por mais 25 anos, a partir de 2033, em uma decisão que visa fortalecer a posição estratégica desta infra-estrutura na África Austral e no mundo. A prorrogação da concessão permitirá que o porto consolide sua importância no comércio externo não apenas da região sul de Moçambique, mas também de países vizinhos como a República da África do Sul, Reino do Eswatini, Botswana e Zimbabué.

Segundo o Ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, o investimento adicional previsto para a extensão da concessão deverá resultar em um retorno directo ao Estado estimado em mais de oito bilhões de dólares ao longo dos próximos 25 anos. Esses recursos serão destinados a aumentar a capacidade de manuseio de carga do porto, que actualmente é de 31,4 milhões de toneladas, para 54 milhões de toneladas. Essa expansão significativa na capacidade de manuseio posicionará o Porto de Maputo como um dos principais players no sector portuário e logístico.

Além disso, a extensão da concessão deverá ter um impacto significativo na economia, incluindo a criação de empregos, aumento de renda e oportunidades de negócios não apenas para Moçambique, mas também para os países vizinhos. No ano passado, o porto registou um recorde de 31,2 milhões de toneladas de carga manuseada, um aumento de mais de 16% em relação a 2022, destacando sua crescente importância no comércio regional e internacional.

A extensão da concessão do Porto de Maputo representa um marco importante no desenvolvimento económico e infra-estruturas de Moçambique e reforça seu papel como um hub logístico crucial na região.

Extension of the Port of Maputo concession should consolidate its strategic position in the region

Extensão da concessão do Porto de Maputo deverá consolidar posição estratégica na região

The Mozambican government has approved the extension of the Port of Maputo’s concession for another 25 years, starting in 2033, in a decision aimed at strengthening the strategic position of this infrastructure in southern Africa and the world. The extension of the concession will allow the port to consolidate its importance in foreign trade not only for the southern region of Mozambique, but also for neighboring countries such as the Republic of South Africa, the Kingdom of Eswatini, Botswana and Zimbabwe.

According to the Minister of Transport and Communications, Mateus Magala, the additional investment planned for the extension of the concession should result in a direct return to the state estimated at more than eight billion dollars over the next 25 years. These funds will go towards increasing the port’s cargo handling capacity, which currently stands at 31.4 million tons, to 54 million tons. This significant expansion in handling capacity will position the Port of Maputo as one of the main players in the port and logistics sector.

In addition, the extension of the concession is expected to have a significant impact on the economy, including job creation, increased income and business opportunities not only for Mozambique, but also for neighboring countries. Last year, the port recorded a record 31.2 million tons of cargo handled, an increase of more than 16% compared to 2022, highlighting its growing importance in regional and international trade.

The extension of the Port of Maputo concession represents an important milestone in Mozambique’s economic development and infrastructure and reinforces its role as a crucial logistics hub in the region.

Moçambique e AIE mobilizam investimentos para o sector de energia

Moçambique e AIE mobilizam investimentos para o sector de energia

Moçambique e a Agência Internacional de Energia (AIE) estão unindo esforços para atrair mais investimentos para o sector energético do país, visando aproveitar o seu vasto potencial energético. O anúncio foi feito pelo Diretor Executivo da AIE, Fatih Birol, após um encontro com o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, em Roma, capital italiana.

Durante a reunião, Birol destacou o potencial de Moçambique no sector energético, especialmente na exploração de gás natural e energia hidroeléctrica. Ele ressaltou que a AIE e Moçambique estão trabalhando em conjunto para desenvolver uma estratégia que atraia investidores de todo o mundo para o país.

Além disso, Birol convidou o Presidente Nyusi para participar da Cúpula “Clean Cooking” (Cozinha Limpa), que acontecerá em 14 de Maio em Paris, França. O evento contará com a presença de líderes e investidores de todo o mundo e pretende buscar soluções para questões relacionadas à energia limpa e sustentável.

A iniciativa conjunta entre Moçambique e a AIE representa um passo significativo na busca por investimentos no sector energético do país, o que pode contribuir para o seu desenvolvimento económico e sustentável.

Mozambique and the IEA mobilize investment in the energy sector

Moçambique e AIE mobilizam investimentos para o sector de energia

Mozambique and the International Energy Agency (IEA) are joining forces to attract more investment to the country’s energy sector, with a view to taking advantage of its vast energy potential. The announcement was made by the Executive Director of the IEA, Fatih Birol, after a meeting with the Mozambican President, Filipe Nyusi, in Rome, the Italian capital.

During the meeting, Birol highlighted Mozambique’s potential in the energy sector, especially in the exploitation of natural gas and hydroelectric power. He stressed that the IEA and Mozambique are working together to develop a strategy to attract investors from all over the world to the country.

In addition, Birol invited President Nyusi to participate in the “Clean Cooking” Summit, which will take place on May 14 in Paris, France. The event will be attended by leaders and investors from around the world and aims to find solutions to issues related to clean and sustainable energy.

The joint initiative between Mozambique and the IEA represents a significant step in the search for investment in the country’s energy sector, which can contribute to its economic and sustainable development.

Octávio Mutemba: “Queremos ampliar o acesso ao financiamento às mulheres empreendedoras e outros empresários de pequena dimensão”

Uma entrevista concedida pelo Director de Institucionais e Protocolo do Moza Banco, Octávio Mutemba, ao Profile Mozambique, destaca as diferentes iniciativas da instituição no que respeita a construção de soluções de financiamento para 2024.

Profile Mozambique: De forma retrospectiva e tendo em consideração o último ano, quais foram os desafios mais evidentes com os quais a instituição se deparou e quais as medidas adoptadas para os ultrapassar?

Octávio Mutemba: Em 2023, o Moza Banco demonstrou uma vez mais a sua capacidade de superação de desafios, sobretudo num contexto menos favorável da conjuntura económica global e agravamento da política monetária restritiva ao nível nacional. A economia global observou uma considerável desaceleração em consequência da acção preventiva dos bancos centrais para combater a subida generalizada da inflação.

Em Moçambique, o Banco Central aumentou os coeficientes de reservas obrigatórias para os passivos em moeda nacional e estrangeira, passando de 10,5% para 39% e 11,5% para 39,5%, respectivamente. Esta medida reduziu substancialmente a liquidez bancária, impactando adversamente a capacidade dos bancos no geral desempenharem as suas actividades correntes com a devida normalidade. Por consequência, uma das mais importantes funções dos bancos, que é a de financiar a economia, foi significativamente afectada, uma realidade que o Moza não foi a excepção.

PM: Falemos dos principais acontecimentos que marcaram positivamente, a empresa e que contribuíram para o seu crescimento durante o ano 2023.

OM: Em 2023 o Moza celebrou o seu 15º aniversário e lançou a campanha Faz Acontecer, como uma forma de enfatizar o espírito proactivo dos moçambicanos que todos os dias “Fazem Acontecer”. Entretanto, várias foram os marcos assinalados durante o ano passado, com destaque para a implementação de iniciativas transformadoras de promoção de inclusão financeira, particularmente com enfoque nos grupos sociais relativamente mais vulneráveis.

A implementação do programa radiofónico denominado “Conta com o Moza” resulta dos esforços do Moza no aumento do acesso e uso dos serviços financeiros para cada vez mais moçambicanos. Os agricultores, pequenos comerciantes, funcionários públicos e Agentes do Estado, estudantes e mulheres de baixa renda representaram o público alvo da primeira fase do programa ocorrido em 5 Distritos do centro e norte do país (nomeadamente: Derre, Memba, Murrupula, Chimbunila e Majune) onde o Moza é único operador bancário, no âmbito da Iniciativa Presidencial “Vamos Bancarizar Moçambique – Um Distrito, Um Banco”, Foram ao todo 12 edições que transmitiram semanalmente e em línguas locais, conceitos, boas práticas, dicas de segurança, entre outra informação útil relacionada aos serviços financeiros e a gestão das finanças pessoais. Com esta aposta no uso de línguas locais predominantes, o Moza Banco tornou-se na primeira instituição bancária  em Moçambique a adoptar esta abordagem, para comunicar conteúdo financeiro.

PM: Quais as principais metas e prioridades traçadas para o Moza Banco, para o ano 2024, designadamente no que respeita a construção de soluções de financiamento e ao seu capital humano?

OM: Para o presente ano, o Moza pretende continuar a investir em soluções inovadoras e eficientes que contribuam para criar ainda mais facilidades para os nossos clientes e parceiros de negócio. Existem vários projectos em curso nos domínios financeiro e tecnológico que irão trazer benefícios para os moçambicanos. Queremos reforçar ainda mais a divulgação de alguns produtos e serviços criados nos anos anteriores, com destaque para o Moza Connect que visa a integração do sistema core do Banco e o sistema core das empresas para facilitar consideravelmente a vida dos empresários moçambicanos, principalmente no que concerne a execução de transferências na comodidade do ambiente de trabalho das empresas e com benefício económico devido ao precário reduzido aplicável.

Em 2024, o Moza irá também investir em produtos específicos para a Mulher, reforçando ainda mais o nosso sentido de universalidade enquanto Banco moçambicano. A nossa grande meta é garantir que cada moçambicano pense no nome Moza quando quiser aderir a qualquer serviço ou produto bancário. No tocante ao capital humano, o Moza sempre priorizou o bem-estar dos seus colaboradores, investindo em vários aspectos preponderantes para o bem-estar dos seus funcionários e familiares. Aliás, em 2023 o Moza figurou entre as “melhores empresas para se trabalhar em Moçambique”, de acordo com o estudo levado a cabo pela Tempus Global. Em 2024, continuaremos a investir no nosso capital humano, na saúde, formação, treinamento e em todas as áreas que promovam o bem-estar dos colaboradores.

PM: Vamos ter algumas novidades concretas em termos de produtos e serviços do Moza Banco?

OM: Uma novidade recente e de destaque para o Moza é a celebração Memorando de Entendimento com o Banco Europeu de Investimento (BEI) que preconiza a disponibilização de uma linha de crédito de EUR 10 milhões para financiamento de pequenas e médias empresas, com principal incidência no empreendedorismo das mulheres. A linha de financiamento referida é abrangente aos diversos sectores da economia, contribuindo para o desenvolvimento económico do país.

A linha de crédito em referência ampliará o acesso de financiamento as mulheres empreendedoras e outros empresários de pequena dimensão que têm dificuldade actualmente de contrair crédito tradicional devido ao ambiente de taxas de juro relativamente penalizadoras.

PM: Têm existido avanços relevantes na tecnologia ao dispor da indústria bancária e a entrada de novos players nesta indústria (Fintechs). Face a esta evolução, de que forma se está a posicionar o Moza Banco para dar resposta aos desafios tecnológicos?

OM: Desde a sua incepção no mercado bancário nacional, o Moza tem realizado uma forte aposta na tecnologia. À luz do  plano estratégico  do Banco (2022 – 2026), está em curso  um programa ambicioso de Transformação Digital que que visa a integração de novas infra-estruturas de suporte tecnológico e ajuste transversal dos processos organizacionais, permitindo maior comodidade, eficiência, transparência e segurança aos clientes na execução das suas operações bancárias e aproximando-os ainda mais aos nossos canais remotos de prestação de serviços com qualidade equiparável aos mais elevados padrões internacionais.

Por outro lado, o Moza acredita em parcerias vantajosas para melhoria da experiência dos clientes no uso dos serviços bancários. É por isso que o Moza goza de interoperabilidade com os operadores de moeda electrónica, galvanizando assim o seu potencial de contacto com um público ainda não bancarizado, com maior incidência nos distritos mais recônditos do país e sem presença física de bancos. Ao nosso ver, as Fintechs podem ser parceiras do Banco para estimular a melhoria do acesso e qualidade dos serviços bancários ao nível nacional.

PM: Tendo em consideração a aceleração da transformação digital que se observa nos tempos que correm, com a adopção de plataformas digitais para interacção com clientes e de automatismos que promovem a eficiência de processos, quais os principais impactos que se podem esperar nas estruturas do Banco e que estratégias estão pensadas para apoiar os colaboradores? Por outro lado, sendo a Banca um negócio baseado no contacto e na confiança, como antecipa o papel das áreas comerciais nesta r(evolução) em curso?

OM: O Moza é mais do que um banco com clientes. É sim um Banco para os clientes.

Por essa razão, elegemos a contínua actualização sobre as diversas evoluções tecnológicas, inovação de processos como também as mudanças de paradigmas ao nível global que afectam o tecido social, económico e político internacional, regional e nacional, com impacto nos diversos sectores económicos (e estes cada vez mais interdependentes), incluindo a Banca.

De modo a estimular a adaptação orgânica de novas tecnologias no Banco, somos ávidos investidores na formação contínua dos nossos colaboradores ao nível nacional e internacional. Participamos nos fóruns de discussão tecnológica e inovação na região e no mundo na qualidade de oradores para partilhar experiências e conhecimentos autênticos com os diversos players globais. Como evidencia desta forma de ser, o Moza já até participou na 11ª edição da Webb Summit, a maior conferência de tecnologias da Europa e do mundo, que se realiza anualmente desde 2009.

Ainda em 2023, o Moza esteve representado na qualidade de orador na World Financial Innovation Series, realizada em Nairobi, Quénia, que é um dos países africanos que maior desenvolvimento tem observado na digitalização dos processos bancários.

Octávio Mutemba: “We want to increase access to finance for women entrepreneurs and other small business owners”

An interview with Profile Mozambique by Moza Banco’s Director of Institutional and Protocol, Octávio Mutemba, highlights the institution’s different initiatives in terms of building financing solutions for 2024.

Profile Mozambique: Looking back over the last year, what were the most obvious challenges facing the institution and what measures were taken to overcome them?

Octávio Mutemba: In 2023, Moza Banco once again demonstrated its ability to overcome challenges, especially in a less favorable context of the global economic situation and the worsening of restrictive monetary policy at national level. The global economy saw a considerable slowdown as a result of preventive action by central banks to combat the general rise in inflation.

In Mozambique, the Central Bank increased the mandatory reserve coefficients for domestic and foreign currency liabilities from 10.5% to 39% and 11.5% to 39.5% respectively. This measure substantially reduced bank liquidity, adversely impacting the ability of banks in general to carry out their day-to-day activities with due normality. As a result, one of the banks’ most important functions, which is to finance the economy, was significantly affected, a reality that Moza was no exception to.

PM: Let’s talk about the main events that made a positive impact on the company and contributed to its growth during 2023.

OM: In 2023 Moza celebrated its 15th anniversary and launched the Faz Acontecer campaign, as a way of emphasizing the proactive spirit of Mozambicans who “Make it Happen” every day. In the meantime, several milestones have been marked over the past year, most notably the implementation of transformative initiatives to promote financial inclusion, particularly with a focus on the relatively more vulnerable social groups.

The implementation of the radio program “Conta com o Moza” is the result of Moza’s efforts to increase access to and use of financial services for more and more Mozambicans. Farmers, small traders, civil servants and state agents, students and low-income women represented the target audience for the first phase of the program, which took place in 5 Districts in the center and north of the country (namely: Derre, Memba, Murrupula, Chimbunila and Majune) where Moza is the sole banking operator, as part of the Presidential Initiative “Let’s Bank Mozambique – One District, One Bank”, There were a total of 12 editions that transmitted weekly and in local languages, concepts, good practices, security tips, among other useful information related to financial services and the management of personal finances. With this commitment to using predominantly local languages, Moza Banco became the first banking institution in Mozambique to adopt this approach to communicating financial content.

PM: What are the main goals and priorities for Moza Banco for 2024, particularly with regard to building financing solutions and its human capital?

OM: This year, Moza intends to continue investing in innovative and efficient solutions that will help create even more facilities for our clients and business partners. There are several projects underway in the financial and technological fields that will bring benefits to Mozambicans. We want to further strengthen the dissemination of some of the products and services created in previous years, in particular Moza Connect, which aims to integrate the Bank’s core system and the core system of companies to make life considerably easier for Mozambican entrepreneurs, especially when it comes to carrying out transfers in the comfort of the companies’ working environment and with economic benefit due to the reduced precariousness applicable.

In 2024, Moza will also invest in specific products for women, further strengthening our sense of universality as a Mozambican bank. Our big goal is to ensure that every Mozambican thinks of the name Moza when they want to sign up for any banking service or product. With regard to human capital, Moza has always prioritized the well-being of its employees, investing in various aspects that are crucial to the well-being of its employees and their families. In fact, in 2023 Moza was among the “best companies to work for in Mozambique”, according to a study carried out by Tempus Global. In 2024, we will continue to invest in our human capital, in health, education, training and in all aspects of the company.

PM: Are we going to have any concrete news in terms of Moza Banco’s products and services?

OM: A recent and noteworthy development for Moza is the signing of a Memorandum of Understanding with the European Investment Bank (EIB) to provide a EUR 10 million line of credit to finance small and medium-sized enterprises, with the main focus on women’s entrepreneurship. This line of credit covers all sectors of the economy and contributes to the country’s economic development.

The credit line in question will increase access to finance for women entrepreneurs and other small businesspeople who currently find it difficult to take out traditional credit due to the relatively penalizing interest rate environment.

There have been significant advances in the technology available to the banking industry and the entry of new players in this industry (Fintechs). Given these developments, how is Moza Banco positioning itself to respond to the technological challenges?

Since its inception on the national banking market, Moza has made a strong commitment to technology. In the light of the Bank’s strategic plan (2022 – 2026), an ambitious Digital Transformation programme is underway, aimed at integrating new technological support infrastructures and adjusting organizational processes across the board, allowing customers greater convenience, efficiency, transparency and security when carrying out their banking operations and bringing them even closer to our remote channels for providing services with quality comparable to the highest international standards.

On the other hand, Moza believes in advantageous partnerships to improve the customer experience when using banking services. This is why Moza enjoys interoperability with e-money operators, thus galvanizing its potential for contact with an unbanked public, with a greater incidence in the most remote districts of the country and without a physical presence of banks. In our view, fintechs can be the Bank’s partners in stimulating improved access to and quality of banking services nationwide.

PM: Taking into account the acceleration of digital transformation that we are seeing these days, with the adoption of digital platforms for interacting with customers and automations that promote process efficiency, what are the main impacts that can be expected on the Bank’s structures and what strategies are planned to support them?

OM: Moza is more than a bank with customers. It is a bank for customers.

For this reason, we strive to keep up to date with the various technological developments, process innovations and global paradigm shifts affecting the international, regional and national social, economic and political fabric, with an impact on the various economic sectors (which are increasingly interdependent), including banking.

In order to stimulate the organic adaptation of new technologies in the Bank, we are avid investors in the continuous training of our employees at national and international level. We participate in technological and innovation discussion forums in the region and around the world as speakers to share authentic experiences and knowledge with the various global players. As evidence of this way of being, Moza has even taken part in the 11th edition of the Webb Summit, the largest technology conference in Europe and the world, which has been held annually since 2009.

Also in 2023, Moza was represented as a speaker at the World Financial Innovation Series, held in Nairobi, Kenya, which is one of the African countries that has seen the greatest development in the digitalization of banking processes.

EUA pretende investir 21 milhões de dólares em água e saneamento em Moçambique

EUA planeiam investir 21 milhões de dólares em água e saneamento em Moçambique

Os Estados Unidos da América (EUA) anunciaram nesta Terça-feira, 30 de Janeiro, que planeiam investir 21 milhões de dólares nos sectores da água e saneamento em Moçambique. Segundo informações da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), Moçambique integra o programa quinquenal de Alta Prioridade, no âmbito da Estratégia Global para a Água.

“Os investimentos da USAID em Moçambique proporcionarão acesso a serviços de água e saneamento básico a pelo menos 325 mil pessoas e a 90 escolas e hospitais. É importante ressaltar que nossos programas visam fortalecer as instituições moçambicanas”, afirmou a entidade em comunicado.

Conforme a USAID, “o setor de saneamento é desafiador, pois até 2022 apenas 38% da população tinha acesso a instalações de saneamento básico”.

“Nos próximos cinco anos, a USAID trabalhará com o Executivo moçambicano para expandir o acesso a serviços e produtos de água e saneamento, além de fortalecer a capacidade institucional nacional e local para gerir os recursos hídricos de forma resiliente e sustentável”, acrescentou.

A Agência enfatizou que esta estratégia “marca uma nova era de colaboração e progresso, sendo que o apoio à água, ao saneamento e à higiene é uma componente crítica da assistência mais ampla do Governo dos EUA em Moçambique”.

“Os EUA fornecem mais de 812 milhões de dólares em assistência anual para melhorar a qualidade dos cuidados de saúde e da educação em Moçambique, além de promover a prosperidade e estabilidade económica“, concluiu.

US plans to invest 21 million dollars in water and sanitation in Mozambique

The United States of America (USA) announced on Tuesday, January 30, that it plans to invest 21 million dollars in the water and sanitation sectors in Mozambique. According to information from the United States Agency for International Development (USAID), Mozambique is part of the five-year High Priority program under the Global Water Strategy.

“USAID’s investments in Mozambique will provide access to water and sanitation services for at least 325,000 people and 90 schools and hospitals. It is important to note that our programs aim to strengthen Mozambican institutions,” the organization said in a statement.

According to USAID, “the sanitation sector is challenging, as by 2022 only 38% of the population had access to basic sanitation facilities”.

“Over the next five years, USAID will work with the Mozambican Executive to expand access to water and sanitation services and products, as well as strengthening national and local institutional capacity to manage water resources in a resilient and sustainable manner,” it added.

The Agency emphasized that this strategy “marks a new era of collaboration and progress, with support for water, sanitation and hygiene being a critical component of the US Government’s broader assistance in Mozambique.”

“The US provides more than 812 million dollars in annual assistance to improve the quality of health care and education in Mozambique, in addition to promoting economic prosperity and stability,” he concluded.

This article was based on information released by the United States Agency for International Development (USAID) and is subject to updates as new data becomes available.

Moçambique vai beneficiar de 5,5 mil milhões de euros do governo italiano para o desenvolvimento

Moçambique vai beneficiar de 5,5 mil milhões de euros do governo italiano para o desenvolvimento

Moçambique está entre os nove países africanos seleccionados para receber um financiamento de 5,5 mil milhões de euros do Governo italiano. Esta iniciativa, anunciada pela primeira-ministra italiana, Gegorgia Meloni, durante a cimeira Itália-África, visa apoiar o desenvolvimento em várias áreas.

O financiamento, parte do plano Mattei para África, será direccionado para infra-estruturas físicas e digitais, formação profissional, saúde, água e energia, promoção de emprego, acções de combate às alterações climáticas e ao terrorismo. A expectativa é que esses investimentos contribuam significativamente para o crescimento e a estabilidade desses países.

Além de Moçambique, países como Quénia, Tunísia, Congo e Marrocos também estão entre os beneficiários desse financiamento. Segundo Meloni, os resultados dos projectos implementados nesses países poderão servir de modelo para outras nações, adaptando-se às necessidades específicas de cada uma.

Essa iniciativa reflete o compromisso do Governo italiano em fortalecer as relações e promover o desenvolvimento sustentável em África, buscando parcerias que possam impulsionar o progresso económico e social em toda a região.