Tuesday, April 28, 2026
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EDM plans 22,000 new electricity connections in Niassa province

EDM Projecta 22 mil novas ligações eléctricas para província do Niassa

Electricity of Mozambique (EDM) plans to expand its electricity network in Niassa province, with 22,000 new domestic connections in ten administrative posts. The information was published by Rádio Moçambique (RM).

Heitor Matimele, director of EDM in the city of Lichinga, pointed out that electrification work in the administrative posts of Muaquia, in Mauje, and Meluluca, in the district of Lago, is at an advanced stage. He also revealed that electrification projects will soon be launched at eight other administrative posts, with completion expected later this year. Importantly, Matondovela and Gomba, in the Mecula district, will be electrified using renewable energy.

Currently, 31 of the 41 administrative posts in Niassa province are already electrified by the national grid, benefiting around one million people.

The expansion of EDM’s electricity network in Niassa province represents a significant step forward in improving access to electricity in the region, which will have a positive impact on the quality of life of local communities. Furthermore, this initiative is in line with the goal of electrifying rural areas and promoting the use of renewable energies in Mozambique.

The electrification of these regions will not only provide immediate benefits in terms of access to energy, but will also contribute to the sustainable economic and social development of these areas, boosting the growth and quality of life of local communities.

With this project, EDM is reaffirming its commitment to development and improving living conditions in Mozambique, demonstrating the strategic importance of electricity as an engine for progress and people’s well-being.

Gasolina acessível dos EUA chegará a Moçambique nos próximos dias

Gasolina acessível dos EUA chegará a Moçambique nos próximos dias

A gasolina barata, proveniente de um excesso de oferta ao longo da Costa do Golfo dos Estados Unidos de América (EUA), reabriu mercados distantes, incluindo os da Austrália e Moçambique, informou esta Quarta-feira, 10 de Janeiro, a agência Reuters. O órgão explica que a procura de gasolina nos EUA, no final de Dezembro, caiu para o nível mais baixo do ano. As existências no PADD 3 (Administração do Petróleo para os Distritos de Defesa), ao longo da Costa do Golfo, subiram 9,5% em relação ao ano anterior, no final do mês passado, uma vez que as refinarias aumentaram a produção após as interrupções de manutenção no Outono.

Segundo a agência, uma carga de gasolina dos EUA dirigiu-se para a Austrália nesta quarta-feira (10), e deverá ser descarregada em Moçambique nos próximos dias. O navio STI Madison, fretado pela Atlantic Trading & Marketing da TotalEnergies (TTEF.PA), carregou cerca de 700 mil barris de gasolina da refinaria de Garyville, Louisiana, da Marathon Petroleum (MPC.N), em 15 de Dezembro, e deve descarregar em Sydney, perto do final deste mês, segundo o rastreamento de navios da LSEG. Os embarques de gasolina dos EUA para a Austrália não devem crescer, já que a diferença de preços entre o Leste e o Oeste diminuirão, provavelmente, segundo os comerciantes.

A Reuters revela que o embarque da STI Madison marca a primeira carga de gasolina dos EUA para a Austrália em quase três anos, e a primeira da Costa do Golfo dos EUA em mais de quatro anos. A Austrália importa, na maioria, gasolina da Coreia do Sul, de Singapura e de outros países asiáticos. As restrições ao transporte marítimo através do Canal do Panamá levaram as refinarias da Costa do Golfo a reduzir os preços de exportação, tornando a gasolina dos EUA mais competitiva. O navio STI Mighty transportou cerca de 170 mil barris de gasolina de Houston para a Beira, em Moçambique, e esperava-se que descarregasse esta semana. Este foi o primeiro carregamento de gasolina para Moçambique em quatro anos. “A gasolina da Costa do Golfo dos EUA está muito barata neste momento”, disse um comerciante de gasolina baseado em Singapura.

Affordable US gasoline arrives in the country in the next few days

Gasolina acessível dos EUA chegará a Moçambique nos próximos dias

Cheap gasoline from an oversupply along the Gulf Coast of the United States of America (USA) has reopened distant markets, including those in Australia and Mozambique, Reuters reported on Wednesday, January 10. The agency explains that demand for gasoline in the US fell to the lowest level of the year at the end of December. Stocks at PADD 3 (Petroleum Administration for the Defense Districts), along the Gulf Coast, rose 9.5% year-on-year at the end of last month, as refineries increased production after maintenance outages in the autumn. According to the agency, a cargo of gasoline from the US headed for Australia on Wednesday (10), and is due to be unloaded in Mozambique in the coming days.

The STI Madison, chartered by Atlantic Trading & Marketing from TotalEnergies (TTEF.PA), loaded around 700,000 barrels of gasoline from Marathon Petroleum’s (MPC.N) Garyville, Louisiana refinery on December 15 and is due to unload in Sydney towards the end of this month, according to LSEG ship tracking.

Shipments of gasoline from the US to Australia are unlikely to increase, as the price difference between East and West will probably decrease, according to traders.Reuters reveals that the STI Madison shipment marks the first US gasoline cargo to Australia in almost three years, and the first from the US Gulf Coast in more than four years.Australia mostly imports gasoline from South Korea, Singapore and other Asian countries. Restrictions on shipping through the Panama Canal have led Gulf Coast refineries to reduce export prices, making US gasoline more competitive. The ship STI Mighty transported around 170,000 barrels of gasoline from Houston to Beira, Mozambique, and was expected to unload this week. This was the first shipment of gasoline to Mozambique in four years. “Gasoline from the US Gulf Coast is very cheap at the moment,” said a Singapore-based gasoline trader.

Volume das reservas bancárias em Moçambique atingiram 245,5 mil milhões de Meticais

Volume das reservas bancárias em Moçambique atingiram 245,5 mil milhões de Meticais

O Banco de Moçambique (BdM) divulgou que o volume das reservas bancárias moçambicanas alcançou 245,5 mil milhões de meticais em Novembro do ano passado, como resultado da intervenção do banco central para absorver o excesso de liquidez. Segundo um relatório estatístico da instituição, o volume dessas reservas tem crescido praticamente todos os meses desde Abril de 2023.

Inicialmente, as reservas obrigatórias dos bancos comerciais no BdM estavam fixadas em 10,5% em moeda nacional e 11% em moeda estrangeira no início de Janeiro de 2023. No entanto, nos primeiros seis meses do ano passado, o BdM aumentou por duas vezes esse coeficiente, alegando a necessidade de absorver a liquidez excessiva no sistema bancário para evitar pressões inflacionárias.

O último desses aumentos ocorreu em Junho, elevando as reservas bancárias para 39% dos depósitos em moeda nacional e 39,5% em moeda estrangeira. Essa decisão teve impactos percebidos pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), que considerou que tornava mais caro contrair financiamento bancário, um mecanismo essencial numa economia de Pequenas e Médias Empresas (PMEs).

A gestão das reservas bancárias é crucial para a estabilidade económica e financeira do país, pois influencia a disponibilidade de crédito e o custo do financiamento para empresas e consumidores. A capacidade do BdM em ajustar as reservas conforme as necessidades da economia é fundamental para garantir um equilíbrio saudável entre a oferta e demanda de moeda e crédito.

A tendência de crescimento das reservas bancárias em Moçambique sinaliza a importância que o banco central atribui à gestão da liquidez no sistema financeiro e ao controle da inflação, factores essenciais para a estabilidade macroeconómica do país.

Volume of bank reserves in Mozambique reached 245.5 billion Meticais

Volume das reservas bancárias em Moçambique atingiram 245,5 mil milhões de Meticais

The Bank of Mozambique (BdM) announced that the volume of Mozambican bank reserves reached 245.5 billion meticais in November last year, as a result of the central bank’s intervention to absorb excess liquidity. According to a statistical report from the institution, the volume of these reserves has grown practically every month since April 2023.
Initially, the commercial banks’ mandatory reserves at the BoM were set at 10.5% in national currency and 11% in foreign currency at the beginning of January 2023. However, in the first six months of last year, the BdM increased this coefficient twice, citing the need to absorb excessive liquidity in the banking system to avoid inflationary pressures.
The last of these increases took place in June, raising bank reserves to 39% of deposits in national currency and 39.5% in foreign currency. This decision had impacts perceived by the Confederation of Economic Associations of Mozambique (CTA), which considered that it made it more expensive to take out bank financing, an essential mechanism in an economy of Small and Medium-sized Enterprises (SMEs).

The management of bank reserves is crucial to the country’s economic and financial stability, as it influences the availability of credit and the cost of financing for companies and consumers.
The BoM’s ability to adjust reserves according to the needs of the economy is fundamental to guaranteeing a healthy balance between the supply and demand of money and credit.The upward trend in bank reserves in Mozambique signals the importance that the central bank attaches to managing liquidity in the financial system and controlling inflation, which are essential factors for the country’s macroeconomic stability.

Cabo Delgado: Governo procura mecanismos para regresso da exploração do gás na bacia do rovuma

Cabo Delgado: Governo procura mecanismos para regresso da exploração do gás na bacia do rovuma

Governo está à procura de mecanismos para o retorno, em breve, das actividades de exploração do gás natural liquefeito na Área 1 da Bacia do Rovuma, em Cabo Delgado, paralisadas devido ao terrorismo, informou esta quarta-feira, 10 de Janeiro, a Rádio Moçambique (RM).

Neste sentido, o Presidente da República, Filipe Nyusi, manteve encontros separados, esta terça-feira, com o secretário do Ministério de Petróleo e Gás da Índia e representantes das empresas indianas com investimentos na Área 1 da Bacia do Rovuma, em Cabo Delgado.

No encontro com o chefe do Estado moçambicano, os investidores indianos reafirmaram o compromisso em continuar a investir no gás do País, bem como o regresso das actividades naquela zona de exploração.

O ministro dos Recursos Minerais e Energia, Carlos Zacarias, explicou que a Índia tem uma participação de 30% do total dos investimentos na exploração do gás do Rovuma, e até aqui já investiu cerca de 13 mil milhões de dólares.

O governante garantiu que a concessionária francesa TotalEnergies e as empresas indianas estão em coordenação para o rápido regresso das actividades na Área 1 da Bacia do Rovuma

Para esta quarta-feira, o Presidente da República tem como agenda discursar na abertura da Cimeira Global de Gujarat, manter conversações com o homólogo da República Checa, visitar o Museu Mahatma Gandi e ainda reunir-se com a comunidade moçambicana residente em Gujarat, na Índia.

Cabo Delgado: Government seeks mechanisms for the return of gas exploration in the rovuma basin

Cabo Delgado: Governo procura mecanismos para regresso da exploração do gás na bacia do rovuma

The government is looking for mechanisms to soon resume liquefied natural gas exploration activities in Area 1 of the Rovuma Basin, in Cabo Delgado, which were paralyzed due to terrorism, Rádio Moçambique (RM) reported on Wednesday, January 10.
In this regard, the President of the Republic, Filipe Nyusi, held separate meetings this Tuesday with the secretary of the Indian Ministry of Oil and Gas and representatives of Indian companies with investments in Area 1 of the Rovuma Basin in Cabo Delgado.
At the meeting with the Mozambican head of state, the Indian investors reaffirmed their commitment to continuing to invest in the country’s gas, as well as the return of activities in that exploration area.
The Minister of Mineral Resources and Energy, Carlos Zacarias, explained that India has a 30% share of the total investments in Rovuma gas exploration, and has so far invested around 13 billion dollars.
He assured that the French concessionaire TotalEnergies and the Indian companies are coordinating for the rapid return of activities in Area 1 of the Rovuma Basin
This Wednesday, the President of the Republic is scheduled to speak at the opening of the Gujarat Global Summit, hold talks with his Czech counterpart, visit the Mahatma Gandi Museum and meet with the Mozambican community living in Gujarat, India.

FMI estima que crescimento económico de Moçambique poderá reduzir de 6% para 5% em 2024

FMI estima que crescimento económico de Moçambique poderá reduzir de 6% para 5% em 2024

Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), a economia moçambicana registou um crescimento de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2023, com previsão de redução para 5% neste ano. A inflação, que caiu de 10,3% em 2022 para 3,9% em 2023, deverá acelerar novamente em 2024, atingindo 6%.

Segundo a Lusa, o FMI divulgou que as receitas do Estado diminuíram de 25,1% do PIB em 2021 para 24,3% em 2022 e para 24% no ano passado. Para 2024, espera-se que essas receitas aumentem para 25%. As Reservas Internacionais Líquidas também devem crescer, atingindo 2,5 mil milhões de dólares até Dezembro deste ano.

Por outro lado, as projecções do Governo moçambicano, apresentadas pelo ministro da Economia e Finanças, Max Tonela, apontam para um crescimento de 5% em 2023, com expectativa de aumento para 5,5% em 2024. Quanto à inflação, a previsão é que atinja 7%.

Recentemente, o FMI aprovou a terceira revisão do programa de financiamento para Moçambique, garantindo um “desembolso imediato” de 60,7 milhões de dólares para apoio orçamental. Com essa aprovação, os desembolsos totais para o país chegam a 273 milhões de dólares.

A instituição destacou que o desempenho do programa tem sido satisfatório, com cinco dos oito indicadores de referência estruturais cumpridos no final de Dezembro de 2023, e três dos quatro critérios de desempenho quantitativos observados.

Essas projecções e acções do FMI têm um impacto significativo na economia de Moçambique, reflectindo não apenas o desempenho económico do país, mas também as perspectivas para o futuro próximo.

IMF estimates that Mozambique’s economic growth could fall from 6% to 5% in 2024

FMI estima que crescimento económico de Moçambique poderá reduzir de 6% para 5% em 2024

According to the International Monetary Fund (IMF), the Mozambican economy recorded growth of 6% in Gross Domestic Product (GDP) in 2023, with a forecast reduction to 5% this year. Inflation, which fell from 10.3% in 2022 to 3.9% in 2023, is expected to accelerate again in 2024, reaching 6%.

According to Lusa, the IMF reported that state revenues fell from 25.1% of GDP in 2021 to 24.3% in 2022 and to 24% last year. By 2024, these revenues are expected to rise to 25%. Net International Reserves are also expected to grow, reaching 2.5 billion dollars by December this year.

On the other hand, the Mozambican government’s projections, presented by the Minister of Economy and Finance, Max Tonela, point to growth of 5% in 2023, with an expected increase to 5.5% in 2024. Inflation is expected to reach 7%.

The IMF recently approved the third revision of the financing program for Mozambique, guaranteeing an “immediate disbursement” of 60.7 million dollars for budgetary support. With this approval, total disbursements to the country will reach 273 million dollars.

The institution highlighted that the program’s performance has been satisfactory, with five of the eight structural benchmarks met at the end of December 2023, and three of the four quantitative performance criteria observed.

These IMF projections and actions have a significant impact on Mozambique’s economy, reflecting not only the country’s economic performance, but also the outlook for the near future.

Zambézia: comercialização de castanha de caju atingiu dez mil toneladas até Dezembro

Zambézia: comercialização de castanha de caju atingiu dez mil toneladas até Dezembro

A província da Zambézia alcançou dez mil toneladas de castanha de caju comercializadas até Dezembro passado, conforme relatado pela Rádio Moçambique nesta Terça-Feira, 10 de Janeiro. Apesar desse feito, o número representa uma queda em relação à meta prevista de 17 mil toneladas para o mesmo período.

Segundo a Rádio Moçambique, a quantidade comercializada gerou mais de 330 milhões de meticais para os produtores. A campanha de comercialização, que iniciou em Novembro do ano passado, está prevista para encerrar em Fevereiro. Até lá, ainda restam sete mil toneladas a serem comercializadas para que a meta seja alcançada.

Sifa António, delegado do Instituto Nacional de Amêndoas na Zambézia, expressou confiança na possibilidade de atingir a meta, destacando o aumento nos preços de compra e a disponibilidade do produto como factores favoráveis.

O preço da castanha de caju na região está actualmente acima de 35 meticais por quilo, em comparação com os menos de 30 meticais registados em 2023, demonstrando um aumento significativo. A comercialização da castanha de caju na Zambézia abrange 12 distritos, sendo que Mocuba, Pebane, Gilé e Mulevala se destacam como os principais produtores.

A venda de castanha de caju é uma actividade económica essencial para a região, e o desempenho da campanha de comercialização é um reflexo importante da economia local. O aumento nos preços e a expectativa de alcançar a meta planeada indicam um cenário optimista para os produtores de castanha de caju na Zambézia.