Monday, April 27, 2026
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Campanha +EMPREGO abrange cerca de 800 jovens em Cabo Delgado

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Decorreu esta terça-feira, 21 de Novembro, na Cidade de Maputo, um workshop sob o lema Responsabilidade Social, Ambiental e Governação Corporativa, conduzido a cabo pela CTA e o projecto + EMPREGO, apoiado pela União Europeia e cofinanciado e gerido pelo Camões IP.

A Campanha “Empresa +Emprego” lançada em 2021 em parceria com o INEP e a OIT visa fomentar a visibilidade das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME) com presença em Cabo Delgado que que valorizam a qualificação e a empregabilidade dos jovens da Província, assumindo uma postura de responsabilidade social corporativa nesta área.

A Campanha pretende ainda promover o trabalho decente, impulsionando o desenvolvimento sustentável e a inclusão social, com base em parcerias locais, reduzindo as desigualdades e erradicando a pobreza.

Na ocasião, o Director Geral do Instituto Nacional do Emprego (INEP) referiu que o programa beneficiou cerca de 800 Jovens moçambicanos dos 15 aos 25 anos, formandos e diplomados da educação profissional, 25% dos quais mulheres.

Até o final da acção, pelo menos 50% dos beneficiários finais devem estar empregados ou ter criado o seu próprio emprego. Deverão ainda ser capacitados e certificados 35 micro, pequenos e médios empresários da cadeia de valor da indústria do gás natural, com operações em Cabo Delgado, 150 dirigentes e equipas técnicas, a nível central, provincial e local dos Ministérios parceiros e 250 directores, gestores, professores, formadores, técnicos de formação e de emprego, orientadores profissionais e mentores presentes nos operadores da educação profissional.

De referir que, o Mais Emprego 1 termina em 2024, contudo já há uma forte probabilidade do + Emprego 2 iniciar ainda em 2024.

+EMPREGO campaign reaches around 800 young people in Cabo Delgado

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A workshop on Social and Environmental Responsibility and Corporate Governance was held this Tuesday, November 21, in Maputo City, run by CTA and the + EMPREGO project, supported by the European Union and co-financed and managed by Camões IP.

The “Empresa +Emprego” Campaign launched in 2021 in partnership with INEP and the ILO aims to promote the visibility of Micro, Small and Medium-sized Enterprises (MSMEs) with a presence in Cabo Delgado that value the qualification and employability of young people in the province, taking a stance of corporate social responsibility in this area.

The Campaign also aims to promote decent work, boosting sustainable development and social inclusion, based on local partnerships, reducing inequalities and eradicating poverty.

On the occasion, the Director General of the National Employment Institute (INEP) said that the program had benefited around 800 young Mozambicans aged 15 to 25, trainees and graduates of professional education, 25% of whom were women.

By the end of the action, at least 50% of the final beneficiaries should be employed or have created their own jobs. Also to be trained and certified are 35 micro, small and medium-sized entrepreneurs in the natural gas industry value chain, with operations in Cabo Delgado, 150 managers and technical teams at central, provincial and local level in the partner ministries and 250 directors, managers, teachers, trainers, training and employment technicians.

It should be noted that Mais Emprego 1 ends in 2024, but there is already a strong likelihood that + Emprego 2 will start in 2024.

Bancos moçambicanos verificam crédito de incumprimento acima do recomendado

Bancos moçambicanos verificam crédito com incumprimento

Maioria dos bancos moçambicanos apresentam índices de crédito em incumprimento acima dos 5% recomendados pelo Banco de Moçambique (BdM). Segundo o recente relatório sobre Indicadores económico-financeiros dois bancos se destacaram com os maiores rácios de crédito em incumprimento: Banco Nacional de Investimento (BNI) e Moza Banco.

O BNI encerrou o terceiro trimestre com um rácio de crédito em incumprimento de 43,79%, marcando uma redução em relação aos 60,45% registados no trimestre anterior. Já o Moza Banco, o quinto maior banco do país, apresentou um rácio de crédito em incumprimento de 26,92%. Esses números revelam uma tendência alarmante, especialmente considerando que a recomendação do BdM é de manter esse índice abaixo dos 5%.

Dos cerca de 15 bancos comerciais listados pelo BdM, apenas três conseguiram manter-se abaixo do limite recomendado. O First Capital Bank (FCB), United Bank for Africa (UBA) e Standard Bank apresentaram rácios de crédito em incumprimento de 0,59%, 0,83% e 2,59%, respectivamente. Essas instituições destacam-se em meio a um panorama em que a maioria dos bancos enfrenta desafios significativos para conter a inadimplência.

O governador do BdM, Rogério Zandamela, afirmou no início deste mês que o sector bancário nacional está “sólido e bem capitalizado”. No entanto, ele também alertou para o persistente desafio representado pelos níveis elevados de crédito em incumprimento. Essa discrepância entre a solidez do sector e a persistência dos índices de inadimplência levanta questões sobre as estratégias adoptadas pelos bancos para mitigar os riscos e manter a estabilidade financeira.

A alta taxa de crédito em incumprimento sugere a necessidade urgente de os bancos revisarem suas práticas de concessão de crédito e implementarem medidas mais robustas de gestão de riscos. A transparência e a eficiência nas operações bancárias serão cruciais para restaurar a confiança dos investidores e assegurar a estabilidade do sistema financeiro moçambicano diante desses desafios persistentes. O BdM, por sua vez, pode ser instado a avaliar e ajustar as políticas regulatórias para garantir a saúde a longo prazo do sector.

Mozambican banks find credit defaults higher than recommended

Bancos moçambicanos verificam crédito com incumprimento

Most Mozambican banks have non-performing loan ratios above the 5% recommended by the Bank of Mozambique (BdM). According to the recent report on economic and financial indicators, two banks stood out with the highest non-performing loan ratios: Banco Nacional de Investimento (BNI) and Moza Banco.
BNI ended the third quarter with a non-performing loan ratio of 43.79%, down from 60.45% in the previous quarter. Moza Banco, the country’s fifth largest bank, had a non-performing loan ratio of 26.92%. These figures reveal an alarming trend, especially considering that the BdM’s recommendation is to keep this ratio below 5%.

Of the 15 or so commercial banks listed by the BdM, only three managed to stay below the recommended limit. First Capital Bank (FCB), United Bank for Africa (UBA) and Standard Bank had non-performing loan ratios of 0.59%, 0.83% and 2.59% respectively. These institutions stand out amid a panorama in which most banks face significant challenges in containing defaults.
The governor of BdM, Rogério Zandamela, stated earlier this month that the national banking sector is “solid and well capitalized”. However, he also warned of the persistent challenge posed by high levels of non-performing loans. This discrepancy between the solidity of the sector and the persistence of default rates raises questions about the strategies adopted by banks to mitigate risks and maintain financial stability.

The high rate of non-performing loans suggests an urgent need for banks to review their lending practices and implement more robust risk management measures. Transparency and efficiency in banking operations will be crucial to restoring investor confidence and ensuring the stability of the Mozambican financial system in the face of these persistent challenges. The BdM, for its part, may be called upon to evaluate and adjust regulatory policies to ensure the long-term health of the sector.

Exportação de azulejos poderá gerar receitas significativas para Moçambique

Moçambique pretende posicionar-se na exportação de azulejos como forma de incrementar receitas. A notícia foi dada pelo ministro moçambicano da Indústria e Comércio, Silvino Moreno,após uma visita de trabalho efectuada à Safira Mozambique Cerâmica, uma nova indústria situada no distrito de Moamba, província de Maputo, como reportado pelo Semanário Económico nesta Segunda-feira (20).

A empresa, que está em fase inicial de operação, surge como um componente estratégico para impulsionar o desenvolvimento da cadeia de produção de azulejos em Moçambique. O ministro Silvino Moreno destacou a importância desse investimento no contexto do Programa Nacional Industrializar Moçambique (PRONAI), ressaltando sua contribuição potencial para alavancar a economia e posicionar o país entre os maiores exportadores deste produto.

“A Safira Mozambique Cerâmica é um investimento de destaque, trazendo consigo uma vasta experiência e uma presença consolidada no mercado. A existência desta fábrica em solo moçambicano não apenas melhorará a balança de pagamentos, mas também reduzirá as importações. Projectos desse porte têm um impacto considerável, especialmente diante do grande número de construções em andamento no país”, explicou o ministro durante a visita.

A construção da fábrica iniciou neste ano, representando um investimento significativo de 100 milhões de dólares. Propriedade do grupo chinês Wang-Kand, a Safira Mozambique Cerâmica já emprega 800 trabalhadores locais, com planos de aumentar esse número para mais de mil nos próximos períodos.

A iniciativa recebe destaque não apenas pela magnitude do investimento, mas também pelo potencial impacto positivo na economia moçambicana. A expectativa é que, ao se consolidar como um dos principais exportadores de azulejos, Moçambique possa diversificar suas fontes de receita, fortalecer a balança comercial e proporcionar oportunidades de emprego adicionais para a população.

Este anúncio vem em um momento crucial, evidenciando o compromisso do governo moçambicano em promover o desenvolvimento industrial e posicionar o país como um participante relevante no comércio internacional de produtos cerâmicos. A Safira Mozambique Cerâmica, com sua expressiva injecção de capital e empregabilidade local, emerge como uma peça fundamental nesse movimento estratégico, sinalizando um futuro promissor para o sector de azulejos em Moçambique.

Tile Exports Could Generate Significant Revenues for Mozambique

Mozambique intends to position itself in the export of tiles as a way of increasing revenue. The news was given by the Mozambican Minister of Industry and Trade, Silvino Moreno, after a working visit to Safira Mozambique Cerâmica, a new industry located in the district of Moamba, Maputo province, as reported by Semanário Económico on Monday (20).
The company, which is in the initial stages of operation, is a strategic component for boosting the development of the tile production chain in Mozambique. Minister Silvino Moreno highlighted the importance of this investment in the context of the Mozambique National Industrialization Programme (PRONAI), stressing its potential contribution to boosting the economy and positioning the country among the largest exporters of this product.

“Safira Mozambique Cerâmica is an outstanding investment, bringing with it a wealth of experience and a consolidated presence in the market. The existence of this factory on Mozambican soil will not only improve the balance of payments, but also reduce imports. Projects of this size have a considerable impact, especially given the large number of constructions underway in the country,” explained the minister during his visit.
Construction of the factory began this year, representing a significant investment of 100 million dollars. Owned by the Chinese group Wang-Kand, Safira Mozambique Cerâmica already employs 800 local workers, with plans to increase this number to over a thousand in the coming period.
The initiative is notable not only for the magnitude of the investment, but also for its potential positive impact on the Mozambican economy. The expectation is that by consolidating its position as one of the main tile exporters, Mozambique will be able to diversify its sources of income, strengthen its trade balance and provide additional employment opportunities for the population.

This announcement comes at a crucial time, highlighting the Mozambican government’s commitment to promoting industrial development and positioning the country as a major player in the international trade of ceramic products. Safira Mozambique Cerâmica, with its significant injection of capital and local employability, emerges as a key player in this strategic move, signaling a promising future for the tile sector in Mozambique.

Nampula: Dugongo cimentos quer começar exploração de calcário em Mossuril

O empresa Moçambique Dugongo Cimentos pretende iniciar a exploração de calcário no distrito de Mossuril, província de Nampula, norte do País, com o objectivo de complementar a matéria-prima para a produção do cimento na nova fábrica que se encontra em construção em Nacala-Porto.

“A empresa já está no terreno a fazer o estudo de impacto ambiental e consultas comunitárias para viabilizar a pretensão de explorar o recurso natural, que vai abastecer a fábrica em construção”, descreveu o director de Actividades Económicas de Mossuril, Casimiro Ussene.

Segundo revelou, numa informação divulgada no domingo, 19 de Novembro, pela Rádio Moçambique, o distrito dispõe de uma grande reserva florestal, com diversas espécies e valiosos minérios.

Avaliado em 200 milhões de dólares, o novo complexo industrial da cimenteira está a ser implantado numa área de 50 hectares e as obras de construção deverão durar 18 meses, sendo que terá capacidade para produzir dois milhões de toneladas de cimento por ano e gerará 600 postos de trabalho directos.

A Moçambique Dugongo Cimentos é detida pelos grupos empresariais SPI (moçambicano) e West China Cement Limited (chinês). A SPI é uma entidade detentora de uma vasta carteira de negócios e que tem sido associada à Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) por instituições de pesquisa.

A primeira fábrica localizada no distrito de Matutuíne, a 70 quilómetros da cidade de Maputo, tem uma capacidade de produção de dois milhões de toneladas de cimento anuais.

Logo após a sua entrada no mercado nacional, em Maio de 2021, a Dugongo praticou preços de cimento muito inferiores aos que eram aplicados, levando outros operadores a acusarem a empresa de deslealdade e de provocar a falência de outras cimenteiras e despedimentos de mão-de-obra no sector.

Depois de meses de actividade e com preços muito baixos, a empresa subiu o custo do cimento para níveis próximos dos que eram praticados pelas cimenteiras obrigadas a encerrar.

A 12 de Setembro de 2022, a Dugongo assegurou que iria pagar a sanção de 20,5 milhões de meticais, então aplicada por práticas anticoncorrenciais, multa decretada pela Autoridade Reguladora da Concorrência com o fundamento de que a empresa não tinha respondido a perguntas do regulador sobre metodologias de cálculo dos preços de venda.

Moçambique aguarda desembolso de 60 milhões de dólares do FMI para apoiar o orçamento do Estado

O Fundo Monetário Internacional (FMI) está prestes a aprovar um novo desembolso de 60 milhões de dólares para apoiar o Orçamento do Estado (OE) de Moçambique, dentro do mecanismo de Facilidade de Crédito Alargado (ECF). A decisão final, esperada ainda este ano, depende da conclusão do relatório da recente missão do FMI liderada por Pablo Lopez Murphy, que passou 15 dias no país como parte da terceira avaliação.

Alexis Meyer, representante residente do FMI, discutiu o assunto durante o seminário “Moçambique Resiliente, Marcos Recentes no Desenvolvimento de Capacidade Fiscal e Financeira” em Maputo, destacando que o desembolso está vinculado à finalização do relatório em andamento. Meyer reconheceu os progressos significativos de Moçambique na gestão das finanças públicas, incluindo a modernização das instituições financeiras, a implementação da Conta Única do Tesouro (CUT) e a Lei de Descentralização Fiscal.

“Moçambique mantém as suas projecções para o crescimento da economia em 6%”, afirmou Meyer, observando que o crescimento económico é impulsionado pelos recursos naturais, apesar de um ritmo mais lento nos sectores da construção e da indústria transformadora. No entanto, Meyer alertou para o aumento da dívida interna devido à redução do financiamento externo, não apenas para Moçambique, mas também para outros países da região.

Esther Palácio, coordenadora técnica do FMI, ressaltou melhorias significativas na consolidação das principais funções de gestão das finanças públicas do Governo central, incluindo planeamento orçamental, execução, prestação de contas e auditoria.

O ministro da Economia e Finanças, Max Tonela, compartilhou perspectivas económicas positivas a médio prazo, destacando, no entanto, riscos associados à situação em Cabo Delgado, desastres naturais e níveis de endividamento. Ele reconheceu que as perspectivas são promissoras, mas estão sujeitas a desafios, especialmente devido à acção terrorista no Norte de Cabo Delgado e aos desastres naturais causados pelas mudanças climáticas, que colocam pressão sobre o espaço fiscal e o endividamento nacional.

A decisão final do FMI sobre o desembolso aguarda a conclusão do relatório de Pablo Lopez Murphy nas próximas semanas, destacando a importância desse financiamento para sustentar as finanças públicas de Moçambique e impulsionar seu desenvolvimento económico.

 

 

Mozambique awaits disbursement of 60 million dollars from the IMF to support the state budget

The International Monetary Fund (IMF) is about to approve a new disbursement of 60 million dollars to support Mozambique’s State Budget (SB), under the Extended Credit Facility (ECF) mechanism. The final decision, expected later this year, depends on the conclusion of the report of the recent IMF mission led by Pablo Lopez Murphy, who spent 15 days in the country as part of the third review.

Alexis Meyer, IMF resident representative, discussed the issue during the seminar “Resilient Mozambique, Recent Milestones in Fiscal and Financial Capacity Development” in Maputo, stressing that the disbursement is linked to the finalization of the ongoing report. Meyer acknowledged Mozambique’s significant progress in public finance management, including the modernization of financial institutions, the implementation of the Single Treasury Account (CUT) and the Fiscal Decentralization Law.

“Mozambique maintains its projections for economic growth at 6%,” said Meyer, noting that economic growth is driven by natural resources, despite a slower pace in the construction and manufacturing sectors. However, Meyer warned of the increase in internal debt due to the reduction in external financing, not only for Mozambique, but also for other countries in the region.

Esther Palácio, the IMF’s technical coordinator, highlighted significant improvements in the consolidation of the central government’s main public finance management functions, including budget planning, execution, accountability and auditing.

The Minister of Economy and Finance, Max Tonela, shared a positive medium-term economic outlook, highlighting, however, risks associated with the situation in Cabo Delgado, natural disasters and debt levels. He acknowledged that the outlook is promising, but subject to challenges, especially due to terrorist action in northern Cabo Delgado and natural disasters caused by climate change, which put pressure on fiscal space and national indebtedness.

The IMF’s final decision on disbursement awaits the conclusion of Pablo Lopez Murphy’s report in the coming weeks, highlighting the importance of this funding to sustain Mozambique’s public finances and boost its economic development.

Taxa de cobertura de energia em Moçambique atingiu 52% em 2023

O ministro dos Recursos Minerais e Energia, Carlos Zacarias, anunciou que a taxa de cobertura de energia em Moçambique atingiu 52% este ano, representando um aumento em relação aos 48% registados em 2022 e 42% em 2021. O anúncio foi feito durante a inauguração da rede eléctrica no posto administrativo de Zinhane, no distrito de Chigubo, em Gaza, Sul de Moçambique.

Carlos Zacarias informou que a nova rede eléctrica de Zinhane teve um investimento de 49 milhões de meticais, destinados à construção de 35 quilômetros de rede de média tensão, quatro quilómetros de rede de baixa tensão e à instalação de dois postos de transformação. Essa infra-estrutura não apenas contribuirá para a melhoria das condições de vida da população local, mas também impulsionará sectores-chave, como agricultura, pesca, agro-processamento e turismo.

O ministro destacou a importância da electrificação de Zinhane, enquanto ressaltou que quatro postos administrativos na província de Gaza ainda aguardam electrificação, dos 45 existentes. Carlos Zacarias aproveitou a ocasião para fazer um apelo à população, solicitando apoio no combate à vandalização e ao roubo de equipamentos eléctricos, problemas que afectam diversas regiões do país.

Segundo a Electricidade de Moçambique (EDM), o país possui 416 postos administrativos, dos quais 318 estão conectados à Rede Eléctrica Nacional. O aumento na taxa de cobertura de energia reflecte os esforços contínuos do governo para expandir o acesso à electricidade e impulsionar o desenvolvimento em diversas regiões do país.