Tuesday, April 28, 2026
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 Absa Bank é o Melhor Banco para o Desenvolvimento Sustentável no país

Absa recebe mais uma distinção pelo brio

O Absa Bank Moçambique foi disntinguido com o “Prémio de Melhor Banco para o Desenvolvimento Sustentável Moçambique 2023”, atribuído pela Global & Finance Magazine, publicação internacional centrada na área financeira, avança um comunicado enviado à nossa redacção.

O documento refere que “a premiação reforça o compromisso do Banco no desenvolvimento económico, social e ambiental do país”.

“As suas acções impactam positivamente as comunidades onde opera, através do seu compromisso com as várias acções de sustentabilidade, destacando-se a protecção ambiental, a inclusão social, o empoderamento dos jovens e a igualdade de género, nas comunidades onde opera”, diz o comunicado.

“Esforçamo-nos por criar um futuro mais brilhante e mais equitativo para todos. Somos pioneiros na educação financeira a crianças com necessidades especiais, apostamos nos nossos jovens através do Programa Ready to Work, que já beneficiou mais de 11 mil jovens. Estamos orgulhosos de ter alcançado o equilíbrio de género, com 50% da nossa força de trabalho composta por mulheres”, disse Tânia Oliveira, directora de Marketing e Relações Corporativas do Banco.

Com o Prémio Melhor Banco, o Absa Bank esclarece que é reconhecido pela sua excepcional dedicação às acções de Sustentabilidade a diversas actividades relacionadas com a Cultura, Educação Financeira e envolvimento comunitário, que o tornam um dos principais candidatos a este prémio.

A Global Finance é uma revista financeira mensal direccionada aos empreendedores e principais gestores. A revista é distribuída em 192 países, com 50.050 assinantes e destinatários globais.

Produção de energia solar poderá quadruplicar em 2024 no país

País caminha para quadruplicar a enregia solar

A produção de energia solar em Moçambique deverá quase quadruplicar em 2024, com base na expansão de mais de uma dezena de parques solares, embora ainda represente uma parte relativamente pequena do total, segundo documentos que acompanham, a proposta de lei orçamental para 2024.

De acordo com o documento em discussão no parlamento, a que a Lusa teve hoje acesso, a capacidade instalada dos parques solares em 2023 foi estimada pelo Governo moçambicano em 71.777 megaWatt-hora (MWh), que no próximo ano deverá crescer para 278.519 MWh, um aumento de 288 por cento no espaço de um ano.

Só a central solar de Mocuba, na província da Zambézia, centro do país, vai aumentar a sua produção em 5 por cento para 73.067 MWh no próximo ano, segundo as previsões do Governo.

Moçambique espera produzir, ao todo, um total de 18.496.557 MWh de energia solar em 2024. Isto representaria uma redução de 1 por cento em relação a 2023, sobretudo hídrica (14.995.899 MWh, -2%), principalmente da Central Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), com 14.506.036 MWh (-3%), mas com um peso de 82% de toda a estrutura produtiva nacional.

“Comparando a produção e vendas estimadas para 2023, a HCB prevê uma redução na produção e vendas de energia para 2024 devido aos trabalhos de reparação do difusor das comportas (actividades preparatórias do Projeto de Reabilitação da Central – RS2) que vão indisponibilizar os geradores 4 e 5 do grupo”, lê-se no documento.

A Electricidade de Moçambique (EDM), empresa pública produtora e distribuidora de energia eléctrica, prevê um crescimento de 7 por cento da produção em 2024, face às projecções para 2023, influenciada pelo aumento substancial da produção das centrais hidroeléctricas de Mavuzi e Chicamba.

Fura Gems names China Stone as partner in the production of Mozambican rubies

Fura Gems empresa líder mundial na extração de pedras preciosas

Fura Gems, the world’s leading gemstone mining company, and China Stone announce a global collaboration. Under this agreement, Fura Gems will grant China Stone access to a selection of top-quality rough rubies.

This partnership will result in improved production planning and forecasting for watchmakers, jewelry manufacturers, and retailers.

Fura Gems’ Montepuez mine in Mozambique has gained international recognition,  particularly for the discovery of the extraordinary Star of FURA ruby, which symbolizes Fura’s commitment to excellence and ethical practices.

Through community engagement, environmental conservation initiatives, and responsible mining practices, Fura Gems has taken significant steps in promoting ethical and sustainable production of these mineral resources.

“This partnership marks a significant milestone in Fura Gems’ mission to establish a robust, transparent, and traceable gemstone supply chain. By providing China Stone exclusive access to these high-quality rubies, Fura Gems is taking a decisive step towards building trust and reliability in the industry,” said Dev Shetty, founder and CEO of Fura Gems. “We are pleased to announce this partnership with China Stone, the first of its kind in the colored gemstone mining industry. This collaboration addresses the long-standing demand for a reliable and ethically sourced supply of colored gemstones in the gem and jewelry sector,” the source added.

As in the diamond industry, ensuring a consistent supply of these colored stones will significantly boost demand from brands, major retailers, and manufacturers, the manager stated.

Fura Gems Inc. is a leading company in the extraction and trading of colored gemstones, headquartered in Dubai, United Arab Emirates (UAE). Founded in 2017, Fura Gems is known for its pioneering and ethical approach in this industry.

Credit Suisse ends ‘tuna bond’ dispute with shipbuilder Privinvest

Credit Suisse encerra disputa de ‘títulos de atum’

Credit Suisse has settled its dispute with Emirati-Lebanese shipbuilder Privinvest over a decade-old “tuna bond” scandal, resolving another legacy legal issue for the bank’s new owner UBS.

The Swiss lender last month settled a lawsuit brought against it by Mozambique just before a three-month trial began, which did not affect Credit Suisse and Privinvest’s competing claims against one another.

Credit Suisse and Privinvest said in a statement late on Monday they “reached a global settlement of all present and future disputes between them concerning disputed state-guaranteed financing transactions in Mozambique”.

The settlement finally extricates Credit Suisse from any involvement in the case, which is due to conclude next month.

Mozambique’s deputy attorney general Angelo Matusse said that “the settlement is beneficial for the Mozambican state as Credit Suisse stays out of the litigation”.

He added that it gives Mozambique space to concentrate on its dispute against Privinvest and defending a linked lawsuit brought by Russia’s state-owned VTB.

The latest settlement further narrows the case at London’s High Court, which centres on deals struck by state-owned companies with Privinvest for loans and bonds from banks, including Credit Suisse, backed by undisclosed state guarantees.

Hundreds of millions of dollars went missing and, when the government debt came to light in 2016, donors such as the International Monetary Fund temporarily halted support, triggering a currency collapse, defaults and financial turmoil.

Mozambique is still suing Privinvest and its owner Iskandar Safa for $3.1 billion, accusing them of paying bribes to officials and Credit Suisse bankers to secure favourable terms for contracts, including one designed to exploit the republic’s tuna-rich coastal waters.

But Privinvest and Safa, which deny any wrongdoing, argue the case is a politically-motivated attack to deflect blame for the failure of economic projects.

Mozambique: Number of foreign hotel guests grew 43% in 2022

Número de hóspedes estrangeiros em hotéis cresceu 43%

The number of foreign tourists staying in Mozambican hotels grew by 43% in 2022, to more than 461,000, still only a third of the numbers recorded before the Covid-19 pandemic, according to data released on Tuesday by the National Statistics Institute (INE).

According to INE’s 2022 statistical yearbook, the total number of foreign guests staying in hotel accommodation grew to 461,438 compared to 322,270 in the previous year and 213,543 in 2020.

In 2019, the last year before the effects of the Covid-19 pandemic took hold, the total number of foreign guests in Mozambican hotels had reached a record of 1,210,765, according to the same INE yearbook.

The city of Maputo continues to be the location most popular among foreign tourists (200,113), followed by the provinces of Inhambane (106,109) and Gaza (53,057).

The same trend can be seen among Mozambican domestic tourists, the number of which grew by 10% in 2022, compared to 619,173 the previous year. This is still far below the 1,324,940 registered by the INE in 2019, before the restrictions imposed by the Covid-19 pandemic came into force.

Internally, Gaza was the province most popular among domestic tourists (135,452), followed by the city of Maputo (127,111), and Nampula (119,210).

Moçambique: Número de hóspedes estrangeiros em hotéis cresceu 43% em 2022

Número de hóspedes estrangeiros em hotéis cresceu 43%

O número de turistas estrangeiros alojados em hotéis moçambicanos cresceu 43% em 2022, para mais de 461 mil, ainda apenas um terço dos números registados antes da pandemia de Covid-19, segundo dados divulgados terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). 

Conforme o anuário estatístico de 2022 do INE, o número total de hóspedes estrangeiros alojados em alojamento hoteleiro cresceu para 461.438 face a 322.270 no ano anterior e 213.543 em 2020. Em 2019, último ano antes de os efeitos da pandemia da Covid-19 se instalarem, o número total de hóspedes estrangeiros nos hotéis moçambicanos atingiu o recorde de 1.210.765, segundo o mesmo anuário do INE.

A cidade de Maputo continua a ser o local mais procurado pelos turistas estrangeiros (200.113), seguida pelas províncias de Inhambane (106.109) e Gaza (53.057). A mesma tendência verifica-se entre os turistas nacionais moçambicanos, cujo número cresceu 10% em 2022, face aos 619.173 do ano anterior.

Este valor continua muito abaixo dos 1.324.940 registados pelo INE em 2019, antes da entrada em vigor das restrições impostas pela pandemia de Covid-19. Internamente, Gaza foi a província mais procurada pelos turistas nacionais (135.452), seguida pela cidade de Maputo (127.111) e Nampula (119.210).

Credit Suisse encerra disputa de ‘títulos de atum’ com o construtor naval Privinvest

Credit Suisse encerra disputa de ‘títulos de atum’

O Credit Suisse resolveu sua disputa com o construtor naval emirado-libanês Privinvest sobre um escândalo de “títulos de atum” que já durava uma década, resolvendo outra questão jurídica herdada para o novo proprietário do banco, o UBS.

O credor suíço resolveu no mês passado uma acção movida contra si por Moçambique pouco antes do início de um julgamento de três meses, o que não afectou as reivindicações concorrentes do Credit Suisse e da Privinvest entre si.

O Credit Suisse e a Privinvest afirmaram num comunicado na noite de segunda-feira que “chegaram a uma solução global para todas as disputas presentes e futuras entre eles relativas a transacções de financiamento contestadas garantidas pelo Estado em Moçambique”. O acordo livra finalmente o Credit Suisse de qualquer envolvimento no caso, que deve ser concluído no próximo mês.

O procurador-geral adjunto de Moçambique, Angelo Matusse, disse que “o acordo é benéfico para o Estado moçambicano, uma vez que o Credit Suisse fique fora do litígio”. Ele acrescentou que isso dá espaço a Moçambique para se concentrar na sua disputa contra a Privinvest e na defesa de uma acção judicial interposta movida pela estatal russa VTB.

O último acordo restringe ainda mais o caso no Tribunal Superior de Londres, que se centra em acordos celebrados por empresas estatais com a Privinvest para empréstimos e obrigações de bancos, incluindo o Credit Suisse, apoiados por garantias estatais não reveladas.

Centenas de milhões de dólares desapareceram e, quando a dívida pública revisitou em 2016, doadores como o Fundo Monetário Internacional suspenderam temporariamente o apoio, desencadeando um colapso financeiro, incumprimentos e turbulência financeira.

Moçambique continua a processar a Privinvest e o seu proprietário Iskandar Safa no valor de 3,1 mil milhões de dólares, acusando-os de pagar subornos a funcionários e banqueiros do Credit Suisse para garantir condições concebidas para contratos, incluindo um destinado a explorar as águas costeiras ricas em atum da república.

Mas a Privinvest e a Safa, que negam qualquer irregularidade, argumentam que o caso é um ataque com motivação política para desviar a culpa pelo fracasso de projectos económicos.

Fura Gems nomeia China Stone como parceiro na produção dos rubis moçambicanos

Fura Gems empresa líder mundial na extração de pedras preciosas

A Fura Gems, a empresa líder mundial na extração de pedras preciosas, e a China Stone anunciam uma colaboração global. Ao abrigo deste acordo, a Fura Gems concederá à China Stone acesso a uma seleção de rubis brutos de primeira qualidade.

Esta parceria resultará num melhor planeamento e previsão da produção para relógios, fabricantes de jóias e retalhistas.

A mina de Montepuez da Fura Gems em Moçambique ganhou reconhecimento internacional, nomeadamente pela descoberta do extraordinário rubi Estrela de FURA, que simboliza o compromisso da Fura com a excelência e as práticas éticas.

Através do envolvimento da comunidade, de iniciativas de conservação ambiental e de práticas mineiras responsáveis, a Fura Gems tem dado passos significativos na promoção da produção ética e sustentável destes recursos minerais.

“Esta parceria representa um marco significativo na missão da Fura Gems de estabelecer uma cadeia de fornecimento de pedras preciosas robusta, transparente e rastreável. Ao fornecer à China Stone acesso exclusivo a estes rubis de alta qualidade, a Fura Gems está a dar um passo decisivo para promover a confiança e a fiabilidade na indústri”, disse Dev Shetty, fundador e director executivo da Fura Gems.

“Temos o prazer de anunciar esta parceria com a China Stone, a primeira do género na indústria mineira de pedras preciosas coloridas. Esta colaboração responde à procura de longa data de um fornecimento fiável e consistente de pedras preciosas de cor extraídas de forma ética no sector das pedras preciosas e da joalharia”, avançou a fonte.

Tal como na indústria dos diamantes, a garantia de um fornecimento consistente destas pedras coloridas irá aumentar significativamente a procura por parte de marcas, grandes retalhistas e fabricantes, segundo afirmou o gestor.

A Fura Gems Inc. é uma empresa líder na extração e comercialização de pedras preciosas coloridas, com sede no Dubai, nos Emirados Árabes Unidos (EAU). Fundada em 2017, a Fura Gems é conhecida pela sua abordagem pioneira e ética nesta indústria.

Mozambique receives more visitors in the first three months of visa exemption

Visto electrónico traz mais visitantes ao país

The Mozambican government states that following the decision to exempt visas, the number of tourist visits from countries covered by the measure has increased by 34 percent in the first 90 days of its implementation.

“The measure is making Mozambique more competitive and facilitating access to potential investors,” reads the economic and social assessment of the State Budget execution until the third quarter, which Lusa had access to today. Mozambique introduced the Electronic Visa (e-Visa) in December 2022 and, in May 2023, implemented visa exemptions for citizens of 29 countries, in addition to revising the extended visa granting measure and simplifying requirements for foreign citizens investing in Mozambique.

“The creation of an online visa application platform and the exemption of tourism and business visas for a list of low-risk countries resulted in a 34% increase in the number of visitors to the country in the first 90 days of implementation, compared to the same period the previous year,” states the report from the Ministry of Economy and Finance, without providing specific numbers.

In the same document, the government estimates that the average daily expenditure of each visitor is $110, and with an average visit duration of four days, each visitor represents $440 in “new funds” for the economy.

“The increase in visitors to the country due to this measure represents growth in the sector and a multiplier effect on the Mozambican economy,” adds the report.

In August, the Mozambican government announced that over 13,000 foreign citizens had entered Mozambique under the visa exemption measure introduced in May, with the vast majority being tourists, particularly from Portugal. According to the Minister of Culture and Tourism, Eldevina Materula, of these exemptions, with visas granted at the border, “more than 10,000” visitors entered Mozambique “for tourism purposes,” and “the remaining 3,000 for business.

Mozambique and Tanzania will establish a 400-megawatt electrical connection

Mozambique and Tanzania will establish electrical connection

Mozambique and Tanzania, endowed with abundant natural resources, particularly their significant gas reserves, are actively exploring the possibility of establishing a crucial electrical connection. This collaborative effort materialized during the visit of Samia Suluhu Hassan, underlining the mutual benefits of this endeavor.

Marcelino Gildo Alberto, the esteemed Chairman of Mozambique’s Electricity Company (EDM), expounded on the ambitious project. The plan entails the creation of a robust transmission line, stretching from Toa Re in Tanzania to Palma, Mozambique—a testament to the strategic vision driving this initiative.

The overarching goal is the establishment of a formidable 400-megawatt (MW) line, a feat made possible through a memorandum of understanding already solidified at the governmental level. Further, discussions are in progress to finalize a similar agreement between EDM and Tanzania’s TANESCO, cementing the foundation for seamless cross-border cooperation.

This forward-looking venture has garnered substantial financial support, with two million dollars earmarked for its successful execution. The dividends of this endeavor are poised to be widespread, benefiting both nations. Tanzania stands to export surplus energy to Mozambique, reciprocated by a reciprocal flow in the opposite direction.

This landmark initiative also paves the way for broader regional connectivity. Tanzania’s existing links with neighboring countries like Uganda and Kenya open doors to an extended energy supply corridor, amplifying the potential for shared prosperity in the region. This visionary development was underscored by Chairman Alberto during the visit of the Tanzanian President to the Maputo Thermal Power Plant, marking a significant milestone in the realization of this transformative project.