Tuesday, April 28, 2026
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Moçambique recebe mais visitantes nos primeiros três meses de isenção de vistos

Visto electrónico traz mais visitantes ao país

O Governo moçambicano diz que a decisão de isenção de vistos, o número de visitas de turistas de países contemplados na medida aumentou em 34  por cento, nos primeiros 90 dias da implementação da iniciativa.

“A medida está a tornar Moçambique mais competitivo e a facilitar o acesso a potenciais investidores”, lê-se no balanço económico e social da execução do Orçamento do Estado até ao terceiro trimestre, a que a Lusa teve hoje acesso.

Moçambique introduziu o Visto Eletrónico (e-Visa) em dezembro de 2022 e, Maio de 2023, introduziu a isenção de vistos para cidadãos de 29 países, além de rever a medida de concessão de vistos alargados e simplificar os requisitos para cidadãos estrangeiros que investem em Moçambique.

“A criação de uma plataforma online de solicitação de vistos e a isenção de vistos de turismo e negócios para uma lista de países de baixo risco resultaram num aumento de 34% no número de visitantes ao país nos primeiros 90 dias de implementação, em comparação com o mesmo período do ano anterior”, lê-se no relatório do Ministério da Economia e Finanças, sem avançar números precisos.

Gastos de turistas estimulam à economia 

No mesmo documento, o Governo estima que a despesa média diária de cada visitante seja de 110 dólares e, com uma visita média de quatro dias, cada visitante representa 440 dólares de “novos fundos” para a economia.

“O aumento de visitantes no país devido a esta medida representa um crescimento do sector e um efeito multiplicador na economia moçambicana”, acrescenta o relatório.

Em agosto, o Governo moçambicano anunciou que mais de 13 mil cidadãos estrangeiros tinham entrado em Moçambique ao abrigo da medida de isenção de vistos introduzida em maio, a grande maioria turistas, nomeadamente de Portugal.

De acordo com a ministra da Cultura e Turismo, Eldevina Materula, destas isenções, com vistos concedidos na fronteira, “mais de 10 mil″ visitantes entraram em Moçambique “para fins de turismo”, e “os restantes 3 mil para negócios”.

Moçambique e Tanzânia preparam-se para a partilha de gás natural

Moçambique e Tanzânia partilham gás natural

A Autoridade Reguladora do Petróleo da Tanzânia e o Instituto Nacional de Petróleo (INP) de Moçambique estão prestes a assinar um acordo sobre a partilha de gás natural na zona fronteiriça. A acção acontecerá no âmbito de unitização que vai remodelar o panorama energético na África Oriental e terá implicações de longo alcance para ambos os países.

O acordo de unitização proposto foi revelado na última segunda-feira (06) durante uma reunião entre os meios de comunicação social tanzanianos e os gestores da Autoridade Reguladora do Petróleo da Tanzânia.

A unitização é o processo pelo qual um reservatório de petróleo ou de gás abrangendo múltiplas áreas é desenvolvido em conjunto pelos titulares de cada licença. O Director-Geral da Autoridade Reguladora do Petróleo da Tanzânia, Charles Sangweni, disse que a essência do acordo deriva da localização geográfica única dessas reservas de gás.

Ao contrário das disputas fronteiriças tradicionais em que a demarcação se situa dentro da terra, neste caso, os depósitos de gás abrangem uma área que transcende ambas as fronteiras nacionais.

Complexidade e negociações

A complexa e delicada questão de partilha de recursos levou Moçambique e Tanzânia à mesa de negociações, reconhecendo o potencial para uma sobreposição significativa nas reservas de gás.

As reservas de gás estendem-se ao sul da Tanzânia, onde os blocos 4⁄1B e 4⁄1C se sobrepõem à fronteira de Moçambique. Por outro lado, Moçambique descobriu 172 biliões de pés cúbicos de gás na zona da faixa Norte, especificamente, nos blocos 5⁄A e 5⁄B.

Acredita-se agora que essas reservas podem sobrepor-se ao território da Tanzânia, levando a uma maior exploração. Sangweni enfatizou o precedente global de acordos de unitização em tais casos, através dos quais, os países colaboram para partilhar recursos quando as reservas se sobrepõem.

O chefe da Autoridade Reguladora do Petróleo da Tanzânia afirmou que “para implementar isso, temos estado em contacto com os nossos colegas através do ministério dos Negócios Estrangeiros e do ministério da Indústria e Energia para que possamos agora celebrar um Memorando de Entendimento que irá trazer a cooperação em várias áreas, incluindo a celebração de um acordo de unitização″.

A eminente partilha de gás natural encerra um grande potencial não só no domínio de exploração gás, mas também na promoção da cooperação bilateral. O Director-Geral discorreu sobre a natureza multifacetada do acordo, citando disposições para o intercâmbio de tecnologia e a partilha de experiências como componentes vitais do pacto.

 

Porto de Maputo estabelece novo recorde no manuseamento de carga

Porto de Maputo regista novos recordes

O Porto de Maputo registou um novo recorde, no manuseamento de carga, ao ultrapassar a marca de 27 milhões de toneladas em 2022 contra 22 toneladas do ano anterior, que equivale a uma subida de 22,7 por cento.

O facto foi anunciado pelo Secretário Permanente do Ministério dos Transportes e Comunicações, Ambrósio Sitoe, durante um workshop sobre a gestão coordenada das fronteiras entre Moçambique e a África do Sul, um evento de quatro dias com início na segunda-feira (06) em Maputo.

Segundo a fonte, contribuiu para o efeito a implementação do Pacote de Medidas de Aceleração Económica (PAE), uma iniciativa governamental que tem por objectivo estimular a actividade económica no país após choques externos.

“O Governo de Moçambique, aprovou em Agosto do ano passado 20 medidas de aceleração económica, sendo que a Medida 11 do programa em alusão é sobre a melhoria da mompetitividade dos aeroportos e corredores logísticos nacionais”, disse.

“No âmbito da implementação desta medida, eliminamos os processos manuais de emissão dos documentos de importação temporária de viaturas (TIP), o pagamento da Taxa de Serviço Aduaneiro (TSA) na emissão do TIP, autorizamos as entradas múltiplas dos veículos no país”, afirmou a fonte”, clarificou.

Medidas que concorrem para melhorias 

Os níveis de manuseamento de carga em alusão também devem-se a melhorias nos procedimentos através da criação da Linha Verde para o ferro crómio no Km 4, a maior carga em trânsito, cujo resultado foi o aumento da área de triagem de camiões, entre outras.

“Estas medidas permitiram a redução do tempo de espera dos camiões no corredor e em particular no terminal de Km 4, onde cerca de 60% dos camiões são despachados em menos de uma hora contra cerca de três horas antes da introdução das medidas de aceleração económica”, apontou.

Moçambique está ciente que para a melhoria contínua dos corredores é necessário realizar investimentos. O governo moçambicano decidiu no último mês investir na modernização, expansão e transformação da fronteira de Ressano Garcia em fronteira de paragem única moderna como a montra do país.

Construido porto privado na África do Sul para aumentar as exportações de manganês

África do Sul acolhe um novo porto

O Logistics Group construiu uma instalação portuária na África do Sul, que permitirá o descarregamento e exportação de maiores volumes de manganês através de um dos comboios de mercadorias mais longos do mundo.

As raízes da empresa remontam a uma cooperativa de agricultores, que a utilizavam para exportar a sua fruta. Esse negócio expandiu-se para o cimento, fertilizantes, contentores e manganês antes de o Logistics Group ser separado em 2018. Depois, acrescentou operações em Moçambique, Namíbia e Tanzânia.

Os volumes transportados através da nação mais industrializada do continente africano pelo operador estatal de portos e caminhos-de-ferro, Transnet, diminuíram, nos últimos anos, devido à corrupção, má gestão e falta de locomotivas, segundo avança o portal Mining Weekly.

Uma linha de 861 quilómetros (535 milhas) que vai das minas de Sishen ao porto de Saldanha, na costa oeste, e é utilizada por um comboio de 4 quilómetros de comprimento, composto por 375 vagões, tem-se mantido entre as mais fiáveis das suas operações.

O grupo, propriedade da African Infrastructure Investment Managers da Old Mutual, viu potencial para aumentar a eficiência ao construir o Terminal de Granéis Secos de Saldanha, uma instalação de armazenamento que pode aceitar 100 toneladas por vagão, em vez das 63 toneladas que as operações existentes na área podem processar, disse o director executivo, Anton Potgieter.

Antes de assinar um único contrato, a empresa “deu um salto de fé”, adquiriu o terreno e construiu o projecto de 200 milhões de rands. Volumes de manganês são cruciais para produzir baterias de automóveis.

 

Empresários de Nampula propõem Imposto do Valor Acrescentado a 12%

Sector privado em Moçambique deseja reduzir o IVA

O Conselho Empresarial Provincial de Nampula (CEP) defende a redução do Imposto do Valor Acrescentado (IVA) para 12 por cento. O vice-presidente da agremiação, Luís Miguel Tomás de Vasconcelos, queixa-se de barreiras que ainda minam o ambiente de negócios na província.

Aponta, por exemplo, a concorrência desleal e a centralização de alguns serviços e que “alguns ditos empresários” são de mera capa.

Defende que a política do sector do caju deve preconizar o processamento da castanha a nível interno e diz que os empresários da província estão a perder dinheiro no Porto de Nacala, devido ao silêncio que alega se mantém relativamente ao processo de exportação de feijão bóer para Índia.

No entanto, o sector privado de Nampula considera que o Pacote das Medidas de Aceleração Económica (PAE) aprovadas pelo Governo, no ano passado são uma decisão acertada, porquanto estão a resultar, paulatinamente, na melhoria do ambiente de negócios.

Estas foram introduzidas para fazer face ao impacto do custo de vida, causado por factores internos, como as calamidades naturais, o terrorismo e outros de fora de portas, sobretudo ligados ao conflito entre a Rússia e Ucrânia.

O PAE é composto por 20 medidas que desde o seu anúncio em Agosto de 2022, parte delas já estão a ter um impacto considerável  no sector empresarial do país.

Entre elas está a número 1 que pressupõe reduzir a taxa do iva de 17% para 16%, percentagem que o empresariado de Nampula não esconde o desejo de vê-la cada vez mais reduzida.

Destaque também vai à isenção do  Imposto do Valor Acrescentado na importação de factores de produção para a agricultura e a electrificação, fortalecimento da supervisão das operações de exportação dos recursos naturais e criação de um fundo de garantia mutuária.

Absa Bank pioneiro em sistemas inteligentes de segurança em ATM

Absa Bank avança com uma tecnologia inteligente

A partir de hoje (7), as caixas electrónicas (ATM) do Absa Bank contarão com “um sistema inteligente” que inutiliza as notas através do uso de uma tinta permanente, indelével, rastreável e denunciante, em caso de uma acção criminal.

A tecnologia permite que na tentativa criminal, as notas fiquem parcialmente tingidas, cobrindo pelo menos 20 por cento da sua superfície. Sucederá que as mesmas, nessas condições, não serão aceites em caso de pagamentos ou depósitos nos balcões e agentes comerciais.

O Absa Bank Moçambique lembra que, nos últimos anos, o país registou dois eventos, “bem-sucedidos”, de explosões e roubos em ATM de outros bancos comerciais da praça, além de duas tentativas frustradas, uma das quais ocorreu numa caixa electrónica do Absa.

Denise Cruz, directora de Canais do Absa Bank, frisou que a acção tem o potencial de aumentar a prevenção de crimes financeiros no país.

“Decidimos implementar mais um mecanismo de segurança e dissuasão ao instalar o sistema de neutralização de notas nas ATM. Este sistema pretende reduzir o risco de roubo e circulação de dinheiro ilegal, assim como contribuir para a adopção contínua de políticas de combate à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo”, disse a gestora.

Igualmente, para o Absa Bank, esta iniciativa vai reforçar a solidez do seu sistema de segurança, visando proporcionar um maior conforto e confiança aos clientes.

Espera-se deligências dos EUA para financiamento ao GNL no país

Moçambique aguarda compromissos de credores

O Banco de Exportações e Importações dos EUA (Ex-Import Bank) afirmou que continua em análise o financiamento de um projecto de gás em Moçambique. A informação foi partilhada pela CEO da instituição financeira, Reta Jo Lewis, durante o Fórum da Lei sobre Crescimento e Oportunidades para África (AGOA) na África do Sul, semana passada.

A gestora frisou que o Banco está a aumentar a sua atenção em África e nas energias limpas, aprovando o seu maior investimento em energias renováveis no continente,

No mês de Junho passado, a instituição aprovou um empréstimo directo de mais de 900 milhões de dólares para duas centrais solares em Angola, um projecto de energia limpa de grande relevo para o banco que também criará milhares de postos de trabalho nos EUA.

A agência acrescentou cerca de 1,6 mil milhões de dólares de empréstimos em África este ano, tendo alcançado uma carteira global de 7 mil milhões de dólares na região.

O interesse do banco em projectos energéticos no continente inclui uma vasta gama de investimentos, desde a energia solar ao gás. Na semana passada, Lewis também se deslocou a uma cimeira nuclear EUA-África no Gana para promover o negócio deste ramo.

“O nosso objectivo é analisar projectos que possam ser financiados. Não pensem automaticamente que um negócio é demasiado pequeno ou demasiado grande para nós”, esclareceu Lewis.

Cumprimento da promessa dos credores

O credor concedeu um empréstimo de 4,7 mil milhões de dólares em 2020, durante a administração do antigo Presidente Donald Trump, para assumir a maior parte do financiamento de um projecto de gás em Moçambique liderado pela TotalEnergies SE.

O projecto de gás foi interrompido no ano seguinte devido à ameaça dos ataques armados na província de Cabo Delgado, desde Outubro de 2017.

Actualmente, a Total está a planear regressar às suas actividades e Moçambique espera que as agências de crédito à exportação que estiveram envolvidas reafirmem os seus compromissos de empréstimos até ao final deste ano.

ICVL planeia duplicar a capacidade de produção em Moçambique 

ICVL vai duplicar produção do carvão a coque

A capacidade de produção da International Coal Ventures Pvt Ltd (ICVL) está a ser duplicada e prepara-se um relatório do projecto com detalhes a este respeito. Quem o disse foi o Presidente da Steel Authority of India Limited (SAIL), subsidiária da mineradora, Amarendru Prakash, à margem da Cimeira do Carvão de Coque da ISA, em Nova Deli.

A ICVL, sediada em Moçambique, é um veículo de finalidade especial da SAIL, da RINL, da NMDC, da CIL e da NTPC para a aquisição de minas de carvão e de activos no estrangeiro.

Os planos da ICVL consistem em duplicar a capacidade de produção para 4 milhões de toneladas por ano, com um investimento de entre 150 e 200 milhões de dólares, afirmou o presidente da Steel Authority of India Limited (SAIL), Amarendru Prakash.

O gestor acrescentou que a SAIL adquiriu cerca de oito remessas de carvão de coque de 75 mil toneladas da Rússia nos primeiros dois trimestres de 2023.

Espera-se que os fornecimentos da Rússia continuem na mesma proporção durante os dois trimestres restantes do ano fiscal.

O carvão de coque é uma matéria-prima essencial utilizada na produção de aço e os operadores satisfazem cerca de 90 por cento das necessidades de carvão de coque através de importações.

A expansão da ICVL contribuirá para aumentar a oferta de carvão de coque à SAIL e à RINL.

De acordo com a SteelMint India, os preços do carvão de coque aumentaram cerca de 100 dólares por tonelada nos últimos seis meses, sendo actualmente negociados a 350 dólares por tonelada.

Porto da Beira recebeu há dias um navio de grande porte e regista um novo recorde

Porto de Beira regista novo recorde de navio

Na semana passada, o navio M/V Floriana VI, propriedade da MSC Mediterranean Shipping Company, atracou no Porto da Beira, centro de Moçambique, anunciou a Cornelder Moçambique.

O porta-contentores pós-Panamax, com 285 metros de comprimento e 40 metros de largura, estabelece um novo recorde de maior navio a escalar o porto.

O Porto da Beira tem registado nos últimos anos um crescimento significativo da carga contentorizada e de outras cargas, em resultado da estratégia comercial agressiva que a CdM tem vindo a desenvolver nos mercados da região.

A proeza é também resultado bem do investimento na melhoria das acessibilidades ao porto, na aquisição de modernos equipamentos de movimentação e ampliação das áreas de armazenagem e na introdução de novas tecnologias e sistemas de optimização das operações.

O investimento na dragagem do canal de acesso, da bacia de manobra e dos cais de acostagem tem sido também decisivo para permitir que navios de grande capacidade, do tipo Panamax e pós-Panamax, possam escalar o Porto da Beira com maior regularidade.

A instrodução de uma nova linha de navegação, que liga a Europa, China e os países do interland, na África e de um inovador sistema de gestão de contentores refrigerados são algumas das acções que visam projectar o porto beirense.

O Porto da Beira está localizado estrategicamente no centro do país, liga directamente, quer por via rodoviária ou ferroviária, os principais mercados do hinterland da África Austral, o Zimbabwe, Malawi, a Zâmbia, Botswana, a República Democrática do Congo e outras rotas do comércio internacional.

Ministro dos Recursos Minerais vê avanços no projecto da refinaria de gás de cozinha

Carlos Zacarias testemunha projecto de GPL

O Ministro dos Recursos Mineirais e Energia, Carlos Zacacrias, notou que há progressos nas obras de construção da fábrica de GPL (Gás de Cozinha), no distrito de Temane, província de Inhambane.

O sentimento foi manifestado durante a visita do governante, semana passada, a este e outros projectos que decorrem no âmbito do Acordo de Partilha de Produção (PSA) entre o Executivo moçambicano e a Sasol Moçambique, considerados cruciais para a matriz energética do nosso país

Lançado em Março de 2020, o Projecto PSA deu lugar à construção da infraestrutura, que possibilitará a geração de 30 mil toneladas por ano de Gás de Cozinha.

A produção vai reforçar o consumo deste combústivel em todo o país e tem o potencial de contribuir para as metas de transição energética no solo moçambicano.

É que com o gás de cozinha cada vez mais acessível para as famílias moçambicanas, estas reduzirão o uso da biomassa, que implica destruir a flora para a produção de lenha e carvão vegetal.

Um potencial para a transição energética

Além disso, o gás de cozinha vai reduzir a pressão ao uso da energia eléctrica em algumas actividades que podem substituir a electricidade pelas botijas de gás. As vatangens deste empreendimento são inúmeras.

O PSA engloba a construção de três empreendimentos, nomeadamente, a refinaria de gás de cozinha, central eléctrica de ciclo combinado, bem como a construção de linha de transmissão de energia para conectar a rede nacional na região Sul do país.

Os três projectos que decorrem, em simultâneo, poderão terminar em Novembro de 2024 e vão beneficiar mais de 1.2 milhões de cidadãos nacionais.

Além da Sasol, os projectos energéticos de Temane envolvem o Instituto Nacional de Petróleos (INP), Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), a Globeleq e a Electricidade de Moçambique (EDM).