Tuesday, May 5, 2026
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Noruega e Suécia vão apoiar acesso à energia a 2,2 milhões de moçambicanos

Nesta segunda fase do Proenergia serão efectuadas 400 000 novas ligações, através da Rede Eléctrica Nacional (On Grid) e outras 90 000 por via de sistemas isolados (Off Grid), dando acesso à energia sustentável a um total de 2,2 milhões de pessoas.

Neste processo, mais de 200 000 famílias, ou cerca de um milhão de pessoas, passarão a ter acesso à energia, através de soluções de energia renováveis, com benefícios adicionais do ponto de vista ambiental. Nesta fase, a Noruega e a Suécia vão contribuir com 17,5 milhões e 16 milhões de dólares, respectivamente.

Este financiamento soma-se aos montantes disponibilizados na Fase I, elevando o financiamento total dos dois países nórdicos ao Programa “Energia Para Todos” para cerca de 65 milhões de dólares.

Refira-se que, na Fase I do Programa “Energia Para Todos”, lançado em 2018 e implementado entre os anos 2019 e 2022, foram executadas ligações a mais de um milhão de residências e outras 983 a instalações públicas, tais como escolas e centros de saúde. Deste total, a ligação a 360 000 residências e 30 instalações públicas foi feita com fundos dos parceiros de cooperação, no âmbito do Proenergia, perfazendo um total de 5,2 milhões de beneficiários.

A assinatura dos acordos de financiamento para a Fase II do Proenergia foi realizada pelos embaixadores da Noruega, Haakon Gram-johannessen, e da Suécia, Mette Sunnergren. A cerimónia contou com a presença do ministro dos Recursos Minerais e Energia, Carlos Zacarias, em representação do Governo de Moçambique. Também marcaram presença no evento a líder do Programa de Infra-estruturas do Banco Mundial, Zayra Romo, o presidente do Conselho da Administração da Electricidade de Moçambique, Marcelino Gildo Alberto, e outros convidados.

Na ocasião, o embaixador norueguês, Haakon Gram-johannessen, disse que “a energia está no centro do desenvolvimento, permitindo a prestação de serviços sociais, o crescimento económico e a redução da pobreza. Apesar dos grandes progressos na expansão do acesso à energia para a população moçambicana, ainda há muito a fazer. A Noruega orgulha-se de poder reforçar o seu apoio à iniciativa “Energia Para Todos”, que visa alcançar o acesso à electricidade para todos em Moçambique até 2030”.

Por seu turno, a embaixadora sueca, Mette Sunnergren, sublinhou que a “Suécia considera o acesso à energia vital para todos os tipos de desenvolvimento e, por isso, estamos felizes em contribuir com o programa Energia Para Todos para que ninguém fique para trás”.

O ministro Carlos Zacarias referiu que este financiamento vai dar “continuidade de implementação do Programa Energia Para Todos nos próximos três anos, garantindo que não haja disrupções nos trabalhos de iluminação do país, numa altura em que muitos moçambicanos estão expectantes por usufruir dos benefícios da energia nas suas vidas”.

Para esta Fase II, está já em curso o processo de licitação para selecção das empresas que fornecerão os materiais, incluindo empreiteiros e fiscais de obras. (O Pais Economico)

Sector privado defende a operacionalização dos tribunais marítimos

O CFJJ tem o papel de formar os quadros que irão operacionalizar os Tribunais Marítimos e, para o efeito, conta com o apoio do Governo Francês.
O Presidente do Conselho Empresarial Nacional (CEN) da CTA e da Associação dos Operadores Portuários de Moçambique (AOPM), Fernando Couto, referiu que os operadores privados sentem que os Tribunais Comerciais não têm competências técnicas necessárias para dirimir casos que surgem dos negócios marítimos, gerando problemas de falta de segurança jurídica, algo fundamental para que as operações comerciais se realizem. Por isso, o Sector Privado vê com agrado esta iniciativa do Governo em retomar os Tribunais Marítimos.
Os operadores internacionais querem encontrar os mesmos regimes jurídicos. Assim, o quadro jurídico marítimo de Moçambique deve ser alinhado com o padrão internacional, incluindo as convenções internacionais.
Os três principais portos nacionais, Maputo, Beira e Nacala, estão num regime de concessão, e recebem cerca de 90% dos navios que vêm para Moçambique, bem como 90% de carga marítima de todo o País. Entretanto, Moçambique não tem nenhum navio de bandeira moçambicana.
Deu exemplo do recente caso de Nacala, que resulta dessa capacidade dos magistrados em dirimir casos marítimos. Assim, o Tribunal Aduaneiro tomou uma decisão de confiscação de navios, algo ilegal. Por isso, como CTA, em representação do Sector Privado, olha para a implementação dos Tribunais Marítimos com capacidade como sendo importantes para o futuro.
O CFJJ referiu que a formação irá incluir aspectos sobre como se aplicam as convenções marítimas. Sendo a França um país com grande tradição nos conhecimentos jurídicos marítimos, a sua contribuição trará mais-valia na formação de quadros competentes em Moçambique.

Sasol entrega unidade móvel de formação profissional em Govuro

Trata-se de uma Unidade Móvel Mista de Electricidade e Canalização, com capacidade para 32 formandos em simultâneo, sendo 16 Electricidade e outros 16 de Canalização, equipada com ferramentas para aulas práticas, um gerador e painéis solares sobre a unidade que proporcionam uma fonte de corrente eléctrica independente.

A Unidade Móvel faz parte dos Acordos de Desenvolvimento Local (ADL), no âmbito da componente de Desenvolvimento Económico, que está a ser implementada pela GIZ, que inclui o projecto de “Acesso à Emprego e Competências para o Desenvolvimento”, que tem como um dos objectivos, a formação de jovens locais através de Unidades Móveis.

Na ocasião, o Vice-Presidente e Director da Sasol em Moçambique, Ovídio Rodolfo, sublinhou que a educação é uma das prioridades do nosso Programa de Responsabilidade Social, sobretudo o ensino profissional, porque desempenha um papel fundamental na qualificação dos jovens, para o mercado de trabalho. “Continuaremos a trabalhar com o Governo e com todos os parceiros, a todos os níveis, para continuar a criar valor comum e bem-estar das comunidades,” afirmou.

A parceria com o IFPELAC iniciou em 2015 e desde então, a Sasol financiou a formação técnico-profissional de cerca de 500 jovens oriundos dos Distritos de Govuro, Inhassoro, Vilankulo, Mabote e Massinga na Província de Inhambane.

OIM e Governo realizam consulta de alto nível em Cabo Delgado

O objetivo das consultas era compartilhar e alinhar as prioridades estratégicas para o futuro, especialmente para o próximo ano, bem como identificar oportunidades adicionais de colaboração na prestação de assistência humanitária, esforços de recuperação e reconstrução, bem como abordar as causas de conflito e deslocamento e promoção de soluções para Pessoas Deslocadas Internamente (IDPs) no norte de Moçambique.

As consultas são um componente chave dos esforços da OIM para desenvolver e implementar estratégias em estreita colaboração e apoio do governo, garantindo que os programas estejam alinhados com as prioridades do país.

As consultas em Pemba decorreram entre uma delegação da Equipa de Gestão Sénior da OIM em Moçambique, chefiada pela Chefe da Missão da OIM, Dra. Laura Tomm-Bonde, e uma delegação do Governo em Cabo Delgado, composta por delegados do Secretário de Cabo Delgado dos Gabinetes de Estado e do Governador, a Agência para o Desenvolvimento Integrado do Norte de Moçambique (ADIN), a Polícia da República de Moçambique (PRM), o Serviço Nacional de Migração de Moçambique (SENAMI), o Instituto Nacional de Gestão do Risco de Calamidades (INGD) e o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), bem como vários administradores distritais e directores provinciais de diferentes departamentos governamentais, bem como da Câmara Municipal de Pemba.

Tanto o Governo como a OIM apresentaram uma visão geral dos seus planos estratégicos, necessidades avaliadas e perspectivas para o próximo ano, seguidas de uma discussão frutífera sobre como alinhar ainda mais as actividades e programação para responder às necessidades das pessoas no norte de Moçambique.

Nos últimos cinco anos, a OIM implementou uma assistência abrangente e multissetorial em resposta à crise complexa em curso no norte de Moçambique, que viu o deslocamento de mais de 1 milhão de pessoas. “A OIM está empenhada em apoiar o Governo de Moçambique, fornecendo uma resposta abrangente e inclusiva às comunidades afetadas pelo deslocamento, ao mesmo tempo em que estabelece as bases para soluções sustentáveis ​​para a reconstrução e desenvolvimento de Cabo Delgado”, disse a Dra. Laura Tomm- Bonde, Chefe da Missão da OIM em Moçambique. “Só através de uma forte colaboração, coerência e complementaridade podemos enfrentar os desafios estruturais que a província enfrenta”, acrescentou.

“A reconstrução requer compromisso coletivo; exige integração e coesão social das pessoas afetadas e compreensão das necessidades da população; identificar com precisão os grupos populacionais em movimento, suas motivações, seus trânsitos e pontos de concentração. Tudo isto requer um trabalho coordenado, e saudamos a proposta da OIM de alinhamento estratégico e reforço das instituições na gestão dos movimentos forçados de população”, afirmou SE Valige Tauabo, Governador de Cabo Delgado.

As consultas contribuirão para o compromisso da OIM de acelerar a programação do Nexus Humanitário-Desenvolvimento-Paz (HDPN), bem como para a implementação das estratégias do Governo de Moçambique, como o Plano de Reconstrução de Cabo Delgado (PRCD 2020-2024), a Resiliência do Norte e Programa de Desenvolvimento Integrado (PREDIN), bem como o Plano Quinquenal do Governo 2020–2024, a Política e Estratégia de Gestão de Deslocamento Interno (PEGDI) e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento 2015–2035, além de outras políticas e programas setoriais relevantes.

Empresários insatisfeitos com os atrasos de pagamentos do governo

Os empresários presentes no encontro partilharam os enormes desafios que enfrentam na sua actividade empresarial, tendo destacado o atraso no pagamento de facturas por parte do Estado o que dificulta, sobremaneira, o andamento e viabilização dos planos das Pequenas e Médias Empresas da região.

Sobre esta preocupação, Jaime Neto referiu que o Governo está a trabalhar no sentido de pagar as facturas em atraso e na criação de alguns incentivo à classe empresarial para permitir uma rápida recuperação depois dos efeitos da Pandemia da COVID-19. O Governante disse que saiu com boas lições sobre as dificuldades que os empresários enfrenam e em conjunto irão estudar mecanismos de minimização desses obstáculos.

Encorajou o CEP a promover mais investimentos em diferentes sectores que a província de Nampula apresenta potencial e oportunidades de negócios, tendo destacado o agronegócios.

Por seu turno, o Vice-Presidente do CEP – Nampula, Luís Vasconcelos, disse que o encontro serviu, igualmente, para ouvir as apostas do novo Secretário de Estado e cimentar as relações entre o sector público e privado visando o desenvolvimento da província.

Luís Vasconcelos salientou que, depois da COVID-19 e do encontro com o Secretário de Estado, renasce a esperança de dias melhores para o ambiente de negócios nos diversos sectores ao nível da província de Nampula.

O país conta com 10 milhões de dólares para medidas imediatas pós-cheias

Nyusi falava à nação sobre a crise das cheias, depois de sobrevoar as zonas mais afectadas, nas bacias dos rios Umbeluzi e Incomati, nos distritos de Manhica, Boane, Magude, Namaacha e Moamba, todos na província de Maputo.

O número de pessoas afectadas pelas tempestades e cheias na cidade e província de Maputo ascende agora a mais de 39 mil. 306 escolas foram afetadas, algumas tão gravemente que não podem mais funcionar. Como resultado, 118.000 alunos não podem estudar.

11 escolas foram transformadas em centros de acomodação temporários para as vítimas das enchentes.

As tempestades derrubaram postes de eletricidade e inundaram postes de transformadores. 18.500 consumidores de eletricidade mergulharam na escuridão.

Quanto à agricultura, 6.645 hectares de culturas diversas foram inundados, afetando cerca de 30.000 famílias.

Nyusi disse que o governo elaborou um “Plano de Resposta Conjunta” para fornecer alimentos a mais de 53 mil pessoas nos próximos sete dias. Água potável também será fornecida.

O Governo decidiu colocar brigadas técnicas da Administração Nacional de Estradas (ANE) em postos-chave, com a missão de garantir as condições básicas para que o trânsito possa continuar a fluir nas estradas.

“Vamos fazer o levantamento dos danos e prejuízos”, disse Nyusi, “para reparar as infra-estruturas afectadas, e normalizar o abastecimento de água”.

O governo vai distribuir sementes aos agregados familiares afectados pelas cheias para que possam fazer a segunda sementeira deste ano agrícola. O acesso ao crédito para agricultores comerciais está sendo negociado com os bancos.

Os residentes devidamente identificados da zona mais atingida, o município de Boane, vão beneficiar de uma redução de 50 por cento na tarifa do transporte público durante os próximos três meses.

Moçambique mostra oportunidades de negócios e investimentos do país em Espanha

Nos encontros, Moçambique aproveitou para apresentar oportunidades de negócios e investimentos em diversas áreas, muitas vezes à luz dos imensos recursos naturais do país.

Várias actividades marcaram a semana, destacando-se a participação de Moçambique no dia 7 de Fevereiro numa mesa redonda subordinada ao tema: ‘Países africanos com estabilidade, crescimento e oportunidades de negócio’, uma oportunidade única para convidar empresários espanhóis a investir em Moçambique.

Ali, a delegação moçambicana deu a conhecer o bom ambiente de negócios do país, com destaque para o início da produção e exportação de gás e as condições favoráveis ​​ao investimento na indústria agro-alimentar.

CTA, BM e SIDA avaliam o ambiente de negócios em Moçambique

A equipa do BM procurou saber como é que as preocupações dos empresários chegam ao Governo Central e quais são os principais constrangimentos que as empresas enfrentam no seu dia-a-dia.

A CTA explicou os mecanismo de Diálogo com o Governo, desde o nível distrital, através dos CED´s, passando pelo nível provincial, através dos CEP´s, até ao nível central. Deu exemplo do Plano de Aceleração Económica (PAE) onde mais de 60% das medidas foram propostas pela CTA, resultante das contribuições do sector privado ao nível nacional.

Por seu turno, do lado da SIDA que financia projectos implmentados pelo Banco Mundial, destacou-se um dos projectos que a CTA esteve envolvida que é o Moz Trabalha, que consistiu no apoio na elaboração do Índice de Tendências de Emprego e na realização do Economic Briefing.

No decurso do encontro, o Banco Mundial mostrou abertura em cooperar com a CTA no esboço e implementação de um projecto para fortalecimento de capacidades empresariais.

Sendo o Banco Mundial parceiro tradicional da CASP, a CTA aproveitou o ensejo para mais uma vez convidar o Banco para a edição XVIII, a realizar-se em Junho, 22 e 23. Finalmente, a CTA agradeceu a assistência técnica que o Benco Mundial tem dado no processo de reformas, particularmente na elaboração de estudos e posicionamentos do sector privado visando a melhoria do ambiente de negócios no país.

Access Bank inaugura nova agência em Maputo

Trata-se da 11ª agência do Banco desde que se instalou em Moçambique, em 2020, reforçando assim a sua presença em todo o território nacional.

A cerimónia contou com a participação da representante do Secretário de Estado da Cidade Maputo, Maria Helena Checo.

Segundo o Presidente do Conselho de Administração (PCA) do Access Bank Mozambique, Rogério Samo Gudo, o Banco reafirma, desta forma, “o compromisso de continuar a promover o desenvolvimento do sistema bancário nacional e a inclusão financeira de forma alinhada com as crescentes necessidades das populações, em diversas áreas de intervenção social”. O PCA do Banco reforçou ainda a aposta “no contacto cada vez mais próximo nas comunidades onde opera, levando produtos e serviços adaptados e inovadores a todo o país”.

Para o Administrador Delegado do Access Bank, Marco Abalroado, o novo espaço, “mais amplo e melhor equipado, está instalado numa zona economicamente estratégica da capital, para facilitar a expansão e melhoria dos serviços financeiros, aos clientes”. “Posicionamo-nos ainda mais firmes no apoio ao desenvolvimento industrial e comercial do país, ao mesmo tempo que nos capacitamos melhor para garantir assistência às Pequenas e Médias Empresas”, afirmou o mesmo responsável.

No âmbito do processo de expansão da rede bancária e melhoria de prestação de serviços, o Access Bank Mozambique irá, nos próximos meses, realocar e inaugurar novos balcões noutras províncias do país, nomeadamente em Tete e Nampula.

“O nosso objectivo é apoiar todos os sectores da actividade económica com base na nossa experiência local e internacional, fornecendo soluções feitas à medida, numa perspectiva abrangente, tendo em consideração as necessidades dos nossos clientes, bem como dos seus ecossistemas, desde os seus fornecedores aos seuscolaboradores”, salientou ainda Marco Abalroado.

Com uma forte aposta na digitalização e na modernização de produtos, o Access Bank é reconhecido pela qualidade de serviços prestados aos seus clientes nas plataformas digitais de que dispõe, nomeadamente o Internet Banking, Mobile Banking, cartões USSD e, dentro em breve, Facebook e WhatsApp Banking.

O Access Bank é o maior Banco africano. Serve 49 milhões de clientes e está presente em três continentes e 18 países.

Em Moçambique, posiciona-se entre os 7 maiores bancos do país, desempenhando um papel com forte impacto no crescimento da economia moçambicana e contribuindo, de forma significativa, para o acesso de todos os moçambicanos a serviços e produtos bancários de qualidade.

SASOL e CTA pretendem alavancar o conteúdo local

Sobre o conteúdo local, as partes concordaram em trabalhar com foco na província de Inhambane, sem descurar as outras empresas de nível nacional. A nível local, os Conselhos Empresariais Distritais e Provinciais já possuem colaboração estreita com a SASOL, particularmente na facilitação de acesso local às oportunidades de negócios e Fundo do Conteúdo Local sediado no BCI.

A SASOL perspectiva lançar, em Março próximo, programas de conteúdo local de nível distrital para aumentar a participação de empresas locais.
No âmbito de acordo de cooperação, a CTA pretende engajar os fornecedores internacionais da SASOL com as empresas moçambicanas para criação de parcerias e aumentar a participação nacional nas oportunidades da SASOL. Assim, brevemente, a CTA vai organizar um encontro com esses fornecedores tradicionais na busca de mais ligações internas com as PMEs.

A CTA informou que foram retomadas as discussões sobre a Lei de Conteúdo Local, tendo a SASOL defendido que esta Lei deve criar condições para a existência do Fundo do Conteúdo Local de nível nacional. Por fim, a CTA apresentou o conceito da XVIII CASP prevista para Junho próximo, sobre a qual as partes demonstraram interesse em continuar a colaborar.