Sunday, April 26, 2026
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Grupo Visabeira atinge 1.171 milhões de euros de volume de negócios em 2021

Apesar dos fortes constrangimentos sentidos ainda devido à pandemia da Covid­19, o Grupo Visabeira teve em 2021, um forte crescimento nas suas actividades nacionais e internacionais, reforçando a sua trajectória de crescimento sustentado nas principais áreas de negócio.

O Grupo alcançou no ano passado, um marco histórico de 1.171 milhões de euros de volume de negócios consolidado, um aumento de 211 milhões de euros face ao ano anterior, traduzindo-se num crescimento de 21,9%.

O EBITDA atingiu os 183 milhões de euros, mais 17,8% do que no ano de 2020 e o resultado operacional ultrapassou os 100 milhões de euros. O resultado líquido foi de 37,9 milhões de euros, representando um aumento de 72% acima do exercício do ano anterior.

Nos mercados externos, o Grupo Visabeira mantém como principal estratégia, o crescimento das suas actividades “core” prestação de serviços de engenharia de redes de telecomunicações e energia – para os principais operadores europeus e norte-americanos reforçando a sua posição nestes mercados. Em 2021, estes mercados representam 72,6% do volume de negócios do Grupo.

Importa realçar que o crescimento por via orgânica foi o pilar principal do notável desempenho da actividade do grupo, nomeadamente na área de negócio de engenharia de redes de telecomunicações e energia.

África, ao contribuir com cerca de 102 milhões de euros, teve um peso de cerca de 9% do total do volume de negócios do Grupo Visabeira.

Em Moçambique, apesar do impacto negativo na economia do país causado por diversos factores, com destaque para a pandemia e a instabilidade na província de Cabo Delgado, o Grupo Visabeira conseguiu em 2021 aumentar o seu volume de negócios em 10,4% alavancado pelo crescimento de negócios como a electricidade (Electrotec) e imobiliária (Imovisa), mas também pela consolidação do negócio das telecomunicações (TvCabo e Televisa) e construção (Martifer-Visabeira, Sogitel e Hidroáfrica).

Sobre o Grupo Visabeira

O Grupo Visabeira é uma companhia multinacional fundada há 42 anos em Portugal, na cidade de Viseu, onde mantém a sua sede. Hoje, o Grupo desenvolve os seus negócios em Moçambique em diversas áreas de actividade, das Telecomunicações, Energia e Construção, até à Indústria e Turismo. O Grupo Visabeira tem empresas em 18 países, além de Portugal e Moçambique, designadamente em Angola, S. Tomé e Príncipe, Marrocos, Alemanha, Bélgica, Espanha, Dinamarca, França, Itália, Reino Unido, Suécia, República da Irlanda, Índia, Brasil, México e Estado Unidos da América, e está presente com os seus produtos e serviços em mais de 134 nações em quatro continentes.

Actuando em vários países, de forma autónoma ou em parceria com importantes operadores mundiais, a Visabeira Global agrega as áreas das Telecomunicações, Energia, Tecnologia e Construção, e a sua subsidiária Constructel Visabeira é hoje um dos maiores prestadores de serviços de engenharia de redes na área das telecomunicações, electricidade e gás na Europa.

Em Moçambique, e dos vários sectores da actividade económica em que o Grupo Visabeira está presente, na área da engenharia e infra-estruturas de redes de telecomunicações, assume papel de especial importância a TVCABO Moçambique, uma parceria com o operador histórico nacional: a TMCEL. A TVCABO Moçambique é uma empresa pioneira no continente africano, das primeiras no mundo e líder em Moçambique, assumindo a inovação tecnológica e a qualidade dos seus serviços como características distintivas. Ainda no âmbito das telecomunicações, a Televisa é uma empresa que trabalha com diferentes operadores e tem vindo a reforçar a sua posição de líder na expansão da rede de fibra óptica e no projecto de cobertura 4G, que continua a ser implementado em todo o território.

O sector das energias é outra importante área da actividade do Grupo Visabeira em Moçambique, merecendo menção a Eletroctec pela plêiade de competências e capacidades com que opera nas infra-estruturas de electricidade ao longo de todo o território moçambicano.

Na área da construção, a Sogitel Martifer-Visabeira, Hidroáfrica e a Edivisa são empresas de referência, operando no sector imobiliário e na execução de empreitadas de construção civil e infra-estruturas.

No comércio e serviços tem especial relevância a Mercury, empresa de trading que se dedica à importação e comercialização de um alargado leque de mercadorias, entre os quais produtos do Grupo Visabeira, como a Vista Alegre, uma das principais produtoras mundiais de porcelana e cristal premium, distinguida em 2021 com 19 prémios internacionais, e ainda o vinho Casa da Ínsua, premiado nos mais exigentes concursos de vinhos do mundo.

Na área do Turismo, destaca-se a Turvisa, que gere um universo de unidades hoteleiras como o Montebelo Indy Maputo Congress Hotel e o Montebelo Girassol Maputo Hotel e ainda o emblemático Montebelo Gorongosa Lodge & Safari e o Montebelo Milibangalala Bay Resort.

Transitex dinamiza trocas comerciais entre Moçambique e Índia

A Transitex abriu um escritório na Índia, com o objectivo de impulsionar trocas comerciais entre Moçambique e o país asiático. A empresa refere que o carvão e o feijão são alguns dos principais interesses da Índia em Moçambique.

Trata-se de um operador logístico e transitário, especializado no transporte internacional de carga porta-a-porta. Com uma nova instalação na Índia, a Transitex pretende fortificar as trocas de bens e produtos entre Moçambique e o país da Ásia.

“O objectivo da Transitex, nesta iniciativa, é contribuir para o crescimento da parceria económica entre os dois países”, refere a empresa em comunicado de imprensa.

O operador logístico revela, ainda, que o carvão e o feijão são alguns dos principais interesses da Índia em Moçambique, que exportou cerca de 1,5 milhões de toneladas para aquele país asiático só no ano passado.

Implantado em Moçambique há 13 anos, a Transitex consolidou a sua expansão no mercado nacional, fruto da forte aposta e investimento feitos entre 2019 e 2020. Hoje, a empresa conta com uma equipa de 100 colaboradores, distribuídos por Maputo, Beira, Nacala, Nampula e Pemba, apoiada por uma estrutura que inclui seis armazéns de Norte a Sul do país e uma frota rodoviária.

“A decisão de abrir uma filial em Nova Deli, capital indiana, partiu da necessidade de garantir aos clientes da Transitex a prestação de serviços de referência, através de uma equipa própria na origem e no destino da carga”, refere a direcção da empresa.

Com efeito, Nova Deli é agora a mais recente localização da empresa e é também o seu segundo escritório no continente asiático, após a sua implantação na China, em 2015.

“A Índia é um gigante em ascensão e relações comerciais com todos os países em que a Transitex está presente.  Esse facto, aliado à nossa vontade de servir os nossos clientes, leva-nos a ser ousados e a investir sem hesitação neste mercado. A abertura da Transitex Índia foi um exercício de gestão planificada e projectada em função da nossa visão para a operação”.

As projecções do operador logístico ilustram que, após a entrada na Índia, o volume de negócios da empresa podem registar um crescimento de 20% a nível global.

Todavia, a empresa realça que o mercado indiano tem estreitas relações comerciais com países nos quais a empresa já está presente, com destaque para os mercados africanos, nomeadamente, Tanzânia (em 2020, do valor total das exportações do país, 15,1% teve como destino a Índia), Moçambique, Malawi e África do Sul.

Banco Nacional de Investimento (BNI)

O Banco Nacional de Investimento é um banco de desenvolvimento estatal moçambicano. Seu objetivo é fornecer financiamento de longo prazo para empreendimentos sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento social e econômico do país.

SOBRE O BNI

As principais áreas de atuação do banco são Infraestrutura, Recursos Naturais, Energia, Agricultura, Indústria e Comércio e Transporte . O BNI também busca fortalecer a estrutura de capital de empresas privadas e o desenvolvimento de mercados de capital.

O BNI foi fundado em 2010, inicialmente estabelecido como o primeiro banco de investimento do país, através de uma joint venture entre os governos de Portugal (através da Caixa Geral de Depósitos ) e Moçambique (através da Direcção Nacional do Tesouro). Com capital inicial previsto em US $ 500 milhões, o banco foi criado para facilitar uma cooperação mais próxima entre Moçambique e Portugal, e fomentar diversos projectos, principalmente Infraestrutura, Recursos Naturais (Mineração e Hidrocarbonetos) e Energia.

Em Agosto de 2012, o BNI assumiu um papel consultivo na aquisição por parte governo de uma participação de 5% na operação de carvão da Vale (mineradora) em Moçambique.

Dado o rápido crescimento da economia moçambicana e, consequentemente, a necessidade do governo de participar no capital de projectos de Infra-estrutura e Recursos Naturais de capital intensivo, em Dezembro de 2012, a participação portuguesa, na altura detida pela Caixa Geral de Depósitos, foi adquirida pelo Estado moçambicano através da agência, IGEPE – Instituto de Gestão de Participações Estatais A partir daí, o Banco começou a concentrar-se mais no seu papel de banco de desenvolvimento, embora ainda tenha um forte braço de banca de investimento.

No final de 2013, o BNI inicia um papel importante em protocolos governamentais e acordos com bancos de desenvolvimento estrangeiros, tais como o BNDES do Brasil e o KFW da Alemanha, com o objetivo de facilitar parcerias público-privadas entre empresas estrangeiras e estatais no desenvolvimento de grandes projetos no país, bem como gestão de fundos para o efeito, como foi o caso da COFIDES da Espanha, que em outubro de 2013 destinou 75 milhões de euros a essas parcerias.

Tipo

Empresa estatal

Slogan: Abrindo caminhos para o desenvolvimento

Actividade: Banca

Fundação: 14 de Junho de 2010

Sede: Av. Julius Nyerere, 3504 Bloco A2, 4668 Maputo, Moçambique

Tel.: +258 21 498 581

Fax: +258 21 498 595

info@bni.co.mz

Proprietário(s): Governo da República de Moçambique

Pessoas-chave: Tomás Matola (Presidente Executivo)

Website official: www.bni.co.mz

BMW

BMW Marca de Veiculos alemã.
A BMW oferece os mais altos padrões de estética, dinamismo, tecnologia e qualidade.

BCI lança campanha “Vai”

O Banco Comercial de Investimento (BCI) lançou recentemente a sua nova campanha publicitária, sob o mote “Vai ou não vai. No BCI Vai”.

A comunicação conta com um spot publicitário, que tem a participação de dois conhecidos artistas moçambicanos, o DJ Ardiles e o Mr. Kuka, intérpretes da música. Veja o vídeo aqui.

O conceito criativo desta campanha, consolida o posicionamento do Banco, próximo de todos os moçambicanos e define a essência da marca BCI, que segundo o banco é detentora de maior reconhecimento nacional e internacional.

A inspiração desta campanha move-se pelo pensamento local, e usa nas peças de comunicação uma expressão bastante comum. Desta forma o BCI pretende encorajar a realização de sonhos e motivar cada um a conquistar os seus, assumindo-se dessa forma como um parceiro presente e sempre disponível.

 

 

Matola Gas Company (MGC)

SOBRE A MGC

A Matola Gas Company, SA (MGC) é uma empresa moçambicana que se dedica ao transporte, distribuição e comercialização de gás natural produzido em Moçambique que é usado como fonte de energia para o funcionamento de diversas unidades industriais na província de Maputo.

HISTÓRICO

Fundada em 2004 a Matola Gas Company, é constituída por capitais nacionais (detidos pelo Governo moçambicano através da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) e por investidores privados) e por capitais estrangeiros (detidos pela empresa sul africana GIGAJOULE INTERNATIONAL).

A empresa opera um gasoduto de transporte e distribuição de gás natural de cerca de 100 km com capacidade de cerca de 8 milhões de gigajoules de gás natural por ano, mediante um acordo de concessão estabelecido com o Governo da República de Moçambique para distribuição à província de Maputo.

O gasoduto da MGC começa em Ressano Garcia onde é ligado ao gasoduto principal proveniente dos campos de exploração de Pande e Temane com destino à África do Sul. A estação de compressão encontra-se 75 km depois, na zona de Malhampsene, onde a pressão é reduzida para 10 bar.

Actualmente o gás natural é fornecido à fábrica de alumínios da Mozal, à fábrica de cimento da Cimentos de Moçambique e outras 18 empresas localizadas na Machava e Matola (província de Maputo) que optaram pelo uso de uma energia local, mais limpa e mais eficiente, nos seus processos de produção no lugar de outros combustíveis importados. Recentemente um número maior de investidores tem adicionado aos seus projectos o uso do gás natural devido aos seus benefícios deste combustível sob pontos de vista económico e de protecção do meio-ambiente.

CONTACTO

Tel: +258 21 486 086

Fax: +258 21 486 087

Cel: +258 82 4445666

Email: admin@mgc.co.mz

Endereço: Av do Zimbabwe No 688

Sommerschield, Maputo – Mozambique

Website: www.mgc.co.mz

OPERAÇÕES

Rua da Mozal Parcela 3453

Beluluane

Matola – Moçambique

Tel: +258 730095

Email: info@mgc.co.mz

FUNAE anuncia 26 milhões de dólares para aumentar acesso à energia

O Fundo de Energia (FUNAE) acaba de anunciar a existência de um pacote financeiro na ordem de 26 milhões de dólares americanos, destinados a aumentar o acesso à energia e contribuir para o alcance universal até 2030.

O anúncio foi feito, pelo Presidente do Conselho de Administração (PCA) do FUNAE, António Saíde, durante a sua intervenção no painel intitulado “Encontrando o Futuro: energias renováveis na electrificação de Moçambique”, inserido nos trabalhos da 8ª Conferência e Exposição de Mineração, Petróleo e Gás, em Moçambique (MMEC2022).

Para o efeito, Saíde falou do lançamento, para breve, da facilidade de financiamento baseada em resultados destinada a promover sistemas solares residenciais e soluções de cozinha limpa, que vai aumentar o acesso à energia.

A iniciativa, segundo avançou o PCA, conta com apoio do Banco Mundial e  será na forma de subsídios, a serem concedidos com base no nível de serviço de energia, região, dificuldade de acesso a corrente, usos produtivos e género, através da facilidade. Estimativas indicam que cerca de 300 mil beneficiários serão alcançados nos próximos 4 anos, com enfoque às zonas fora da rede eléctrica nacional.

“Nós, como FUNAE, temos estado a operar com as energias renováveis. Temos estado a ser uma referência, mas queremos renovar cada vez mais aquilo que é a nossa intervenção, trazer inovação em repostas, quer em tecnologias como em abordagens”, disse António Saide.

Taxa de acesso global à energia no país ronda os 44%

Na ocasião, apontou, a título de exemplo, que 66 por cento das pessoas estão nas zonas rurais e o obejctivo do FUNAE, FP é contribuir por forma a responder aos desafios. Actualmente, a taxa de acesso global à energia no país ronda os 44 por cento, dos quais apenas seis por cento são da zona rural.

Porquanto, foi na sequência dessa realidade que o governo ao estabelecer o “Programa Energia para Todos”, que preconiza o acesso à energia parte de todos os moçambicanos, adoptou as duas abordagens. Uma dentro da rede elétrica e outra fora da rede.

Segundo o estudo denominado “roadmap para offgrid”, no quadro de esforços rumo ao acesso universal, Saide afirmou que a rede elétrica nacional alcançará uma cobertura na ordem de 68 por cento e os 32 por cento serão cobertos através de soluções energéticas fora da rede.

“Dentro do contexto das soluções fora da rede, nós encontramos aqui uma abordagem que a cobertura das mini-redes estará na ordem 13 por cento e 19 por cento para aquilo que são as soluções solares residenciais”, ressaltou Saide, acrescentando que está em curso, em todo o país, a eletrificação de 41 sedes de postos administrativos com recursos às fontes renováveis.

Nas regiões mais recônditas do país, segundo a fonte, ficou evidente que as soluções solares residenciais constituem a solução a adoptar. O financiamento constitui uma janela de oportunidades no já fértil mercado de energias renováveis.

O FUNAE é uma instituição pública cuja missão é promover maior acesso à energia de forma sustentável e racional, que contribua para o desenvolvimento económico e social do país. A sua visão é tornar-se numa instituição de referência na disseminação e promoção de fontes alternativas de energia e na eletrificação rural.

 

 

Obras da Central Térmica de Beluluane arrancam em 2023

As obras de construção da Central Térmica de Beluluane, com capacidade para gerar 2000 Megawatts (MW) de energia por ano, vão arrancar em meados do próximo ano (2023), segundo revelou o coordenador do projecto, Marco Morgado, a margem da Conferência e Exposição de Minas, Petróleo e Energia de Moçambique (MMEC 2022).

A construção estava prevista para arrancar no presente ano, mas este atraso não vai afectar o inincio das operções. Será igualmente adiado o arranque do projecto de Gás da Companhia de Beluluane (BGC, sigla em inglês), que prevê a importação anual de 200 milhões de Toneladas Métricas (TM) de Gás Natural Liquefeito (GNL), para o consumo e geração de energia eléctrica, para o país e a região.

“As obras não irão arrancar este ano. Tivemos um ligeiro atraso. Iniciam em meados do próximo ano (2023), mas isso não afecta a previsão de início de operações em 2026”, afirmou Marco Morgado.

Morgado justifica o adiamento pela demora na tomada da decisão final do investimento do projecto, que deve acontecer até ao fim do ano em curso, enquanto se termina a assinatura de contratos de fornecimento de GNL.

“O que contribuiu para a demora é o facto de estarmos a finalizar os contratos de fornecimento de gás natural. Estabelecemos contactos com alguns tomadores, houve algum atraso da decisão, mas estamos prontos para iniciar em 2026”, afirmou.

A previsão de que os projectos iriam arrancar em meados deste ano foram anunciadas a 28 de Novembro de 2019, durante a assinatura, entre a operadora de infra-estruturas de gás natural na região da África Austral, Gigajoule e a petrolífera francesa Total de um acordo de desenvolvimento conjunto para a importação anual de 200 milhões de TM de GNL para o consumo e geração de energia eléctrica a partir da Central Térmica de Beluluane, em projecção.

Centro de negócios para promoção das PME’s na Beira

A cidade da Beira, em Sofala, conta com um centro de negócios destinado à promoção de Pequenas e Médias eEmpresas (PME‘s).

A abertura do centro coincidiu com o lançamento do projecto ANCORA, cujo objectivo é criar o desenvolvimento integrado através do Turismo.

A iniciativa prevê, numa primeira fase, a construção de um complexo hoteleiro no distrito do Búzi, nas redondezas do santuário de Mwenhe Mukuru.

Para o governador de Sofala, Lourenco Bulha, o projecto Ancora marca o começo de uma nova era no sector turístico e referiu-se ao impacto que se espera com a conclusão da asfaltagem da estrada Tica-Búzi.

Empresários sul-africanos pretendem explorar potencialidades da província de Gaza

Uma missão empresarial, da província sul-africana de Limpopo, vai escalar em breve a província de Gaza, no âmbito da parceria e cooperação económica, existente entre as duas regiões.

Trata-se de homens de negócios, que pretendem explorar as diversas potencialidades económicas de que a província de Gaza dispõe, sobretudo na agro-pecuária e indústria processadora.

A Governadora de Gaza, disse que os investidores sul-africanos, poderão instalar igualmente na província, indústrias de embalagens para diversos produtos manufacturados.

Margarida Mapanzene Chongo anotou que com a vinda de empresários sul-africanos, pretende-se pôr em prática os acordos alcançados há cerca de dois meses, pelas duas províncias, aquando da visita da delegação de Gaza, à província sul-africana do Limpopo.