Friday, June 5, 2026
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MOPHRH divulga oportunidades de investimento na N1

O Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos (MOPHRH) juntou, sexta-feira, 10 de Maio, na cidade da Beira, província de Sofala, empreiteiros, consultores, empresários e parceiros das agremiações profissionais e de cooperação, para juntos reflectirem sobre a primeira fase de reabilitação dos 508 quilómetros da Estrada Nacional Número Um (N1).

O encontro, dirigido pelo ministro do pelouro, Carlos Mesquita, visou produzir reflexões em torno do “Programa Estradas Mais Seguras Para a Integração Socioeconómica”, que tem como objectivo principal a melhoria da conectividade, a segurança rodoviária e a resiliência climática, nas áreas de influência do projecto, que será implementado nos troços a serem intervencionados na estrada N1.

Ao proceder à abertura do referido workshop, o ministro disse que o encontro tinha por objectivo a disseminação dos contratos baseados em resultado e desempenho, bem como dar a conhecer, sobretudo ao empresariado nacional, sobre as oportunidades que foram abertas para eles, neste processo de reabilitação da N1.

“O Programa Estradas Mais Seguras Para a Integração Socioeconómica”, compreende a reabilitação das secções mais críticas da N1, nomeadamente os troços Inchope-Gorongosa-Caia e Chimuara-Nicoadala, nas províncias de Sofala e Zambézia e Pemba-Metoro, na Província de Cabo Delgado”, indicou Carlos Mesquita.

Com a realização deste workshop, conforme realçou o ministro, o Governo pretende, em primeiro lugar, apresentar aos empreiteiros e consultores baseados em Moçambique, as potencialidades de trabalho e serviços que podem ser melhor aproveitados pelas partes que estarão envolvidas na implementação do programa.

“Em segundo lugar, pretendemos divulgar o tipo de contratos que serão implementados neste programa, OPRC (“Output and Performance-based Road Contracts”), com destaque para aspectos relacionados com procedimentos de contratação e, através dos debates que serão desenvolvidos pelos participantes, colher contribuições que poderão ser incluídos nas versões finais dos projectos conceptuais e nos documentos de concurso das empreitadas.

Entretanto, no dia anterior, o ministro, entre vários projectos, visitou a estação de captação de água de Dingue-Dingue, a conduta adutora, a Estação de Tratamento de Água (ETA) de Mutua, bem como o Centro Distribuidor de Estoril, na cidade da Beira.

Carlos Mesquita explicou que a reabilitação visa aumentar a taxa de cobertura dos actuais 62% para 70%, com a conclusão das obras dos Sistemas, e, por outro, a substituição dos equipamentos que vai permitir a expansão da distribuição da água nos municípios de Dondo e Beira.

A procura de água nas duas cidades situa-se na ordem de 90 mil metros cúbicos por dia e, neste momento, a produção situa-se em cerca de 50 mil metros cúbicos diários, sendo que com os trabalhos de reabilitação será possível atingir 60 mil metros cúbicos.

Já são conhecidas as 30 Mulheres mais influentes na COMARP, em Moçambique

Decorreu na última sexta-feira (10), em Maputo, a Conferência “Mulheres na Comunicação, Marketing e Relações Públicas” um evento emblemático que destaca o papel das mulheres nesses sectores em Moçambique. Este ano, o COMARP Forum reconheceu e homenageou as líderes femininas que se destacaram em suas áreas de actuação.

O evento, que reuniu as principais figuras da indústria, apresentou as “30 Mulheres Mais Influentes na Comunicação, Marketing e Relações Públicas” do país. Essas mulheres foram seleccionadas por sua notável contribuição para o sector produtivo e seu papel inspirador na formação de futuros líderes por meio de iniciativas de coaching e mentoria.

O processo de selecção contou com um painel de jurados que avaliaram criteriosamente cada indicada, levando em consideração os critérios de elegibilidade estabelecidos para cada categoria. Entre as homenageadas, constam desta vitrine mulheres que não apenas se destacaram em suas carreiras, mas também enfrentaram desafios e superaram obstáculos para alcançar o sucesso.

Refira-se que, a Conferência “Mulheres na Comunicação, Marketing e Relações Públicas” reafirma o compromisso de reconhecer e celebrar as conquistas das mulheres moçambicanas nessas áreas, destacando seu impacto e influência no mercado e na sociedade em geral.

Inaugurado o Projecto de Energia de Beluluane em avanço rumo ao desenvolvimento sustentável

Assinala-se um marco significativo para Moçambique, com a inauguração do Projecto de Energia de Beluluane da Electricidade de Moçambique (EDM) no Parque Industrial de Beluluane da MozParks. Este projecto, financiado pela Cooperação Financeira Alemã através do KfW, representa um passo monumental em direcção ao desenvolvimento sustentável do país.

A parceria entre MozParks, EDM e o financiamento alemão resultou na instalação de uma central hidroelétrica de 20,8 milhões de euros, alimentada por 80 MW da barragem de Cahora Bassa. Este empreendimento não apenas reforça o compromisso de Moçambique com energias limpas, mas também posiciona a Província de Maputo como um centro regional de energia.

A cerimónia de inauguração, prestigiada pelo Presidente Filipe Jacinto Nyusi e pelo Embaixador da Alemanha, Ronald Muench, além de representantes da MozParks e da EDM, ressalta a importância estratégica e o impacto positivo deste projecto para o país e a região.

Na ocasião, a MozParks estendeu um convite a empresas, especialmente da África do Sul, a considerarem o Parque Industrial de Beluluane como sua base industrial. Além de oferecer benefícios fiscais competitivos, o BIP proporciona infraestrutura industrial de qualidade e apoio ao cumprimento das normas ambientais. Optar pelo BIP não apenas significa integrar-se a um ambiente rico em recursos, mas também contribuir para um futuro sustentável para Moçambique.

Refira-se que este projecto não apenas impulsionará o crescimento económico de Moçambique, mas também servirá como exemplo inspirador para iniciativas semelhantes em todo o continente africano. Com um compromisso renovado com energias limpas e desenvolvimento sustentável, Moçambique está firmemente no caminho para um futuro mais brilhante e sustentável.

Portugal prepara “acordos laborais” com países lusófonos para controlar migração

Governo também vai verificar a forma como os migrantes serão alojados: “É um dos problemas da agricultura e sabemos que é premente”, diz Paulo Rangel.

O Governo português está a trabalhar em “acordos laborais” com países lusófonos, para identificar necessidades de mão-de-obra, nomeadamente na agricultura, e assim regular o fluxo de imigrantes, anunciou o ministro dos Negócios Estrangeiros.

“Nestes 30 dias” de Governo, as autoridades estão a procurar “ter acordos laborais” com países de língua portuguesa, afirmou esta quinta-feira Paulo Rangel a propósito da regulação das migrações, durante um debate promovido pela RTP a assinalar o Dia da Europa.

Do lado de Portugal, são identificadas as necessidades de mão-de-obra – quais são, por exemplo, as unidades agrícolas que precisam de trabalhadores -, e “esses países também estão a fazer esse trabalho, alguns deles claramente estão totalmente disponíveis para isso”, adiantou.

Esta iniciativa, acrescentou, “já regula [a imigração] porque as pessoas já vêm com um trabalho”.

O Governo também vai verificar a forma como os migrantes serão alojados: “É um dos problemas da agricultura e sabemos que é premente”.

Paulo Rangel identificou esta medida como um dos instrumentos de regulação das migrações.

“Outra forma é um investimento nos países das pessoas que vêm, porque se eles forem mais desenvolvidos, os fluxos também são mais controlados”, defendeu, referindo que Portugal tem “uma capacidade limitada”, mas a União Europeia (UE) “tem recursos”.

Para o chefe da diplomacia, nos acordos que faz com países terceiros, a UE não deve preocupar-se “apenas em tentar controlar de uma forma física os fluxos”.

Na sua opinião, “deve haver uma grande preocupação em criar condições para que essas populações se fixem”, através da cooperação para o desenvolvimento, fundamental para “estabilizar os recursos, para o combate às alterações climáticas desses países, ajudá-los a gerir água, porque vai haver muitos refugiados climáticos”.

A UE “tem capacidade económica e capacidade de relacionamento já estabelecido com um conjunto de países em que pode, por um lado, diminuir os fluxos e, por outro lado, prevenir esses fluxos no sentido de as pessoas que vêm, já vêm com limiares mínimos de perspetiva de integração, evitando assim ficarem expostas a traficantes e até exploradores nacionais”. (CNN Portugal)

Negociações entre NRZ do Zimbabué e CFM impulsionam parceria ferroviária transfronteiriça

Combois

A National Railways of Zimbabué (NRZ) está actualmente em processo de negociação para estabelecer uma parceria formal com os Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), visando facilitar o transporte de mercadorias além-fronteiras.

Actualmente, os comboios da NRZ operam até a estação de Machipanda, em Moçambique, enquanto os da CFM chegam à cidade de Mutare. Essa parceria permitirá que a CFM gerencie o transporte de carga para o Porto da Beira, enquanto a NRZ coordenará os envios da CFM para outros destinos.

No âmbito de uma crescente cooperação bilateral, Moçambique e Zimbabué estão comprometidos com a reabilitação da linha ferroviária Mutare-Machipanda, um projecto discutido em reuniões realizadas em Janeiro deste ano, com a participação dos ministros dos Transportes dos dois países, Felix Mhona do Zimbabué e seu homólogo moçambicano.

A reabilitação em andamento desta linha ferroviária é apenas o primeiro passo de um plano abrangente que visa a extensão até a capital, Harare. “A reabilitação em curso desta linha ferroviária é a primeira etapa de um plano abrangente que culminará na celebração de um acordo operacional efectivo”, explicou o porta-voz da NRZ, Andrew Kunambura, em comunicado compartilhado com o DE.

Este acordo estratégico visa não apenas melhorar os prazos de entrega, mas também optimizar o transporte de produtos essenciais. “Este corredor é crucial para o Zimbabué, pois por ele transitam numerosos bens destinados à exportação, bem como importações fundamentais, como combustíveis, gás e cereais”, acrescentou Kunambura.

Os governos do Zimbabué e Moçambique já deram início à renovação e ampliação do trecho ferroviário de dez quilómetros que liga Machipanda a Mutare, seguindo as directrizes estabelecidas nas reuniões bilaterais entre as nações.

Em Janeiro, Mateus Magala, ministro dos Transportes e Comunicações de Moçambique, realizou uma visita oficial ao Zimbabué para discutir a cooperação no desenvolvimento de infra-estrutura com seu homólogo zimbabuense.

Esta visita ocorreu após a presença dos Presidentes Emmerson Mnangagwa do Zimbabwe e Filipe Nyusi na inauguração da linha ferroviária Beira-Machipanda, recentemente reabilitada, representando um investimento de 200 milhões de dólares.

Negotiations between Zimbabwe’s NRZ and CFM boost cross-border rail partnership

Combois

Currently, NRZ trains operate to Machipanda station in Mozambique, while CFM trains reach the town of Mutare. This partnership will allow CFM to manage cargo transportation to the Port of Beira, while NRZ will coordinate CFM’s shipments to other destinations.

As part of growing bilateral cooperation, Mozambique and Zimbabwe are committed to the rehabilitation of the Mutare-Machipanda railway line, a project discussed at meetings held in January this year with the participation of the two countries’ transport ministers, Felix Mhona of Zimbabwe and his Mozambican counterpart.

The ongoing rehabilitation of this railway line is just the first step in a comprehensive plan to extend it to the capital, Harare. “The ongoing rehabilitation of this railway line is the first stage of a comprehensive plan that will culminate in the conclusion of an effective operational agreement,” explained NRZ spokesman Andrew Kunambura in a statement shared with DE.

This strategic agreement aims not only to improve delivery times, but also to optimize the transport of essential products. “This corridor is crucial for Zimbabwe, as it transports numerous goods for export, as well as essential imports such as fuel, gas and cereals,” added Kunambura.

The governments of Zimbabwe and Mozambique have already begun renovating and extending the ten-kilometer stretch of railway linking Machipanda to Mutare, following the guidelines established at bilateral meetings between the nations.

In January, Mateus Magala, Mozambique’s Minister of Transport and Communications, made an official visit to Zimbabwe to discuss cooperation in infrastructure development with his Zimbabwean counterpart.

This visit followed the presence of Presidents Emmerson Mnangagwa of Zimbabwe and Filipe Nyusi at the inauguration of the recently rehabilitated Beira-Machipanda railway line, representing an investment of 200 million dollars.

Inflação em Moçambique cresceu para 3,26% em Abril, indicam dados do INE

Inflacao
Moçambique testemunhou um aumento na inflação homóloga, atingindo 3,26% em Abril em comparação com o mesmo período do ano anterior, revelaram os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE). Esta ligeira elevação contrasta com o acumulado de 12 meses até Março.

Os números do Índice de Preços no Consumidor (IPC), divulgados pela Lusa, apontam para um aumento geral de preços de 3,26% ao longo de 12 meses, em comparação com Abril de 2023. Os sectores de educação, restaurantes, hotéis, cafés e similares, além de alimentação e bebidas não alcoólicas, destacaram-se com as maiores elevações de preços, registando variações de 10,53%, 5,63% e 5,28%, respectivamente.

A inflação homóloga em Março foi de 3,03%, seguindo-se 4% em Fevereiro, 4,19% em Janeiro e 5,3% em Dezembro do ano passado.

O relatório do IPC também destaca um aumento de preços de 0,37% em um único mês, em comparação com 0,03% em Março, 0,47% em Fevereiro, 0,93% em Janeiro e 1,29% em Dezembro.

“A divisão de alimentação e bebidas não alcoólicas foi particularmente influente na variação mensal em Abril, contribuindo com cerca de 0,30 pontos percentuais positivos”, revela o relatório.

No fechamento de 2023, Moçambique apresentou uma inflação homóloga de 5,30% ao longo de 12 meses, com uma média anual de 7,1%, de acordo com dados anteriores do INE, enquanto a previsão oficial do governo era de 7%.

O governo anunciou em Fevereiro deste ano que o país registou um crescimento económico de 5% em 2023, em comparação com 4,4% em 2022, destacando uma expansão económica que superou a média regional da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

Inflation in Mozambique rose to 3.26% in April, according to INE data

Inflacao

Mozambique witnessed an increase in year-on-year inflation, reaching 3.26% in April compared to the same period last year, the latest data from the National Statistics Institute (INE) revealed. This slight increase contrasts with the accumulated figures for the 12 months to March.
The Consumer Price Index (CPI) figures, published by Lusa, point to a general price increase of 3.26% over 12 months, compared to April 2023. The education, restaurants, hotels, cafés and similar sectors, as well as food and non-alcoholic drinks, stood out with the biggest price rises, registering variations of 10.53%, 5.63% and 5.28%, respectively.
Year-on-year inflation in March was 3.03%, followed by 4% in February, 4.19% in January and 5.3% in December last year.
The CPI report also highlights a price increase of 0.37% in a single month, compared to 0.03% in March, 0.47% in February, 0.93% in January and 1.29% in December.
“The food and non-alcoholic beverages division was particularly influential in the monthly variation in April, contributing around 0.30 positive percentage points,” the report reveals.
At the close of 2023, Mozambique had year-on-year inflation of 5.30% over 12 months, with an annual average of 7.1%, according to previous INE data, while the government’s official forecast was 7%.

The government announced in February this year that the country would see economic growth of 5% in 2023, compared to 4.4% in 2022, highlighting an economic expansion that exceeded the regional average of the Southern African Development Community (SADC).

TRAC: Fim da concessão no corredor de Maputo previsto para 2028

Esradas TRAC

Após 26 anos de operações, a Trans African Concessions (TRAC) está se preparando para encerrar sua concessão no Corredor de Desenvolvimento de Maputo, com término previsto para Fevereiro de 2028. O CEO da TRAC, Alex Van Niekerk, compartilhou essa informação durante a oitava Conferência do Porto de Maputo, destacando os planos para a devolução da estrada N4 e os projectos de melhoria que poderiam ser realizados antes do término da concessão.

Segundo Van Niekerk, a TRAC planeia realizar melhorias significativas na rodovia, incluindo a duplicação da secção da via entre o nó da Moamba e a fronteira de Ressano Garcia, bem como a expansão da capacidade ao longo da secção do rio Matola através do alargamento da estrada. No entanto, devido à proximidade do término do contrato actual, essas melhorias estão temporariamente suspensas.

O CEO enfatizou a importância de iniciar negociações para a extensão ou uma nova licitação do contrato, a fim de permitir que os investimentos em melhorias possam ser realizados agora, garantindo assim a segurança e eficiência do corredor rodoviário.

Van Niekerk também destacou a importância da diversificação dos modos de transporte no Porto de Maputo, destacando que, em 2023, 61% do volume de carga foi transportado por rodovias, enquanto 39% foi transportado por ferrovias. Essa distribuição equilibrada reflete um aumento significativo em comparação com o ano de 2022, demonstrando a evolução do transporte na região.

O fim da concessão da TRAC no Corredor de Maputo representa uma transição importante para a infra-estrutura de transporte da região. A TRAC está comprometida em garantir uma transição suave e em explorar oportunidades para melhorias contínuas, enquanto as autoridades trabalham para garantir a eficiência e a competitividade do corredor de transporte de Maputo para o futuro.

TRAC: End of Maputo corridor concession scheduled for 2028

Esradas TRAC

After 26 years of operations, Trans African Concessions (TRAC) is preparing to close its concession on the Maputo Development Corridor, scheduled to end in February 2028. TRAC’s CEO, Alex Van Niekerk, shared this information during the eighth Maputo Port Conference, highlighting the plans for the return of the N4 road and the improvement projects that could be carried out before the concession ends.

According to Van Niekerk, TRAC plans to make significant improvements to the highway, including doubling the section of road between the Moamba junction and the Ressano Garcia border, as well as expanding capacity along the Matola River section by widening the road. However, due to the proximity of the end of the current contract, these improvements are temporarily suspended.

The CEO emphasized the importance of starting negotiations for the extension or a new tender of the contract, in order to allow investments in improvements to be carried out now, thus guaranteeing the safety and efficiency of the road corridor.

Van Niekerk also highlighted the importance of diversifying modes of transport at the Port of Maputo, pointing out that in 2023, 61% of the cargo volume was transported by road, while 39% was transported by rail. This balanced distribution reflects a significant increase compared to 2022, demonstrating the evolution of transportation in the region.

The end of TRAC’s concession on the Maputo Corridor represents an important transition for the region’s transport infrastructure. TRAC is committed to ensuring a smooth transition and exploring opportunities for continuous improvement, while the authorities work to ensure the efficiency and competitiveness of the Maputo transport corridor for the future.