Friday, June 5, 2026
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Sasol fortalece desporto em Inhambane através de doações às comunidades de Govuro

Sasol desporto

A Sasol, entregou equipamento desportivo a 22 equipas do Campeonato Recreativo de Govuro, abrangendo todas as comunidades da província de Inhambane. A doação, incluiu materiais como camisolas, calções, meias, cronómetros, apitos, chuteiras, bolas e luvas para guarda-redes, prometendo enriquecer a prática desportiva no distrito.

A iniciativa recebeu elogios do administrador do distrito de Govuro, Fernando Muzombigua, que destacou os benefícios para a juventude local, proporcionando oportunidades para a prática de desporto saudável e de lazer. A colaboração entre a Sasol, as entidades governamentais e as comunidades foi enfatizada por Henriques Faveca, representante das comunidades de Govuro, como um exemplo de parceria bem-sucedida no desenvolvimento local.

Sasol

Além disso, a Sasol anunciou que a iniciativa será estendida ao distrito de Inhassoro, com futuras doações de material desportivo adicional. Essas acções fazem parte de um conjunto mais amplo de iniciativas culturais e desportivas apoiadas pela Sasol, incluindo o patrocínio do campeonato de basquetebol sub-17 e das celebrações do Dia da Vila de Nova-Mambone. Esses esforços consolidam o desporto como um pilar de união e crescimento cultural nas comunidades apoiadas pela Sasol em Inhambane.

Sasol strengthens sport in Inhambane through donations to Govuro communities

Sasol desporto

Sasol has delivered sports equipment to 22 teams in the Govuro Recreational Championship, covering all the communities in Inhambane province. The donation included materials such as jerseys, shorts, socks, stopwatches, whistles, boots, balls and gloves for goalkeepers, promising to enrich sports practice in the district.

The initiative was praised by the Govuro district administrator, Fernando Muzombigua, who highlighted the benefits for local youth, providing opportunities for healthy sports and leisure activities. The collaboration between Sasol, government entities and communities was emphasized by Henriques Faveca, a representative of the Govuro communities, as an example of a successful partnership in local development.

In addition, Sasol announced that the initiative will be extended to the district of Inhassoro, with future donations of additional sports equipment. These actions are part of a wider set of cultural and sporting initiatives supported by Sasol, including the sponsorship of the under-17 basketball championship and the Nova-Mambone Village Day celebrations. These efforts consolidate sport as a pillar of unity and cultural growth in the communities supported by Sasol in Inhambane.

Ana Zara: “Assumimos o compromisso com a inovação e a excelência bancária em Moçambique”

Ana Zara: "Assumimos o compromisso com a inovação e a excelência bancária em Moçambique

O marketing desempenha um papel fundamental no sector empresarial, impulsionando a visibilidade, a competitividade e o crescimento das empresas ao conectar efectivamente produtos e serviços com as necessidades e desejos dos consumidores.

Em conversa com o Profile, Ana Zara, Directora de Marketing do BCI, deixou ficar o seu parecer sobre o Superbrands Moçambique e destacou os desafios e expectativas do Marketing Empresarial no contexto moçambicano.

Profile Mozambique: Como observa a evolução do Branding em Moçambique?

Ana Zara: Em Moçambique, o branding vem sendo cada vez mais reconhecido como uma estratégia fundamental para o fortalecimento das marcas, algo que também é observado em diversos outros países. A chegada da Superbrands ao país, representa um marco nesse sentido, pois ao destacar e valorizar as melhores marcas do mercado, ela não apenas reforça a importância do branding, mas também evidencia o potencial e a qualidade das empresas locais, o que consequentemente, reflete positivamente na economia do país, por mencionar e diversidade e qualidade dos produtos e serviços oferecidos.

PM: Uma boa estratégia de marketing, pode ser determinante para o sucesso ou fracasso de uma marca. Como Directora de Marketing o BCI, quais sao os desafios que os profissionais encontram no sector?

A.Z: Como profissionais de marketing, identificamos alguns desafios significativos para as marcas conseguirem fixar-se no território nacional. Um dos principais, é a criação e a comunicação eficaz para a identidade da marca. Por exemplo, o BCI (Banco Comercial e de Investimentos), o desafio sempre foi fortificar a essência de uma marca que apoia, que cria laços e conecta todos os moçambicanos ao banco. Para o BCI, a “moçambicanidade” é o cerne de todas as campanhas, pois agrega valor à marca, tomando como base a identidade nacional e o orgulho moçambicano. Ademais, outro desafio é a adaptação constante às mudanças no mercado e às preferências do consumidor. As marcas e concretamente no sector da banca, há uma necessidade de ser flexível para acompanhar as tendências e inovações, garantindo que suas estratégias de marketing estejam alinhadas com as expectativas do público.

PM: Têm existido avanços relevantes na tecnologia ao dispor da indústria bancária e a entrada de novos players nesta indústria. Face a esta evolução, de que forma se está a posicionar?

A.Z: A adaptação à era digital é essencial para as marcas alcançarem níveis de excelência exigidos no mercado nacional e internacional. Aquelas que não se adaptam à digitalização correm o risco de ficar para trás. Um sector que exemplifica bem essa necessidade é o bancário, onde a adaptação à inteligência artificial é obrigatória. As instituições bancárias que não incorporam tecnologias como IA para melhorar a eficiência operacional, a segurança e a experiência do cliente estarão em desvantagem. Por outra,  a digitalização não se limita apenas à tecnologia, mas também envolve uma mudança na mentalidade e na cultura organizacional. As marcas devem estar abertas a experimentar novas tecnologias e formas de interacção com os clientes.

PM: Sob ponto de vista de posiciosionamento de marca, o que se pode esperar do BCI para o presente ano?

A.Z: O BCI está sempre em busca de inovações bancárias para atender às necessidades e expectativas dos Clientes. Sob o ponto de vista do posicionamento, podemos esperar por mais projectos publicitários que destaquem a melhoria dos nossos serviços financeiros e criem proximidade com o Cliente, promovendo o orgulho moçambicano e garantindo a excelência. Estamos sempre preocupados e atentos à evolução. Tal como já referi, o foco é continuar a ter a proximidade com o Cliente e ser um banco que opera com orgulho que nos referencia. Queremos continuar a ser a primeira opção bancária para o Cliente! Para nós, o BCI não é apenas um banco, é o banco de TODOS os Moçambicanos.

Somos um Banco que é daqui na sua forma de estar, em tudo o que faz e comunica, o que nos diferencia das restantes principais marcas bancárias presentes no mercado moçambicano.

PM: Para finalizar, quais são as expectativas em relação a edição 2024, da Superbrands?

A.Z: Nesta edição, temos grandes expectativas e estamos ansiosos por muita inovação e evolução. A Superbrands se destaca por eleger as melhores marcas do mercado, e ao participar como conselheira, crescemos automaticamente, obtendo uma visão ampliada sobre o posicionamento das empresas em Moçambique. Estamos a falar de uma organização reconhecida internacionalmente por identificar e premiar marcas de destaque em diferentes países. Em Moçambique, a sua contribuição é significativa para o reconhecimento e promoção de marcas locais de excelência, tanto dentro do país quanto internacionalmente. Definitivamente, a contribuição da Superbrands para o cenário empresarial moçambicano é de extrema importância e pode trazer uma série de benefícios tangíveis para as marcas locais e para o país como um todo.
Em primeiro lugar, ao destacar e reconhecer as marcas moçambicanas que se posicionam pela excelência nos respectivos sectores, a Superbrands está não apenas oferecendo reconhecimento merecido, mas também aumentando sua visibilidade e reputação. Isso pode abrir portas para oportunidades de negócios e parcerias tanto dentro quanto fora do país, colocando essas marcas num pedestal que atrai a atenção de consumidores e investidores.

Em suma, a Superbrands desempenha um papel importante na promoção e reconhecimento das marcas moçambicanas de excelência, contribuindo assim para o desenvolvimento económico e a reputação do país!

Para mais detalhes, siga e acompanhe o percurso profissional: Ana Zara

Ana Zara: “We are committed to innovation and banking excellence in Mozambique”

Ana Zara: "Assumimos o compromisso com a inovação e a excelência bancária em Moçambique

Marketing plays a fundamental role in the business sector, boosting the visibility, competitiveness and growth of companies by effectively connecting products and services with the needs and desires of consumers.

Speaking to Profile, Ana Zara gave her opinion on Superbrands Mozambique and highlighted the challenges and expectations of business marketing in the Mozambican context.

Profile Mozambique: How do you see branding evolving in Mozambique?

Ana Zara: In Mozambique, branding has been increasingly recognized as a fundamental strategy for strengthening brands, something that is also observed in several other countries. The arrival of Superbrands in the country represents a milestone in this sense, because by highlighting and valuing the best brands on the market, it not only reinforces the importance of branding, but also highlights the potential and quality of local companies, which consequently reflects positively on the country’s economy, by mentioning the diversity and quality of the products and services on offer.

PM: A good marketing strategy can be decisive for the success or failure of a brand. As BCI’s Marketing Director, what challenges do professionals face in the sector?

A.Z: As marketing professionals, we’ve identified some significant challenges for brands to gain a foothold in Portugal. One of the main ones is the creation and effective communication of brand identity. For example, BCI (Banco Comercial e de Investimentos), the challenge has always been to strengthen the essence of a brand that supports, creates bonds and connects all Mozambicans to the bank. For BCI, “Mozambicanness” is at the heart of all the campaigns, as it adds value to the brand, based on national identity and Mozambican pride. Another challenge is constantly adapting to changes in the market and consumer preferences. Brands, and specifically in the banking sector, need to be flexible in order to keep up with trends and innovations, ensuring that their marketing strategies are aligned with public expectations.

PM: There have been significant advances in the technology available to the banking industry and the entry of new players into this industry. Faced with these developments, how are you positioning yourself?

A.Z: Adapting to the digital age is essential for brands to reach the levels of excellence demanded in the national and international markets. Those that don’t adapt to digitalization run the risk of being left behind. One sector that exemplifies this need is banking, where adaptation to artificial intelligence is mandatory. Banking institutions that don’t incorporate technologies such as AI to improve operational efficiency, security and the customer experience will be at a disadvantage. On the other hand, digitalization is not just about technology, but also involves a change in mentality and organizational culture. Brands must be open to experimenting with new technologies and ways of interacting with customers.

PM: From a brand positioning point of view, what can we expect from BCI this year?

A.Z: BCI is always looking for banking innovations to meet the needs and expectations of its Customers. From a positioning point of view, we can look forward to more advertising projects that highlight the improvement of our financial services and create proximity with the Customer, promoting Mozambican pride and guaranteeing excellence. We are always concerned and attentive to evolution. As I’ve already mentioned, the focus is on continuing to be close to the customer and to be a bank that operates with a sense of pride that sets us apart. We want to continue to be the customer’s first choice of bank! For us, BCI is not just a bank, it is the bank of ALL Mozambicans.

We are a bank that is from here in its way of being, in everything it does and communicates, which sets us apart from the other main banking brands on the Mozambican market.

PM: Finally, what are your expectations of the 2024 edition of Superbrands?

A.Z: We have high expectations for this edition and are looking forward to a lot of innovation and evolution. Superbrands stands out for choosing the best brands on the market, and by participating as a board member, we automatically grow, gaining a broader view of the positioning of companies in Mozambique. We are talking about an organization that is internationally recognized for identifying and rewarding outstanding brands in different countries. In Mozambique, its contribution is significant to the recognition and promotion of local brands of excellence, both within the country and internationally. Superbrands’ contribution to the Mozambican business scene is definitely extremely important and can bring a number of tangible benefits to local brands and the country as a whole.

Firstly, by highlighting and recognizing Mozambican brands that position themselves for excellence in their respective sectors, Superbrands is not only offering deserved recognition, but also increasing their visibility and reputation. This can open doors to business opportunities and partnerships both inside and outside the country, putting these brands on a pedestal that attracts the attention of consumers and investors. In short, Superbrands plays an important role in promoting and recognizing excellent Mozambican brands, thus contributing to the country’s economic development and reputation!

For more details, follow and follow the career path: Ana Zara

Na entrevista de emprego: “Por que deveríamos contratá-lo?”

As entrevistas de emprego são momentos cruciais na vida de qualquer profissional em busca de uma oportunidade para fazer parte do mercado de trabalho em Moçambique. Nesse cenário competitivo, os candidatos muitas vezes se encontram diante de uma pergunta aparentemente simples, mas que pode ser desafiadora: “Por que deveríamos contratá-lo?”.

Por trás dessa aparente simplicidade, há uma complexidade intrínseca que permeia o contexto moçambicano. Enquanto os candidatos se esforçam para expressar suas habilidades e experiências de forma convincente, os recrutadores estão à procura de mais do que apenas competências técnicas. Eles buscam entender como os candidatos se encaixam na cultura da empresa, como podem contribuir para o sucesso da organização e, acima de tudo, como demonstram autenticidade e confiança.

Em um país que valoriza a riqueza cultural e a diversidade, os candidatos devem estar cientes da importância de alinhar suas respostas com os valores e objectivos da empresa. Isso envolve não apenas destacar suas habilidades técnicas, mas também demonstrar sua capacidade de se adaptar a diferentes ambientes e de trabalhar eficazmente em equipes multiculturais.

Além disso, é essencial reconhecer a necessidade de contextualizar suas respostas de acordo com os desafios específicos enfrentados pelo mercado de trabalho local. Isso pode incluir a referência a iniciativas locais de desenvolvimento económico, desafios socioeconómicos enfrentados pela população ou até mesmo oportunidades emergentes em sectores-chave da economia, como agricultura, energia e infraestrutura.

Um aspecto fundamental a ser considerado ao responder essa pergunta é a capacidade de comunicar suas realizações passadas de forma clara e convincente. Os candidatos devem estar preparados para fornecer exemplos tangíveis de como suas habilidades e experiências contribuíram para o sucesso de projectos anteriores, seja na esfera corporativa, governamental ou do sector sem fins lucrativos.

Entretanto, é importante evitar cair na armadilha de parecer arrogante ou excessivamente autoconfiante. Os recrutadores valorizam a humildade e a capacidade de reconhecer áreas de melhoria, bem como a disposição para aprender e crescer profissionalmente.

Em última análise, o sucesso em uma entrevista de emprego no contexto moçambicano não se resume apenas a fornecer respostas preparadas e ensaiadas. É sobre mostrar ao recrutador quem você é como pessoa, além de suas habilidades técnicas. É sobre demonstrar sua paixão pela área, seu compromisso com a excelência e sua capacidade de se adaptar a novos desafios.

Portanto, ao se preparar para uma entrevista de emprego, os candidatos devem não apenas focar em destacar suas habilidades e experiências, mas também em mostrar sua autenticidade, adaptabilidade e paixão pelo que fazem. É essa combinação de competências técnicas e características pessoais que pode realmente fazer a diferença e garantir o emprego dos sonhos.

Por: Solange Cuber Vicente

Breve Perfil

Solange Cuber Vicente é uma Profissional Sénior em Recursos Humanos (SPHR) e Mentora de carreiras. É também Fundadora e Directora Geral na SCV Consulting Lda, uma empresa que presta serviços de consultoria de RH para Empresas e particulares.

At the job interview: “Why should we hire you?”

Job interviews are crucial moments in the life of any professional looking for an opportunity to join the job market in Mozambique. In this competitive scenario, candidates often find themselves faced with a seemingly simple but challenging question: “Why should we hire you?”.

Behind this apparent simplicity lies an intrinsic complexity that permeates the Mozambican context. While candidates strive to express their skills and experience convincingly, recruiters are looking for more than just technical competencies. They seek to understand how candidates fit into the company’s culture, how they can contribute to the organization’s success and, above all, how they demonstrate authenticity and trust.

In a country that values cultural richness and diversity, candidates should be aware of the importance of aligning their answers with the company’s values and objectives. This involves not only highlighting their technical skills, but also demonstrating their ability to adapt to different environments and work effectively in multicultural teams.

In addition, it is essential to recognize the need to contextualize your answers according to the specific challenges faced by the local labour market. This could include referring to local economic development initiatives, socio-economic challenges faced by the population or even emerging opportunities in key sectors of the economy, such as agriculture, energy and infrastructure.

A key aspect to consider when answering this question is the ability to communicate your past achievements clearly and convincingly. Candidates should be prepared to provide tangible examples of how their skills and experience have contributed to the success of previous projects, whether in the corporate, government or non-profit sector.
However, it is important to avoid falling into the trap of appearing arrogant or overly self-confident. Recruiters value humility and the ability to recognize areas for improvement, as well as a willingness to learn and grow professionally.

Ultimately, success in a job interview in the Mozambican context is not just about providing prepared and rehearsed answers. It’s about showing the recruiter who you are as a person, in addition to your technical skills. It’s about demonstrating your passion for the field, your commitment to excellence and your ability to adapt to new challenges.

Therefore, when preparing for a job interview, candidates should not only focus on highlighting their skills and experience, but also on showing their authenticity, adaptability and passion for what they do. It is this combination of technical skills and personal characteristics that can really make the difference and secure the dream job.

By: Solange Cuber Vicente

Brief Profile

Solange Cuber Vicente is a Senior Professional in Human Resources (SPHR), Labor and Employment Law, currently working at SCV Consulting Lda.

Indústria petrolífera investe em captura de carbono para reduzir emissões

Indústria petrolífera investe em captura de carbono para reduzir emissões

Empresas como Chevron, Exxon, Baker Hughes e SLB estão a acelerar os esforços para aumentar a captura e o armazenamento de carbono nos EUA, com vista a alcançar emissões líquidas nulas até 2050. Apesar do potencial, a tecnologia enfrenta desafios significativos de custo, complexidade logística e controvérsia.

Actualmente, a tecnologia de captura e armazenamento de carbono é dispendiosa e complexa, enfrentando críticas sobre seu papel na transição energética. Apesar disso, a indústria do petróleo e do gás acredita que a captura de carbono pode ser uma solução viável para reduzir as emissões em indústrias pesadas, como a do cimento e a do aço, que têm poucas alternativas para reduzir suas emissões.

Um exemplo desse investimento é o projecto proposto na fábrica da International Paper em Vicksburg, que vai receber até 88 milhões de dólares em financiamento do Departamento de Energia dos EUA. Se bem-sucedido, o projecto capturará e vai armazenar permanentemente 120.000 toneladas de dióxido de carbono por ano.

Outras empresas, como a Chevron e a Exxon, estão investindo em projectos semelhantes ao longo da Costa do Golfo dos EUA, visando armazenar grandes quantidades de dióxido de carbono provenientes de emissões industriais. A tecnologia enfrenta desafios, mas as empresas estão confiantes de que, com o tempo, se tornará economicamente viável e uma ferramenta essencial na redução das emissões.

Embora a tecnologia de captura e armazenamento de carbono ainda enfrente desafios significativos, como altos custos e complexidade logística, as empresas acreditam que é uma ferramenta essencial na redução das emissões em sectores como a indústria pesada. A colaboração entre empresas e o apoio governamental estão impulsionando o desenvolvimento da tecnologia, mas ainda há um longo caminho a percorrer antes que a captura de carbono se torne uma solução amplamente adoptada para combater as alterações climáticas.

Fonte:@CNBC

Oil industry invests in carbon capture to reduce emissions

Indústria petrolífera investe em captura de carbono para reduzir emissões

Companies such as Chevron, Exxon, Baker Hughes and SLB are accelerating efforts to increase carbon capture and storage in the US, with a view to achieving net-zero emissions by 2050. Despite the potential, the technology faces significant challenges of cost, logistical complexity and controversy.

Currently, carbon capture and storage technology is expensive and complex, facing criticism over its role in the energy transition. Despite this, the oil and gas industry believes that carbon capture could be a viable solution for reducing emissions in heavy industries, such as cement and steel, which have few alternatives for reducing their emissions.

An example of such investment is the proposed project at International Paper’s Vicksburg mill, which is set to receive up to 88 million dollars in funding from the US Department of Energy. If successful, the project will capture and permanently store 120,000 tons of carbon dioxide per year.

Other companies, such as Chevron and Exxon, are investing in similar projects along the US Gulf Coast, aiming to store large quantities of carbon dioxide from industrial emissions. The technology faces challenges, but the companies are confident that, in time, it will become economically viable and an essential tool in reducing emissions.

Although carbon capture and storage technology still faces significant challenges, such as high costs and logistical complexity, companies believe it is an essential tool in reducing emissions in sectors such as heavy industry. Collaboration between companies and government support are driving the development of the technology, but there is still a long way to go before carbon capture becomes a widely adopted solution to combat climate change.

Source:@CNBC

BdM despendeu 3.292 milhões de meticais em emissão de notas e moedas em 2023

BdM despendeu 3.292 milhões de meticais em emissão de notas e moedas em 2023

O Banco de Moçambique gastou cerca de 3.292 milhões de meticais com a emissão de notas e moedas em 2023, conforme revelado por um relatório anual da instituição. Apesar disso, o país fechou o ano com um total de 80.456 milhões de meticais em circulação, abaixo dos 80.737 milhões de meticais em 2022.

De acordo com dados do Banco de Moçambique, o país teve em circulação em 2023 mais de 101.651 milhões de meticais em notas e quase 1.807 milhões de meticais em moedas. Entretanto, durante o ano, foram inutilizadas notas e moedas no equivalente a 12.664 milhões de meticais.

Em relação à produção de novas notas e moedas, o banco central gastou mais de 3.292 milhões de meticais em 2023, contra os 3.372 milhões de meticais em 2022. Segundo o banco, esses custos são amortizados por contrapartida de resultados por um período de três a cinco anos a partir da data da emissão.

Esses números refletem a importância da gestão eficiente dos recursos financeiros do país, especialmente em relação à produção e circulação de notas e moedas, impactando directamente na economia e no sistema financeiro nacional.

BdM spent 3,292 million meticais on issuing banknotes and coins in 2023

BdM despendeu 3.292 milhões de meticais em emissão de notas e moedas em 2023

The Bank of Mozambique spent around 3,292 million meticais on issuing banknotes and coins in 2023, an annual report from the institution revealed. Despite this, the country ended the year with a total of 80,456 million meticais in circulation, down from 80,737 million meticais in 2022.

According to data from the Bank of Mozambique, in 2023 the country had more than 101,651 million meticais in banknotes in circulation and almost 1,807 million meticais in coins. However, during the year, 12,664 million meticais worth of banknotes and coins were destroyed.

With regard to the production of new notes and coins, the central bank spent more than 3,292 million meticais in 2023, compared to 3,372 million meticais in 2022. According to the bank, these costs are amortized against profits over a period of three to five years from the date of issue.

These figures reflect the importance of the efficient management of the country’s financial resources, especially in relation to the production and circulation of banknotes and coins, which has a direct impact on the economy and the national financial system.