Saturday, June 6, 2026
spot_img
Home Blog Page 246

Fronteira entre Moçambique e Zimbabué passa a funcionar 24 horas por dia

Fronteira entre Moçambique e Zimbabué passa a funcionar 24 horas por dia

O posto fronteiriço de Machipanda, entre a província moçambicana de Manica e o Zimbabué, está operando 24 horas por dia. A extensão do horário pretende lidar com o aumento do tráfego de caminhões que entram e saem do porto da Beira.

Abílio Mathe, porta-voz da Direcção Provincial de Migração de Manica, explicou que o ajuste foi necessário para alinhar os horários com o funcionamento 24 horas do porto da Beira, garantindo que os caminhões liberados não se acumulem na via que liga os dois locais. O fluxo contínuo entre Moçambique e Zimbabué levou as autoridades dos dois países a aumentarem o número de funcionários nas fronteiras para atender à demanda.

A crescente circulação de mercadorias entre Moçambique e Zimbabué exigiu um aumento no número de funcionários nas fronteiras para lidar com a demanda. Essa mudança visa facilitar o comércio e promover uma logística mais eficiente para o transporte de mercadorias, beneficiando tanto os países quanto as empresas envolvidas no comércio transfronteiriço.

Vale ressaltar que a fronteira de Ressano Garcia, principal ponto de ligação entre Moçambique e a África do Sul, já opera 24 horas por dia desde 2022. Essa extensão do horário de funcionamento das fronteiras reflete a importância do comércio transfronteiriço para a economia regional e destaca o compromisso dos países em facilitar o fluxo de mercadorias e promover o desenvolvimento económico sustentável.

Border between Mozambique and Zimbabwe now open 24 hours a day

Fronteira entre Moçambique e Zimbabué passa a funcionar 24 horas por dia

The Machipanda border post, between the Mozambican province of Manica and Zimbabwe, is now operating 24 hours a day. The extended hours are intended to cope with the increase in truck traffic entering and leaving the port of Beira.

Abílio Mathe, spokesman for the Manica Provincial Directorate of Migration, explained that the adjustment was necessary to align the timetable with the 24-hour operation of the port of Beira, ensuring that the released trucks do not accumulate on the road linking the two places. The continuous flow between Mozambique and Zimbabwe has led the authorities in both countries to increase the number of border officials to meet the demand.

The growing circulation of goods between Mozambique and Zimbabwe has required an increase in the number of border officials to cope with the demand. This change aims to facilitate trade and promote more efficient logistics for the transportation of goods, benefiting both countries and the companies involved in cross-border trade.

It is worth noting that the Ressano Garcia border, the main connection point between Mozambique and South Africa, has already been operating 24 hours a day since 2022. This extension of border opening hours reflects the importance of cross-border trade for the regional economy and highlights the countries’ commitment to facilitating the flow of goods and promoting sustainable economic development.

CTA enriquece proposta da norma “Made in Africa” moçambicana e busca contribuições do sector privado

CTA enriquece proposta da norma "Made in Africa" moçambicana e busca contribuições do sector privado

A Confederação das Associações Económicas (CTA) está a aprimorar a proposta da norma moçambicana “Made in Africa” (MiA) ao reunir contribuições sobre os seus critérios de qualificação e directrizes de implementação. Esta iniciativa visa facilitar a industrialização em África, promover cadeias de valor lucrativas e sustentáveis, fomentar a fabricação, a pesquisa e a inovação industrial, aumentar a visibilidade e protecção dos direitos de propriedade intelectual, e criar um ambiente propício para investimentos nos sectores prioritários ao nível regional e continental.

De acordo com um comunicado da CTA, divulgado pela Agência de Informação de Moçambique (AIM) na Terça-feira, 16 de Janeiro, a CTA recebeu um pedido do Instituto Nacional de Normalização e Qualidade (INNOQ) para a contribuição do sector privado para enriquecer os critérios e directrizes de implementação da norma MiA. O prazo para enviar contribuições é 25 de Janeiro.

Além da norma MiA, a CTA também está buscando feedback sobre a regulamentação da avaliação e controle de exposições a agentes físicos, químicos e biológicos no local de trabalho. Este esforço visa enriquecer o quadro regulatório proposto pelo Ministério do Trabalho e Segurança Social (MITSS) para a avaliação e controle de exposições ocupacionais. As contribuições para esta iniciativa devem ser enviadas até 20 de Janeiro de 2024.

Além disso, a CTA está analisando a proposta do Ministério da Indústria e Comércio para a regulamentação de mercados e feiras, visando a harmonização de diferentes regulamentações municipais em todo o país. Esta proposta visa abordar desafios de gestão, físico-ambientais e infra-estruturais associados aos mercados e feiras, exigindo uma regulamentação para uma gestão prudente e eficiente. As contribuições para esta proposta devem ser enviadas até Quarta-feira, 17 de Janeiro.

A CTA incentiva o sector privado a participar activamente dessas iniciativas, fornecendo contribuições valiosas que contribuirão para o desenvolvimento de normas e regulamentações robustas, beneficiando assim o crescimento e desenvolvimento económico de Moçambique.

CTA enriches proposal for Mozambican “Made in Africa” standard and seeks input from private sector

CTA enriquece proposta da norma "Made in Africa" moçambicana e busca contribuições do sector privado

The Confederation of Economic Associations (CTA) is improving the proposal for the Mozambican “Made in Africa” (MiA) standard by gathering contributions on its qualifying criteria and implementation guidelines. This initiative aims to facilitate industrialization in Africa, promote profitable and sustainable value chains, foster manufacturing, research and industrial innovation, increase the visibility and protection of intellectual property rights, and create an enabling environment for investment in priority sectors at regional and continental level.

According to a statement from the CTA, released by the Mozambican Information Agency (AIM) on Tuesday, January 16, the CTA has received a request from the National Institute for Standardization and Quality (INNOQ) for input from the private sector to enrich the criteria and guidelines for implementing the MiA standard. The deadline for submitting contributions is January 25.

In addition to the MiA standard, the CTA is also seeking feedback on the regulation of the assessment and control of exposures to physical, chemical and biological agents in the workplace. This effort aims to enrich the regulatory framework proposed by the Ministry of Labor and Social Security (MITSS) for the assessment and control of occupational exposures. Contributions to this initiative must be submitted by January 20, 2024.

In addition, the CTA is analysing the Ministry of Industry and Commerce’s proposal for the regulation of markets and fairs, aimed at harmonizing different municipal regulations across the country.

This proposal aims to address management, physical-environmental and infrastructural challenges associated with markets and fairs, requiring regulation for prudent and efficient management. Contributions to this proposal must be submitted by Wednesday, January 17th.

CTA encourages the private sector to actively participate in these initiatives, providing valuable input that will contribute to the development of robust standards and regulations, thus benefiting Mozambique’s economic growth and development.

Puma Energy amplia operações em Moçambique após aquisição de activos de combustível de aviação da Air BP

Puma Energy amplia operações em Moçambique após aquisição de activos de combustível de aviação da Air BP

A Puma Energy anunciou, a conclusão da aquisição dos activos de combustível de aviação da Air BP em Moçambique, após a aprovação da Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC). Essa aquisição pretende fortalecer a presença da empresa energética em sete grandes aeroportos moçambicanos.

“Todos os activos da Air BP em Moçambique foram transferidos para a Puma Energy Moçambique, o que permite à empresa atender aos clientes por meio de instalações e equipamentos nos aeroportos de Maputo, Beira, Nampula, Tete, Pemba, Quelimane e Vilankulo. Como parte da transacção, 26 funcionários se juntaram à empresa”, afirmou a empresa em comunicado.

Segundo o mesmo documento, a Puma Energy continuará a investir em formação e equipamentos para garantir que os aeroportos de Moçambique continuem entre os mais bem atendidos da África.

“As instalações continuarão a operar consoante os mais altos padrões da indústria estabelecidos pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) e pelo Joint Inspection Group (JIG). A Puma Energy permanece comprometida com a segurança, confiabilidade e serviço eficiente”, descreveu o comunicado.

Para o director-geral da Puma Energy, Danilo Neves Correia, essa transacção representa mais um passo para o crescimento da empresa no país.

“Essa aquisição nos permitirá expandir nossa oferta para mais clientes da aviação em Moçambique. A estratégia da Puma Energy é concentrar o crescimento em nossos mercados a jusante, incluindo a aviação, e essa aquisição é um excelente exemplo dessa estratégia em ação”, afirmou Correia, conforme citado no comunicado.

O grupo Puma Energy se descreve como um “líder global em energia“, fornecendo “com segurança em seis continentes”, actuando nos sectores de combustíveis, aviação, lubrificantes e betume. A Puma Energy Aviation, uma das divisões do grupo, fornece combustível de aviação Jet A1 sustentável e serviços técnicos relacionados em mais de 115 aeroportos em todo o mundo.

Puma Energy expands operations in Mozambique after acquiring Air BP’s aviation fuel assets

Puma Energy amplia operações em Moçambique após aquisição de activos de combustível de aviação da Air BP

Puma Energy has announced that it has completed the acquisition of Air BP’s aviation fuel assets in Mozambique, following approval from the Competition Regulatory Authority (ARC). This acquisition aims to strengthen the energy company’s presence in seven major Mozambican airports.

“All of Air BP’s assets in Mozambique have been transferred to Puma Energy Mozambique, which allows the company to serve customers through facilities and equipment at Maputo, Beira, Nampula, Tete, Pemba, Quelimane and Vilankulo airports. As part of the transaction, 26 employees joined the company,” the company said in a statement.

According to the same document, Puma Energy will continue to invest in training and equipment to ensure that Mozambique’s airports remain among the best served in Africa.

“The facilities will continue to operate to the highest industry standards set by the International Air Transport Association (IATA) and the Joint Inspection Group (JIG). Puma Energy remains committed to safety, reliability and efficient service,” the statement said.

For Puma Energy’s managing director, Danilo Neves Correia, this transaction represents another step towards the company’s growth in the country.

“This acquisition will allow us to expand our offer to more aviation customers in Mozambique. Puma Energy’s strategy is to focus growth on our downstream markets, including aviation, and this acquisition is an excellent example of that strategy in action,” said Correia, as quoted in the statement.

The Puma Energy group describes itself as a “global energy leader”, supplying “reliably on six continents”, operating in the fuel, aviation, lubricants and bitumen sectors. Puma Energy Aviation, one of the group’s divisions, supplies sustainable Jet A1 aviation fuel and related technical services at more than 115 airports around the world.

Porto de Maputo registou um recorde de 31,2 milhões de toneladas de carga em 2023

Porto de Maputo registou um recorde de 31,2 milhões de toneladas de carga em 2023

A Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC, sigla em inglês) anunciou nesta Terça-feira, 16 de Janeiro, os seus resultados anuais, destacando um crescimento significativo em várias métricas e consolidando assim a sua posição como um dos principais motores económicos da região.

Conforme a entidade, ao todo, em 2023, foram manuseadas 31,2 milhões de toneladas de carga, das quais 25 milhões eram minérios diversos, nomeadamente crómio, ferrocrómio, magnetite, carvão, minério de fosfato, vanádio, titânio, cobre e vermiculite.

“O manuseamento destas cargas reflete a estratégia de diversificação em que o porto de Maputo tem apostado nos últimos anos. Um ponto a destacar é a distribuição mais equilibrada dos volumes transportados. Enquanto 61% foram movimentados por via rodoviária, 39% foram por via ferroviária”, afirmou o director-executivo da MPDC, Osório Lucas.

Segundo o responsável, o crescimento sustentável do corredor de transporte continua a ser uma preocupação para a MPDC, frisando que embora haja um incremento na movimentação ferroviária, a procura pelo porto tem crescido exponencialmente, salientando que a empresa que dirige está já à procura de um maior equilíbrio entre a carga ferroviária e a rodoviária.

Osório Lucas explicou ainda que o aumento substancial do volume de carga tem tido um impacto directo no valor das taxas fixas e variáveis pagas ao Governo moçambicano, revelando que em 2023 a sua instituição contribuiu com mais de 41 milhões de dólares (excluindo impostos e dividendos aos accionistas).

Os resultados alcançados pela MPDC em 2023 demonstram o seu compromisso com o crescimento e desenvolvimento, posicionando o Porto de Maputo como um elemento vital na economia moçambicana.

Port of Maputo records 31.2 million tons of cargo in 2023

Porto de Maputo registou um recorde de 31,2 milhões de toneladas de carga em 2023

The Maputo Port Development Company (MPDC) announced its annual results on Tuesday, January 16, highlighting significant growth in various metrics and thus consolidating its position as one of the region’s main economic drivers.

According to the entity, a total of 31.2 million tons of cargo were handled in 2023, of which 25 million were various ores, namely chromium, ferrochrome, magnetite, coal, phosphate ore, vanadium, titanium, copper and vermiculite.

“The handling of this cargo reflects the diversification strategy that the port of Maputo has been pursuing in recent years. One point to note is the more balanced distribution of the volumes transported. While 61% was handled by road, 39% was by rail,” said MPDC’s executive director, Osório Lucas.

According to him, the sustainable growth of the transport corridor continues to be a concern for MPDC, stressing that although there has been an increase in rail traffic, demand for the port has grown exponentially, underlining that the company he runs is already looking for a better balance between rail and road cargo.

Osório Lucas also explained that the substantial increase in cargo volume has had a direct impact on the amount of fixed and variable fees paid to the Mozambican government, revealing that in 2023 his institution contributed more than 41 million dollars (excluding taxes and dividends to shareholders).

The results achieved by MPDC in 2023 demonstrate its commitment to growth and development, positioning the Port of Maputo as a vital element in the Mozambican economy.

Ministra dos negócios estrangeiros representa Moçambique em cimeiras no Uganda

Ministra dos negócios estrangeiros representa Moçambique em cimeiras no Uganda

A ministra moçambicana dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo, estará presente na República do Uganda para participar na 19.ª Cimeira de chefes de Estado e de Governo de países não-alinhados e na 3.ª Cimeira do Grupo 77 + China, eventos que vão decorrer de 19 a 22 deste mês.

Segundo um comunicado oficial, a ministra realizará diversas reuniões bilaterais e também se encontrará com a comunidade moçambicana residente no Uganda durante sua estadia no país. A participação de Moçambique nestas cimeiras é especialmente relevante devido ao actual segundo mandato do país como membro não-permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Este contexto oferece a oportunidade para Moçambique interagir com várias entidades e influenciar debates sobre questões de alto nível.

O Grupo dos 77 + China é uma colisão de nações em desenvolvimento cujo objectivo é promover os interesses económicos colectivos de seus membros e fortalecer sua capacidade de negociação conjunta na ONU.

A presença da ministra Verónica Macamo nessas cimeiras destaca o compromisso de Moçambique com as relações internacionais e seu papel activo na arena global.

Foreign minister represents Mozambique at summits in Uganda

Ministra dos negócios estrangeiros representa Moçambique em cimeiras no Uganda

The Mozambican Minister of Foreign Affairs and Cooperation, Verónica Macamo, will be in the Republic of Uganda to take part in the 19th Summit of Heads of State and Government of non-aligned countries and the 3rd Summit of the Group of 77 + China, events that will take place from the 19th to the 22nd of this month.

According to an official statement, the minister will hold several bilateral meetings and will also meet with the Mozambican community living in Uganda during her stay in the country. Mozambique’s participation in these summits is especially relevant due to the country’s current second term as a non-permanent member of the United Nations (UN) Security Council. This context offers the opportunity for Mozambique to interact with various entities and influence debates on high-level issues.

The Group of 77 + China is a collision of developing nations whose aim is to promote the collective economic interests of its members and strengthen their joint negotiating capacity at the UN.

The presence of Minister Verónica Macamo at these summits highlights Mozambique’s commitment to international relations and its active role in the global arena.