Sunday, April 19, 2026
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Overdue invoices totaling 205.14 million meticais have been settled by September – MEF

Foram liquidadas até Setembro, facturas em atraso no total de 205,14 milhões de meticais – MEF

Overdue invoices totaling 205.14 million meticais have been settled by September – MEF

The government guarantees that by September it had settled the equivalent of almost 205 million meticais in overdue payments from previous years with suppliers of goods and services, according to documents that Lusa had access to on Tuesday, November 14.

In the report with the economic and social balance of the implementation of the State Budget up to the third quarter of 2023, the Ministry of Economy and Finance explains that in the amortization of domestic debt, in addition to the amounts relating to the payment of Treasury Bonds and Bank Financing, “the amount of 197 million meticais was also disbursed”.

This, it adds, is an amount referring to “the payment of debts with suppliers of goods and services from previous years, within the scope of Fiscal Restructuring and Consolidation”.

In the same document, the government guarantees that the debt owed to suppliers was 697.5 million meticais at the end of 2022, which is down to 500.5 million meticais at the end of September.

The Confederation of Economic Associations (CTA) of Mozambique proposed on Thursday the inclusion of a line item in the State Budget for 2024 to settle the state’s arrears to entrepreneurs, which they estimate at US$400 million.

“The continuous accumulation of unpaid invoices to suppliers by our state means that our SMEs [Small and Medium-sized Enterprises], for the most part, are financing the Mozambican state, thus limiting their growth. Public spending, in a similar situation, ends up being adverse and damaging to our economy,” said CTA president Agostinho Vuma.

Speaking in Maputo at the opening of the Economic Briefing, a quarterly event in which the CTA presents its balance sheet and economic outlook to businesspeople, which coincides with the Assembly of the Republic’s discussion of the Economic and Social Plan and State Budget (PESOE) for 2024, Vuma insisted that the government should adopt a “limit on the state’s indebtedness to the private sector” in that document, thus curbing the accumulation of late payments.

According to the official, this would be a “way of helping to limit the growth of overdue invoices, but also to increase discipline over the state’s accounts. This would provide predictability and a reasonable economic projection so that our private sector is more aware of all the situations that affect the performance of companies,” he explained.

In addition, the CTA also proposed that next year’s State Budget should include a “specific heading” for the payment of overdue invoices to suppliers of goods and services.

“But also to Mozambican entrepreneurs, even if only partially. Because this is what prevents payment and, on the other hand, accumulates the state’s debt to the private sector. If we add up the amount accumulated in overdue invoices, at around 400 million US dollars, the ‘stock’ of credit to the state is estimated at around 4.7 billion dollars,” he said, adding that the state’s private financial sector accounts for around 29% of the Gross Domestic Product.

“So we can imagine what that means for the fabric, mostly SMEs, which are eager for growth,” said the CTA president.

Vuma also called on the government to launch public tenders “with predictability in the availability of financial resources”, so that they can be implemented and the timetables met by companies.

Foram liquidadas até Setembro, facturas em atraso no total de 205,14 milhões de meticais – MEF

Foram liquidadas até Setembro, facturas em atraso no total de 205,14 milhões de meticais – MEF

Foram liquidadas até Setembro, facturas em atraso no total de 205,14 milhões de meticais – MEF

O Governo garante que liquidou até Setembro o equivalente a quase 205 milhões de meticais em pagamentos atrasados, de anos anteriores, junto de fornecedores de bens e serviços, conforme documentos que a Lusa teve na terça-feira, 14 de Novembro, acesso.

No relatório com o balanço económico e social da execução do Orçamento do Estado até ao terceiro trimestre de 2023, o Ministério da Economia e Finanças explica que na amortização da dívida interna, além dos montantes referentes ao pagamento das Obrigações do Tesouro e do Financiamento Bancário, “foi ainda desembolsado o montante de 197 milhões de meticais”.

Trata-se, acrescenta, de um valor referente “ao pagamento das dívidas com fornecedores de bens e serviços, dos anos anteriores, no âmbito da Reestruturação e Consolidação Fiscal”.

No mesmo documento, o Governo garante que a dívida aos fornecedores era de 697,5 milhões de meticais no final de 2022, que atrapalha assim para 500,5 milhões de meticais no final de Setembro.

A Confederação das Associações Económicas (CTA) de Moçambique propôs na quinta-feira a inclusão de uma rubrica no Orçamento do Estado para 2024 para regularizar os pagamentos em atraso do Estado aos empresários, que estimam em US$400 milhões de dólares.

“O contínuo acúmulo das faturas por pagar aos fornecedores por parte do nosso Estado significa que as nossas PME [Pequenas e Médias Empresas], na sua maioria, estão a financiar o Estado moçambicano, limitando por isso o seu crescimento. A despesa pública, numa situação análoga, acaba sendo adversária e prejudicial para a nossa economia”, afirmou o presidente da CTA, Agostinho Vuma.

Ao entrevistar em Maputo, na abertura do Economic Briefing, evento trimestral em que a CTA apresenta aos empresários o balanço e as perspectivas económicas, que coincidem com a discussão, na Assembleia da República, do Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PESOE) para 2024, Vuma insistiu na adoção pelo Governo, naquele documento, de um “limite de endividamento do Estado com o setor privado”, travando a acumulação de pagamentos atrasados.

Segundo o responsável, isto seria uma “forma de ajudar a limitar o crescimento das facturas atrasadas, mas também aumentar a disciplina sobre as contas do Estado. Isso daria uma previsibilidade e uma projeção económica razoável para termos o nosso setor privado mais atento para todas as situações que afetam o desempenho das empresas”, explicou.

Além disso, a CTA propôs também que o Orçamento do Estado para o próximo ano incluísse uma “rubrica específica” para o pagamento das facturas atrasadas aos fornecedores de bens e serviços.

“Mas também aos empresários moçambicanos, mesmo que seja de forma parcial. Porque é isto que não permite, a seguir, que haja pagamento e, por outro lado, acumule-se a dívida do Estado para com o setor privado. Se formos a somar o valor acumulado em facturas atrasadas, em cerca de US$ 400 milhões de dólares norte-americanos, o ‘stock’ de crédito ao Estado é estimado em cerca de US$ 4,7 mil milhões de dólares”, apontou, Acrescentando que o setor privado financeiro do Estado em cerca de 29% do Produto Interno Bruto.

“Então, podemos imaginar o que é que representa para o tecido, maioritariamente, da PME, que anseiam o crescimento”, acompanhou o presidente da CTA.

Vuma apelou também ao Governo para lançar concursos públicos “com previsibilidade de disponibilização de recursos financeiros”, para que seja possível a sua implementação e cumpridos os calendários pelas empresas.

HCB exceeds planned targets for third quarter by 14.3% and strengthens energy production

produção energética

HCB exceeds planned targets for third quarter by 14.3% and strengthens energy production

Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) S.A., one of the largest independent energy producers in the southern region, recorded hydro-energy production of around 12,120.4 GWh by the end of the third quarter of 2023, corresponding to 14.3% more than planned, in a year with a production target of 14,292 GWh.

This time, it is expected to exceed the target of 15,488 GWh, which will strengthen Mozambique’s strategic position as a regional energy hub.

“In the period under review, HCB managed to achieve a turnover of just over 54.2% of the revenues planned for the period, while successfully closing negotiations on the adjustment of the energy export tariff. These factors combined represent significant gains for the company and the country.

The figures presented will contribute to making critical investments in production chain equipment and in projects to increase energy generation capacity, which is expected to reach 4,000 MW by 2032” – Tomás Matola, Chairman of HCB’s Board of Directors.

With regard to water availability, at the start of the 2023/2024 rainy season, HCB had a storage quota of 323.47 m, corresponding to a useful capacity of 87%, resulting from the amount of water coming from the upstream dams and the flows generated in the Cahora Bassa Basin.

The current quota is satisfactory and, combined with careful, technical-scientific management and the technological means at the company’s disposal, will ensure the power generation process until the end of the year.

HCB supera em 14,3% metas planificadas para terceiro trimestre e fortifica produção energética

produção energética

HCB supera em 14,3% metas planificadas para terceiro trimestre e fortifica produção energética

A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) S.A., uma das maiores produtoras independentes de energia da região austral, registou até ao final do terceiro trimestre de 2023, uma produção hidro-energética na ordem dos 12.120,4 GWh, correspondente a 14,3% acima do planeado, num ano cuja meta de produção definida é de 14.292 GWh.

Desta feita, antevê-se uma superação para 15.488 GWh, o que fortalecerá a posição estratégica de Moçambique como um hub energético regional.

“No período em análise, a HCB logrou alcançar uma facturação de pouco mais de 54,2% das receitas planeadas para o período, ao mesmo tempo que encerrou com sucesso as negociações sobre o ajustamento da tarifa de exportação de energia. Estes factores conjugados, representam ganhos significativos para a Empresa e para o País.

As cifras apresentadas contribuirão para a realização de investimentos críticos nos equipamentos da cadeia de produção e em projectos de incremento da capacidade de geração energética, que se prevê chegar aos 4.000 MW, até 2032” – Tomás Matola, Presidente do Conselho de Administração da HCB.

No que concerne à disponibilidade hídrica, no início da época chuvosa 2023/2024, a HCB apresentava uma cota de armazenamento de 323.47 m, correspondente a capacidade útil de 87%, resultante da quantidade de água proveniente das barragens de montante e dos escoamentos gerados na Bacia Própria de Cahora Bassa.

A presente cota é satisfatória e, conjugada por uma gestão criteriosa, técnico-científica e por meios tecnológicos ao dispor da empresa, assegurará o processo de geração de energia até ao final do ano.

Free trade in Africa could change the colonial legacy of exporting raw materials and buying finished products

Comércio livre em África pode mudar legado colonial de exportar matérias-primas e comprar produtos acabados

Free trade in Africa could change colonial legacy of exporting raw materials and buying finished goods

The vice-president of the Intra-African Trade Fair (IATF) said yesterday that the free trade agreement in Africa could end the colonial legacy of exporting raw materials and importing finished goods.

“It is unsustainable for African economies to continue to depend on natural resources and raw materials, which makes them vulnerable to trade shocks, liquidity constraints and brings challenges to macroeconomic management,” said Jean-Louis Ekra, former president of the African Export-Import Bank (Afreximbank), in his opening speech at the IATF, which is taking place this week in Cairo.

According to a statement released by Afreximbank, one of the organizers of the event, Ekra stressed that “the situation needs to change urgently, as it has worsened with the effects of the covid-19 pandemic, geopolitical tensions and climate change”.

The African Continental Free Trade Agreement (AfCFTA) “cannot fail, especially since intra-African trade is worth only 16%”, well below the levels estimated for other regions.

This low level of trade within the continent, concluded the former banker, “is explained by constraints such as limited trade and infrastructure, including a system of payments and bank settlements between countries, the lack of access to relevant information, and the lack of access to information about the continent.

During the IATF, Afreximbank also announced that it had concluded cooperation and financing agreements worth more than 1 billion dollars (937 million euros) in several countries on the continent, including a 150 million dollar (145 million euro) agreement with the United Bank for Africa to help Nigeria deal with the rise in grain prices following Russia’s invasion of Ukraine, and others to support Kenya and Burundi, among others. (Lusa)

Comércio livre em África pode mudar legado colonial de exportar matérias-primas e comprar produtos acabados

Comércio livre em África pode mudar legado colonial de exportar matérias-primas e comprar produtos acabados

Comércio livre em África pode mudar legado colonial de exportar matérias-primas e comprar produtos acabados

O vice-presidente da Feira Intra-africana de Comércio (IATF) considerou ontem que o acordo de comércio livre em África pode acabar com o legado colonial da exportação de matérias-primas e importação de bens acabados.

“É insustentável que as economias africanas continuem a depender dos recursos naturais e das matérias-primas, que os tornam vulneráveis aos choques comerciais, aos constrangimentos de liquidez e traz desafios à gestão macroeconómica”, disse o também antigo presidente do Banco Africano de Exportações e Importações (Afreximbank), Jean-Louis Ekra, na intervenção de abertura na IATF, que decorre esta semana no Cairo.

De acordo com um comunicado divulgado pelo Afreximbank, um dos organizadores do evento, Ekra vincou que “a situação precisa de ser mudada urgentemente, já que piorou com os efeitos da pandemia de covid-19, as tensões geopolíticas e as alterações climáticas”.

O acordo de comércio livre continental africano (AfCFTA, na sigla em inglês) “não pode falhar, especialmente porque o comércio intra-africano vale apenas 16%”, bem abaixo dos níveis estimados para outras regiões.

Este nível reduzido de trocas comerciais dentro do continente, concluiu o antigo banqueiro, “é explicado por constrangimentos como o comércio e infraestruturas limitadas, incluindo um sistema de pagamentos e acertos bancários entre os países, a falta de acesso a informação relevante para o mercado, conhecimentos limitados sobre o mercado, oportunidades de investimento sustentadas e poucas plataformas que liguem os compradores e os vendedores”.

Durante a IATF, o Afreximbank anunciou também que concluiu acordos de cooperação e financiamento no valor de mais de mil milhões de dólares (937 milhões de euros) em vários países do continente, entre os quais um acordo de 150 milhões de dólares (145 milhões de euros) com o United Bank for Africa para ajudar a Nigéria a lidar com o encarecimento dos cereais no seguimento da invasão da Ucrânia pela Rússia, e outros para apoiar o Quénia e o Burundi, entre outros. (Lusa)

The African Development Bank (AfDB) Secures 162 M$ Financing For EDM Participation In Mphanda Nkuwa Project

BAD Assegura Financiamento de 162 M$ Para Participação da EDM no Projecto Mphanda Nkuwa

The African Development Bank (AfDB) Secures 162 M$ in Financing for EDM’s Participation in the Mphanda Nkuwa Project

The African Development Bank (AfDB) has expressed its interest in financing the participation of Electricidade de Moçambique (EDM) in the Mphanda Nkuwa hydroelectric project in Tete to the tune of 162 million dollars, on concessional and non-refundable terms.

The financial institution has also pledged to make another 300 million dollars in guarantees and capital available to the public sector, on competitive terms, for investment in the hydroelectric plant.

The interest arose during the participation of the Mphanda Nkuwa Hydroelectric Project Implementation Office (GMNK) in the African Investment Forum 2023 (AIF), which took place from November 8 to 10 in Marrakech, Morocco.

The AIF is a platform dedicated to promoting investment opportunities across the African continent. The event brought together investors, governments and companies to promote and facilitate business and investment in various sectors, such as energy, infrastructure and agriculture.

During the Forum, data shared by the director of GMNK, Carlos Yum, indicated that Mphanda Nkuwa was one of the investment projects selected by the Investment Committee, under the auspices of the AfDB. The criteria include, among other things, the organizational structure of implementation, technical, economic and financial viability, social and environmental impact, as well as the Sustainable Development Goals.

In this context, the investment project was presented at a session called the “Investment BoardRoom”, in which the selected enterprises had the opportunity to present their investment proposal in detail to international financial institutions, export credit and insurance agencies, as part of the Investment Forum organized by the AfDB.

In Morocco, the GMNK also held meetings with the Islamic Development Bank and the Multilateral Investment Guarantee Agency (MIGA), a member of the World Bank Group.

BAD Assegura Financiamento de 162 M$ Para Participação da EDM no Projecto Mphanda Nkuwa

BAD Assegura Financiamento de 162 M$ Para Participação da EDM no Projecto Mphanda Nkuwa

BAD Assegura Financiamento de 162 M$ Para Participação da EDM no Projecto Mphanda Nkuwa

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) manifestou interesse em financiar, na ordem dos 162 milhões de dólares, em termos concessionais e não reembolsáveis, a participação da Electricidade de Moçambique (EDM) no projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa, em Tete.

A instituição financeira também se comprometeu a disponibilizar outros 300 milhões de dólares de garantias e capital para o sector público, em termos competitivos, para o investimento na central hidroeléctrica.

O interesse surgiu durante a participação do Gabinete de Implementação do Projecto Hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa (GMNK) no Fórum Africano de Investimento 2023 (AIF), que decorreu entre os dias 8 a 10 de Novembro, em Marraquexe, Marrocos.

O AIF é uma plataforma dedicada a promover oportunidades de investimento em todo o continente africano. O evento reuniu investidores, governos e empresas para promover e facilitar negócios e investimentos em vários sectores, como o da energia, infra-estruturas e agricultura.

Durante o Fórum, dados partilhados pelo director do GMNK, Carlos Yum, indicaram que Mphanda Nkuwa foi um dos projectos de investimento seleccionados pelo Comité de Investimento, sob os auspícios do BAD. Os critérios incluem, entre outros aspectos, a estrutura organizativa de implementação, de viabilidade técnica, económica e financeira, impacto social e ambiental, bem como os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Neste contexto, o projecto de investimento foi apresentado numa sessão designada de “BoardRoom de Investimento”, na qual os empreendimentos seleccionados tiveram a oportunidade de apresentar, em detalhe, a proposta de investimentos às instituições financeiras internacionais, agências de exportação de crédito e de seguro, no âmbito do Fórum de Investimento, organizado pelo BAD.

Em Marrocos, o GMNK manteve, igualmente, encontros com o Banco Islâmico de Desenvolvimento e a Agência Multilateral de Garantia de Investimentos (MIGA), membro do Grupo Banco Mundial.

Mozambique Expects to Receive 4.2 MM Meticais in Natural Gas Tax Revenues in 2024

Moçambique Prevê Encaixar 4,2 MM de Meticais em Receitas Fiscais de Gás Natural em 2024

Mozambique Expects to Collect 4.2 MM Meticais in Natural Gas Tax Revenue in 2024

The Mozambican state expects to receive 4.2 billion meticais in tax revenues from natural gas next year, according to the documents supporting the proposal for the Economic and Social Plan and State Budget (PESOE) for 2024.

According to the proposal, these revenues, from Liquefied Natural Gas (LNG) from the Coral Sul project in the Rovuma basin, represent only 0.3% of the Gross Domestic Product (GDP) expected for 2024.

A few days ago, the Bank of Mozambique (BdM) revealed that the country’s natural gas exports soared 80.9% in volume in the second quarter compared to 2022, bringing in 336 million dollars.

According to the institution’s report on the national balance of payments in the second quarter, this is an inflow of 238.1 million dollars, higher than in the same period in 2022, essentially explained by “the increase in the volume exported”.

“This was justified by the start of exploration and export of gas from Area 4 of the Rovuma basin, given that the international price fell by 64.1%,” the document reads.

However, despite this increase, natural gas did not dethrone coal as Mozambique’s main export product, which earned the country 583.4 million dollars in the second quarter.

Area 4 in the Rovuma basin, in the north of the country, is operated by Mozambique Rovuma Venture (MRV), a joint venture co-owned by ExxonMobil, Eni and CNPC (China), which has a 70% stake in the concession contract, with natural gas production starting in 2022. Galp, Kogas (South Korea) and Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (Mozambique) each hold a 10% stake.

Eni, the concessionaire for Rovuma Area 4, is already discussing with the Mozambican government the development of a second floating platform, a copy of the first and called Coral Norte, to increase gas extraction, a source from the Italian oil company told Lusa at the beginning of October.

This plan involves the acquisition of a second FNLG floating platform for the Coral Norte area, identical to the one that has been extracting gas in the Coral Sul area since mid-2022.

“Eni is working towards the development of Coral Norte through a second FLNG in Mozambique, taking advantage of the experience and lessons learned in the Coral Sul FLNG, including those related to costs and execution time,” added the same source from the oil company, the delegated operator of that consortium.

Moçambique Prevê Encaixar 4,2 MM de Meticais em Receitas Fiscais de Gás Natural em 2024

Moçambique Prevê Encaixar 4,2 MM de Meticais em Receitas Fiscais de Gás Natural em 2024

Moçambique Prevê Encaixar 4,2 MM de Meticais em Receitas Fiscais de Gás Natural em 2024

Estado moçambicano prevê encaixar, no próximo ano, 4,2 mil milhões de meticais em receitais fiscais de gás natural, segundo os documentos de suporte à proposta do Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PESOE) para 2024.

De acordo com a proposta, essas receitas, provenientes do Gás Natural Liquefeito (GNL) do projecto Coral Sul na bacia do Rovuma, representam, contudo, apenas 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB) esperado para 2024.

Há dias, o Banco de Moçambique (BdM) revelou que as exportações de gás natural do País dispararam, em volume, 80,9%, no segundo trimestre, face a 2022, rendendo 336 milhões de dólares.

Segundo o relatório da instituição sobre a balança de pagamentos nacional no segundo trimestre, trata-se de um encaixe 238,1 milhões de dólares, superior ao do período homólogo de 2022, explicado essencialmente “pelo incremento do volume exportado”.

“A justificar, o início da exploração e exportação do gás da Área 4 da bacia do Rovuma, visto que o preço internacional caiu 64,1%”, lê-se no documento.

Entretanto, apesar deste incremento, o gás natural não destronou o carvão mineral enquanto principal produto de exportação de Moçambique, que rendeu ao País 583,4 milhões de dólares no segundo trimestre.

A Área 4 na bacia do Rovuma, norte do País, é operada pela Mozambique Rovuma Venture (MRV), uma ‘joint venture’ em co-propriedade da ExxonMobil, Eni e CNPC (China), que detém 70% de interesse participativo no contrato de concessão, cuja produção de gás natural arrancou em 2022. A Galp, Kogas (Coreia do Sul) e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (Moçambique) detêm, cada, uma participação de 10%.

A Eni, concessionária da Área 4 do Rovuma, já discute com o Governo moçambicano o desenvolvimento de uma segunda plataforma flutuante, cópia da primeira e designada Coral Norte, para aumentar a extracção de gás, disse à Lusa, no início de Outubro, fonte da petrolífera italiana.

Este plano envolve, nomeadamente, a aquisição de uma segunda plataforma flutuante FNLG, para a área Coral Norte, idêntica à que opera na extracção de gás, desde meados de 2022, na área Coral Sul.

“A Eni está a trabalhar para o desenvolvimento do Coral Norte através de uma segunda FLNG em Moçambique, aproveitando a experiência e as lições aprendidas na Coral Sul FLNG, incluindo as relacionadas com custos e tempo de execução”, acrescentou a mesma fonte da petrolífera, operador delegado daquele consórcio.