Monday, April 13, 2026
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País defende transição energética mais justa em nações subdesenvolvidas

O posicionamento foi assumido pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, durante o seu discurso proferido na noite da última terça-feira (19), na cidade norte-americana de Nova Iorque, durante a 78ª sessão anual da Assembleia Geral das Nações Unidas.

Nyusi frisa que a transição para as energias renováveis deve acontecer sem prejuízo para o desenvolvimento dos países mais pobres. Por isso, deve ser uma transição mais justa que permita aos países menos desenvolvidos consolidar as suas economias.

“A transição energética é um imperativo global visando construir sociedades mais resilientes e sustentáveis. No entanto, defendemos que a transição energética deve ser justa e deve servir de rampa de modo a permitir aos países pobres encontrar uma janela de oportunidade para a diversificação da matriz energética de forma a consolidar as suas economias”, disse o estadista moçambicano.

Segundo Nyusi, tratar-se de um processo que necessita de grandes investimentos, razão pela qual chama aos países mais desenvolvidos a apoiar neste sentido.

“A transição energética requer investimentos de vulto, em projectos de geração de energia a partir de fontes limpas [daí que] mais uma vez convidamos os países mais industrializados para serem solidários incrementando o financiamento climático”, disse.

Na ocasião, destacou que Moçambique “é uma referência regional pela diversidade da sua matriz energética que inclui barragens hidroeléctricas, com destaque para Cahora Bassa, centrais solares e eólicas estando em curso o projecto de construção da barragem de Mphanda Nkuwa”.

Anotou que no transacto Moçambique juntou-se ao grupo de países produtores e exportadores de gás natural liquefeito, um passo muito importante para acelerar a transição energética.

De acordo com o estadista, o sector energético em Moçambique é dominado pela energia hídrica com capacidade para produzir 2.172 megawatts, solar 95 megawatts, gás 441 megawatts, e diesel 120 megawatts, num momento em que se fala da potencial de entrada em operação da central térmica de Temane no último trimestre de 2024 com capacidade de 450 megawatts e a longo prazo a hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa com capacidade de 1.500 megawatts.

Nos últimos anos, os países mais desenvolvidos têm vindo a pressionar para o banimento de fontes de energia mais poluentes, particularmente o carvão, de modo a reduzir a emissão de gases estufa.

Auditor abstém-se de falar das contas da LAM

O pronunciamento da Ernst&Young surge dias depois de a Fly Modern Ark, empresa sul-africana gestora das Linhas Aéreas de Moçambique, ter afirmado que detectou situações de corrupção, fornecimento de serviços acima dos valores de mercado e provedores de serviços sem contratos, na companhia aérea de bandeira.

O facto levou a que algumas entidades exigissem a reacção da empresa Ernst and Young, conhecida como a entidade auditora das contas das Linhas Aéreas de Moçambique. Hoje, o sócio-gerente da Ernst and Young, Paulo Reis, disse não estar autorizado a falar sobre a situação financeira da companhia aérea nacional. A fonte avançou, no entanto, que a última auditoria, na companhia, foi feita em 2021.

Recentemente, o director-executivo da Fly Modern Ark (FMA), empresa sul-africana gestora da LAM, acusou os administradores da empresa, de levarem a companhia à falência.

Segundo Theunis Crous, um dos aspectos que teria deteriorado a condição financeira da LAM foi a aprovação, em Janeiro deste ano, pelos então administradores da empresa, de uma remuneração adicional de cem mil meticais por mês, numa altura em que o governo procura soluções para salvar a empresa.

Além disso,  segundo Crous, a FMA verificou que há 54 contas bancárias domiciliadas fora do país e que recebiam valores monetários em transacções aparentemente duvidosas, o que pode gerar indícios criminais.

A LAM encontra-se sob gestão da Fly Modern Ark desde Abril do ano em curso, para um período de 12 meses. È responsabilidade da FMA melhorar a situação financeira da empresa, dispondo de tarifas competitivas e aumento da frota e voos.

Empresários continuam “preocupados” com a violência em Cabo Delgado

A nova incursão em Mocímboa da Praia ocorreu menos de um mês depois do anúncio, em 25 de agosto, pelo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas de Moçambique, Joaquim Rivas Mangrasse, da eliminação do líder do terrorismo no país, o moçambicano Bonomade Machude Omar, juntamente com outros elementos da liderança do grupo terrorista.

“A situação de Cabo Delgado continua a nossa grande preocupação”, disse Agostinho Vuma, acrescentando que decorre um novo estudo para avaliar o impacto atual dos ataques armados para o empresariado que opera naquela província do norte de Moçambique.

Vuma falava numa conferência de imprensa, em Maputo, após um encontro com o embaixador da União Europeia (UE) em Moçambique, Antonino Maggiore, depois de mais um ataque, na última semana, em Mocímboa da Praia, reivindicado pela organização terrorista Estado Islâmico, através dos seus canais de propaganda, uma incursão que deixou, pelo menos, 10 mortos numa aldeia do interior do distrito.

Segundo o presidente da CTA, um estudo realizado em 2021 apontou para um impacto negativo, no setor empresarial, de cerca de 90 milhões de dólares (84 milhões de euros) em resultado dos conflitos no norte de Moçambique, acrescentando que decorrem iniciativas, também junto da UE, para apoiar “os empresários e dinamizar o negócio” em Cabo Delgado.

“Infelizmente não é um assunto da CTA, como sector privado, depende muito também da atuação das forças” que combatem a insurgência, frisou Vuma, referindo que o novo estudo do impacto dos conflitos vai ser desenvolvido em função do regresso das comunidades e retoma da atividade económica em algumas regiões.

A província de Cabo Delgado alberga o maior projecto de hidrocarbonetos já investido em Moçambique, a Área 4 da Bacia do Rovuma, liderado pela petrolífera francesa TotalEnergies, com uma participação majoritária de 25 por cento. Mas Cabo Delgado também conta outros projectos de hidrocarbonetos e exploração de minérios.

Em 2021, o Projecto foi interrompido por força-maior após ataques recorrentes que colocavam em risco as instalações e os colaboradores da multinacional.

Neste momento, a Forças de Defesa e Segurança, junto dos da SADC e do Ruanda estão no terreno a repor a ordem e tranquilidade na região, com perseguições contínuas aos insurgentes. Esses trabalhos, por sinal, estão a devolver alguma calmaria em algumas zonas afectadas, até porque os deslocados já começam a voltar a suas zonas de origem.

A melhoria na segurança está também estimular ao Governo a desejar o retorno da TotalEnergies às suas operações e o Executivo tem reiterado a necessidade da petrolífera voltar à província, mas a multinacional ainda não deu a conhecer um posicionamento definitivo sobre o assunto.

“Aeroportos” à busca de competitividade de transporte de carga aérea

Neste momento são cobradas duas taxas de carga, que custa 10 cêntimos de dólar por quilograma e de segurança aeroportuária (TSA) que varia de um aeroporto para o outro, e conforme tratar-se de exportação ou importação.

“Por exemplo, na África do Sul e outros países da região cobra-se por volume e não por quilograma. A ideia é estarmos alinhados com as práticas da região. Estamos a trabalhar com o empresariado para ver se baixamos as taxas”, disse Saíde Júnior, administrador financeiro, da empresa Aeroportos de Moçambique.

Falando recentemente na FACIM 2023, explicou que, no âmbito do Programa de Aceleração Económica, a TSA para Chimoio, Lichinga e Pemba deixou de ser cobrada, para fomentar a exportação dos produtos daquelas províncias.

Saíde Júnior defende que para promover a competitividade é também necessário criar estímulos e incentivar os produtores a transportar a carga por via aérea.

Recentemente, a empresa anunciou que vai começar os trabalhos de reabilitação das suas infraestruturas espalhadas pelo país. A reabilitação e modernização deverá começar este ano e o início das obras está previsto para o terceiro trimestre do ano em curso.

 

Grafite de Balama passa a ser exportado via Pemba

Até então o escoamento deste mineral, estratégico para a produção baterias para carros eléctricos, era feito exclusivamente a partir de Nacala, na vizinha província de Nampula.

Para a concretização da exportação foi inaugurado, ontem, o armazém de trânsito deste mineral, com capacidade para 10 mil toneladas. A infra-estrutura foi construída no recinto do Porto de Pemba pela Grindrod Logística Moçambique, contratada pela Twigg Exploration Mining, subsidiária da Syrah Resources, que explora a mina de Balama.

A cerimónia de inauguração dos armazéns, que também marcaram a saída, pela primeira vez, deste minério por esta região do país, foi dirigida pelo secretário de Estado na província, António Supeia.

Situada em Cabo Delgado, norte de Moçambique, a mina de Grafite de Balama está localizada há cerca de 200 quilómetros (km) a oeste da cidade portuária de Pemba.

A implantação do projecto foi, essencialmente, concluída no final de 2017 e a primeira produção de grafite foi alcançada no final de Novembro do mesmo ano. O projecto transitou da fase de implantação  para as operações no início de 2018.

Volvidos nove meses, até 30 de Setembro de 2018, a mina de Balama produziu 71.100 toneladas de grafite natural em flocos . Em Janeiro de 2018 iniciaram as vendas e remessas para clientes globais de mercados industriais e de aplicação de produtos de grafite em baterias.

Conheça o mercado de seguros e proteja os seus investimentos

mercado de seguros em Mocambique

Como empreendedor, é natural que deseje resguardar seu negócio e activos contra imprevistos de natureza diversa. Os desafios inesperados podem surgir a qualquer momento, tornando o seguro uma ferramenta indispensável para a proteção do seu empreendimento.

Os seguros são verdadeiros aliados na proteção do seu património contra os imprevistos que podem abalar as finanças da sua empresa. Eles representam contratos que visam reduzir os riscos de perdas significativas nos investimentos.

No vasto universo dos seguros, encontramos duas modalidades principais, a primeira corresponde ao ramo de seguros de Danos ou Não-Vida, que abrange soluções em caso de responsabilidade civil, incêndios, habitação, transporte de bens, finanças e proteção jurídica. Por outro lado, temos os seguros de Pessoas ou Vida, que envolve acidentes pessoais e saúde.

O papel principal das seguradoras é a promoção de um ambiente empresarial seguro e favorável para os investimentos. Portanto, para fazer escolhas conscientes na contratação de serviços de seguro, o investidor deve estar preparado para proteger seus investimentos.

Lembre-se de que estar bem informado e tomar decisões fundamentadas é crucial em seu campo de actuação como empresário.

Confira a lista de seguradoras: Arko Seguros, BRITAM, Diamond Seguros, EMOSE, Fidelidade Ímpar, Global Alliance, Hollard, Imperial Seguros, Índico Seguros, Mediplus, Palma Seguros, Phoenix Seguros, Sanlam Seguros.

Arko Seguros

A Arko Companhia de Seguros, SA, abreviadamente designada por Arko Seguros, é uma sociedade anónima devidamente autorizada a exercer, por tempo indeterminado, a actividade seguradora do ramo Não-Vida.

Opera desde Janeiro de 2017, oferecendo produtos e serviços para os segmentos Corporate e Particulares, desenhados, em termos de coberturas e garantias, de acordo com as necessidades de proteção e mitigação de risco de cada cliente. Em 2021 o volume de Prémios Brutos Adquiridos (PBA) pela Arko Seguros ascendeu a 270 milhões de Meticais, representando um crescimento de 4,5% face a 2020.

Para este crescimento contribuíram decisivamente, a diferenciação e inovação dos produtos face à oferta da concorrência, a introdução gradual de novos produtos no mercado, procurando corresponder às necessidades dos clientes e atendendo ao contexto económico e regulatório existente.

Contactos:

Telefone: +258 84 2626172 / +258 82 3199043

Email: info@arkoins.com

Website: www.arkoins.com

 

BRITAM

A BRITAM Companhia de Seguros de Moçambique, SA é subsidiária da Britam Holdings, um grupo líder de serviços financeiros diversificados, listado na Bolsa de Valores de Nairobi, com interesses primários nos sectores de seguros, gestão de activos, bancos e propriedades desde 1965. Está presente em Moçambique desde 2010, oferecendo produtos de seguros Não-Vida, seguros de Saúde, seguro de Crédito comercial para domésticos e exportações, micro-seguros, entre outros.

A Britam é a maior companhia de seguros na região leste e central da África em termos de capitalização de mercado, com mais de USD 300 milhões. A base de activos da desta companhia ultrapassa USD 1 bilhão, e a empresa gere mais de USD 2 bilhões em activos. Tem como principais acionistas o Banco Mundial, através da International Finance Corporation (IFC), Swiss-Re, uma das maiores companhias de seguros do mundo, e a AfricInvest I.

Contactos:

Email: britammz@britam.com

Telefone: +258 (21) 492840/5/7/8/9

Website: https://mz.britam.com/

 

Diamond Seguros

A Diamond Companhia de Seguros, SA é uma empresa que oferece soluções de seguros no mercado Moçambicano, iniciou as suas actividades em Março de 2014, com objetivo de oferecer o segmento Não-Vida.

Tem accionistas nacionais e internacionais, a empresa é composta por uma equipe qualificada e dedicada, comprometendo-se a fornecer um serviço de excelência pelas várias coberturas de seguros.

Contactos:

Telefone: +258 21484932 / 21 484955

Email: info@diamondseguros.co.mz

Website: https://www.diamondseguros.co.mz/

Fonte: LinkedIn

 

EMOSE – Empresa Moçambicana de Seguros, S.A.

A EMOSE é uma sociedade anónima criada por Decreto-Lei nº. 3/77 de 13 de Janeiro, com a designação de EMOSE – Empresa Moçambicana de Seguros, E.E., dotada de personalidade jurídica, autonomia financeira, com a natureza de empresa pública, tutelada directamente do Ministério das Finanças. Resultou da fusão de três ex-Companhias de Seguros nomeadamente, Companhia de Seguros Nauticus, S.A.R.L., Companhia de Seguros Lusitana, S.A.R.L. e Companhia de Seguros Tranquilidade de Moçambique, S.A.R.L., cujas carteiras de seguros e respectivas reservas, bem como todos os seus valores activos e passivos foram nela integrados.

Opera desde Janeiro de 1977, com sede em Maputo. Seu principal objetivo é desenvolver actividades de seguros e resseguros nos ramos de Vida e Não-Vida. Actualmente, EMOSE é gerida pelo Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) e tem a missão de segurar pessoas, bens e negócios com total garantia, contribuindo ativamente para o desenvolvimento socio-económico de Moçambique.

Contactos:

Telefone: +258 21356300 / +258 21322095/9

Email: comercial@emose.co.mz

Website: www.emose.co.mz

 

Fidelidade Ímpar

Fidelidade Ímpar é uma marca comercial detida pela Fidelidade Moçambique – Companhia de Seguros, SA, que foi considerada uma das três maiores seguradoras de Moçambique em 2020, de acordo com o Instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique (ISSM).

Em 2021, a antiga “Fidelidade” fortaleceu sua estratégia de expansão internacional ao adquirir 70% do capital da Seguradora Internacional Moçambique, S.A. (“SIM”), que operava sob a marca “Ímpar”, e mudou seu nome comercial para Fidelidade Ímpar. Essa aquisição permitiu ao Grupo Fidelidade consolidar e reforçar sua presença nos ramos de Vida e Não-Vida no mercado moçambicano.

Contactos:

Linha grátis: 800 800 088

WhatsApp: +258 84 320 7925

Website: www.fidelidadeimpar.co.mz

 

Global Alliance

A Global Alliance foi constituída em Março de 1993 em Moçambique como Companhia Geral de Seguros de Moçambique (CGSM), com a propriedade das acções pertencendo a pessoas singulares. Posteriormente, passou para o controle de um grupo britânico chamado Global Alliance Holdings.

Em 2011, a Global Alliance deixou a gestão familiar do Barclays Group para a gestão empresarial. Em 2018, a Global Alliance Seguros, SA, passou para a família ABSA, sob cuja gestão permanece até hoje.

É uma das maiores companhias de seguros em Moçambique, de acordo com o Instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique (ISSM), oferecendo seguros de Vida e Não-Vida ao mercado, com mais de 65 mil apólices entre individuais e corporativas.

Contactos:

Email: info@ga.co.mz

+258 21 49 31 10 /1, 82 14 93 108/9, 82/84 30 16 372/385

Website: https://www.ga.co.mz/

 

Hollard-Moçambique Companhia de Seguros

O Grupo Hollard é a maior seguradora privada da África do Sul, fundada em 1980, e expandiu-se para Moçambique em 2001, oferecendo produtos de qualidade e soluções únicas. Oferece seguros corporativos, comerciais e pessoais, tornando-se uma das principais seguradoras do país.

A presença da Hollard abrange escritórios em Maputo, sucursais em Beira, Tete e Nacala, além de agentes púrpura em postos fronteiriços.

A empresa está empenhada em promover a inclusão financeira e desenvolver produtos para atender às necessidades da população de baixa renda, visando um futuro melhor para todos os moçambicanos.

Contacto:

Telefone: +258 21 357 700

Fax: +258 21 313 115

Website: www.hollard.co.mz/pt

 

Imperial Seguros

A Imperial Seguros Moçambique, S.A. é uma companhia de direito Moçambicano, fundada em 2015. A companhia foi criada para oferecer uma ampla gama de soluções de seguros convencionais, Transferência Alternativa de Riscos (ART) e Gestão Corporativa de Riscos (GCR) ao público.

Contactos:

Telefone: +258 21 497 467 / +258 21 497 478

Email: info@imperialinsurance-mz.com

Website: https://www.imperialseguros.com/

 

Índico Seguros

A Índico Companhia de Seguros, SA, abreviadamente designada por Índico Seguros, é provedora de soluções de seguros do mercado moçambicano, fundada em 2011 com agências, inicialmente baseadas na província de Maputo seguido de uma expansão para todas as províncias do país.

Tem como objeto exclusivo o exercício regular dos actos relativos à aceitação e cumprimento de contractos de seguro ou resseguro e operações de seguro do ramo Não-Vida, baseado no perfil de cada cliente, visando um atendimento com qualidade e produtos sob medida para atender seus interesses.

Teve reconhecimento Superbrand Moçambique 2013-2014 e 2014-2015 pela excelência e destaque na oferta de soluções de seguro. Seu capital social estima-se em cerca de 200 milhões de Meticais.

Contactos:

Telefone: +258 845533

Email: servicoaocliente@indicoseguros.co.mz

Website: https://www.indicoseguros.co.mz/

 

Mediplus

A Mediplus Companhia de Seguros, SA, é um provedor de seguros médicos, devidamente registrada em Moçambique que oferece uma cobertura médica aos seus membros ao longo de todo o país assim como na vizinha África do Sul. A Mediplus tem vindo a fornecer, de forma bem-sucedida, cobertura médica desde 2009 e tem aumentado a sua rede de provedores de serviços exponencialmente desde essa data.

Tem vindo a contratar provedores de serviços a nível nacional, e seus membros são aceites pelos 3 principais grupos de hospitais privados na África do Sul. Em 2014 a Mediplus Moçambique fez parceria com a Unisure – um provedor internacional de serviços de seguro de Saúde e Vida.

Contactos:

Telefone: (+258) 21 417 935 / 418 055

Linha Gratis: 800 124 124 / 800 488 488

Email: vidplus@info.org

Website: http://www.mediplusmz.com

 

Palma Seguros

Palma Companhia de Seguros, SA, com a designação comercial Palma Seguros, é uma sociedade anónima, licenciada para operar o mercado de seguros no Ramo Não-Vida, nos termos das Leis da República de Moçambique.

Foi constituída em Julho de 2018 e oferece produtos e serviços de seguro, com qualidade, inovação e excelência com objetivo de superar as expectativas dos clientes.

Contactos:

Telefone: +(258) 21 422 551 / 86 100 0055

Email: info@palmaseguros.co.mz

Website: www.palmaseguros.co.mz

 

Phoenix Seguros

O Phoenix Assurance Group é uma potência financeira dinâmica que opera seguros de curto prazo na África. O Grupo também está envolvido em micro-finanças em alguns países do continente.

As origens do Phoenix Assurance Group remontam a 1912, quando as primeiras operações da Phoenix Assurance começaram no Quénia. Atualmente, o Phoenix Assurance Group opera o mercado de seguros de curto prazo em Moçambique.

Detém experiência local e global em várias classes de negócios. Sua carteira envolve clientes e corretores para desenvolver soluções personalizadas e feitas sob medida para necessidades de seguros únicas em colaboração com os parceiros.

Contactos:

Telefone: 21 485 376

Email: info@phoenixmozambique.com

Website: www.phoenixseguros.co.mz/

 

Sanlam Seguros

Sanlam Mozambique Vida Companhia de Seguros, SA é uma companhia que se dedica à provisão de soluções de seguro de vida altamente competitivos no ramo Vida. Foi fundada em 1918, na Cidade do Cabo, África do Sul e vem marcando presença em Moçambique desde 2012.

A companhia fornece seguros de vida e soluções financeiras, apostando em produtos inovadores e de alta qualidade, possui uma presença global com escritórios em toda a África do Sul e interesses comerciais no resto de África, Malásia, EUA, Índia e Austrália.

Contactos:

Telefone: +258 21 49 48 21/ 22 +258 82 302 34 736

Email: info@sanlam.co.mz

Website: www.sanlam.co.za/mozambique

 

Concurso de importação de combustíveis passa a custar 40 mil dólares

A IMOPETRO explica que duplicou o custo para acompanhar a tendência, de modo geral, de aumentos do preço dos produtos petrolíferos no mercado internacional, mas em particular o custo do caderno de encargo verificado a nível regional, avança o jornal Carta de Moçambique.

A instituição sublinhou que os 40 mil dólares é a média do que é praticado ao nível da África Austral, onde há países como Tanzânia onde os concorrentes pagam 60 mil dólares para adquirir o caderno de encargo, apesar de os concursos naquele país serem mensais e não trimestrais ou semestrais como tem acontecido no país.

O caderno de encargo é um documento em que constam as orientações e referências que devem ser respeitadas durante a execução do serviço prestado, neste caso, a importação de combustíveis líquidos e distribuição pelos quatros terminais oceânicos localizados ao longo do país.

Até Junho de 2017, o custo do caderno de encargo era de 15 mil USD não reembolsáveis, mas no ano seguinte, a IMOPETRO aumentou 5 mil USD passando para 20 mil USD, valor que foi sendo aplicado até Junho de 2023 corrente, apesar das crises mundiais, nomeadamente, a Covid-19 e o conflito entre a Rússia e Ucrânia que mexeram na estrutura do preço de petróleo no mercado internacional.

Cinco anos sem aumentar o custo do caderno de encargo, o girector geral da IMOPETRO, João Macanja, explicou, esta terça-feira, que a medida visa acompanhar as tendências levadas a cabo por outros mercados, depois do aumento considerável de preços de produtos petrolíferos no mercado internacional nos últimos anos.

“Estamos a acompanhar a dinâmica do mercado internacional. Os preços dos produtos petrolíferos subiram e, como consequência, em 2022, por exemplo, o valor de importação de combustíveis cresceu para 2 biliões de USD [aplicados para importar 1.8 milhão de Toneladas Métricas (TM) de combustíveis], contra 936.6 milhões de USD [utilizados em 2021, para importar 1.5 milhão de TM de produtos petrolíferos diversos para o consumo nacional]”, explicou Macanja.

Questionado sobre se a medida não iria encarecer o combustível ao consumidor final, o Director-Geral da IMOPETRO reagiu negativamente, justificando que o reajuste de combustíveis é feito com base em regulamento próprio e o custo do caderno de encargo não é factor tido em consideração.

Entretanto, para o Secretário da Associação Moçambicana de Empresas Petrolíferas (AMEPETROL), Ricardo Cumbe, a medida afecta as empresas concorrentes, principalmente os que perdem o concurso porque será um investimento sem retorno, pois, o valor da compra do caderno de encargo não é reembolsável.

Quanto à empresa que ganha o concurso, Cumbe minimizou a possibilidade de esta repassar o custo para o consumidor final, pois, como deu a entender, para um negócio que movimenta milhões de USD, 40 mil USD pode ser uma gota de água no oceano.

INSS cobre mais de dois milhões de beneficiários

Nos últimos sete anos, o INSS registou 165.737 empresas contribuintes, um número que representa um crescimento de 185 por cento. Em 2015, o Instituto tinha apenas 58.045 empresas registadas no sistema obrigatório de segurança social.

“Ao fim de 34 anos de existência, o sistema registou progressos notáveis em vários domínios, nomeadamente chegando a um maior número de trabalhadores, em especial aos trabalhadores independentes”, lê-se na nota, acrescentando que “os factos notáveis incluem também o alargamento da cobertura territorial a mais distritos do país e a modernização e informatização dos serviços, o que permitiu responder rapidamente aos pedidos apresentados pelos utentes”.

No entanto, o inspector-geral do trabalho do INSS, Domingos Sambo, revelou em Março que mais de 68 mil empresas devem mais de quatro mil milhões de meticais de contribuições (62,5 milhões de dólares americanos, à taxa de câmbio atual)

Neste contexto, diz o documento, em nome do Governo de Moçambique, a direcção superior do Ministério do Trabalho e Segurança Social felicita os contribuintes, beneficiários e pensionistas, bem como os parceiros sociais “pela contribuição que deram ao sistema de segurança social”.

Em breve exploração de uma mina de grafite no Niassa

As reservas confirmadas de grafite, naquela província, estão estimadas em 50 milhões de toneladas e a mina será explorada pela empresa chinesa DH Mining Development Limited, que pretende investir 30 milhões de dólares para as operações de produção.

A empresa chinesa espera produzir 400 toneladas de grafite por dia. O minério em causa, de acordo com estudos recentes, tem qualidade suficiente para ser aplicada na indústria automóvel e na produção de equipamento eléctrico.

Para evitar problemas durante a extração, a empresa pretende construir uma ponte sobre o rio Lúrio, para ligar a mina ao porto de Nacala, na província vizinha de Nampula.

O complexo fabril de Muichi, segundo o director, vai empregar milhares de trabalhadores, mas 800 deles vão estar ligados à produção de grafite.

Guterres pede resgate global de objectivos de desenvolvimento

No arranque do Fórum Político de Alto Nível sobre Desenvolvimento Sustentável, em Nova Iorque, Guterres observou que apenas 15% das metas dos ODS estão no caminho certo para serem alcançadas até 2030 e que existe até uma regressão em alguns dos objectivos.

“Em vez de não deixarmos ninguém para trás, corremos o risco de deixar para trás os ODS. Excelências, os ODS necessitam de um plano de resgate global”, disse Guterres aos líderes mundiais presentes da sala.

A ONU espera alcançar durante este fórum um novo compromisso por parte de todos os líderes globais, que ficará consolidado numa declaração de intenções que está em discussão e que deverá ser aprovada ainda hoje.

Com esta declaração política, o ex-primeiro-ministro português disse sentir-se “profundamente encorajado”, especialmente tendo em conta o compromisso a que se propõe de melhorar o acesso dos países em desenvolvimento ao financiamento necessário para avanços nos ODS.

“Isto inclui o apoio a um estímulo dos ODS de pelo menos 500 mil milhões de dólares (468,8 mil milhões de euros) por ano, bem como um mecanismo eficaz de alívio da dívida que apoia suspensões de pagamentos, prazos de empréstimos mais longos e taxas mais baixas”, indicou o líder da ONU.

Inclui também um apelo à recapitalização e à mudança do modelo de negócio dos Bancos Multilaterais de Desenvolvimento, para que possam mobilizar massivamente o financiamento privado a taxas acessíveis em benefício dos países em desenvolvimento.

A declaração engloba ainda o apoio a uma reforma da actual arquitectura financeira internacional “desactualizada, disfuncional e injusta”, numa junção de compromissos que o secretário-geral acredita que poderá ser “um divisor de águas” na aceleração do progresso dos ODS.