Wednesday, June 17, 2026
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Garantida para setembro a conclusão da linha de Machipanda

Segundo o Presidente do Conselho de Administração da empresa pública portuária e ferroviária (CFM), Agostinho Langa Júnior, “Pretende-se que a infraestrutura dinamize a região da África Austral, no âmbito dos protocolos da SADC, aumentando o fluxo de carga ao longo da Linha de Machipanda das actuais 600.000 toneladas para 3,5 milhões de toneladas por ano.”

Orçadas em 200 milhões de dólares americanos, as obras da linha de Machipanda arrancaram em agosto de 2019, com conclusão prevista para novembro de 2021, mas devido à pandemia de Covid-19 o prazo foi alargado para setembro deste ano.

Langa, citado na edição de sexta-feira do “Notícias”, disse que os trabalhadores envolvidos devem acelerar o ritmo.

“Já chegou uma locomotiva especializada para a obra e ainda estão disponíveis todos os materiais necessários à sua execução, incluindo alinhadoras, vagões, lastro e carris”, sublinhou.

Sector privado e alto comissariado de Canadá reforçam relações de cooperação

A CTA explicou os mecanismos de interacção com o Governo com vista a melhorar, cada vez mais, o ambiente de negócios no país e partilhou as potencialidades e oportunidades que podem ser exploradas pelo empresariado do Canadá.

As partes defenderam que há muito potencial por explorar, devendo, para o efeito, identificar-se os mecanismos de promoção das oportunidades e parcerias entre empresários dos dois países.

A CTA fez uma breve apresentação da XVIII CASP, a realizar-se de 21, 22 e 23 de Junho, e convidou o sector privado canadiano a participar no maior evento de negócios em Moçambique e a explorar a vasta rede de contactos de empresários e investidores nacionais e internacionais.

Governo português manifesta disponibilidade em empregar moçambicanos

De acordo com o Secretário de Estado da Juventude e Emprego de Portugal, o seu país tem disponíveis várias oportunidades de emprego, por se apresentar com baixos índices de desemprego.

Miguel Fontes, que se encontra de visita ao país, falava esta segunda-feira, em Maputo, num encontro que manteve com o Secretário de Estado da Juventude e Emprego, Osvaldo Petersburgo.

Por outro lado, a Secretaria de Estado da Juventude e Emprego de Portugal quer capacitar jovens moçambicanos em diferentes áreas de emprego.

Por seu turno, o Secretário de Estado da Juventude e Emprego de Moçambique, Osvaldo Petersburgo, diz que Moçambique compromete-se a cooperar com Portugal, no processo de formação e capacitação de jovens.

Anunciado fundo de apoio a pequenas empresas no norte e centro do país

Este fundo, num total de 4,5 milhões de dólares, proporcionará crédito acessível, adaptado às necessidades das pequenas empresas do sector agrícola e alimentar, dando prioridade às empresas pertencentes a mulheres e a jovens.

O Gabinete de Apoio e Consultoria a Pequenas Indústrias (GAPI), um banco moçambicano de desenvolvimento público-privado, contribui com 500.000 dólares do total e concederá crédito acessível combinado com assistência técnica a micro, pequenas e médias empresas em Cabo Delgado, Nampula e Sofala. A USAID irá contribuir com os restantes 4 milhões de dólares através do programa SPEED.

Justamente, quando as pequenas empresas em Moçambique começavam a recuperar dos ciclones Idai e Kenneth, a pandemia da COVID-19 instalou-se e forçou o encerramento de muitas pequenas empresas.

Com os peritos climáticos a preverem eventos climáticos extremos mais frequentes nos próximos anos, o Governo dos Estados Unidos tem estado a trabalhar com o Governo de Moçambique no sentido de apoiar os moçambicanos que enfrentam choques económicos.

Esta intervenção foi concebida para abranger 3.000 empresas locais durante os próximos dois anos, permitindo o acesso a fundos para continuar ou reiniciar o negócio após um choque inesperado. Estes fundos permitirão uma recuperação mais rápida às pequenas empresas nas províncias tais como Sofala, Zambézia e Inhambane, face aos danos causados pelo ciclone Freddy.

A Directora da Missão da USAID, Helen Pataki, disse: “A USAID está entusiasmada por celebrar uma parceria com o GAPI para estabelecer um fundo rotativo sustentável que disponibilizará financiamento acessível às empresas em futuras épocas de crise.

Esta disponibilidade de crédito pode fazer a diferença para uma pequena empresa permanecer aberta após um choque e fornecer serviços aos moçambicanos ou fechar”.

O apoio às pequenas empresas locais é uma componente importante da assistência mais ampla do Governo dos Estados Unidos em Moçambique. Em estreita colaboração com o Governo da República de Moçambique, o Governo dos E.U.A. fornece mais de 700 milhões de dólares em assistência anual para melhorar o crescimento económico diversificado e inclusivo, promover a prosperidade económica, e apoiar o desenvolvimento global da nação.

MPDC investe três milhões de dólares na construção de novo parque de estacionamento

O espaço de 20 hectares, ao longo da na Estrada Nacional Nº4, no Posto Administrativo de Pessene, distrito de Moamba, foi concedido pelo Governo, e o empreendimento deverá proporcionar maior fluidez do trânsito na N4.

Os camiões devem ser interditos de circular entre 06 e 08 horas, e 16h e 18h, concluiu um trabalho entre o MPDC e o Ministério dos Transportes e Comunicações.

Para o Governador da província de Maputo, Júlio Parruque, o contrato marca operacionalização de interesses comuns no controlo e gestão de tráfego para os portos de Maputo e Matola.

Por sua vez, o Director Executivo do MPDC, Osório Lucas, disse que o valor do investimento é destinado à primeira fase do projecto e o parque terá, nesse primeiro momento, capacidade para albergar entre 300 e 400 camiões.

Prossegui revelando que o plano é que as viaturas e os automobilistas tenham um local específico de espera e repouso para depois circularem pela N4 em períodos de menor pressão sobre o tráfego rodoviário. Alem disso, haverá condições para o seguimento de alguns processos para a entrada no Porto.

“No fundo, esta é uma extensão do Porto onde vamos construir infraestruturas de serviço”, disse, citado pelo Notícias.

Fly Modern Ark assume oficialmente a gestão da LAM

O conjunto de acções para retirar a LAM da actual situação de insolvência, e uma dívida de 300 milhões de dólares, vai durar seis meses.

A equipa internacional foi apresentada na última quinta-feira aos gestores da LAM pelo Ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, sendo que as partes vão trabalhar juntas durante um período de seis meses ou de um ano.

Os trabalhos incluem alocação de aviões e outros equipamentos, cujos números ainda são desconhecidos, carecendo de uma avaliação das necessidades e capacidade da LAM.

A estratégia de recuperação da LAM passa igualmente pela redução dos preços dos bilhetes de passagem aérea, segundo Magala, citado pelo Notícias.“Geralmente, a redução da tarifa é em função das economias de escala e eficiência.

Isso tem de ser aliado dentro de uma gestão eficiente e de um ambiente regulatório favorável da aviação civil. É isso que se pretende alcançar com brevidade para que os passageiros possam beneficiar de maior acesso da LAM”, explicou.

A decisão de submeter a LAM a uma nova gestão surge de uma avaliação realizada no ano passado com o Banco Mundial, disse Magala. O Ministro explicou que a situação da LAM não permite avançar para a privatização da empresa por conta da dívida de 300 milhões de dólares, entre outros.

Moçambique e Índia reforçam relações de cooperação

O compromisso foi assumido esta sexta-feira, em Maputo, pela Ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo, na abertura da quinta sessão Mista entre Moçambique e Índia.

Para Verónica Macamo, a cooperação entre os dois países vai trazer ganhos recíprocos, particularmente nos domínios ecónomo e empresarial.

Para o efeito, a governante defende a necessidade de se encorajar os empresários indianos a investirem em Moçambique para elevar a empregabilidade e a economia do país.

A Quinta Sessão Mista entre Moçambique e a Índia culminou com a assinatura de Minutas que vão servir para alavancar a cooperação entre os dois países.

Verónica Macamo sublinhou que Moçambique conta com o apoio da Índia para o sucesso do seu mandato como Membro Não-Permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Moçambique recebe plataforma para perfuração e pesquisa de hidrocarbonetos

Para o efeito, já se encontra em águas nacionais, a plataforma de perfuração West Capella, propriedade da Aquadrill, contratada pelos concessionários da área, estando, no momento, prestes a atingir o local do poço de pesquisa.

Este desenvolvimento ocorre na sequência da conclusão dos trabalhos de avaliação do potencial petrolífero na área concessionada, uma actividade integrada no Programa de Trabalhos acordado com o Governo, no âmbito do Contrato de Concessão para Pesquisa e Produção (CCPP), rubricado em Dezembro de 2018, em decorrência do Quinto Concurso de Concessão de Áreas para Pesquisa e Produção de Hidrocarbonetos, o qual se tornou efectivo em Janeiro do ano seguinte.

A avaliação do potencial petrolífero, durante este primeiro sub-período de pesquisa da área, culminou com a identificação do prospecto, Raia. Consequentemente, a petrolífera italiana e os seus parceiros decidiram executar o poço Raia, com previsão de arranque ainda neste mês de Abril.

Um dos propósitos da perfuração do poço Raia-1 é investigar a presença de hidrocarbonetos em complexos turbidíticos do Terciário.

Refira-se que este é o primeiro poço de pesquisa nesta parte da Bacia de Moçambique que terá a particularidade de permitir a recolha de informação geológica e avaliar o potencial petrolífero desta região.

A área A5-A localiza-se ao largo da costa de Angoche, na província de Nampula, à uma profundidade de lâmina de água que varia dos 300 aos 1800 metros. Com uma extensão de 4,612 km2, esta dista à aproximadamente 50 km de Angoche, e 220 km de Nacala.

O Consórcio que opera na área é actualmente formado pela Eni Mozambico S.p.A. que detém 49.5% de interesse participativo; a Qatar Energy Mozambique, Limitada com 25,5%; a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos E.P. com 15,0% e a Sasol Petroleum Mozambique Exploration Lda, com 10,0% respectivamente.

ONGs – fundo soberano deve se alimentar de todos recursos naturais

Segundo Fátima Mimbire, coordenadora do Movimento Cívico para o Fundo Soberano, numa altura em que se tornou relevante a questão da transição energética, “há recursos naturais que estão a ganhar cada vez maior relevância e que deveriam alimentar o futuro fundo soberano”.

Para Mimbire que falava há dias, durante um seminário de aprofundamento da proposta de lei do fundo soberano entre deputados da Assembleia da República e representantes da sociedade civil na província de Maputo, a abundância de recursos como grafite e areias pesadas em Moçambique e a possibilidade de o país vir a comercializar e exportar diamantes como factos que justificam que o futuro fundo soberano contemple outros recursos naturais.

Fátima Mimbire criticou igualmente que fiquem de fora da conta receitas geradas por projectos de hidrocarbonetos já em curso, contemplando-se apenas empreendimentos futuros da bacia do Rovuma, no norte de Moçambique.

Aquela activista reiterou as dúvidas da sociedade civil em relação à transparência do Banco de Moçambique na gestão do referido instrumento, notando que o regulador financeiro moçambicano tem sido alvo de avaliações desfavoráveis por parte de auditores independentes.

“É problemático que o Banco de Moçambique sobre o qual pairam dúvidas sobre transparência e que não presta contas directamente à Assembleia da República seja o gestor do futuro fundo soberano”, enfatizou.

Uma opção seria que o fundo soberano fosse gerido por uma entidade independente contratada, de preferência de fora do país, sem compromissos com elites do poder em Moçambique, defendeu.

O presidente da Comissão de Assuntos Jurídicos, Constitucionais e de Legalidade da Assembleia da República, António Boene, defendeu que o órgão legislativo está a trabalhar visando uma lei que garanta transparência e boa governação do fundo soberano.

“Não existem modelos perfeitos de fundo soberano, mas o parlamento e todas as partes relevantes estão a trabalhar para que tenhamos um mecanismo que assegure transparência, rigor e responsabilidade”, destacou Boene.

Aquele deputado assinalou que o parlamento prevê ter a lei do fundo soberano na actual sessão da Assembleia da República, que encerra em Maio.

Benefícios da auditória financeira para empresa

Ao realizar auditorias financeiras regulares, as PMEs podem desfrutar de vários benefícios, incluindo aumento da confiança dos investidores, melhoria na tomada de decisões e redução dos riscos associados a irregularidades financeiras.

Neste texto, discutiremos cinco benefícios significativos da auditoria financeira para as PMEs.

Primeiramente, a auditoria financeira aumenta a confiança dos investidores e das partes interessadas, já que proporciona uma visão clara e imparcial da saúde financeira da empresa. Ao garantir que os relatórios financeiros sejam precisos e confiáveis, as PMEs podem atrair investidores e obter financiamento com mais facilidade. Além disso, a transparência financeira contribui para a construção de uma reputação sólida no mercado, fortalecendo a posição competitiva da empresa.

Em segundo lugar, a auditoria financeira melhora a tomada de decisões gerenciais, uma vez que fornece informações detalhadas sobre o desempenho financeiro da empresa. Com base nos resultados da auditoria, os gestores podem identificar áreas problemáticas, implementar melhorias e estabelecer metas financeiras mais realistas. Isso permite que as PMEs se tornem mais eficientes, aumentem a rentabilidade e garantam a sustentabilidade a longo prazo.

Terceiro, a auditoria financeira reduz os riscos associados a irregularidades financeiras, como fraudes e erros. Os auditores financeiros são treinados para ajudar a identificar áreas onde os controles internos podem ser aprimorados, identificar inconsistências e possíveis sinais de problemas financeiros, auxiliando na detecção e prevenção de erros, minimizando o risco de futuras irregularidades.

Quarto, a auditoria financeira contribui para a conformidade com as leis e regulamentações fiscais. As PMEs precisam garantir que estejam cumprindo todas as obrigações legais, incluindo o pagamento de impostos e a apresentação de relatórios financeiros. A auditoria financeira ajuda a identificar possíveis problemas de conformidade, permitindo que a empresa tome medidas correctivas antes que possíveis penalidades sejam aplicadas.

Por fim, a auditoria financeira pode levar à melhoria dos processos e controles internos. Ao identificar áreas de ineficiência e vulnerabilidade, os auditores podem recomendar melhorias nos sistemas de controle interno e nas práticas de gerenciamento financeiro. Implementar essas melhorias permite que as PMEs operem de maneira mais eficiente e eficaz, garantindo a integridade das informações financeiras e a estabilidade da organização a longo prazo.