Friday, June 19, 2026
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Galp Firma Parceria com AIESEC Para Apoiar Projecção Profissional de Jovens Moçambicanos

A directora de Pessoas e Organização da Galp, Marlena Chambule, declarou que a sua empresa tem apostado cada vez mais na juventude moçambicana, pois acredita que esta fará o caminho para transformar a empresa num local cada vez melhor para se trabalhar.

“A AIESEC é o melhor parceiro que poderíamos ter, considerando o seu papel no desenvolvimento de jovens estudantes através das suas diversas plataformas de aprendizagem”, afirmou Marlena Chambule.

Por seu turno, o presidente da AIESEC, Izidino Matlava, disse sentir-se honrado pela parceria, uma vez que confere aos jovens a possibilidade de desenvolver espírito de liderança enquanto estudantes universitários.

“A Galp é uma empresa predisposta a apoiar os jovens, que viu na AIESEC uma organização credível para dar continuidade aos seus esforços e projectos relevantes que apoiam os moçambicanos”, acrescentou Izidino Matlava.

BVM: Industrialização Promove o Crescimento Económico e Inclusivo

Salim Valá defendeu que a industrialização é um caminho seguro a seguir em Moçambique para um crescimento económico rápido, inclusivo e sustentável, contribuindo para a criação de emprego, reduzindo as desigualdades sociais e erradicando a pobreza.

Salim Valá recomendou uma aposta firme e consistente na industrialização, argumentando que “o país deve ter uma estratégia de crescimento económico com inclusão, permitindo uma melhor inserção no contexto global”.

Há sinais que mostram que, nas próximas décadas, o desenvolvimento económico de Moçambique será liderado pela indústria transformadora, que ainda está subdesenvolvida.

Vejamos: das 100 maiores empresas do país, 14% são do sector industrial; das 11 empresas cotadas, três são indústrias; as três indústrias cotadas na bolsa representam 90,2% da bolsa e 8,54% da capitalização bolsista global; nas outras bolsas, o sector industrial é um dos principais viveiros de empresas a serem cotadas”, salientou.

Citando académicos como Justin Lin (2011), Carlos Lopes (2020), e Ha-Joon Chang (2014), Salim Valá explicou que “os principais constrangimentos que afectam a indústria transformadora estão relacionados com infra-estruturas deficientes, baixos níveis de mão-de-obra, problemas de energia e água, ligações empresariais fracas na cadeia de valor, acesso difícil ao financiamento, e dificuldades em competir com indústrias em países mais desenvolvidos e industrializados.

“Embora a bolsa nacional seja pequena em tamanho, com pouca profundidade, já acolheu várias ofertas públicas de sucesso, casos de MDL (em 2001), CMH (em 2008) e HCB (em 2019), e mais recentemente acolheu a transacção Tropigalia (entre Outubro e Novembro deste ano).

A BVM tem actualmente três bolsas de valores disponíveis: a bolsa oficial, para grandes empresas e o Estado, o segundo mercado, para PMEs, e o terceiro mercado, para incubação, transição e preparação para PMEs e startups.

Do total das 11 empresas cotadas, sete estão no MCO, uma no segundo mercado e três no terceiro mercado. Os instrumentos financeiros disponíveis são acções, obrigações e papel comercial, e a BVM está a considerar a introdução de novos produtos e instrumentos financeiros no ano 2023.

O CEO da BVM sublinhou que “um país sem uma indústria nacional forte dificilmente será um país desenvolvido e economicamente independente, uma vez que ficará eternamente preso na “armadilha das mercadorias” e vulnerável à volatilidade dos preços das mercadorias no mercado internacional.

Valá reconheceu que a industrialização de um país não é tarefa de um único sector ou apenas do Governo, pois “é preciso ter uma visão e estratégia consistente a longo prazo, em que se articulem os esforços combinados e complementares do Governo, do sector privado, da sociedade civil, das instituições de formação e investigação (academia), dos parceiros de cooperação, das instituições financeiras, em suma, todas as “forças vivas” da sociedade e do sistema económico nacional.

Relativamente à BVM, Salim Valá salientou que “estamos preparados para fazer a nossa parte neste esforço e recomendamos à Associação Industrial de Moçambique (AIMO) que trabalhe com empresas do sector industrial para ser melhor gerida e governada, ter melhor saúde económica e financeira, ser mais transparente e não ter medo de abrir o seu capital a outros investidores, a fim de atrair financiamento barato e dispersar o risco de investimento.

“Acreditamos que com a parceria cristalizada através do memorando de entendimento assinado com o presidente da AIMO, o engenheiro Rogério Samo Gudo, a BVM terá mais empresas do sector industrial listadas e utilizando os produtos do mercado de capitais, mas também empresas dos sectores do agronegócio, turismo, tecnologia, e financeiro, entre outros”, disse ele.

Transformar recursos naturais valiosos no país acrescenta mais valor do que ter os recursos e exportá-los de uma forma primária. E concluiu: “de facto, a promoção da industrialização é o caminho mais promissor e pragmático para a transformação económica rápida, abrangente, inclusiva e sustentável de Moçambique”.

 

TVCABO DISTINGUIDA COMO ELITE EMPLOYER EM MOÇAMBIQUE

Esta distinção foi atribuída pela Tempus Global Group, uma multinacional que trabalha na área de Recursos Humanos (RH) e que tem vindo a desenvolver um importante trabalho de pesquisa em Moçambique, documentando informações úteis acerca dos RH no país. Em 2021, a empresa realizou a primeira Pesquisa Nacional sobre Benefícios ao Trabalhador e Gestão de Capital Humano, em Moçambique.

Os consultores identificaram um ponto de partida para a criação de dados mensuráveis em quatro pilares fundamentais de investigação: Remuneração e Benefícios, Carreira, Ambiente de Trabalho e Cultura.

Como resultado desta pesquisa, a empresa criou o programa Elite Employer, concebido para reconhecer e divulgar as empresas que mais se destacam em Moçambique como um óptimo lugar para trabalhar.

O estudo envolveu 140 organizações dos sectores público (4%), privado (72%) e organizações não-governamentais (24%), sediadas na maioria das províncias do país, com particular destaque para as províncias de Maputo, Sofala, Inhambane e Tete. Das 140 organizações participantes, apenas 45 se qualificaram para o Elite Employer.

Os resultados deste estudo revelam que a TVCABO lidera nas áreas de Compensação e Benefícios (com 28 pontos), Carreira (com 15 pontos) e Ambiente de Trabalho (com 8.8 pontos), tendo apresentado pontuações acima da média nacional, bem com das médias dos restantes grupos de comparação, como sejam o sector privado (a que pertence), as organizações não governamentais, bem com o sector das telecomunicações e tecnologias.

Este reconhecimento é um orgulho para toda equipa TVCABO, contribuindo para reforçar o espírito de grupo, bem como o compromisso de todos para o desenvolvimento contínuo de uma cultura com foco nas pessoas.

Millennium bim promove jornada de limpeza nas principais cidades do País

O Millennium bim realizou, no fim de semana último, uma acção de voluntariado à luz da iniciativa “Uma Cidade Limpa para Mim”, com vista a alertar a Sociedade Civil para a valorização, conservação dos espaços públicos e sensibilização da sociedade para a proteção do meio ambiente.

 

Em promoção a iniciativas responsáveis, no que concerne ao saneamento público, a jornada a cargo dos Colaboradores do Banco, contemplou as cidades de Xai-Xai, Inhambane, Beira, Chimoio, Quelimane, Pemba, Lichinga, Tete e Nacala.

 

A iniciativa que se enquadra no programa de Responsabilidade Social do Banco “Mais Moçambique para Mim”, abrange diferentes áreas estratégicas consideráveis a destacar a, cultura corporativa no que concerne ao envolvimento, a motivação dos Colaboradores, assim como do desenvolvimento das capacidades de trabalho de equipa, competências de liderança e relacionamento interpessoal.

 

No âmbito da iniciativa, o Presidente da Comissão Executiva, José Reino da Costa referiu  “esta iniciativa, no âmbito das actividades de Responsabilidade Social Corporativa do Millennium bim, procura, através

do exemplo, sensibilizar a sociedade sobre a importância da preservação do meio ambiente para a sustentabilidade e qualidade de vida de todos.

É, pois, com muito apreço que assistimos ao forte envolvimento dos colaboradores do Banco, que de uma forma voluntária têm vindo a contribuir para que Moçambique disponha de cidades limpas onde os seus

moradores tenham orgulho em viver.

 

O projecto, teve o seu início em 2007 onde o Banco em coordenação com as entidades municipais, desenvolveu acções de limpeza em vários locais envolvendo Colaboradores do Banco, Alunos das Escolas, grupos da sociedade civil e outras entidades.

 

Este ano, a jornada “Uma Cidade Limpa Para Mim” insere-se, ainda, nas comemorações do 27º aniversario do Millennium bim que se assinalou a 25 de Outubro.

 

Foi submetida a proposta de revisão do Código do Imposto sobre Consumos Específicos

O Governo submeteu à Assembleia da República a proposta de revisão do Código do Imposto sobre Consumos Específicos, por considerar que está desajustado das exigências actuais.

Nesta segunda-feira, a Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade chamou o ministro da Economia e Finanças, para o esclarecimento de alguns pontos do documento submetido pelo Executivo.

“Esta é uma proposta de lei que surge no âmbito da reforma fiscal que o Governo está a promover, com o objectivo de alargar a base tributária e promover condições para o incremento de investimentos para a actividades económicas em Moçambique, com destaque para a industrialização”, explicou Max Tonela, ministro da Economia e Finanças.

Na proposta da revisão, o Governo explica que o Imposto sobre Consumos Específicos (ICE) incide sobre bens de consumo especial, que recomendam um tratamento diferenciado, nomeadamente os considerados nocivos à saúde pública (danosos ao consumo humano) e ao meio­ ambiente, bem como os artigos de luxo ou supérfluos, com destaque para as bebidas alcoólicas (vinhos, cervejas, espirituosas e outras), bebidas não alcoólicas adicionadas de açúcar ou outros  edulcorantes (refrigerantes,  sumos  e  outros) produtos do tabaco (cigarros, cigarrilhas, charutos e outros), os veículos automóveis, produtos  de perfumaria  e cosméticos, artigos de joalharia,  obras de arte e algum equipamento desportivo, sendo  que  esses  bens,  pelas  razões  acima  referidas, se aconselha, para além da tributação geral em Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), a tributação especial em ICE.

O Governo explica que o Código do Imposto sobre Consumos Específicos (CICE) foi aprovado pela Lei n.º 17/2017, de 28 de Dezembro, prevendo um calendário trienal para a tributação de produtos sujeitos a este imposto com o término a 31 de Dezembro de 2020.

No entanto, devido à pandemia da COVID-19, não foi possível alterar o dispositivo legal acima referido para o período 2021–2023. Porém, através da Lei n.º 15/2020, de 23 de Dezembro, foi prorrogada a vigência das taxas do imposto, do ano 2020 para o biénio 2021–2022.

Das principais alterações, destaca-se a introdução de impostos sobre sumos e xaropes, com o objectivo de promover a protecção da saúde; jogos e seus acessórios, como bens supérfluos, onerosos e viciantes; cabelo humano e aparelhos telefónicos sem fio, incluindo redes móveis, como relógios inteligentes.

Para o ministro da Economia e Finanças, as medidas apresentadas ao Parlamento visam proteger o cidadão, bem como impulsionar a economia do país.

Ainda esta segunda-feira, a Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade apreciou as propostas de revisão dos códigos dos impostos sobre o rendimento de pessoas singulares (IRPS) e do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA).

Há atraso na implantação do programa sobre industrialização de África

Os Chefes de Estado e de governo da União Africana reconhecem haver atrasos na implantação do programa sobre industrialização e diversificação económica no continente.

O atraso na implementação deste programa levou os chefes de estado e de governo da união africana adoptarem uma declaração sobre a industrialização no continente.

A declaração foi adoptada na cimeira extraordinária da união africana que juntou na cidade de Niamey aqui no Níger chefes de estado e do governo desta organização continental.

A cimeira extraordinária serviu para os países membros da União africana partilharem experiências sobre a industrialização e diversificação económica.

O primeiro-ministro, Adriano Maleiane, que representou o presidente da república Filipe Nyusi, nesta cimeira, disse que na reunião os países reafirmarem compromisso de industrializarem o continente.

Na cimeira Moçambique partilhou os seus programas estruturantes sobre a industrialização destacando a abordagem no sector da agricultura Adriano Maleiane disse que foi importante falar do programa Nacional Industrializar Moçambique.

E ainda em representação do Presidente da República, o primeiro-ministro participou, em Niamey, na conferência sobre zona de livre comércio continental.

Moçambique poderá concluir o processo ratificação da zona de comércio livre continental pelo menos até Dois Mil e Vinte e três.

 

HCB arrecada mais de mil e quatrocentos milhões de meticais nos últimos três anos

Trata-se de um valor recorde que permitiu que a empresa garantisse maior robustez financeira.

É um dado avançado pelo Presidente da República na gala que marcou, este domingo, na Vila do Songo, em Tete, as celebrações dos 15 anos da reversão da HCB para o Estado moçambicano.

Filipe Nyusi diz que a reversão melhorou, ainda, a disponibilidade de energia para os moçambicanos.

Estes resultados, segundo o Chefe do Estado, espelham a capacidade dos quadros moçambicanos em gerir um empreendimento de grande envergadura como a HCB que passou a gestão nacional, depois da reversão, em 2007.

No seu discurso, Filipe Nyusi, destacou, ainda, a oferta pública de acções da HCB, em 2017, permitindo que mais de 17 mil moçambicanos passassem a ser accionistas da empresa, através da Bolsa de Valores.

O Presidente da República vincou que a reversão da HCB a favor do Estado moçambicano, há quinze anos, não deve ser encarada como uma nova independência, mas como uma oportunidade para que mais moçambicanos se beneficiem de energia como tem estado a acontecer, actualmente.

A HCB é responsável por 77 por cento da energia consumida em Moçambique, num empreendimento construído, há mais de cinquenta anos.

Terrorismo compromete a comercialização do Caju

Segundo a Carta de Moçambique, os ataques terroristas obrigaram os produtores do sector familiar a abandonar as casas e machambas. Aliás, os poucos produtores que conseguiram vender a castanha de caju em zonas próximas da vila sede reclamam do preço de compra, que está abaixo do estipulado oficialmente pelas autoridades.

A carta avança ainda, que um produtor contou que os que conseguiram tratar os seus cajuais e que já estão a colher não estão satisfeitos devido ao baixo preço, que ronda nos 30 meticais o quilo, contra 37 meticais anunciados pelo governo. Pior ainda é a falta de alternativa, porque, devido à questões de segurança, os produtores não podem levar a castanha à vizinha República da Tanzânia.

Refira-se que parte da castanha de caju que era produzida nos distritos de Nangade, Palma e Mueda, era escoada para Tanzânia devido aos preços atractivos praticados naquele país, mas os ataques terroristas cortaram esta via.

Na semana passada, no lançamento da campanha de comercialização da castanha de caju no distrito de Meconta, província de Nampula, o vice-ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Olegário Banze, disse que na presente época 2022/23 serão comercializadas 150 mil toneladas contra 146 mil na campanha anterior, um crescimento de apenas 3 por cento.

BCI aborda o desafio das mulheres do seculo XXI: Mulheres sem medo

Segundo referiu a Directora Central Adjunta do Private, Ana Zara Fateally, visa destacar a importância da mulher, o seu papel na sociedade e na economia do país.
“Acreditamos que é um requisito essencial para o processo de construção de uma economia forte”, disse.
Refira-se que o evento teve momentos de poesia e de música, proporcionados por colaboradoras do BCI, e houve espaço para debate, trabalho em rede, oferta de brindes às personalidades sorteadas.

Moçambique celebra os 15 anos da reversão do HCB

Há 15 anos, a Hidroeléctrica de Cahora Bassa foi revertida a favor de Moçambique. Por isso, para celebrar a efeméride, o Presidente da República esteve na Vila do Songo, em Tete, para celebrar o feito. Falando aos convidados, Filipe Nyusi disse que “Estamos a celebrar a reversão, mas, o mais importante, é a resiliência”, pois o mais difícil sempre é manter o empreendimento.

Segundo disse Filipe Nyusi, a actividade da HCB permite gerar 77% da energia consumida no país, sendo, por isso, um factor determinante no processo de transformação do nacional. E acrescentou que o processo de reversão da HCB não foi somente um acto simbólico, traduzido por assinatura de documentos, mas um acto demonstrativo da capacidade de gestão dos moçambicanos.

Para Nyusi, a reversão da HCB representa o marco no percurso pela autonomia produtiva e afirmação enérgica da região, tendo como finalidade o bem-estar de todos os moçambicanos. Assim sendo, Nyusi saudou, de forma especial, os colaboradores da HCB pelo contributo na consolidação da empresa, que impulsiona o desenvolvimento da economia e a massificação do consumo da energia em todo o território.

“A reversão da HCB e a disponibilidade de energia limpa trouxeram activo económico para salto qualitativo do nível de vida dos moçambicanos”, afirmou Filipe Nyusi.

Durante o seu discurso, o Presidente da República referiu-se à história sobre a concepção de fundos, construção, reversão, estrutura accionista e o impacto na economia.

Para Nyusi, a reversão da HCB não se trata de uma segunda independência. “É um produto da nossa independência”. Igualmente, a gestão de quadros nacionais veio provar a capacidade dos quadros na manutenção da empresa, pois o país passou a ter mais energia e mais equilíbrio para as contas públicas.

Filipe Nyusi disse ainda que espera que a HCB continue a ser um orgulho nacional e a posicionar-se como referência no mercado nacional e regional.