Friday, June 19, 2026
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CTA comprometida no combate as mudanças climáticas

Vuma entende que a realização deste evento, constitui uma oportunidade para que de forma conjunta o Governo, Sector Privado e Parceiros, reflitam sobre como salvaguardar o equilíbrio entre a industrialização e a necessidade de assegurar a sustentabilidade do nosso planeta.

Por outro lado Agostinho Vuma avançou que a CTA, enquanto interlocutor do sector privado nacional, do trabalho que realizou sobre o impacto dos ciclones idai e kenneth na zona centro e norte do País, apurou que as empresas tiveram perdas e prejuízos cumulativos de cerca de1,6 mil milhões de dólares norte-americanos e o quanto Moçambique é vulnerável aos eventos climáticos extremos.

No mesmo âmbito, a CTA tem promovido o uso de energia e tecnologia amigas do ambiente no processo produtivo em todos sectores de atividade económica, como elemento fundamental para minimizar o efeito negativo sobre o ambiente da atividade empresarial.

No evento Agostinho Vuma manifestou em nome da CTA a sua disponibilidade e compromisso em promover a economia verde e a preservação do meio ambiente.

 

 

CTA e a Aliança Global Juntam-se para Combater a Desnutrição Cronica no País

Para o efeito, a Confederação das Associações económicas de Moçambique, conhecida como CTA e a Aliança Global para Melhor Nutrição assinaram, esta terça-feira, um memorando para apoiar a assistência técnica às firmas.

Desnutrição crónica é um problema de saúde pública em Moçambique e chega a afetar cerca de 40% de crianças com menos de cinco anos. Por isso, a CTA e a Aliança Global para Melhor Nutrição pretendem capacitar empresas para fornecerem produtos mais nutritivos e seguros.

Através do memorando, a CTA deverá receber 250 mil dólares da Gain para prestar assistência às empresas, através de programas que promovam a produção de alimentos com maior qualidade e acedam a um financiamento de cerca de três milhões de dólares.

“Estabelecemos como principais áreas de intervenção, a Gain como agente co-facilitadora, irá através deste acordo apoiar a transição da governação para a rede da CTA, bem como a sua expansão a nível nacional”, disse Gaspar Cuambe, representante da Aliança Global para Melhor Nutrição em Moçambique.

De acordo com a Gain, neste momento, tal rede está estabelecida em seis províncias e pretende-se desenvolver a nível nacional.

Para o presidente da CTA, este marco representa a consolidação de uma parceria com a Gain existente há cinco anos.

O memorando entre a CTA e a Rede de Empresas para a Expansão da Nutrição em Moçambique tem a duração de quatro anos.

Maputo acolhe a 7ª Edição da Conferencia de Economia Verde

Um evento realizado com o principal objetivo de proporcionar uma plataforma importante para discutir o financiamento para mitigação e adaptação das alterações climáticas; investimentos conscientes ao clima; risco que as mudanças climáticas representam para a carteira de uma instituição financeira; bem como o potencial da legislação das alterações climáticas para estimular o desenvolvimento de novos produtos e serviços para indivíduos e PMEs em Moçambique.

Sob o Tema: Contribuição do sector privado africano para a realização do acordo de paris sobre mudanças climáticas, o evento contou com a presença de:

  • Diretores executivos, Admistradores e Quadros Sénior de instituições de financiamento para desenvolvimento, Bancos comerciais e Instituições especializadas, tais como Micro finanças e de PMEs, Firmas com património capital e Serviços financeiros digitais não bancários;
  • Banco central e Reguladores;
  • Decisores de politicas e altos Funcionários do governo;
  • Representantes de organizações internacionais e Instituições financeiras regionais e Multilaterais;
  • Pesquisadores e Comunidade académica;
  • Profissionais de sustentabilidade e entre outros interessados no desenvolvimento sustentável.

Este evento acontece em continuidade das 6 edições da Conferencia de Economia Verde anteriormente realizadas no Quénia, Zâmbia, Gana, Senegal, Costa do Marfim e Benim.

 

15.ª Edição do Torneio Mini Basquete Millennium bim Encerra em Celebração

Este evento contou com a participação de 720 crianças dos 6 aos 12 anos de
idade. Nas diversas actividades durante o torneio foram incutidos hábitos
saudáveis, bem estar e promoção do desporto nacional a fim de contribuir
para formação de crianças, equipas técnicas e monitores envolvidos no
projecto.
Os jogos desta 15.ª edição do Torneio Mini Basquete Millennium bim, para
além de celebrar a prática desportiva, incluiram, igualmente, actividades
lúdicas paralelas como o xadrez, palestras sobre saúde oral, segurança
rodoviária, expressão plástica, entre outras, para os pequenos atletas durante
os intervalos em que estivessem fora da quadra.
O torneio, organizado no âmbito do Programa de Responsabilidade Social do
Millennium bim “Mais Moçambique pra Mim”, decorreu com a participação das
cidades de Maputo, Matola, Chimoio, Quelimane, Beira, Tete, Nampula e
Pemba.
Para o Administrador Executivo do Millennium bim, Albino Andrade, a
iniciativa foi criada “reconhecendo a importância dos cuidados com a saúde
para o bem-estar da sociedade, ao longo destes 15 anos o Millennium bim
tem desenvolvido diversas iniciativas de promoção de saúde tomando em
pauta a importância da actividade física e da recreação como actividades
que contribuem para a manutenção do corpo em prol de uma maior
vitalidade”, referiu.
Foi a pensar no bem-estar dos mais jovens e no desenvolvimento do desporto
nacional que o Millennium bim materializou, em 2006, a primeira edição do
Torneio Minibasquete Millennium bim, que até aos dias de hoje tem sido um
veiculo de transmissão de valores, princípios e referências de nomes que
poderão destacar-se profissional no basquetebol nacional e além-fronteiras.

A presente edição arrancou no dia 22 de Outubro e fundou as bases para o
desenvolvimento de novos grupos escolares e clubes da modalidade.

Nomeação da nova Presidente do Conselho de Administração do Standard Bank

Neste contexto, no dia 30 de Novembro, e após 18 anos no cargo de Presidente do Conselho de Administração, o Dr. Tomaz Salomão irá cessar as suas funções no Standard Bank.

Dr. Tomaz Salomão assumiu a direcção máxima do Standard Bank em 2004, quando o banco deixou de ser Standard Totta e adquiriu a sua nova designação, que prevalece até à data.

Sob a sua liderança, o Standard Bank tornou-se um banco relevante e sistémico no mercado moçambicano, com uma solidez reconhecida pelos seus clientes, accionistas e colaboradores.

Durante as últimas duas décadas, o banco tem participado, activamente, no desenvolvimento socio-económico de Moçambique, através do financiamento de projectos estruturantes para a economia nacional e da realização de várias acções sociais nas áreas de cidadania, saúde, educação, desporto e conservação do meio ambiente.

O fim do ciclo de liderança do Dr. Tomaz Salomão é resultado da aplicação das mais recentes boas práticas em termos de governação que recomendam a rotatividade dos membros não-executivos das organizações para garantir a sua independência. Este processo, que teve início há algum tempo, centrou-se na identificação de um sucessor, na pessoa da Dra. Esselina Macome, capaz de liderar a execução da estratégia de crescimento do Standard Bank para os próximos anos.

Esta passagem de testemunho enquadra-se nos princípios de ética, integridade, rigor e boa governação que tem caracterizado o Standard Bank na sua relação com os clientes e demais instituições.

A Dra. Esselina Macome, actualmente Administradora Não-Executiva do Standard Bank tem uma larga experiência na academia, sector financeiro e de organizações não governamentais.

Ela é membro independente não executivo do Conselho de Administração do Standard Bank, doutorada em Tecnologias de Informação e Comunicação, Professora Associada na Universidade Eduardo Mondlane e Directora Executiva da FSDMOç (Financial Sector Deepening Moçambique).

Dra Esselina possui mais de 30 anos de experiência na vida académica e mais de 15 anos no sector financeiro, principalmente na área de inclusão financeira. Suas áreas de interesse incluem o uso de Tecnologia da Informação e Comunicação para desenvolvimento e inclusão financeira com maior foco em serviços financeiros digitais (DFS), finanças verdes e questões relacionadas com o género.

O Banco e o seu accionista maioritário, o Grupo Standard Bank, depositam a máxima confiança na Dra. Esselina Macome para liderar o Standard Bank na próxima jornada de crescimento, mantendo os mais altos padrões de gestão de risco e conformidade.

FMI Aprova Primeira Revisão do Programa Financeiro de Moçambique Avaliado em 60 M$

“Os critérios de desempenho do programa, metas indicativas e valores de referência estruturais, no final de Junho de 2022, foram cumpridos. A perspectiva de política monetária e o aperto proactivo desde o início de 2021 são apropriados para lidar com a previsível subida da inflação”, escreve o FMI na nota que dá conta da aprovação, pelo conselho de administração, da primeira revisão da Linha de Crédito Ampliada (ECF, na sigla em inglês).

Esta aprovação da primeira revisão ao programa de três anos, aprovado em Maio deste ano, representa um desembolso imediato de 59,2 milhões de dólares do total dos 456 milhões de dólares incluídos no programa de ajustamento financeiro, do qual Moçambique já recebeu cerca de 150 milhões de dólares.

“O crescimento deverá aumentar em 2022, com o fortalecimento da recuperação económica (apesar do ambiente económico internacional em degradação e do aumento dos preços das matérias-primas), que reflectem uma campanha de vacinação robusta e o levantamento total das restrições contra o covid-19 em Julho de 2022”, aponta-se ainda no comunicado.

Entre os principais riscos ao cumprimento dos objectivos do programa, o FMI salienta a subida dos preços, que já levou a inflação para dois dígitos, a agitação social, a actividade terrorista no Norte do País e os desastres naturais. Estes riscos são, ainda assim, compensados com o fortalecimento da recuperação económica, com as fortes perspectivas de procura de gás natural liquefeito e com a possibilidade de um crescimento acima do esperado nos outros sectores da economia a médio prazo.

“O desempenho do programa tem sido forte, com todas as metas quantitativas e os valores de referência estruturais a serem cumpridos até Junho de 2022”, escreveu o director adjunto do FMI, Bo Li, citado no comunicado.

“Apesar de a perspectiva de evolução continuar positiva, alimentada pelos grandes projectos de exploração de gás natural, continua a haver riscos significativos, incluindo os eventos climáticos adversos e a frágil situação de segurança. A fraqueza da governação e as vulnerabilidades da dívida também colocam desafios”, acrescentou o dirigente, vincando que “neste contexto, o desenvolvimento contínuo da capacitação e o apoio dos doadores continuam a ser imperativos para Moçambique alcançar os objectivos de desenvolvimento.”

Na nota, o FMI dá ainda conta da necessidade de fazer “esforços adicionais para mitigar a volatilidade da receita, continuar o fortalecimento da gestão do investimento público e a integração das receitas dos recursos naturais no enquadramento mais geral do orçamento”.

Linha de Machipanda dinamiza escoamento de carga entre Moçambique e Zimbabwe

O Presidente do Conselho de Administração (PCA) da empresa dos Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), Miguel Matabel, constatou recentemente este facto depois de percorrer um raio de 44 km, entre as estações de Garuso e Manica, onde das anteriores 14 curvas apertadas, foram reduzidas para quatro.

“Isto minimiza, em grande medida, anteriores crónicos descarrilamentos dos comboios e aumenta significativamente a velocidade das locomotivas de dez para 60 quilómetros por hora, dinamizando sobremaneira o escoamento do trigo, no Porto da Beira, e do ferro-crômio do Zimbabwe para o mercado internacional, cujo fluxo do transporte de carga estava interrompido há cerca de 20 dias consecutivos, devido a esta empreitada”, disse Miguel Matabel citado pelo jornal Notícias.

Karpowership prepara projeto de geração de energia flutuante na Matola

A infraestrutura terá capacidade para produzir 415 MW de energia, gerada a partir de óleo combustível (produto residual da indústria de refino de petróleo bruto), e estará operacional por pelo menos três anos. O principal cliente da empresa turca é a EDM (Electricidade de Moçambique).

O projecto inclui ainda a construção de uma linha de transporte de energia com cerca de 4 km, que ligará a central à subestação da Matola de 275KV na mesma província. As obras de instalação da usina e construção da linha de transmissão levarão entre cinco e seis meses.

A iniciativa, ainda em fase embrionária, vai a consulta pública na próxima quinta-feira no município da Matola, sob a alegação de que é nociva ao ambiente.

CTA APRESENTA À 1ª COMISSÃO DA AR O POSICIONAMENTO DO SECTOR PRIVADO SOBRE A REVISÃO DO PACOTE FISCAL

A CTA apresentou as principais constatações e posição do sector privado, salientando que quando recebeu a proposta do Governo verificou que há um desvio relativamente a abordagem do PAE, nomeadamente, o estímulo à economia.

Na proposta, o ICE apresenta um incremento em muitos produtos. O IVA, apesar da redução da taxa máxima de 17% para 16%, a eliminação das isenções e a introdução das taxas reduzidas de 5% anula o efeito da redução em 1 ponto percentual.

Aliás, para os subsectores que beneficiavam de isenções, a introdução da taxa reduzida significa o aumento do IVA.

A CTA defendeu que, a revisão do pacote fiscal deve estar alinhado com o PAE 12, sobre os fornecimentos ao Estado buscando incentivar a adição de valor a nível local.

O mais gravoso é que, para as transmissões de bens e prestações sujeitas à tributação reduzida de 5% prevista no artigo 17-A, foi introduzida a exclusão do direito à dedução do imposto, o que significa que o IVA suportado será um custo acrescido para os adquirentes destes serviços.

Adicionalmente, os sectores que mais sofreram com as crises (COVID-19, ciclones e terrorismo), com destaque para o turismo, não mereceram nenhum tratamento especial na revisão do pacote fiscal.

Assim, a CTA recomendou que, a revisão do pacote fiscal tenha em conta os sectores que mais sofreram prejuízos com as crises. Neste caso, o turismo deveria merecer uma taxa do IVA mais reduzida, O Código do IVA, dado que sofreu várias emendas ao longo dos anos, deve ser harmonizado num único documento de modo a facilitar o processo de consulta e entendimento aos empresários.

No mesmo dia, a CTA participou da audição da 2ª Comissão (Comissão do Plano e Orçamento) ao Governo sobre a proposta do Plano Económico e Social (PES) e Orçamento de Estado (OE) para 2023. As audições continuam para discussão nas especialidades.

A Banca Corporativa e de Investimentos do Absa Bank premiada pelo segundo ano consecutivo pelo EMEA Finance Treasury Services Awards

Um reconhecimento que vem ao encontro do trabalho que o Grupo, ao nível de
todo o Continente, tem desenvolvido em prol de uma operação financeira à medida das necessidades dos seus Clientes bem como o resultado da sua capacidade em fornecer, continuamente, soluções inovadoras para a Gestão de Tesouraria e Pagamentos.

Para a Directora da Banca Corporativa e de Investimentos, do Absa Moçambique, Patrícia Darsam, a atribuição deste prémio demonstra a preocupação e o compromisso do Banco em oferecer as melhores soluções locais e regionais aos vários clientes e parceiros a nível do Continente. “assumimos o compromisso de procurar, continuamente, soluções inovadoras que agreguam valor aos nossos Clientes.

Esta distinção traz consigo uma responsabilidade acrescida pois é, o reforçar de um voto de confiança que os nossos Clientes e Parceiros de Negócio depositam em nós.”
O Absa Bank tem vindo a reforçar o seu posicionamento no mercado como um Banco Pan-Africano líder nosegmento Corporativo e de Investimento.