Friday, April 17, 2026
spot_img
Home Blog Page 434

First Ukrainian grain ship scheduled to depart today

“The ships are loaded. Everything is ready. There are some minor complications, said Turkish presidential spokesman Ibrahim Kalin, quoted by News to the Minute.

With Turkey’s mediation, Moscow and Kiev signed an agreement in Istanbul on July 22 to export about 22 million tons of grain from three Ukrainian ports: Odessa, Pivdennyi and Chornomorsk.

According to Notícias ao Minuto, Ukrainian tugboats will take sea convoys along a safe route, free of floating mines, and Turkish naval vessels will escort them to the Bosphorus.

It should be noted that since the signing of the agreement, a coordination and supervision center for this sea route has been operating in Istanbul, with 20 representatives, both civilian and military, sent by Russia, Ukraine, Turkey and the United Nations.

Translated with www.DeepL.com/Translator (free version)

Saída do primeiro navio de cereais ucraniano prevista para hoje

“Os navios estão carregados. Está tudo pronto. Há algumas complicações menores, disse o porta-voz da presidência turca, Ibrahim Kalin, citado pelo Notícias ao Minuto.

Com a mediação da Turquia, Moscovo e Kiev assinaram em Istambul, em 22 de Julho, um acordo que prevê a exportação de cerca de 22 milhões de toneladas de cereais de três portos ucranianos: Odessa, Pivdennyi e Chornomorsk.

Segundo avança ainda o Notícias ao Minuto, os rebocadores ucranianos levarão comboios marítimos ao longo de uma rota sem perigo, livres de minas flutuantes, e os navios da marinha turca farão a escolta até Bósforo.

Importa refeirir que desde a assinatura do acordo, funciona em Istambul um centro de coordenação e supervisão desta rota marítima, com 20 representantes, tanto civis como militares, enviados pela Rússia, Ucrânia, Turquia e Nações Unidas.

MPME’s capacitadas em matéria de acesso ao financiamento  

A ação resulta do diagnóstico e da assistência realizados pelo IPEME, junto das MPME’s, para aferir as reais necessidade deste segmento empresarial.

Na sua intervenção, o Director Central da Direcção de Retalho e Empresas do BCI, George Mandawa, referiu que “o BCI tem, de forma contínua, sido parceiro das PME’s, não só na promoção do acesso ao financiamento, mas ainda ajudando a remover um dos principais obstáculos à constituição de um negócio e ao desenvolvimento dessa actividade: o acesso ao financiamento bancário”. Sublinhou, num outro desenvolvimento, o “posicionamento do BCI que, inequivocamente, o torna o parceiro privilegiado das PME’s moçambicanas. As soluções inovadoras que ao longo dos anos tem vindo a criar de apoio às PME mais não são do que corolários desse reconhecimento e compromisso”.

Já o IPEME, IP faz uma avaliação positiva do evento, “uma vez que o BCI disponibilizou e esclareceu toda a informação relacionada com mecanismos de acesso a diferentes modalidades de financiamento adequadas as MPME’s”.

Refira-se que o Networking PME é uma plataforma instituída pelo IPEME, IP com o propósito de criar interação entre as MPME, através de divulgação e partilha de informação relevante, assim como a apresentação de oportunidades para desenvolvimento de negócio.

Já é possivel transferir dinheiro do Ecobank para mKesh

Esta parceria é de grande valor para o Ecobank Moçambique, SA, pois está alinhada à visão do Grupo Ecobank, que é de criar um Banco Pan-Africano que contribua para o desenvolvimento económico e integração financeira do continente, em geral, e de Moçambique, em particular.

De igual modo, este acordo vai contribuir de forma significativa nos esforços e ambições que as duas instituições têm empreendido na digitalização do mercado, por forma a disponibilizar serviços financeiros cómodos e acessíveis aos cidadãos não bancarizados, assim como alargar a oferta de produtos e serviços financeiros aos clientes já bancarizados.

A interoperabilidade, que resulta da integração dos dois sistemas de pagamento móvel das duas instituições, está disponível no canal USSD do mKesh *500# (somente na rede Tmcel) e brevemente estará disponível no aplicativo Mobile App do Ecobank Moçambique.

Para o presidente do Conselho de Administração (PCA) do mKesh, Binda Celestino Jocker, a parceria entre o Ecobank Moçambique e a Carteira Móvel marca o início de uma grande relação que vai trazer enormes benefícios para os clientes de ambas as instituições, através da oferta de melhores serviços.

“O serviço financeiro de moeda electrónica, que conta com o suporte tecnológico da Ericsson, visa melhorar a vida dos clientes por via da oferta de serviços de transferência de dinheiro, levantamento de dinheiro nos agentes e ATM ’s, pagamento de serviços e ligação ao sistema de pagamentos electrónicos interbancários da rede SIMO”, frisou Binda Celestino Jocker.

Para dar melhor suporte ao serviço mKesh, a Tmcel iniciou recentemente a expansão e modernização da sua rede de serviços fixos e móveis que se circunscreve na implementação de novos sites 2G, 3G, 4G e 4.5G e modernização do seu backbone, saindo dos actuais 100GB para mais de 400GB de capacidade, num investimento de cerca de 132 milhões de dólares norte-americanos.

Neste momento, já foram cobertas com a nova rede, as províncias de Maputo, Gaza e parte de Inhambane, até ao distrito de Morrumbene, estando para breve a remanescente cobertura da zona sul e em simultâneo as cidades da Beira, Nampula e Nacala.

Por sua vez, o administrador-delegado do Ecobank Moçambique, José Manuel Correia Mendes, referiu, na ocasião, que a implementação dos serviços da interoperabilidade é um testemunho vivo da estratégia de digitalização do Grupo Ecobank, na sua actuação, como um banco Pan-Africano, que está a contribuir para a integração financeira do continente.

“Desta forma, mantemos o nosso compromisso de garantir a digitalização em Moçambique, através de um leque de serviços e produtos bancários inovadores, cientes que os desafios pela frente, nos colocarão numa posição de inovação”, concluiu José Manuel Correia Mendes.

Standard Bank perspectiva aceleração dos investimentos na exploração de gás    

A projecção foi avançada por Fáusio Mussá, economista chefe do Standard Bank, durante a conferência “Investimento em Angola e Moçambique”, promovida, dia 26 de Julho, em Portugal.

“O gás natural regista uma crescente procura mundial, pelo que é urgente que surjam novos projectos, nomeadamente em Moçambique, para disponibilizar aos restantes países”, afirma Fáusio Mussá, alertando, no entanto, que, tendo em consideração que a maior parte da população nesta economia vive da agricultura de subsistência, “um crescimento económico mais inclusivo requer o desenvolvimento da agricultura e das cadeias de valor do sector agrícola”.

“A exploração do gás natural pode ajudar na estabilização macroeconómica de Moçambique, no entanto, é necessário um desenvolvimento harmonioso dos restantes sectores de economia, incluindo agricultura, para um crescimento económico mais inclusivo e sustentável”, defende.

Refira-se que, no painel «Investimento em Moçambique», no qual Fáusio Mussá fez estas declarações, foram abordados, também, os desafios logísticos para as empresas portuguesas com presença em Moçambique, o gás como factor de crescimento da economia moçambicana, as oportunidades ao nível das infraestruturas e a necessidade de investimento em Moçambique.

De um modo geral, a conferência serviu para o Standard Bank mostrar às empresas portuguesas que querem investir no estrangeiro, que Moçambique e Angola são excelentes mercados, dado terem a mesma língua e relações de proximidade com Portugal.

CLM movimenta 1600 camiões de carga por dia

O CLM tem como principal função facilitar o transporte de cargas da África do Sul e dos países do “hinterland”. As principais mercadorias transportadas ao longo do corredor são minérios (brutos e transformados) e produtos agrícolas.

Embora os minerais exportados provenham, na sua maioria, da África do Sul, espera-se que com a modernização e expansão do porto mais países da região (tais como Zâmbia, Zimbábuè e República Democrática do Congo) recorram a esta importante infraestrutura para dinamizar as suas economias.

O Porto de Maputo, responsável por mais de 60% do tráfego de mercadorias, é uma parte integrante do Corredor Logístico de Maputo, que inclui o Posto Fronteiriço de Ressano Garcia, linhas ferroviárias de Maputo a Gauteng e a Estrada Nacional Número Quatro (N4).

BCI conquista cinco ‘Diamond Arrow’

Nesta prestigiada cerimónia que distingue a excelência no ambiente de negócios, ao BCI foi atribuído o galardão de nível máximo nas categorias de ‘Banca de Empresas’, ‘Cartões de Crédito’, ‘Banca de Particulares’, ‘Empresas/ Instituições Mais Confiáveis Em Moçambique’; e “Empresas/Instituições que realizam o seu negócio da forma mais ética em Moçambique”.

O Presidente da Comissão Executiva do BCI, Francisco Costa, encabeçou a equipa do BCI que recebeu os galardões, tendo expressado a sua satisfação, por este amplo, contínuo e significativo reconhecimento, conferido pelos líderes e quadros de instituições e empresas públicas e privadas moçambicanas, pelos resultados do trabalho que o Banco tem vindo a realizar em Moçambique; e como instituição comprometida com as mais diversas causas que ajudam a melhorar a vida dos moçambicanos.

Porto de Maputo poderá contribuir com 345 milhões de dólares para o PIB

Segundo o mesmo estudo citado pela Carta de Moçambique, a modernização terá ainda impactos macroeconómicos mais amplos na vertente de receitas fiscais, criação de emprego, rendimento das famílias e fluxos comerciais.

A fonte a cima citada revela ainda, que o Governo poderá receber anualmente, 79 milhões de dólares em impostos (directos e indirectos) ligados ao projecto, e mais de 526 milhões de dólares adicionais, referentes a impostos associados ao aumento da actividade económica (volume de comércio) resultante da modernização e expansão do porto, sendo que o impacto fiscal será de aproximadamente 605 milhões, em média ao longo do período do projecto.

A carta escreve ainda que, prevê-se que toda a cadeia de valor contribua com 824 milhões de dólares norte-americanos (cerca de 5,8% do actual PIB de Moçambique) e 1,2 mil milhões em média anual, para o PIB moçambicano e sul-africano, respectivamente, com 133 mil empregos adicionais a serem sustentados em Moçambique e 67 mil na África do Sul.

Além disso, espera-se que os investimentos no Porto aumentem o rendimento dos agregados familiares moçambicanos e sul-africanos em 437 milhões de dólares e 777 milhões de dólares, respectivamente.

O documento salienta ainda que as estimativas acima referidas baseiam-se na actual ineficiência na gestão dos fluxos de carga no posto fronteiriço Lebombo/Ressano Garcia, pelo que se podem obter benefícios adicionais significativos uma vez atenuados os constrangimentos.

Lucro dos bancos recupera para níveis pré-pandemia

“O sector bancário continuou a aumentar significativamente as imparidades para crédito durante 2021, enquanto as provisões para outros activos também continuaram a subir neste período”, começam por dizer os analistas da Eaglestone numa nota de research.

Isto “reflecte a abordagem de cautela adoptada por vários bancos”, considerando os “riscos associados à pandemia, incluindo o impacto no mercado imobiliário do País e o cenário económico mais desafiante nos últimos anos”, referem.

Apesar disso, e depois de “uma descida em 2019 e 2020, o lucro líquido combinado dos seis bancos recuperou 26,7% em 2021, em termos homólogos”, alcançando perto de 254 milhões de dólares. Um resultado que representa um ROE – rentabilidade dos capitais próprios – de 13,9%.

De acordo com os analistas, isto mostra uma “melhoria do desempenho operacional em 2021”, uma “evolução que se deve ao impacto favorável da subida das taxas de juro nas margens” dos bancos. Os resultados também contaram com um aumento das receitas com comissões.

Os bancos em Moçambique continuam, no entanto, a ter de reduzir o peso do crédito malparado, refere a nota. “Apesar do covid-19 e da instabilidade militar em algumas zonas de Moçambique, o sector bancário continua sólido, com liquidez e rentável. Os rácios de solvência e de liquidez continuaram acima dos requisitos regulatórios em 2021”.

Ainda assim, refere a Eaglestone, o crédito malparado “continua elevado, com o rácio de NPL a superar os 10% em 2021”. Dessa forma, “melhorar a qualidade dos activos continua a ser um desafio para os bancos moçambicanos”, nomeadamente quando se compara com os rácios de outros países da África Subsaariana.

Standard Bank diz que Moçambique mantém um potencial elevado de crescimento      

“Moçambique mantém um potencial elevado de crescimento. No entanto, é necessária uma aceleração do investimento para que o Produto Interno Bruto cresça ao nível do seu potencial”, defende o Standard Bank.

A conclusão foi apresentada por Fáusio Mussá, economista chefe do Standard Bank para Moçambique, durante a conferência “Investimento em Moçambique e Angola”, promovida terça-feira, dia 26 de Julho, em Lisboa.

Segundo Fáusio Mussá, o défice de infra-estruturas continua a ser uma barreira ao investimento que “não pode ser negligenciada”.

“Considerando o limitado espaço fiscal que estas economias apresentam, os governos têm considerado as parcerias público-privadas (PPP) como um importante veículo para ajudar a desenvolver infra-estruturas de suporte aos projectos de investimento”, refere o banco, acrescentando que “estes modelos permitem uma maior participação do sector privado na economia”, ainda que existam áreas e sectores onde o sector privado apresenta um menor interesse em investir.

Moçambique tem estado a implementar reformas estruturais com apoio do FMI e do Banco Mundial, que ajudam a mobilizar fundos para investimentos nestas áreas e sectores pouco atractivos para o sector privado, mas que ajudam a reduzir o défice de infra-estruturas.