Sunday, April 19, 2026
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Max Tonela says sovereign wealth fund may be approved this year

Max Tonela, revealed that the perspective is that the Government may appreciate the proposal and send it for approval in the parliament, even before the reopening of the second plenary session of 2022, scheduled for next October.

The governor assured that the fund may be “approved during the course of this year”. It is known that Mozambique is on the verge of making this year the first export of natural gas from the Rovuma reserves, classified among the largest in the world.

The creation proposal written by the central bank and disclosed in 2020 foresees the following objectives, “accumulate savings” and “contribute to the fiscal stabilization of the country”, with transparency and accountability rules. The fund will go through a maturation period until the twentieth year.

 

FNB Moçambique lançado para causar impacto no mercado nacional

No ambiente altamente competitivo e desafiador da banca Corporativa e Comercial, o Banco tem consolidado uma posição centrada no Cliente, apostando fortemente nos seus pontos fortes e em parcerias locais.

Com um crescimento na sua base de activos superior a 20%, observado nos últimos 12 meses, o Banco está lançado em um percurso ascendente de dois dígitos, ao longo dos próximos 3 a 5 anos.

Agilidade assente na experiência internacional

“No contexto de uma economia em franco crescimento, como a nossa, acreditamos haver oportunidades para todos os intervenientes da indústria financeira se estes procurarem alavancar os seus pontos fortes e capacidades e, acima de tudo, se encararem o Cliente como o seu foco principal”, sublinha Janine.

Como marca em crescimento, a força do FNB Moçambique reside na sua dimensão, na experiência e no apoio de um grupo maior, cujas soluções são adaptadas às necessidades específicas do mercado local.

“Convém lembrar que, por sermos uma instituição relativamente jovem e de dimensão reduzida, os nossos Clientes podem contar com uma proximidade, sem paralelo, no que toca à atenção individual da nossa liderança, reflectida nos serviços de que beneficiam nas suas contas Corporativas e Comerciais”, assinalou Jaime.

Sobre a solidez da Instituição, “naturalmente,  sermos considerados um Banco cada vez mais relevante no mercado enche-nos de orgulho, assim como a força, influência e suporte que temos do Grupo FirstRand, uma presença de peso no continente africano. Adicionalmente, consideramos estar equipados com as ferramentas necessárias para apoiar os nossos Clientes com soluções que nos permitem crescer juntos. A nossa aspiração em criar uma cultura que encoraja o pensamento inovador assim como as pesquisas e análises de dados globais e regionais que levamos a cabo comprovam-no”, reforçou.

Com efeito, o investimento em especialização de topo, a atracção de novas competências e o encorajamento do auto-desenvolvimento e crescimento são valências bastante críticas na relação e parcerias do Banco com os seus Clientes.  “O ambiente, o desenvolvimento social e a governação (ESG) são um foco e uma exigência fundamentais em todos os sectores e indústrias, ansiamos por trazer esta abordagem nas nossas transacções no mercado moçambicano, com o apoio da experiência do nosso Grupo.”, afirmou Janine.

Priorizar parcerias e pessoas locais

É importante salientar que, enquanto intervenientes em rápido crescimento, o FNBM valoriza a considerável carteira de clientes desenvolvida em um curto espaço de tempo. “Continuamos a cultivar parcerias com clientes, agentes da indústria e prestadores de serviços locais com o intuito de disponibilizar serviços bancários empresariais e comerciais, únicos em Moçambique. É importante entender que apostamos fortemente na nossa posição no mercado através de uma abordagem sectorial e industrial direccionada, não tentando ser tudo para todos. Para nós, faz mais sentido desenvolver  relações empresariais e intra-empresariais com propostas e estratégias de valor focadas em sectores-chave  como a Agricultura, Logística e Indústrias Diversificadas, incluindo a  Petróleo e Gás downstream”, esclarece a Directora de CCIB, Janine Goosen.

Paralelamente, e com vista a apoiar a economia e as empresas nacionais, o Banco procura estar próximo de toda a cadeia de valor das empresas com as quais trabalha, de forma a apoiar os seus colaboradores, fornecedores, empreiteiros e clientes, o que é notório no seu modelo de relacionamento centrado no cliente.

“Importa relembrar que, considerando a nossa agilidade e ligação a uma rede global, estamos em condições de disponibilizar acesso a serviços bancários de vanguarda, sustentados por conhecimentos testados e aplicados. O nosso percurso em sentido ascendente fala por si: estamos empenhados em investir em Moçambique. Esperamos crescer lado a lado com os nossos Parceiros e Clientes, actuais e futuros, neste mercado com elevado potencial.” conclui Janine Goosen.

The Capital Hotel: O requinte e qualidade de casa, quando for a Mbombela

Localizado apenas 204 km de Maputo, que podem ser feitos em cerca de 3 horas, Mbombela é um destino que faz parte do itenerário de viagem obrigatório para muitas famílias Moçambicanas.

Uma das mais recentes aquisições turísticas da cidade de Mbombela é o sofisticado The Capital Hotel. A sua localização previligiada, a 300 metros do i’langa Mall, possibilita aproveitar fazer compras sem precisar de levar o carro. A proximidade aos principais eixos da cidade oferece uma ligação rápida, para quem quer descobrir a diversificada oferta turística da região.

Várias opções de acomodação à sua escolha

Tanto para um final de semana ou para estadias mais prolongadas, a vasta gama de quartos disponíveis no The Capital, torna-o um destino perfeito para as famílias moçambicanas.

O Hotel tem disponíveis, quartos standard e quartos seft-catering duplos ou triplos para acomodar casais ou famílias de todos os tamanhos. O hotel poderá ainda providenciar dois quartos comunicantes para que possa acomodar toda a sua família, como se estivesse em sua casa.

Um conjunto de amenidades para todos os gostos

O Hotel está preparado com amenidades para toda a família, desde TVs LED com acesso a Netflix e Youtube, internet e ligações USB para o carregamento de dispositívos móveis, área para crianças, piscina, ginásio, bar de cocktails, um restaurante requitado e até animação no final da tarde com sessões de Djs ao por-do-sol.

Tanto para os casais que procuram elegancia, sofisticação e conforto, como para a famílias moçambicanas que queiram sentir-se em casa quando viajarem para Mbombela, The Capital é a escolha certa para a sua estadia.

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V Cimeira Bilateral Moçambique – Portugal é hoje na FACIM

A V Cimeira tem como objectivo o aprofundamento das relações bilaterais e a assinatura de diversos instrumentos de cooperação.

O evento deveria contar com a presença do Primeiro-Ministro Português, António Costa, mas este teve de cancelar a visa para permitir que esteja permanentemente disponível no país, devido às previsões de agravamento do risco de incêndio rural em Portugal.

Durante a V Cimeira, os empresários dos dois países deverão trocar experiências em diversos sectores da economia.

BCI junta agentes económicos em Maputo

Destacou-se no encontro a presença do embaixador de Portugal em Moçambique, António Costa Moura, e dos Presidentes das Comissões Executivas (PCE) da CGD e do BPI, Paulo Macedo e João Pedro Oliveira e Costa, respectivamente.

O PCE do BCI, Francisco Costa, recordou, na ocasião, os 25 anos que agora o BCI assinala, sublinhando o crescimento do Banco e a sua contribuição para o crescimento de Moçambique.

Referiu, com efeito, a expansão da rede do BCI, a maior do país, que vem promovendo activamente a inclusão financeira das populações, a bancarização dos cidadãos e dos micro e pequenos negócios, e o desenvolvimento dos distritos rurais.

Disse ainda que o BCI tem conseguido conquistar a confiança e a preferência das principais Instituições, empresas e famílias moçambicanas, “com quem temos vindo a estabelecer um verdadeiro compromisso de parceria para o desenvolvimento, factos de que muito nos orgulhamos”.

Indicou que em todo o país o BCI está atento e disponível para colaborar no esforço que as entidades governamentais, reguladoras e associações empresariais têm vindo a empreender para dinamizar a actividade das empresas (incluindo PMEs), visando proporcionar oportunidades de negócio ao empresariado local, de modo a promover e consolidar as bases para a existência de um empresariado nacional forte, com a alavanca das imensas potencialidades de que o país dispõe e que sustentam o interesse crescente dos investidores que para aqui dirigem os seus Projectos de Investimento.

Sublinhou que pela sua idiossincrasia, o BCI é um profundo conhecedor dos mercados de Moçambique e de Portugal, constituindo-se como parceiro ideal para assegurar a ponte entre as empresas portuguesas investidoras em Moçambique e as empresas moçambicanas com interesses em Portugal.

Produção hidro-energética: HCB atinge 7.965 GWh no primeiro semestre  

Em comunicado a HCB refere que trata-se de uma produção hidroenergética alcançada sem ocorrência de acidentes de trabalho e que ultrapassa as expectativas mais optimistas mercê da disponibilidade hídrica e dos equipamentos de produção, conversão e transporte de energia, e do desempenho dos recursos humanos.

“A produção do 1º semestre de 2022, traduz-se em receitas bastante significativas e relevantes para o financiamento dos projectos de reabilitação que estão a decorrer em toda a cadeia de produção. Por outro lado, permitem que Cabora Bassa continue a ser um activo estratégico e valioso na matriz energética nacional e regional, e no desenvolvimento sócio-económico de Moçambique através das contribuições que presta para a economia. Temos o dever de gerir e operar a empresa de forma criteriosa, responsável e transparente para que alcance os seus objectivos” referiu Boavida Muhambe, presidente do conselho de administração, citado no comunicado.

No tocante a modernização do parque electroprodutor, o empreendimento segue com os projectos de reabilitação programados ao nível dos cinco grupos geradores com capacidade instalada de 2075 MW, cujas intervenções poderão levar ao incremento da potência nominal de cada grupo.

No domínio dos equipamentos de conversão e transporte, passos subsequentes estão a ser concretizados para que se entre na fase 3 do projecto de reabilitação da Subestação Conversora de Songo, brownfield-3, que não só irá incrementar a vida útil dos equipamentos, como também melhorar os seus indicadores de performance para níveis de padrões internacionais.

Em relação aos recursos hídricos da Albufeira, refere o documento que a 30 de Junho de 2022, a cota situava-se em 324,63 metros acima do nível médio das águas do mar, que corresponde a 93% da sua capacidade útil de armazenamento, permitindo assim, o normal funcionamento do empreendimento e a implementação dos planos de exploração da Central de produção.

A HCB diz ainda que o alcance destes níveis de armazenamento resulta das medidas criteriosas adoptadas durante a última época chuvosa, em que, diante da ocorrência da tempestade tropical Ana, em Janeiro, e da depressão tropical Dumako, em Fevereiro, não foram efectuadas descargas adicionais, contribuindo para a minimização dos impactos das cheias e inundações no Baixo Zambeze.

No que concerne as acções da HCB na Bolsa de Valores de Moçambique, durante o 1º semestre do ano tiveram um desempenho abaixo do preço da Oferta Pública de Venda realizada no ano de 2019, exceptuando a primeira quinzena do mês de Janeiro, em que se manteve firme na casa dos três meticais por acção.

Contudo, as acções continuam apetecíveis no mercado secundário gerando transacções consideráveis, sendo que a 11 de Julho corrente, a empresa procede ao pagamento de dividendos no valor de 3,7 mil milhões de meticais, o que corresponde a 36,4% dos lucros da Empresa. “Este montante de dividendo representa um incremento de 26% se comparados aos valores pagos em 2021”, pode ler-se no comunicado.

M-pesa, mkesh e e-Mola já estão interligadas

A realização de pagamentos através de meios electrónicos estava condicionada pela falta desta interligação. O que reduzia a utilização dos meios electrónicos de pagamentos e afectava grandemente o acesso a serviços financeiros e o seu uso pela maioria da população.

A interligação das operações do mkesh, m-pesa e e-Mola, assinala uma etapa marcante que impulsionará a expansão dos serviços financeiros.

Esta realização permite o alcance de uma das principais metas da Estratégia Nacional de Inclusão Financeira 2016-2022, que certamente dará um inegável contributo para a dinamização dos pagamentos electrónicos no país.

Vodacom aposta na inovação tecnológica para melhor servir os clientes

Para a manutenção deste desiderato, a Vodacom tem diversos desafios, entre os quais a expansão da rede, a implementação do 5G e o investimento na Internet das Coisas (IoT). Em 2022 a operadora continuará a expandir a sua rede 4G para cerca de 400 estações onde actualmente esta tecnologia não está disponível, consolidando o seu posicionamento como a operadora com mais estações 4G em Moçambique.

Até Março de 2023, a Vodacom tem planeada a instalação de 200 novas estações rurais distribuidas pelas diversas províncias. Estas serão completamente alimentadas por energia solar, o que por sua vez revela o seu compromisso em, cada vez mais, adoptar energias renováveis nas suas soluções.

A Vodacom está a investir na tecnologia 5G buscando um melhor tempo de processamento de downloads e uploads, uma maior velocidade na transferência de dados por segundo e uma economia de até 90% no consumo de energia dos aparelhos. Para além disso, a operadora está também a investir na Internet das Coisas (IoT), uma solução que oferece um conjunto de aplicações para diversos sectores, incluindo o desenvolvimento de cidades inteligentes.

O Município de Chimoio, na província de Manica já está a fazer uso das soluções IoT da Vodacom, para garantir uma gestão sustentável e em tempo real de activos.

Ainda neste ano, a Vodacom planeia instalar mais de 500km de fibra óptica. Faz parte da ambição da operadora ligar Maputo a Palma por uma infraestrutura de rede de fibra óptica capaz de atender às suas actuais necessidades, bem como aos desafios que a rede 5G irá trazer.

Como forma de dar a sua contribuição no uso das plataformas digitais e tecnológicas na sociedade moçambicana, a operadora de telefonia móvel apostou no programa “Faz Crescer”. Com esta iniciativa, a operadora está a apetrechar diferentes unidades de ensino secundário do país com laboratórios digitais, equipados com computadores e internet gratuita.  No ano passado foram equipadas 50 escolas, o que impactou positivamente a vida de 24.638 alunos e professores que são beneficiários directos dos laboratórios de informática e da conectividade, usados durante as aulas de TIC. Através deste projecto, a Vodacom pretende que, até 2025, pelo menos 100 escolas estejam apetrechadas com computadores e internet gratuita, beneficiando 600.000 pessoas, entre alunos, professores e outros membros das comunidades.

Actualmente, a Vodacom emprega cerca de 400 colaboradores nas áreas tecnológicas, dos quais 90 são mulheres. Para despertar o interesse das mulheres pelas áreas tecnológicas, a operadora desenvolveu vários programas para promover as mulheres em carreiras nas áreas de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM). O Code Like a Girl, uma iniciativa que capacita raparigas, com vista a aumentar o seu conhecimento e habilidades, através de aulas gratuitas de programação.

A par desta iniciativa, lançou o projecto “Ciência é TudoBom para mim também”, para incentivar as estudantes do ensino secundário, em especial da 10ª classe, a considerarem alternativas profissionais nas áreas do STEM, através da promoção de palestras de orientação vocacional, realizadas por colaboradoras da Vodacom com formação nestas áreas. A operadora lançou, igualmente, o programa “Eu Sou a Cara da Tecnologia”, com o objectivo de levar a mulher à vanguarda nesta área, desconstruindo a ideia segundo a qual o homem é o padrão quando se fala de tecnologias.

A Vodacom é, neste momento, a operadora que mantém o país conectado com nuvens VMware privadas, o que confere à telefonia mais agilidade nos serviços oferecidos aos clientes, num mercado cada vez mais competitivo. Aliás, a operadora venceu a 17ª edição do prémio VMware 2021 para África, que reconhece as realizações notáveis dos seus clientes na solução de problemas de negócios, usando a tecnologia VMware. A Vodacom recebeu o prémio por fornecer soluções de voz e dados digitais superiores, por meio do desenvolvimento de aplicativos ágeis e flexíveis para a sua crescente base de clientes.

Fruto destas inovações, o relatório de uma auditoria realizada este ano junto das três operadoras que actuam no país, pela Umlaut – firma alemã líder em testes de rede móvel e avaliação comparativa,  classificou a Vodacom como a operadora com a mais alta pontuação nos serviços de voz e dados.

“A Vodacom Moçambique continua na vanguarda em termos de oferta de produtos e serviços que satisfazem a crescente demanda dos clientes por soluções transformadoras. Somos o principal fornecedor de rede móvel no país, com mais de sete milhões de assinantes. Desde a nossa implantação, em 2003, definimos como principal objectivo fornecer um serviço móvel e de dados confiável, assim como introduzir novas tecnologias de comunicação, para beneficiar Moçambique e os moçambicanos”,  disse Rui Lousã, Chefe Executivo de Tecnologias da Vodacom Moçambique.

A fonte concluiu que “Estamos a caminhar para a transformação digital, que irá impactar na melhoria dos nossos serviços e canais de atendimento, com vista a aprimorarmos a experiência dos nossos clientes. Para que isto possa acontecer, temos estado a investir nos últimos 3 anos na “construção” de uma nova área  dentro da Vodacom, dedicada ao desenvolvimento de Software. Acreditamos no talento local e, por isso, temos tentado recrutar os melhores talentos do mercado local bem como nos associado em vários programas de treinamento com parceiros estrangeiros como a AWS e a Cloud Guru, de modo a que possamos retreinar parte da nossa equipa nestas novas tecnologias.Temos também disponibilizado algum destes programas para o público em geral, como recentemente a parceria com a Udacity onde disponibilizamos “bolsas de estudo” para mulheres moçambicanas entre os 20 e os 35 anos.”.

FMI pode dar uma ajuda financeira extra ao país

Abebe Selassie, director do departamento africano do Fundo Monetário Internacional (FMI), disse que a instituição que representa pode dar uma ajuda financeira extra e deu nota positiva às medidas anunciadas.

“Acho que a direção que Moçambique tem tomado está certa”, disse.

O FMI aprovou em 9 de Maio um novo programa de financiamento para Moçambique, no valor de 470 milhões de dólares até 2025, sendo 91 milhões de dólares disponibilizados de imediato.

“Reconhecemos estes desafios e estamos prontos para ajudar os governos, inclusivamente com financiamento adicional” em torno de medidas que possam “amortecer os efeitos desta crise sobre os mais vulneráveis”, referiu.

“Esta crise do custo de vida afecta a população de forma amplificada aqui, porque as pessoas tem menos recursos e resiliência para enfrentar um choque destes”, disse.

Selassie visita Moçambique “para saber mais sobre a situação no país e para o transmitir à administração” do FMI.

Governo mobiliza mais de 100 milhões de dólares para fazer face à inflação

“O Governo mobilizou recursos para assegurar que haja estabilidade nos preços dos transportes públicos, tendo já 50 milhões de dólares para este fim”, disse Max Tonela, ministro da Economia e Finanças.

Max Tonela falava numa conferência de imprensa com Abebe Selassie, Director do departamento africano do Fundo Monetário Internacional (FMI), que visita Moçambique para avaliar o cenário e conhecer as medidas do Governo.

O ministro da Economia e Finanças, atribuiu pela primeira vez um número ao “subsídio ao passageiro” que já vem sendo anunciado desde há uma semana pelas autoridades moçambicanas, mas sobre o qual se aguardam pormenores quanto à aplicação.

“Mesmo que haja incrementos adicionais” no preço dos combustíveis, “as populações nos centros urbanos” estarão “protegidas, pelo menos nos próximos seis meses”, referiu o Tonela, numa perspetiva de a situação, entretanto, melhorar – ou seja, de o petróleo voltar a negociar abaixo dos 100 dólares por barril.

“Além disso, mobilizámos 85 milhões de dólares” para “financiar famílias mais desfavorecidas, aumentando os números de agregados abrangidos e o valor a atribuir” no âmbito dos apoios sociais do Estado, sobretudo nas zonas periurbanas e rurais.

Estas medidas juntam-se a reformulações no cálculo do preço dos combustíveis, decididas pelo Governo desde março para mitigar os três aumentos deste ano, salientou Tonela, acrescentando que outros apoios podem ser discutidos.