Sunday, April 19, 2026
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PCA da FUNDASO defende políticas favoráveis a investimentos

Daniel David, na sua intervenção lembrou o papel de cada interveniente na feira Mozgrow, para a promoção do agro-negócio.

“Muitas vezes, tem dominado o conceito de ‘centralização’, apenas, no papel do Governo, como se o Governo tivesse que produzir. Quem tem que produzir são os empresários. O Governo tem que facilitar. O Governo tem que ajudar, colocando políticas favoráveis ao investimento dos empresários”, defende o PCA da FUNDASO.

Para Daniel David, com adesão à Mozgrow, os empresários transmitem uma mensagem de prontidão para continuar a competir e a inovar, mesmo diante de adversidades.

Está em curso um conjunto de reformas para industrializar o país

Ludovina Bernardo, revelou que o Executivo está ciente da importância de uma indústria forte para reduzir a dependência. Falando a estação televisiva STV durante a abertura da feira, a governante, aponta a Inglaterra como exemplo, que deixou de ser um mero exportador de matérias-primas para se transformar num país industrialmente avançado.

“Para conseguir tal desígnio, colocou em marcha uma série de legislação para proteger e apoiar as indústrias nacionais da concorrência estrangeira e, acima de tudo, para a melhoria do ambiente de negócio como um factor principal”, disse Ludovina Bernardo.

A vice-ministra explica que, no contexto do nosso país, o caminho “para a industrialização se chama Programa Nacional Industrializar Moçambique, que pretende dar foco ao desenvolvimento rural inclusivo” por via da expansão das oportunidades do mercado para os produtores agrícolas.

“Igualmente, o programa tem como finalidade a diversificação da estrutura económica do país, a melhoria da balança comercial através de importações e agregação de valor aos produtos nacionais, transformados em produtos diferenciados de alto valor”, acrescentou.

A governante reconhece que a indústria precisa de infra-estruturas de padrão internacional, aposta no conteúdo local, o agrupamento de indústrias e a aposta em laboratórios para o avanço do agro-negócio no país.

PMI desceu de 52,4 em Maio para 52,0 em Junho

De acordo com o relatório, os aumentos acentuados nos preços dos combustíveis e dos encargos com a produção geraram uma menor procura por parte dos clientes.

O relatório revela que a actividade e a subida no emprego continuaram a acelerar, o que ajudou as empresas a eliminarem a acumulação de produtos, enquanto a previsão para o próximo ano se manteve fortemente positiva.

O indicador PMI desceu de 52,4 em Maio para 52,0 em Junho, indicando uma melhoria modesta, mas ligeiramente moderada, na saúde da economia do sector privado moçambicano.

“O índice permaneceu acima do valor neutro de 50,0 durante cinco meses consecutivos. A queda no principal valor teve origem, principalmente, num aumento mais fraco das novas encomendas em Junho, com o crescimento a abrandar pela primeira vez em três meses”, lê-se no relatório.

O inquérito PMI do Standard Bank considera ainda que a procura continuou a aumentar de um modo geral, com a ajuda da recuperação das condições económicas, mas houve sinais de que as pressões sobre os preços começaram a diminuir as encomendas dos clientes.

ARENE diz haver incerteza em relação as previsões do preço do barril de petróleo

Paulo da Graça, citado pelo Notícias, assegurou que a instituição que dirige vai continuar a monitorar a evolução dos preços dos combustíveis, visando assegurar a sustentabilidade das importações dos produtos petrolíferos e sua distribuição no país.

O PCA da ARENE, disse que a Lei que regula a comercialização dos produtos petrolíferos no país preconiza a necessidade de haver revisão dos preços mensalmente.

Moza recebe certificado de qualidade

A distinção surge pelo facto de o Moza, se ter destacado como “Elite Employer” em reconhecimento pela sua excelência na Proposta de Valor ao Trabalhador nas áreas de: Compensação e Benefícios, Carreira, Ambiente de Trabalho e Cultura.

Segundo um comunicado, a distinção ocorreu durante a Gala da 1ª Edição do Elite Employer, um programa pioneiro concebido para reconhecer as melhores organizações para se trabalhar, em Moçambique.

A classificação do Moza baseou-se nos resultados da Pesquisa Nacional de Benefícios e Gestão de Capital Humano realizada entre Julho e Agosto de 2021 e envolveu 140 organizações dos sectores público (4%), privado (72%) e organizações não-governamentais (24%), presentes em todo o território nacional.

De todas as organizações participantes na pesquisa, apenas 45 foram elegíveis para o programa de certificação Elite Employer que, reconheceu as 30 melhores empresas onde trabalhar, entre as quais o Moza Banco.

Bancos nacionais continuaram a registar lucros em 2021

Segundo um Relatório de Estabilidade Financeira do Banco de Moçambique referente ao ano de 2021, o sector bancário nacional foi o mais rentável que grande parte dos países da África Austral.

O lucro dos bancos nacionais é justificado pelo incremento das comissões línquidas em três biliões de meticais (25,30%), da margem financeira em 8,9 biliões de meticais (correspondente a 18,30%) e dos resultados de operações finaceiras em 0,6 bilião de meticais (7,23%), de acordo com o Banco de Moçambique.

Em Dezembro de 2021, os principais indicadores de rentabilidade do sector bancário, tiveram um comportamento misto comparativamente a igual período do ano anterior. De acordo com a fonte a rendibilidade do activo (ROA) fixou-se m 3,10% (2,20% em Dezembro de 2020); a rendibilidade dos capitais próprios (ROE) foi de 25,15% (18,75% em Desembro de 2020).

Moçambique precisa de um novo modelo de crescimento mais sustentado e inclusivo – World Bank

A revelação de dívidas não reveladas em 2016, coloquialmente conhecida como “dívida oculta”, levou a uma queda acentuada no crescimento, e provocou uma crise de governação económica e um abrandamento económico prolongado, com o crescimento a cair para 3% em 2016-2019. O abrandamento do crescimento foi ainda mais exacerbado pelos efeitos combinados das catástrofes naturais em 2019, da insurreição no Norte de Moçambique, que se intensificou desde 2017, e da pandemia global desde 2020.

A actual estratégia de crescimento de Moçambique tem sido limitada na sua capacidade de gerar empregos produtivos e de apoiar a aceleração da redução da pobreza. Quase dois terços da população vive na pobreza e o país encontra-se entre os mais desiguais da ASS.

Isto resultou em parte da crescente dependência de Moçambique de grandes projectos extractivos, com ligações limitadas com o resto da economia, e da agricultura de baixa produtividade. Há uma necessidade urgente de criar empregos para as 500 mil pessoas que entram na força de trabalho todos os anos.

A recente descoberta de algumas das maiores reservas mundiais de gás natural (GNL) poderia apresentar a Moçambique uma oportunidade única para um crescimento sustentado e inclusivo. No entanto, aproveitar ao máximo os recursos de GNL previstos e aproximar o crescimento dos pobres exigirá um novo modelo de crescimento ambicioso que vá além dos extractivos.

O último Memorando Económico do País de Moçambique (CEM), Reigniting Growth for All, fornece recomendações concretas para tal modelo de crescimento, que podem ser resumidas em dois pontos principais: fazer o melhor uso das receitas dos recursos naturais não renováveis e promover o crescimento em sectores não extractivos, acompanhado de transformação espacial, e melhorar a produtividade agrícola.

Moçambique precisa de pôr em prática uma política e um quadro institucional adequados bem à frente dos lucros do sector do GNL. Um quadro fiscal que funcione bem (incluindo regras e objectivos fiscais claros) é essencial para uma gestão bem sucedida da volatilidade das receitas no futuro.

Um fundo soberano bem gerido (SWF) pode ajudar a alcançar a estabilização a curto prazo e poupanças a longo prazo para as gerações futuras. Uma gestão macroeconómica prudente implicaria também um aumento gradual do investimento para ter em conta uma capacidade de absorção limitada, melhorando ao mesmo tempo a qualidade dos investimentos públicos.

Para além de maximizar as receitas do GNL, é essencial encorajar o crescimento em sectores não extractivos para fomentar um crescimento económico de base ampla. Numa primeira fase, as políticas devem ser orientadas no sentido de maximizar os benefícios do crescimento impulsionado pelos recursos. Isto exigiria o reforço das ligações entre os extractivos e o resto da economia e o reforço das ligações inter-sectoriais.

Uma maior participação do sector privado, incluindo no sector dos serviços, é essencial para a transformação económica e a criação de emprego. O sector privado poderia tornar-se um motor da transformação económica e da criação de emprego, mas é travado por várias restrições vinculativas que incluem quadros regulamentares e de governação fracos.

Moçambique poderia fazer crescer o seu sector de serviços em dimensão e sofisticação. Os serviços de base – tais como as telecomunicações, transportes e logística – têm potencial para estimular o crescimento noutras actividades orientadas para a exportação, incluindo o agronegócio e a mineração. Isto exigirá o apoio a um regime aberto de comércio e investimento com um quadro regulamentar transparente e eficaz.

Um quadro de governação fraco está a dificultar as reformas regulamentares necessárias para o crescimento do sector dos serviços, enquanto a corrupção é citada pelas empresas moçambicanas como um dos três principais obstáculos às suas operações.

A promoção de um crescimento mais inclusivo exigirá esforços adicionais para aumentar a produtividade agrícola e aumentar a mobilidade rural para ligar os agricultores aos mercados e oportunidades não agrícolas.

As políticas devem apoiar o acesso aos principais corredores e mercados, a adopção de sementes e fertilizantes melhorados. Além disso, é crucial construir resistência aos riscos climáticos, expandindo a cobertura de redes de segurança, aumentando a disponibilidade de sistemas de alerta meteorológico, e promovendo mecanismos de transferência de riscos.

Não há solução para impedir a subida de preços de combustíveis

A Confederação das Associações Económicas (CTA) disse, esta terça-feira, em Maputo, não haver uma solução, a breve trecho, para minimizar o impacto da escalda de preços dos combustíveis em Moçambique dada conjuntura internacional.

“Não há solução para impedir a subida de preços de combustíveis no país. Não há um culpado, porque na verdade é uma dinâmica internacional, e o preço não é uma questão que pode ser gerida a nível de um país como Moçambique”, disse, o Presidente do Pelouro dos Recursos Minerais e Energia na agremiação.

Simoni Santi explicou que o conflito no leste europeu, associado ao subinvestimento no sector do petróleo durante a pandemia da covid-19 e a pressão dos ambientalistas para a transição energética, está a levar a Europa a procurar novos fornecedores de combustível, pelo que, esse processo também impacta directamente na subida dos preços para o consumidor final.

A Europa reduziu a sua produção “e neste momento, os mercados mais fortes são aqueles que estão a mandar. E Moçambique não tem poder para decidir qual vai ser o preço a aplicar porque essa decisão e tomada a nível internacional”, esclareceu a jornalistas na sede da CTA.

Na verdade, os custos de importação dos produtos refinados do crude na base estão cada vez mais caros. Ainda em Agosto deste ano a importação de uma tonelada de combustível poderá atingir cerca de 1.400 dólares, estando actualmente nos 1.200, dólares, depois de ter sido comercializada a 800 dólares.

O Presidente do Pelouro dos Recursos Minerais e Energia também fez constar que “a liberalização do mercado” para a entrada de mais operadores, ou seja, abertura de mais postos de abastecimento, “é um risco para o país e periga o mercado”. Contas feitas, “isso poderá colocar em risco o emprego de cerca de 60 mil pessoas o sector”.

“O país não está preparado para ter um mercado completamente livre e isso pode fazer com que a dinâmica do preço do combustível também suba de forma galopante”, explicou, alertando que “no início pode parecer um bom negócio, mas a médio prazo pode levar ao desemprego”.

De acordo com os empresários, a subida dos preços de combustível é sempre imprevisível e inevitável. Para o caso de Moçambique ele ainda encontra-se desajustado à realidade do preço de compra no mercado internacional, sendo que “a nível dos países da região ainda é artificialmente baixo”.

“Todos os custos operacionais estão agregados à figura do revendedor, que é, na verdade, o armazenista central, que viu sua margem de lucro a ser reduzida a 30%”, disse o Presidente da Associação dos Revendedores de Combustíveis de Moçambique, Nelson Mavimbe.

A margem de lucro dos revendedores de combustível era de sete meticais por quilo, mas com a queda de 30% está a agora entre quatro e 4.90 meticais por quilo.

Castle Lite Desliza | Desliza na Life

Num tom cómico e bem animado como já nos é familiar, o filme é protagonizado por um jovem cheio de personalidade e que desliza pelo filme e nos envolve em cada frame ao ritmo da música, é quase impossível desviar o olhar.

A campanha cheia de efeitos, tal como tem sido habitual, tem marcado um novo modelo de comunicação da Castle Lite em Moçambique, que pretende assinalar os grandes momentos aliados à frescura e à suavidade da cerveja. Este movimento pretende acompanhar e reforçar a estratégia do negócio de forma consolidada no mercado das cervejas.

O conceito foi criado pela Create Moçambique.

BCI apoia 2ª edição do Hack4Moz e oferece estágios aos vencedores

Decorreu de 1 a 3 de Julho, no auditório do BCI, em Maputo, a 2ª edição do Hack4Moz, um evento cujo propósito é reunir jovens e adultos entusiastas em análise espacial, programação e desenvolvimento de soluções tecnológicas, para a promoção de capacidade nacional, de engajamento das partes, e para alavancar a indústria de soluções tecnológicas, alicerce fundamental para o desenvolvimento sustentável de Moçambique.

Trata-se de uma iniciativa da Agência Nacional de Desenvolvimento Geo-Espacial-ADE, cujo acto de lançamento foi orientado pelo Ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, na presença de representantes do PNUD Moçambique, da UN-Habitat, do PCE do BCI, Francisco Costa, e de outros parceiros.

O Administrador do BCI, Rogério Lam, referiu na sua intervenção que o modelo adoptado espelha a realidade das organizações como é o caso do BCI, que são confrontadas diariamente com problemas práticos do dia-a-dia, que requerem soluções imediatas.

“É pois, para nós, importante criar estas condições aos jovens provenientes das várias zonas de Moçambique, o que reflecte também a dimensão geográfica do BCI que opera em todo o país” – disse, recordando que foi neste espírito que o Banco acolheu a 1ª edição deste evento realizado em 2019.

“Chegámos à 2ª edição porque acreditamos que a 1ª foi um êxito. Foi de aprendizagem, o que permitiu atingir resultados que nos levam a esta 2ª”,  concluiu, augurando que mais edições possam vir e com melhores resultados.

Nesta maratona tecnológica, em que foram abordadas temáticas como energias renováveis, saúde, educação e mobilidade urbana, o BCI ofereceu estágios aos melhores classificados de cada equipa.

Assim, foram apurados os vencedores, nomeadamente nas seguintes equipas: Mentes cruzadas – 6 (na área da Saúde); Orion – 6 (Energia); Helpa La – 6 (Educação), e INTERLUDIO – 3 (Mobilidade).

O Hackathon conta com participantes de diversos pontos do país, sendo jovens com qualidades excepcionais, os quais pretendem desenvolver soluções tecnológicas com impacto nas comunidades.