Monday, April 20, 2026
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Inaugurada linha de energia que interliga Sul e Centro do país

O Presidente da República de Moçambique, Filipe Jacinto Nyusi, inaugurou sexta-feira, dia 01 de Julho de 2022, a primeira Linha de Transporte de Energia Eléctrica a 110kV, interligando os Sistemas Eléctricos das Regiões Centro e Sul do País.

Na mesma ocasião, foi inaugurada a Subestação de Temane, que, em conjunto com as Subestações de Casa Nova, em Chibabava, e de Vilankulo, no distrito com o mesmo nome, integram o Projecto de Electrificação Rural de Vilankulo.

A nova Linha de Transporte, com cerca de 240 km, interliga as Subestações de Casa Nova, no Distrito de Chibabava, Província de Sofala, e de Temane, no Distrito de Inhassoro, Província de Inhambane, e irá melhorar a qualidade e fiabilidade do fornecimento de energia no Norte de Inhambane e Sul de Sofala.

Durante a cerimónia de inauguração das novas infra-estruturas eléctricas, Filipe Nyusi frisou que “é comsentimento de dever realizado, que, pela primeira vez, materializamos a interligação das Regiões Centro e Sul, através da Linha de Transporte de Energia Eléctrica Chibabava-Temane a 110kV, sendo a nossa aposta a construção de infra-estruturas económicas que geram emprego e renda. De forma progressiva, a Energia está a equilibrar o desenvolvimento do País, levando infra-estruturas sociais e económicas de utilidade pública até às zonas mais recônditas, renovando, desta feita, a esperança da população local de usufruir os benefícios inerentes à ligação à rede eléctrica”.

No âmbito da construção destas infra-estruturas, foram gerados 280 empregos, em todos os distritos abrangidos pelo Projecto, nomeadamente: Inhassoro, Vilankulo e Govuro, na Província de Inhambane, e Chibabava e Machanga, na Província de Sofala.

Ademais, foram investidos, neste Projecto, cerca de 40 milhões de Dólares Norte-Americanos, financiados pelo Reino da Suécia. De acordo com a Chefe de Cooperação daquela representação diplomática em Moçambique, a Senhora Kajsa Johansson, o seu País apoia, há mais de 40 anos, projectos de geração, transmissão e distribuição de energia eléctrica, com o objectivo de fornecer melhores serviços de electricidade fiável e sustentável, o que garantirá “serviços inclusivos, eficazes e suficientes para os bens públicos e as famílias”, sublinhou a diplomata.

Para que a energia desempenhe o papel de factor impulsionador do desenvolvimento nacional, o Presidente da República apelou a vigilância comunitária no combate à vandalização e ao roubo de infra-estruturas eléctricas.

“Só assim poderemos ter a certeza de que o sonho de energia eléctrica chegará aos nossos irmãos moçambicanos, que aguardam a sua vez de ter energia em suas residências”, disse o Chefe de Estado Moçambicano.

A Electricidade de Moçambique, E. P. (EDM) está empenhada na implementação de projectos de infra-estruturas eléctricas, com vista a garantir o Acesso Universal à Energia Eléctrica até 2030.

MGC to start distributing gas in 2026

Matola Gas Company (MGC), through its subsidiary Beluluane Gas Company (BCG), a gas distribution company, may start its activities in 2026.

The project is already being prepared for the reception of Liquefied Natural Gas (LNG) from the Rovuma Basin and other quarters, according to the technical representative of the BCG project, Marco Morgado.

The investment is valued at over $500 million, and is expected to supply over 300 million gigajoules of gas for distribution and feed the Beluluane Thermal Power Plant (2000 MW), another project in the pipeline of the business group in partnership with TotalEnergies.

The final investment decision for the project will be made next year. At the same time, the start of construction work is planned, following a schedule of activities already defined, taking into account the importance of the venture for industrialization and guaranteeing energy sustainability in the region in the coming years.

The company has obtained the concession from the Government for the import of LNG, including the operation of a flutuant permanently moored storage and regaseification unit, and a new high-pressure pipeline.

The pipeline will connect the flutuant unit with a new gas-fired thermal power plant to be built at the Beluluane Industrial Park in Matola, which will connect Matola Gas Company’s pipeline to the Rompco pipeline supplying neighboring South Africa to the grid.

 

MGC começa a distribuir gás em 2026

A Matola Gas Company (MGC), através da sua subsidiaria Beluluane Gas Company (BCG), empresa distribuidora de gás, pode iniciar as suas actividades em 2026.

O projecto já está em fase de preparação para a recepção de Gás Natural Liquefeito (GNL) oriundo da Bacia do Rovuma e de outros quadrantes, de acordo com o representante técnico do projecto BCG, Marco Morgado.

O investimento está avaliado em mais de 500 milhões de dolares, prevendo-se que venha fornecer mais de 300 milhões de gigajoules de gás para distribuição e alimentar a Central Térmica de Beluluane (2000 MW), outro projecto na forja do grupo empresarial em parceria com a TotalEnergies.

A decisão final do investimento do projecto será feita próximo ano. Na mesma altura, está previsto o arranque das obras de construção, seguindo um cronograma de actividades já definido, tendo em conta a importância do empreendimento para a industrialização e garantia de sustentabilidade energética na região nos próximos anos.

A empresa obteve a concessão do Governo para a importação de GNL, incluindo a operação de uma unidade flutuante de armazenamento e regaseificação permanentemente ancorada, e um novo gasoduto de alta pressão.

O gasoduto ligará a unidade flutuante com nova central térmica a gás, a ser construída no Parque Industrial de Beluluane, na Matola, que ligará à rede o gasoduto da Matola Gás Company ao gasoduto Rompco, que fornece à vizinha África do Sul.

The Capital Hotel Mbombela, o lugar perfeito para o seu evento corporativo – aproveite a promoção profile

Nelspruit, recentemente denominado Mbombela, pela sua proximidade a Maputo, é já um destino indispensável para o empresário Moçambicano sofisticado, que procura fazer compras ou vai visitar fornecedores de confiança para o seu negócio.

Mbombela acaba de acrescentar à sua vasta oferta hoteleira, um novo empreendimento turístico de grande qualidade, serviço de excelência e óptima localização: o The Capital Hotel Mbombela.

Com uma arquitetura moderna e jovem e um conjunto de amenidades como ginásio e wifi gratuito de alta velocidade, The Capital Hotel Mbombela disponibiliza, não só uma gama de quartos standard como também apartamentos self-catering, para estadias mais prolongadas.

Perfeito para o turismo de negócios

Mas o que distingue o The Capital Hotel como o destino certo para o seu próximo evento corporativo é a vasta gama de salas de reunião, ideais todo o tipo e dimensão de encontro de trabalho ou apresentação.

Localizados no primeiro piso, as salas de reunião destacam-se desde logo pela originalidade dos seus nomes: As salas Yen (27 m 2 ) e Rupee (29 m 2 ) permitem a realização de encontro num formato de Boardroom para equipas até 14 pessoas.

As salas Pound e Euro (29 m 2 ) individualmente permitem acomodar encontros entre 16 e 20 pessoas nos formatos Cinema, Banquete ou Boardroom, ou até 50 pessoas quando se junta os dois espaços.

As salas Franc e Swiss, com 161m 2 e 163m 2 respectivamente permitem encontros até 100 pessoas em diversos formatos. De forma conjugada podem criar um espaço até 324m 2 , tamanho ideial para encontros até ao máximo de 200 participantes.

Estas duas salas têm ainda a possibilidade de abrir para a varanda que dá acesso à piscina, possibilitando tornar os seus coffee breaks em momentos mais relaxantes e descontraídos.

Flexibilidade para um evento corporativo perfeito

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Disponíveis em formatos de um, ou meio-dia para maior flexibilidade, as salas no The Capital Mbombela incluem ainda serviço de catering com diversos coffee-breaks, almoço, equipamento de conferência standard, blocos de notas, canetas, águas e até internet de alta velocidade.

Reserve já o seu evento no The Capital Hotel Mbombela seguindo este link ou através do promo code PROFILE e beneficíe de um desconto exclusivo de 15% (BAR) para os leitores Profile.co.mz.

Algodão orgânico é mais ecológico e rentável

Os produtores moçambicanos de algodão foram desafiados durante o XV Fórum do Algodão da África Austral e Oriental (SEACF), que arrancou ontem, em Maputo, a iniciar a transição da produção convencional do algodão para a orgânica, por ser mais ecológico e rentável.

“A agenda de algodão em Moçambique é emergente e está enquadrada na política de desenvolvimento do sector agrário, sendo que constitui um dos desafios lançados neste fórum: a transição da produção convencional do algodão para uma produção mais orgânica”, afirmou o inspector-geral do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Rui Mapatse, durante o seu discurso de abertura.

Para o inspector-geral do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural, o cultivo do algodão orgânico em Moçambique não será de fácil implementação, porque requere a utilização de tecnologias adequadas, e uma assistência técnica aos produtores.

O algodão orgânico refere-se a uma técnica de produção que não permite o uso de fertilizantes sintéticos (químicos) no processo, assim como de sementes transgénicas.

O XV Fórum do Algodão da África Austral e Oriental (SEACF) tem como tema “Perspectivas para o Algodão Orgânico em África” termina esta sexta-feira, 1 de Julho.

Taxa de juro de referência mantém-se em 20,6% em Julho

A taxa de juro de referência (‘prime rate’) para as operações de crédito em Moçambique vai manter-se em 20,6% em Julho, após dois meses a subir, anunciou esta quarta-feira, 29 de Junho, a Associação Moçambicana de Bancos (AMB).

A taxa calculada mensalmente pela AMB e Banco de Moçambique (BM) tem por base um indexante único, calculado pelo banco central, fixado em 15,3% e um prémio de custo de 5,3%, definido pela AMB, ambos inalterados. Em Maio a ‘prime rate’ tinha subido 50 pontos base e em Junho cresceu 150, para o valor actual.

Os aumentos estiveram associados à subida da taxa de juro de política monetária (taxa MIMO, que influencia a fórmula de cálculo da ‘prime rate’) pelo banco central, por forma a controlar a inflação.

A inflação homóloga em Moçambique subiu para 9,31% em Maio, o valor mais alto dos últimos quatro anos e sete meses, influenciada pelas pressões nos preços a nível global.

A criação da ‘prime rate’ foi acordada em 2017 entre o banco central e a AMB para eliminar a proliferação de taxas de referência no custo do dinheiro. Na altura, foi lançada com um valor de 27,75% e desceu 715 pontos base desde então.

O objectivo é que todas as operações de crédito sejam baseadas numa taxa única, “acrescida de uma margem (‘spread’), que será adicionada ou subtraída à ‘prime rate’ mediante a análise de risco” de cada contrato, explicam os promotores.

CCM e IPEME capacitam empresários em matéria de exportação

Cerca de trinta empresários de Pequenas e Médias Empresas (PME’s) moçambicanos foram capacitados para tirarem maiores dividendos com a exportação da sua produção.

Trata-se de uma iniciativa do Instituto para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas (IPEME) em parceria com a Câmara de Comércio de Moçambique (CCM), destinada a apoiar as PME’s a enfrentarem os desafios colocados pelo processo de exportação.

A capacitação, que terminou ontem, vai igualmente reforçar a capacidade técnica das PME identificarem empresas com potencial para vender no estrangeiro e apoiá-las na elaboração de um plano para penetrar no mercado internacional.

 

O director do pelouro de Serviços no Instituto para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas (IPEME), Ernesto Ramatane, disse que a instituição tem o mandato de implementar acções de assistência técnica e capacitação das PME para o aproveitamento das oportunidades existentes nos mercados nacional e internacional.

De referir que nesta capacitação estão também a ser partilhadas informações sobre o processo de avaliação de prontidão para a exportação, abordando-se questões legais, barreiras tarifárias e não tarifárias, bem como sobre as condições exigidas pelo mercado para que as empresas estejam totalmente prontas para explorar oportunidades.

Nacala Logistics anuncia retoma de transporte de carga para o Malawi

A empresa Nacala Logistics acaba de anunciar a retoma do transporte ferroviário de carga geral entre Blantyre, capital económica do Malawi, e o porto de Nacala, em Moçambique.

“A circulação esteve interrompida por cerca de quatro meses, devido aos efeitos de fortes chuvas e do ciclone Ana, mas foi retomada este mês e está activa”, lê-se em comunicado.

As intempéries do primeiro trimestre provocaram “o desabamento da ponte ferroviária de Mauzi, no troço entre Nkaya e Limbe, no Malawi”, justifica.

Com a reabertura do troço, a Nacala Logistics espera retomar as 45 mil toneladas mensais transportadas entre o porto de Nacala a Malawi, nos dois sentidos.

A linha inclui um sistema de monitorização de carga em contentor através do qual é possível acompanhar à distância o decorrer das operações de transporte. Grãos, fertilizantes, clínquer e combustíveis estão entre as mercadorias transportadas.

O transporte de mercadorias surgiu como serviço adicional para a linha de mil quilómetros construída com o propósito de escoar parte da produção de carvão de Tete, interior de Moçambique.

Moza lança nova campanha

O Moza lançou recentemente uma nova campanha publicitária, sob o mote “Conta com o Moza. Há um Banco que está ao teu lado e confia no teu valor”.

A comunicação conta com um spot publicitário, que tem a participação do conceituado artista moçambicano, Stewart Sukuma, intérprete da música. Veja o vídeo!

Belgium Provides 25 Million Euros for Energy Transition

Belgium will provide Mozambique with 25 million euros for programs to reduce the impact of climate change and energy transition.

The information was advanced this Wednesday by the Belgian ambassador, Didier Vanderhasselt, who announced that the amount corresponds to more than 1.6 billion Meticais. The program to be funded by this money is for the period 2023 to 2027.

“The budget focuses on energy transition and climate change,” said Didier Vanderhasselt.
Since October 2016, construction work on the Dam has been at a standstill following the suspension of the $320 million funding by the Brazilian bank.