Saturday, April 11, 2026
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Petromoc vende 20% de capital social a I2A

A empresa Petróleos de Moçambique (Petromoc) está autorizada a vender participações correspondentes a 20% do seu capital social na sociedade Maputo International Airport Fueling Services Limitada (MIAFS) à I2A Investimentos e Participações, segundo a Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC).

Segundo a ARC, que informa a operação, a Deliberação n.º 05/2023, de 04 de Setembro, obriga a que a Petromoc venda, pelo menos, “50% da sua participação no capital social da MIAFS, num prazo não superior a um ano, com o objectivo de assegurar a manutenção de uma concorrência efectiva no mercado da prestação de serviços de armazenamento e abastecimento de combustíveis para aviação”.

A MIAFS é uma empresa que se dedica, exclusivamente, à actividade de armazenamento e abastecimento de combustível para aviação (into plane) na Cidade de Maputo, constituindo-se, por conseguinte, como um activo crítico para o funcionamento do mercado de aviação, nota a ARC.

Vulcan investe 24 milhões de meticais na formação profissional de jovens em Moatize

A mineradora indiana Vulcan acaba de iniciar um novo ciclo de formação técnico-profissional destinado a 500 jovens provenientes de bairros urbanos e comunidades rurais de Moatize, com um investimento superior a 24 milhões de meticais.

Segundo uma publicação do jornal Rigor, a iniciativa reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento social e económico sustentável nas zonas onde opera, apostando na capacitação prática como via para a geração de emprego e promoção da inclusão produtiva.

Durante a cerimónia de lançamento deste programa de formação, que decorreu em Moatize, o governador da província de Tete, Domingos Viola, destacou o impacto transformador da qualificação profissional na vida das comunidades.

“Renovamos o nosso reconhecimento à Vulcan pela sua contribuição na formação destes jovens. Acreditamos que, ao fim do programa, várias famílias terão as suas vidas melhoradas, pois as habilidades adquiridas permitirão a criação de rendimentos através do empreendedorismo e a inserção no mercado de trabalho”, afirmou.

O processo de recrutamento e selecção foi conduzido por uma comissão técnica multissectorial, composta por representantes do Governo Distrital, do Conselho Municipal de Moatize, do IFPELAC, de líderes comunitários e juvenis, garantindo transparência e inclusão.

Para o representante da Vulcan, Pedro Muendane, a visão da empresa é olhar para a educação como um dos pilares do progresso sustentável. “Mais do que os 24 milhões de meticais investidos, o que conta é o produto final: jovens preparados para os desafios do país, capazes de fazer a diferença nas suas comunidades”, sublinhou.

Desde 2023, a empresa já capacitou mais de 1750 jovens em diferentes programas de formação, um esforço contínuo para promover a inclusão produtiva e dotar a juventude de competências práticas.

A formação será implementada pelo IFPELAC, parceiro estratégico da Vulcan, e abrangerá diversas áreas técnicas, incluindo Mecânica e Electricidade de Manutenção Industrial, Electricidade Instaladora, Serralharia Civil, Frio e Climatização, Canalização e Informática, entre outras.

Liberalização gradual da conta capital deverá atrair mais de 88 mil milhões de meticais em divisas em 2025

  • Ministra Carla Louveira defende liberalização da conta capital como instrumento estratégico de atracção de investimento e dinamização económica;
  • Reforma cambial iniciada em 2022 visa aumentar a flexibilidade do mercado e garantir melhor alocação de recursos;
  • Governo antevê entrada de mais de 88 mil milhões de meticais em divisas em 2025, por via de crédito e donativos externos;
  • Enfoque em estabilidade macroeconómica, prevenção do branqueamento de capitais e promoção de reformas estruturais para crescimento resiliente.

A Ministra das Finanças, Carla Louveira, destacou esta segunda-feira, durante a abertura da XVI Jornada Científica do Banco de Moçambique, a importância da liberalização gradual da conta capital como parte de uma estratégia mais ampla de transformação económica. A governante reforçou a necessidade de prudência e coordenação institucional para mitigar riscos e consolidar os ganhos macroeconómicos do país.

A XVI Jornada Científica do Banco de Moçambique decorreu sob o tema “A Liberalização da Conta Capital em Moçambique e os Desafios da Gestão Macroeconómica”. Na ocasião, Carla Louveira frisou que o processo de liberalização da conta capital não deve ser um fim em si mesmo, mas sim um instrumento ao serviço da competitividade económica, do aumento da produtividade nacional e do reforço das reservas internacionais.

Segundo a ministra, a revisão da Lei Cambial aprovada em Dezembro de 2022 constitui um marco no aprofundamento da flexibilidade do mercado cambial, permitindo maior mobilidade de capitais e adaptação às exigências de uma economia aberta. Ainda assim, advertiu que esta liberalização deve respeitar o ritmo da robustez institucional e dos mecanismos de supervisão existentes.

“É nossa convicção que a liberalização da conta capital tem que ser gradual e cuidadosamente calibrada, tendo em consideração as especificidades da nossa economia”, afirmou.

A titular da pasta das Finanças também alertou para os riscos associados à liberalização, nomeadamente a volatilidade dos fluxos de capitais e o risco cambial, factores que podem exercer pressão sobre as reservas internacionais e comprometer a eficácia das políticas fiscal e monetária.

Objectivos Macroeconómicos e Entradas de Divisas

Carla Louveira lembrou que o Plano Económico e Social e Orçamento do Estado para 2025 prevê um influxo de 30 mil milhões de meticais (1,9% do PIB) em crédito externo e 58,2 mil milhões de meticais (3,8% do PIB) em donativos externos, reforçando a base cambial do país. Sublinhou ainda que estas projecções estão alinhadas com os compromissos assumidos no PQG 2025–2029 e na Estratégia Nacional de Desenvolvimento 2025–2044.

“Estas acções representam os esforços do Governo na melhoria em matéria de estabilidade e integridade do nosso sistema financeiro, contribuindo para a atracção do investimento interno e externo”, declarou.

A Ministra das Finanças, Carla Louveira

Desafios Internos e Reformas Estruturais

No seu discurso, a ministra abordou igualmente os choques económicos recentes, incluindo o terrorismo no norte, eventos climáticos extremos e manifestações violentas que resultaram na desaceleração da economia em 2024, com um crescimento de apenas 1,9%, contra os 5,5% inicialmente projectados. No primeiro trimestre de 2025, o PIB registou uma contracção de 3,9% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Em resposta, o Executivo adoptou medidas centradas na consolidação fiscal, na estabilidade da dívida pública e na criação de mecanismos de apoio à economia local, como o Fundo de Garantia Mútua, o Fundo para a Recuperação Económica (FRE) e o novo Fundo para o Desenvolvimento Económico Local (FDEL). Está igualmente em curso a criação de um Banco de Desenvolvimento.

Compromisso com a Reforma e a Transparência

Num contexto de reforço da credibilidade internacional, Moçambique concluiu com sucesso as 26 acções previstas no Plano do GAFI, tendo o país sido admitido para a fase final de remoção da lista cinzenta, incluindo a realização da visita “on-site” e da reunião “face to face” do Grupo de Revisão da Cooperação Internacional (ICRG), agendadas para Setembro de 2025.

A ministra encerrou o seu discurso apelando ao aprofundamento do diálogo entre a academia e os decisores políticos e reafirmou o compromisso do Governo com reformas estruturais que reforcem a competitividade do país.

“Queremos assegurar um crescimento económico sustentável, inclusivo e resiliente”, concluiu Carla Louveira, declarando aberta a XVI edição das Jornadas Científicas do Banco de Moçambique.

Combustíveis mais baratos: Gasóleo desce 7,9% e gasolina recua 2,6%

O Governo anunciou a redução dos preços dos combustíveis, medida que entra em vigor a partir da meia-noite desta quinta-feira (19), em todo o território nacional. A decisão enquadra-se nos esforços do Executivo para aliviar o custo de vida dos moçambicanos, face ao actual contexto económico.

De acordo com um comunicado divulgado ontem pela Autoridade Reguladora de Energia (ARENE), a gasolina passa a custar 83,57 meticais por litro, o que representa uma redução de 2,25 meticais face ao preço anterior de 85,82 meticais, correspondendo a uma diminuição de 2,62 por cento.

No caso do gasóleo, a descida é mais acentuada. O preço foi fixado em 79,88 meticais por litro, contra os anteriores 86,79 meticais, traduzindo uma redução de 6,91 meticais, equivalente a 7,96 por cento.

O petróleo de iluminação também registou uma queda no preço, passando de 69,35 meticais para 66,86 meticais por litro, uma redução de 2,49 meticais.

Relativamente ao Gás Natural Veicular (GNV), utilizado em viaturas, o novo preço é de 41,11 meticais por litro equivalente, contra os anteriores 42,40 meticais.

Já o preço do Gás de Petróleo Liquefeito (GPL), vulgarmente conhecido por gás de cozinha, mantém-se inalterado em 86,05 meticais por quilograma.

Os novos preços aplicam-se à venda ao público em postos de abastecimento localizados em distritos com terminais de distribuição nas cidades de Maputo, Matola, Beira, Nacala e Pemba.

Esta redução nos preços dos combustíveis insere-se no conjunto de medidas adoptadas pelo Executivo para mitigar o impacto da inflação e contribuir para o equilíbrio do poder de compra das famílias moçambicanas.

Empreendedoras moçambicanas chamadas a candidatar-se a financiamento e assistência técnica

A Goodwell, em parceria com o programa IYBA-WE4A (Investing in Young Businesses in Africa – Women Entrepreneurship for Africa), lançou um convite aberto à apresentação de candidaturas destinado a empresas lideradas por mulheres em quatro países africanos, nomeadamente Quénia, Tanzânia, Malawi e Moçambique.

A iniciativa constitui uma oportunidade estratégica para empreendedoras moçambicanas acederem a apoio técnico especializado e financiamento em condições favoráveis, visando impulsionar o crescimento dos seus negócios e reforçar o impacto ambiental positivo das suas actividades.

Para garantir elegibilidade, é fundamental que as candidaturas estejam completas e alinhadas com os objectivos traçados pelo programa.

O que o programa oferece:

  • Assistência técnica especializada, disponibilizada através da NYUMBA, uma plataforma dedicada de conhecimento e suporte empresarial;
  • Orientação personalizada para expansão dos negócios e ampliação do impacto climático das empresas seleccionadas;
  • Acesso a financiamento: até 35 empresas serão seleccionadas para beneficiar de empréstimos com taxas de juro reduzidas ou garantias de crédito.

As interessadas devem formalizar as suas candidaturas nos prazos estabelecidos pelo programa, reforçando assim o seu papel no desenvolvimento económico e sustentável da região.

As candidaturas estão abertas https://app.unconventional.capital/register?portfolio_id=32

Para mais informações, consulte as plataformas oficiais da Goodwell ou contacte as entidades gestoras do programa.

MRM investe 61 milhões de euros para triplicar capacidade de processamento de rubis

A Montepuez Ruby Mining (MRM), maior produtora de rubis de Moçambique, vai triplicar a capacidade de processamento de minério na sua concessão localizada em Cabo Delgado, passando das actuais 200 para 600 toneladas por hora, num investimento avaliado em 61,2 milhões de euros. A iniciativa insere-se na estratégia de expansão da Gemfields, empresa britânica que detém 75% da MRM, sendo os restantes 25% propriedade da Mwiriti, sociedade moçambicana.

A nova unidade de processamento, designada PP2, deverá estar concluída até ao final do primeiro semestre deste ano e representa, segundo fonte oficial da Gemfields, “um projecto crucial para o aumento da produção de rubis premium e geração de receitas adicionais para o grupo até ao final de 2025”.

O investimento de 70 milhões de dólares (equivalentes a 61,2 milhões de euros), excluindo taxas e encargos fiscais, constitui o maior realizado pela Gemfields desde a sua entrada no mercado moçambicano em 2012. Destes, 60 milhões de dólares (52,5 milhões de euros) já foram executados, estando previsto o alargamento do portfólio mineiro até 2026.

A implementação da PP2 permitirá não apenas o processamento simultâneo de maiores volumes de minério, mas também a diversificação da oferta, com rubis em diferentes tamanhos e tonalidades a chegar ao mercado. Além disso, abre margem para futuras expansões noutras áreas da concessão, que ocupa uma superfície de 34.966 hectares.

De acordo com Prahalad Kumar Singh, director-geral da MRM, “o investimento na PP2 é uma demonstração clara do nosso compromisso contínuo com a província de Cabo Delgado, com Moçambique e com as comunidades locais, para as quais a criação de empregos e o desenvolvimento económico são fundamentais”. Actualmente, a MRM emprega 1.300 trabalhadores, sendo 94% moçambicanos.

O reforço da capacidade produtiva surge num contexto em que o mercado global de pedras preciosas de cor dá sinais de recuperação, com perspectivas de crescimento sustentado no médio e longo prazos. Segundo previsões da Gemfields, a nova unidade permitirá um aumento significativo da produção e das receitas provenientes da exploração mineira.

Desde o início das operações, em 2012, a mina de Montepuez já gerou receitas acumuladas superiores a 1,17 mil milhões de dólares (1,02 mil milhões de euros), tendo contribuído para o erário público com 285,5 milhões de dólares (cerca de 250 milhões de euros) em impostos e dividendos.

De acordo com o mais recente relatório G Factor for Natural Resources, publicado a 5 de Junho de 2024, a MRM registou receitas totais de 117,2 milhões de dólares (102,5 milhões de euros) em 2024, abaixo dos 151,3 milhões de dólares (132,4 milhões de euros) alcançados em 2023. O G Factor mede a percentagem de receitas pagas pelas empresas ao Estado através de impostos e dividendos, com o objectivo de reforçar a transparência na gestão de recursos naturais.

As operações da MRM haviam sido temporariamente suspensas no final de 2024, na sequência de distúrbios sociais registados após as eleições gerais de Outubro. Contudo, a actividade foi retomada em Janeiro deste ano, com expectativas renovadas de contribuição para o desenvolvimento económico da província e do país.

Lucro da CDM aumenta 196% e sustenta aumento de 150% para os Accionistas

  • CDM distribuirá dividendos de 8,15 meticais por acção, em duas tranches;
  • Lucro líquido cresceu de 577 milhões para 1.706 milhões de meticais em 2024;
  • Expansão das exportações e redução de custos impulsionaram o desempenho;
  • Assembleia abordou impacto das bebidas importadas não seladas no mercado nacional;
  • Bruno Tembe nomeado novo Administrador Executivo da empresa.

A Cervejas de Moçambique (CDM) vai distribuir dividendos no valor de 8,15 meticais por acção aos seus cerca de 3.000 accionistas, o que representa um aumento de 150% face ao ano anterior. A decisão foi anunciada durante a Assembleia-Geral Ordinária da empresa, realizada recentemente em Maputo, e reflecte o robusto desempenho financeiro alcançado em 2024, apesar de um ambiente económico desafiante.

A CDM, empresa líder do sector cervejeiro em Moçambique, anunciou que os dividendos serão pagos em duas tranches iguais, a primeira em Junho e a segunda em Novembro de 2025. A deliberação surge na sequência de um resultado financeiro assinalável: um aumento de 196% no lucro líquido, que passou de 577 milhões de meticais em 2023 para 1.706 milhões em 2024.

Segundo o relatório apresentado na Assembleia-Geral, a melhoria nos resultados foi impulsionada pelo crescimento das exportações para a África do Sul, por ganhos de eficiência operacional e pela redução dos encargos financeiros. Este desempenho notável foi alcançado apesar de uma contracção de 2,5% nas receitas, atribuída à instabilidade pós-eleitoral verificada no último trimestre de 2024.

Durante a sessão, o Presidente do Conselho de Administração, Tomás Salomão, destacou o papel estratégico da CDM no tecido industrial nacional, reafirmando o compromisso da empresa com a inovação, a responsabilidade social e a sustentabilidade.

Já o Director-Geral, Galo Riveira, sublinhou os desafios enfrentados ao longo de 2024, incluindo os impactos causados por manifestações e perturbações logísticas. “Os resultados robustos confirmam a consolidação do nosso posicionamento no mercado”, afirmou.

A Assembleia serviu também para a abordagem de aspectos regulatórios, nomeadamente a preocupação da empresa relactivamente à entrada no país de bebidas importadas não seladas, o que representa uma ameaça tanto para a actividade comercial da CDM como para as receitas fiscais do Estado. A empresa apelou a uma fiscalização mais rigorosa e à revisão das actuais políticas de vedação de bebidas.

Em matéria de governação corporativa, foi anunciada a nomeação de Bruno Tembe como novo Administrador Executivo da CDM, em substituição de Hugo Gomes. Este último passa agora a liderar a Unidade de Negócios da África Austral e Este da AB InBev, empresa belgo-brasileira que detém a maioria do capital da CDM e é actualmente a maior cervejeira do mundo.

Paulo Varela, referência estratégica na liderança da Galp em Moçambique

Com uma carreira consolidada de mais de 30 anos, Paulo Varela é um executivo sénior com vasta experiência internacional em cargos de liderança nos sectores de petróleo e gás, infra-estruturas, indústria e telecomunicações. Desde 2015, desempenha as funções de Director-Geral da Galp Moçambique, país onde actualmente reside.

Licenciado em Direito, com especialização em Ciências Jurídico-Empresariais pela Universidade de Coimbra, possui formação complementar em Gestão Estratégica e Criação de Valor pela School of Business and Economics da Universidade Católica Portuguesa, assim como no Programa de Alta Direcção de Empresas (PADE) da AESE, em Lisboa. Detém ainda diversas pós-graduações em Marketing, Gestão e Direcção de Empresas.

Ao longo do seu percurso profissional, destacou-se pela liderança de processos de expansão e consolidação de operações empresariais em várias geografias, com particular incidência em África, Europa e Médio Oriente. Durante mais de duas décadas, exerceu funções de gestão no Grupo Visabeira SGPS SA, atuando em sectores como telecomunicações, energia, construção, imobiliário e turismo, em países como Moçambique, Angola, Emirados Árabes Unidos, Espanha, França e Alemanha. Entre 2009 e 2014, foi Presidente do Conselho de Administração da histórica Vista Alegre Atlantis S.A.

No âmbito associativo, desempenhou funções de Presidente da Direcção da Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola (CCIPA) entre 2014 e 2017 e é, desde maio de 2024, membro do Conselho da Diáspora Portuguesa. Actualmente, exerce o cargo de Presidente da Assembleia Geral da CCIPA e de Vice-Presidente do Conselho Geral da Câmara de Comércio Portugal-Moçambique.

Paulo Varela, CEO da Galp Moçambique

Ao longo da sua trajectória, integrou também órgãos de administração de prestigiadas instituições e empresas, como Portugal Telecom, Banco Único (Moçambique), PCI – Parque de Ciência e Inovação de Aveiro, Gevisar SA, entre outras.

Reconhecido pela capacidade de liderança estratégica e pela promoção de iniciativas de desenvolvimento económico e empresarial, Paulo Varela tem contribuído de forma activa para o fortalecimento das relações institucionais e para o crescimento do sector privado, em particular no espaço lusófono.

 

Paulo Varela: A Strategic Leader at the Helm of Galp in Mozambique

With a consolidated career spanning over 30 years, Paulo Varela is a senior executive with extensive international experience in leadership roles across the oil and gas, infrastructure, industry, and telecommunications sectors. Since 2015, he has been serving as the Managing Director of Galp Mozambique, the country where he currently resides.

Graduated in Law with a specialization in Business and Corporate Law from the University of Coimbra, he also holds complementary training in Strategic Management and Value Creation from the School of Business and Economics at the Portuguese Catholic University, as well as from the Advanced Management Program (PADE) at AESE Business School in Lisbon. Additionally, he has completed several postgraduate courses in Marketing, Management, and Business Administration.

Throughout his professional journey, he has stood out for leading expansion and consolidation processes of business operations in various regions, with particular focus on Africa, Europe, and the Middle East. For over two decades, he held management positions at Visabeira SGPS SA Group, operating in sectors such as telecommunications, energy, construction, real estate, and tourism, in countries including Mozambique, Angola, the United Arab Emirates, Spain, France, and Germany. Between 2009 and 2014, he served as Chairman of the Board of Directors of the historic Vista Alegre Atlantis S.A.

In the associative sphere, he served as President of the Board of the Portugal-Angola Chamber of Commerce and Industry (CCIPA) from 2014 to 2017 and has been a member of the Portuguese Diaspora Council since May 2024. He currently holds the position of President of the General Assembly of CCIPA and Vice-President of the General Council of the Portugal-Mozambique Chamber of Commerce.

Paulo Varela, CEO of Galp Mozambique

Throughout his career, he has also served on the boards of prestigious institutions and companies, such as Portugal Telecom, Banco Único (Mozambique), PCI – Science and Innovation Park of Aveiro, Gevisar SA, among others.

Recognised for his strategic leadership and for promoting economic and business development initiatives, Paulo Varela has played an active role in strengthening institutional relations and fostering the growth of the private sector, particularly within the Portuguese-speaking world.

Hotel Cardoso inaugura salas de conferência e apresenta projecto de reabilitação com foco no turismo nacional

Com mais de 100 anos de história na hospitalidade moçambicana, o emblemático Hotel Cardoso inicia uma nova etapa ao apresentar as suas novas e modernas salas de conferência, reafirmando o seu papel de referência no sector do turismo e eventos em Moçambique.

Esta iniciativa acontece no contexto das comemorações dos 50 anos da Independência de Moçambique, um marco histórico que reforça a importância de resgatar o passado com os olhos no futuro.

Com esta nova fase, o Hotel Cardoso reforça o seu contributo para a dinamização da economia nacional, através da promoção activa do turismo, da criação de novas oportunidades de negócio e do fortalecimento das relações institucionais e empresariais no país.

Situado num dos pontos mais altos da cidade, o Hotel Cardoso é hoje considerado o melhor cartão-postal de Maputo, com uma vista arrebatadora sobre a Baía de Maputo e a Ponte Maputo-Katembe. O seu jardim icónico, agora com toques de modernidade, tem sido o cenário dos mais belos momentos, incluindo os pedidos de casamento mais memoráveis da capital.

“Com novas infra-estruturas e uma visão ajustada aos novos tempos, o Hotel Cardoso reafirma o seu compromisso com o turismo e o desenvolvimento do país. Esta nova fase é também um tributo à nossa história e aos nossos hóspedes que nos acompanham há décadas.”

Com foco no futuro a Direcção está levar cabo uma série de eventos para apresentação do projecto de reabilitação e reestruturação do Hotel, uma iniciativa estratégica que visa adequar o espaço aos desafios e exigências da actualidade, preservando o charme e o legado que caracterizam esta unidade histórica.

A agenda do evento estará centrada no impacto do turismo para o desenvolvimento nacional, destacando o papel que o Hotel Cardoso tem desempenhado, e continuará a desempenhar, como ponto de encontro para negócios, cultura, lazer e crescimento económico em Moçambique.

Adicionalmente, no dia 26 de Junho de 2025, será realizado um evento especial de Business Networking para clientes e parceiros. O objectivo é apresentar os novos espaços do hotel como locais ideais para formações, seminários, cocktails, casamentos e outras ocasiões especiais.