Tuesday, April 7, 2026
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Fundação Galp constrói biblioteca e três salas de aula em Nampula

A Fundação Galp financiou a construção de uma biblioteca e três salas de aulas, para os alunos da Escola Secundária de Natôa, no Distrito de Rapale, Província de Nampula.

A biblioteca ora construída é de raiz, apetrechada com material escolar e conta com uma literatura diversa. A mesma vai beneficiar cerca de 1700 crianças e conferirá uma educação de qualidade para as mesmas, bem como reduzir o sofrimento a que estas eram sujeitas

 Novos equipamentos, mobilados e apetrechados, vão beneficiar cerca de 1700 crianças do Distrito de Rapale e garantir o acesso a uma educação de qualidade e em segurança

A Biblioteca garante estatuto de Escola Secundária e permite aos alunos prosseguirem os seus estudos além do Ensino Primário sem terem de se deslocar para outras localidades.

 

 

Total e CTA criam “Task Force” para resolver Pesadelo de pagamento em atraso

A Confederação das Atividades Econômicas e a Total criam uma equipa conjunta para resolver os atrasos nos pagamentos de empresas moçambicanas, após o ataque a Palma e saída da petrolífera de Cabo Delgado.

A CTA apresentou as preocupações do sector privado à Total e ao embaixador da França, durante reuniões mantidas, nesta terça-feira, em Maputo. Dentre várias questões destaca-se o atraso nos pagamentos que está a tornar-se num pesadelo para o sector privado, refere o Presidente da CTA, Agostinho Vuma. 

De acordo com Vuma, a Total informou estar a trabalhar arduamente para encontrar soluções para os contratos em curso através de contratadas e garante não ter pagamentos em atraso, avançou.

Como forma de resolver o problema, a CTA e a petrolífera acordaram em  “criar uma task force” conjunta para mapear os pagamentos pendentes e cujas mercadorias tenham sido ordenadas pelas contratadas e facilitar, contrato a contrato o cumprimento das obrigações com as pequenas e médias empresas moçambicanas.

Plataforma para produção de gás chega Moçambique

A plataforma flutuante que vai ser o primeiro projeto a produzir gás natural na bacia do Rovuma estará em águas moçambicanas em Dezembro, anunciou o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi.

“Recebemos com agrado a informação do operador de que o barco (plataforma integrada de exploração e processamento) chegará a Moçambique em dezembro deste ano”, referiu, antecipando a última previsão que apontava a chegada para o primeiro trimestre de 2022. 

Filipe Nyusi falava em Maputo, durante a sessão de abertura de um evento ligado à indústria extrativa, com participantes do setor e num discurso em que resumiu as perspetivas do país na área.

“A plataforma poderá alcançar a meta de começar a produzir em 2022”, com uma capacidade de 3,4 milhões de toneladas de gás natural liquefeito por ano

A plataforma faz parte do consórcio da Área 4 liderado pela Exxon Mobil e Eni a partir das reservas de gás Coral Sul.

 

HCB regista 6,1% de produção do primeiro trimestre

A Empresa Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), superou em 6,1%, no primeiro trimestre de 2021, uma produção de 3671,91 GWh, do que foi planeado para o trimestre em referência.

Este desempenho positivo da produção, resulta dos investimentos na modernização dos equipamentos na cadeia de Produção do parque electro-produtivo e de uma gestão dinâmica, focalizada numa melhoria contínua dos processos de engenharia  e toda cadeia administrativa de produção, transporte e comercialização de energia limpa e fiável, refere o comunicado.

Segundo a HCB, o resultado alcançado permite à empresa continuar a implementar os seus projectos de modernização, cumprir com os contratos de fornecimento de bens, serviços e equipamento de produção e transporte de energia.

A empresa garante contínuo trabalho, para o alcance da meta anual de 1.4125.53 GWh.

Clientes Executive e Private com acesso ao Flamingo Lounge

Portadores de cartões de crédito Executive e Private do Standard Bank já podem ter acesso exclusivo ao Flamingo Lounge, um espaço VIP existente nos aeroportos nacionais, para lazer e negócio antes do embarque, bem como durante as escalas.

A oferta desses benefícios resulta de uma parceria entre o banco e a empresa NL Índico e enquadra-se na estratégia de serviço do Standard Bank, que coloca em primeiro lugar a satisfação dos clientes.

Durante a estadia no Flamingo Lounge, os clientes do banco terão acesso a lanches, bebidas e internet gratuita. 

Os clientes poderão beneficiar, também, do Centro de Negócios, meios de entretenimento, entre outros, desde que apresentem o cartão de embarque, para além do cartão de crédito Executive ou Private do Standard Bank.

Além dos benefícios acima, juntam-se a uma imensa lista de benefícios associados aos cartões de crédito, entre os quais destacam-se o seguro de viagem, seguro de compras, Lounge Key, que consiste no acesso a mais de 800 lounges em aeroportos em todo o mundo.

 

Projecto GNL retomará após garantias de segurança

O Governo moçambicano declarou nesta quarta-feira, 21 de Abril, que a construção de infraestruturas de produção de gás natural na província de Cabo Delgado será retomada logo que haja garantias de segurança nesta província do norte do país.

“Assim que estiver garantida a segurança das pessoas e bens das áreas afetadas pelo terrorismo em Cabo Delgado e em particular na zona da sua implantação, [as empresas] irão retomar os trabalhos de construção das primeiras duas unidades de liquefação de gás natural do Projecto Golfinho/Atum”, para produção de 12 milhões de toneladas por ano, disse o ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, João Machatine.

O governante falava na Assembleia da República, em nome do ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela, em resposta a perguntas das bancadas do parlamento moçambicano sobre o ponto de situação dos projetos de gás natural.

O ano de 2024 tem sido apresentado como o momento de arranque do projeto liderado pela multinacional francesa Total, mas a petrolífera paralisou as actividades por tempo indeterminado, na sequência do ataque, em 24 de março, por grupos armados, à vila de Palma, a cerca de seis quilómetros da península de Afungi, zona do empreendimento.

Na resposta aos deputados, João Machatine manifestou otimismo sobre o relançamento dos projetos, mas sem entrar em detalhes.

Grupos armados aterrorizam Cabo Delgado desde 2017, sendo alguns ataques reclamados pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico.

O FNB disponibilizará pesquisa de perspectivas de mercados

First National Bank

Pensando em si e nos seus negócios, o FNB, passará a disponibilizar bimensalmente a pesquisa de mercados que contempla previsões económicas, cambiais e classificação actualizada de Moçambique e outros países africanos.

A mesma, que foi preparada pela equipa de pesquisa do FirstRand Bank Limited e FirstRand EMA (Pty) Limited, irá apresentar o comportamento da economia no ultimo ano (2020) para auxilio nas provisões para os próximos meses de 2021 e posteriormente de 2022.

A pesquisa irá servir a vários objectivos e ajudar aos clientes a tomar diversas conclusões; O FNB pretende disponibilizar o mesmo, bimensalmente.

Novo Terminal Aduaneiro começa a operar em maio próximo

 

O novo Terminal aduaneiro, de Ressano Garcia, na Fronteira entre Moçambique e Africa do Sul, começa a operar a partir do próximo mês de Maio.

Orçado em cerca de 3,5 milhões de dólares, o empreendimento vai reduzir para metade a media de 500 camiões que transitam diariamente na Estrada Nacional Numero4 (EN4), para o Porto de Maputo.

O Director Comercial da empresa Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), Vitorino Chiteve, disse que neste Momento decorremos últimos acertos para que o terminal aduaneiro comece a operar.

O terminal, também denominado Porto Seco, tem a capacidade para armazenar 250 mil toneladas de minério ferro-crómio por mês. 

Webinar: Inclusão Financeira Feminina

A IPSOS Moçambique realizou, ontem, dia 20 de Abril, pelas 19h00, hora local, uma Webinar, com o tema, Inclusão Financeira Feminina em Moçambique

Estatísticas apontam que, embora a exclusão financeira tenha diminuído para homens e mulheres, em Moçambique a diferença de gênero permanece. 

Apesar da sua igual importância com os empresários masculinos, as mulheres têm negócios de menor dimensão e empregam menos pessoas, têm maiores exigências em casa, enfrentam a descriminação e o acesso desigual às redes sociais.

Vale chega a acordo com Mitsui para saída de Moçambique

A empresa japonesa Mitsui anunciou esta terça-feira (20.04)  acordo com a mineradora brasileira Vale para a sua saída do projecto de exploração de carvão em Moçambique.

O Acordo prevê a transferência de interesses da empresa japonesa para a Vale. A empresa brasileira venderá todo o projeto de extração de carvão a uma nova entidade.

 

Em 10 anos, a Vale obteve lucro no país em 2017 e 2018.

Mitsui e Vale “executaram um acordo definitivo sobre a transferência de interesses” da empresa japonesa para a brasileira, que por sua vez deverá vender todo o projeto de extração e exportação de carvão a uma nova entidade.

 

A transação entre Mitsui e Vale “deverá estar concluída ao longo de 2021, na sequência do cumprimento de condições preliminares, incluindo as aprovações das autoridades reguladoras competentes”.

A Mitsui vai assim liquidar as duas firmas que detém em Moçambique para conceder empréstimos para a mina de carvão de Moatize e para a linha férrea de escoamento para exportação no porto de Nacala, respetivamente.

Transferência de empréstimos

A liquidação será feita “após a transferência dos empréstimos detidos por ambas as empresas para a Vale” e respetivo fecho de contas. “Não se espera um impacto significativo nas demonstrações financeiras relacionadas com esta questão”, conclui a Mitsui.

 

Vale obteve lucro em Moatize em 2017 e 2018

A transação com a japonesa Mitsui é feita pelo preço simbólico de um dólar, mas passam para a Vale todas as despesas e encargos associados – incluindo um saldo em aberto de 2,5 mil milhões de dólares (cerca de dois mil milhões de euros).

A Vale anunciou em janeiro que “após a aquisição das participações da Mitsui e, consequentemente, após a simplificação do negócio e gestão de ativos”, dará início ao “processo de desinvestimento da sua participação no negócio de carvão, que será pautado pela preservação da continuidade operacional da mina de Moatize e do corredor logístico do norte [linha férrea], através da procura de um terceiro interessado nesses ativos”.

A Vale emprega cerca de 8 mil pessoas, perto de 3 mil trabalhadores próprios e os restantes subcontratados, sendo que o carvão é atualmente um dos principais produtos de exportação de Moçambique, destinado sobretudo à Ásia. Antes de vender todo o empreendimento, a Vale está a realizar investimentos com os quais espera alcançar uma retoma de produção, atingindo 15 milhões de toneladas de carvão em 2021 – após 5,1 milhões de toneladas em 2020. Ao longo de 10 anos de operação em Moçambique, só em dois (2017 e 2018) é que a empresa teve lucro no país.