Monday, June 29, 2026
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Governo garante continuidade de exploração do carvão em Moatize

Governo pretende preservar o funcionamento do projecto de extracção e exportação de carvão em Moatize, província de Tete, mesmo quando se consumar a saída da mineradora brasileira Vale.

Max Tonela, ministro dos Recursos Minerais e Energia, garantiu que o governo tem estado a acompanhar o processo, assegurando que não seja posto em causa a continuidade das operações do empreendimento de carvão em Moatize nem no corredor de Nacala.

Segundo Tonela, a transacção entre a Vale e a Mitsui – mineradora japonesa com quem a Vale operava – “deverá estar concluída ao longo de 2021, na sequência do cumprimento de condições preliminares, incluindo as aprovações das autoridades reguladoras competentes”.

Os maiores erros cometidos por empreendedores iniciantes

Errar é humano, como diz o ditado. Mas conhecendo os passos que devemos seguir, podemos evitar erros e conseguir bons resultados.

Pretendemos elucidar os empreendedores iniciantes sobre alguns erros que podem cometer e que lhes podem custar muito tempo. Como se diz popularmente, o tempo é dinheiro.

  • Achar que pode vender tudo para todos.

Conforme sabemos, é impossível agradar a todos. Pensar que tem uma ideia ou produto que pode vender para todo o mundo sem uma definição de um público específico é um grande erro. Não conhecer o público-alvo é um dos erros mais comuns de novos empreendedores, até alguns com mais tempo no mercado. Determine um público alvo e estude-o, feito isso, será mais fácil viabilizar o seu negócio. Os seus esforços devem estar centrados nos seus potenciais clientes e não no seu país, pois nem todas pessoas têm os mesmos interesses.

  • Não “sentar” para aprender.

Para atuar da melhor maneira num mercado cada vez mais competitivo como o nosso é preciso ter conhecimentos sólidos da sua área de atuação, para tê-los você precisa sentar para aprender. É inevitável.

O conhecimento é a base e guia para tudo. Pode dispor de material de ponta para o seu projeto ou negócio mas sem conhecimento para operacionalizar o material não terá valor.

Por isso, não pense duas vezes, senta para aprender. Esteja sempre actualizado sobre a sua área de atuação. Há um conjunto de conhecimentos básicos que um empreendedor deve ter ( fazer um plano de negócio, Gestão financeira, marketing Digital, liderança e etc). Para um empreendedor, o aprendizado é sempre dinâmico. Parar é morrer. Leia mais livros, pesquise mais e compre cursos. 

  1. Achar-se um gênio incompreendido.

É muito comum os novos empreendedores apresentarem uma postura de um gênio incompreendido. Numa organização ou empresa esta postura cria um ambiente de “queremos ver até onde ele irá chegar”, uma generalizada improdutividade que afetará toda a equipe. Os gênios incompreendidos apenas validam as suas ideias, sem, muitas vezes, se importar com o que os outros acham. um empreendedor deve ser o mais acessível e humilde possível para possibilitar a aprendizagem através dos outros. O ser humano não é autossuficiente. Exige-se uma boa capacidade de liderança de um empreendedor. 

  • Guardar ideias durante muito tempo.

O mundo vive de ideias, elas movem-no. As grandes empresas que vemos hoje e reconhecê-las são feitas de ideias.  Ter ideias todo o mundo quer mas há quem tem e nunca tira para a prática por esperar o momento certo. Uma ideia brilhante sem nunca ter sido testada na prática não passa de uma imaginação. teste as suas ideias, mostre ao mundo. Não espere o momento certo porque ele pode não chegar. Ideias desenvolvem-se ao longo do tempo. Ou acha que todas as ideias do mundo surgiram e funcionaram sem necessidade de desenvolver? A ideia que o mundo espera pode ser a sua, mas se não mostrar, quem irá saber? Mostre. 

Agora que já conhece os passos a seguir para se tornar num empreendedor de sucesso não perca mais tempo, aplique-os. Esta é a hora de transferir a teoria para a prática. Não adie o seu sucesso, siga os passos acima e chegue mais cedo ao sucesso. 

Sasol vende participação no Gasoduto de Moçambique

A Sasol Ltd. concordou em vender uma participação de 30% do gasoduto de gás natural que liga Moçambique à África do Sul por um montante de 20 mil milhões de meticais (361 milhões de dólares), a fim de pagar a dívida. 

O negócio surge como parte de um programa acelerado de vendas de activos que ajudará a Sasol a reduzir os empréstimos que aumentaram em meio a estouros de custos num projecto gigante de produtos químicos dos EUA. A empresa começou a procurar um comprador para suas acções de gasoduto no ano passado, enquanto examinava maneiras de reforçar suas finanças em meio a crescente pressão dos credores, segundo escreve a Bloomberg.

A Sasol vai vender a participação do gasoduto Rompco a um grupo de compradores. O consórcio de compra inclui a Reatile Group Pty Ltd., uma empresa de investimento sul-africana detida pela South African Investment Company, centrada na energia e petroquímica, juntamente com o IDEAS Fund, um fundo de investimento em infra-estruturas gerido pela African Infrastructure Investment Managers Ltd., que é uma subsidiária da Old Mutual. O negócio deve ser efectivado no segundo semestre deste ano.

 

Os desafios dos canais digitais na era pós-covid. O que mudou?

No próximo dia 26 de Maio às 10h a Link, em parceria com a Polygon, e com o apoio da AFIP apresenta a nova versão do Bank on Box 4.0 ao mercado: A nossa renovada solução de canais traz bastantes novidades e gostaríamos de poder partilhá-las consigo, neste momento tão especial para nós!

Neste evento teremos, também, um painel de representantes de várias instituições financeiras, a discutir os desafios dos canais digitais na era pós-covid, com a moderação de Pedro Pinto Coelho, atual Chairman da AFIP e Executivo Sénior na Banca, com +20 anos de experiência internacional em Serviços Financeiros e a participação de:

– António Henriques, Deputy CEO do Bison Bank
– Ivo Vilhena, Director Informática e Inovação Digital do MBIM (Moçambique)
– Filipe Silvério, Head of Digital Transformation do BFA (Angola)
– António Marques Dias, Partner | Head of Marketing and Sales da Sixty Degrees

Acesse o link para saber mais:

https://www.linkedin.com/events/osdesafiosdoscanaisdigitaisnaer6798216935831048193/

A Língua Portuguesa como fator de integração e desenvolvimento

O português é língua oficial de nove países: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné-Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. É também língua oficial da Região Administrativa Especial de Macau, na China.

Em Outubro de 2019, a UNESCO anunciou a decisão de assinalar, no dia 5 de Maio de cada ano, o Dia Mundial da Língua Portuguesa, decisão essa que reflete uma decisão tomada em 2009 pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Dado este contexto, a Câmara de Comércio Belgo-Portuguesa organiza um webinar híbrido dia 17 de Maio de 2021, das 15:00 às 18:00 CET, a partir do Press Club Brussels Europe, sobre a promoção da nossa Língua como veículo cultural e de negócios, refletindo assim a crescente importância da Língua Portuguesa no panorama Global.

Para se inscrever acesse o link:

https://zoom.us/webinar/register/WN_cpXJ2_rKR-WgbnAERGKsmg

Projecto da ENI continua à todo vapor

Actividades em Afungi

Petrolífera italiana Eni continua com a previsão de abertura, ainda este ano de pelo menos um furo de pesquisa de petróleo ou gás natural na Área A5-A, localizada no norte do país.

Fonte do Instituto Nacional de Petróleos (INP) garantiu que no quadro do programa acordado com o Governo, a execução do primeiro furo está prevista para o último trimestre do ano ou inícios do próximo

A firma referiu que, não obstante os efeitos adversos do coronavírus, ainda não comunicou ao Governo qualquer intenção de alterar o programa e de acordo com o jornal “Notícias” a Eni tem neste momento uma plataforma de pesquisa que se encontra a trabalhar no quadro do projecto Coral Sul.

De acordo com a petrolífera, tal plataforma deverá permanecer no país até Dezembro deste ano.

 

Oferta tarifária deve estar alinhada com as prioridades de desenvolvimento nacional

Ludovina Bernardo, vice-ministra da Indústria e Comércio, diz que a oferta tarifária deve estar em linha com as prioridades de desenvolvimento nacional e as políticas e estratégias em vigor no País, no âmbito da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA).

Criada em Março de 2018, em Kigali, Ruanda, durante a X Cimeira Extraordinária da União Africana, com o objectivo de introduzir um mercado único de mercadorias e serviços, a fim de aprofundar a integração económica do continente, a Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) está em vigor desde o dia 1 de Janeiro de 2021.

Apesar de ter sido um dos primeiros países a assinar o acordo de adesão, Moçambique ainda não o ratificou, estando em curso estudos de avaliação do impacto, bem como na elaboração da estratégia nacional de implementação, que permitirão ao País tirar melhores vantagens a médio e longo prazo.

“A ratificação não é apenas uma decisão política. A estratégia nacional de implementação da Zona de Comércio Livre Continental Africana que o Governo vai adoptar deverá ter um plano de acção realista e faseado. Moçambique pretende continuar a construir a sua geografia de desenvolvimento económico multilateral, integrando cada vez mais a sua economia em África e no mundo, aproveitando as lições de outros processos de integração”, disse a governante.

Segundo Ludovina Bernardo, Moçambique pretende ser uma referência competitiva dos serviços de logística e infra estruturas portuárias, corredores de desenvolvimento, turismo, industrialização, especialização e modernização tecnológicas, pesquisa aplicada, distribuição estratégica de energia, inclusão e participação das micro, pequenas e médias empresas (MPME), desenvolvimento da capacidade empreendedora de jovens e mulheres, facilitação de comércio como parte estruturante da melhoria do ambiente de negócios, entre outras áreas.

Apesar dos desafios, segundo a vice-ministra da Indústria e Comércio, a Zona de Comércio Livre Continental Africana afigura-se importante e traz inúmeras oportunidades para Moçambique, em particular no que diz respeito à competitividade existente nos sectores prioritários, ao incremento de receitas e à competitividade diferenciada do sector privado nacional.

Ludovina Bernardo falava durante a III Mesa-Redonda Económica Moçambique-União Europeia, que decorreu quarta-feira, 12 de Maio, na cidade de Maputo, sob o lema “A Zona de Comércio Livre Continental Africana: um Factor de Mudança para o Continente e para Moçambique” Importa realçar que a III Mesa-Redonda Económica Moçambique-União Europeia estava inserida nas actividades da Semana da Europa, e, em particular, da celebração do dia 9 de Maio, Dia da Europa.

Na ocasião, o embaixador da União Europeia em Moçambique, António Sánchez-Benedito Gaspar, considerou que a criação de um mercado único no continente africano é um processo irreversível, sendo, por isso, necessário que Moçambique se preocupe em saber como e o que fazer para tirar benefícios deste “projecto tão ambicioso de criar uma zona integrada de comércio livre de barreiras em África”. 

O século XXI vai ser de África. O processo de crescimento económico, antes da Covid-19 era muito forte, sendo que seis das 10 economias que mais cresciam no mundo eram africanas, incluindo, nos últimos anos, Moçambique.

Estou certo de que esta tendência vai manter-se. Moçambique está muito bem posicionado para aproveitar estas oportunidades porque possui muitos recursos humanos, materiais e uma localização geográfica estratégica, que são aspectos fundamentais”, referiu o diplomata.

Moçambique na Cimeira de Financiamento das Economias Africanas

Cerca de 15 dirigentes africanos, incluindo os chefes de Estado Filipe Nyusi de Moçambique e João Lourenço de Angola, farão-se presentes numa cimeira sobre o fomento das economias. O evento terá lugar em Paris, na terça-feira, 18 de Maio. A ideia é implementar meios financeiros que possam realçar a economia africana.

Apesar do continente ter sido menos afectado do que os outros em termos de óbitos, o Produto Interno Bruto deve recuar este ano 2,1%, um cenário de recessão que se pretende combater.

Atrair liquidez para África, para os sectores público e privado é o mote da iniciativa, por forma a fazer face a subida de taxas de juro, consequência da Covid-19 na economia mundial. 

O FMI poderia emitir 650 mil milhões de euros, incluindo 34 mil milhões para África em instrumentos de câmbio que permitam, nomeadamente, financiar as importações.

Paris pretende implementar uma ajuda avultada à África e colocar os alicerces para um novo ciclo de crescimento.

São aguardados cerca de 15 dirigentes africanos e do lado europeu Itália, Espanha, Portugal e União Europeia devem também marcar presença. 

Vale vai abandonar a exploração de carvão em Moçambique, mas sem data definida

O Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela, disse que a mineradora Brasileira Vale vai mesmo retirar-se do negócio do carvão. O ministro assegura que o processo decorre a bom ritmo e que estão salvaguardados os direitos da população.

Limita-se a uma questão de tempo a conclusão do processo de retirada do mercado nacional da mineradora Vale, envolvida na exploração do carvão mineral no centro do país há mais de 10 anos.

“O primeiro passo será o negócio efectuado entre os dois accionistas, a Vale e a Mitsui, que irá permitir que  Vale tome conta de 100% do que existe quer na componente de infra-estrutura no corredor de Nacala, quer na componente do sector minério e esse passo deverá ser encerrado nas próximas semanas”, garantiu o ministro.

É do conhecimento do Governo que a Vale já contratou alguns bancos de investimento que estão a assessorar a identificação de empresas que tenham competências técnicas e financeiras para adquirir a participação da Vale no negócio. 

“O Governo tem estado a acompanhar o processo, assegurando que não seja posta em causa a continuidade das operações do empreendimento mineiro de Moatize de carvão nem no corredor de Nacala”, sustentou Tonela. 

As mais valias serão ainda objecto de uma avaliação da Autoridade Tributária de Moçambique 

Peter Blenkinsop CEO do FNB com o maior índice de favorabilidade

Peter Blenkinsop, CEO do FNB Moçambique, ocupa o primeiro lugar no pódio do índice de favorabilidade (82/100) e o terceiro em termos de visibilidade nos media. Foi considerado o Chief Executive Officer com a cobertura mais positiva nos media em Moçambique, ao longo do primeiro trimestre de 2021.

A avaliação foi feita pela multinacional CARMA, uma empresa especializada em media intelligence e análise de informação de media, no seu mais recente estudo sobre a análise dos media em Moçambique: “CEO Media Report Mozambique de 2021”. 

O forte empenho e distinção da marca FNB, as acções de responsabilidade social em relação ao Ciclone Eloise e a nomeação como a marca mais valiosa de África impulsionaram o alcance deste resultado.

O “CEO Media Report Mozambique de 2021” teve como critérios de avaliação, o número de notícias publicadas, a favorabilidade e a reputação dos principais CEO, Presidentes de Conselhos de Administração e directores de empresas nos meios de comunicação social em Moçambique.