Friday, April 17, 2026
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Contribuição fiscal da Kenmare Resources alcançou 1,9 mil milhões de meticais em 2023

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A Kenmare Resources, uma das principais produtoras globais de titânio e zircão, responsável pela operação da mina de Moma, na província de Nampula, Norte de Moçambique, anunciou que em 2023 efectuou o pagamento total de 1,9 mil milhões de meticais (30,5 milhões de dólares) ao Estado em taxas e impostos.

Desse montante, aproximadamente 1,2 mil milhões de meticais (19,7 milhões de dólares) foram destinados a taxas, 644,6 milhões de meticais (10,2 milhões de dólares) a royalties e 31,8 milhões de meticais (504 mil dólares) as licenças e concessões, conforme informou a agência de notícias Lusa nesta Segunda-feira (13).

No contexto financeiro, a Kenmare Resources relatou um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) de 220 milhões de dólares (13,9 mil milhões de meticais) para o ano de 2023, representando uma redução de 26% em comparação com o ano anterior. Em Março deste ano, o Conselho de Administração declarou uma distribuição de 50 milhões de dólares (3,1 mil milhões de meticais) aos accionistas, um aumento de 3% em relação ao ano anterior.

A empresa, listada nas bolsas de Londres e Dublin, registou um aumento de 4% nos custos operacionais totais em dinheiro, alcançando 228 milhões de dólares (14,4 mil milhões de meticais), devido ao aluguer de mais equipamentos móveis pesados e custos mais elevados de combustível. A produção de minerais pesados (HMC) diminuiu 9% devido a menores teores de minério e taxas de extracção afectadas por interrupções de energia e quedas de raios.

A Kenmare Resources desempenha um papel significativo na economia de Moçambique, representando aproximadamente 7% das matérias-primas globais de titânio.

Kenmare Resources’ tax contribution reaches 1.9 billion meticais in 2023

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Kenmare Resources, one of the main global titanium and zircon producers, responsible for operating the Moma mine in Nampula province, northern Mozambique, announced that in 2023 it paid a total of 1.9 billion meticais (30.5 million dollars) to the state in taxes and fees.

Of this amount, approximately 1.2 billion meticais (19.7 million dollars) was earmarked for fees, 644.6 million meticais (10.2 million dollars) for royalties and 31.8 million meticais (504,000 dollars) for licenses and concessions, according to the Lusa news agency on Monday (13).

In the financial context, Kenmare Resources reported earnings before interest, taxes, depreciation and amortization (EBITDA) of 220 million dollars (13.9 billion meticais) for the year 2023, representing a reduction of 26% compared to the previous year. In March this year, the Board of Directors declared a distribution of 50 million dollars (3.1 billion meticais) to shareholders, an increase of 3% on the previous year.

The company, listed on the London and Dublin stock exchanges, recorded a 4% increase in total operating costs in cash, reaching 228 million dollars (14.4 billion meticais), due to the rental of more heavy mobile equipment and higher fuel costs. Production of heavy minerals (HMC) fell by 9% due to lower ore grades and extraction rates affected by power interruptions and lightning strikes.

Kenmare Resources plays a significant role in Mozambique’s economy, accounting for approximately 7% of global titanium raw materials.

Delegação Japonesa avalia impacto ambiental e social do Projecto Mphanda Nkuwa

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O Governo do Japão, por meio da Agência Japonesa de Cooperação Internacional (JICA), conduziu uma visita de trabalho à província de Tete, no centro de Moçambique, para avaliar a implementação dos planos ambientais e sociais relacionados ao projecto Mphanda Nkuwa. Durante a visita, a delegação japonesa interagiu com comunidades locais, autoridades e a equipe do Gabinete de Implementação do Projecto Hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa (GMNK), discutindo os progressos e desafios do empreendimento.

Os principais tópicos discutidos incluíram a capacitação institucional, o desenvolvimento de um plano director e a possibilidade de formação técnica para profissionais moçambicanos no setor de energia. O Japão expressou sua disposição para coordenar esforços com a Electricidade de Moçambique (EDM) e a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) para facilitar a construção da barragem.

O projecto Mphanda Nkuwa visa atender às crescentes demandas de energia do país, oferecendo oportunidades para mitigar as mudanças climáticas e preservar o meio-ambiente. Além disso, representa um investimento significativo em infra-estrutura de energia renovável, posicionando Moçambique como um ator-chave no sector e atraindo investimento nacional e estrangeiro.

Prevê-se que a construção da barragem leve cinco anos e comece a operar em 2031, com um custo estimado de 4,5 mil milhões de euros. O projecto inclui o desenvolvimento de uma barragem a fio de água no rio Zambeze, uma central hidroeléctrica com capacidade de até 1500 Megawatts e uma linha de transmissão de alta tensão de Tete a Maputo, totalizando cerca de 1300 quilómetros.

Em Dezembro passado, o governo moçambicano e um consórcio liderado pela Electricidade de França (EDF) assinaram acordos para a implementação do projecto. O consórcio internacional, que também inclui a TotalEnergies da França e a Sumitomo Corporation do Japão, detém 70% da hidroeléctrica, enquanto a HCB e a EDM detêm os 30% restantes em nome do Estado moçambicano.

Japanese delegation assesses environmental and social impact of Mphanda Nkuwa project

Projecto Mpanda

The Government of Japan, through the Japan International Cooperation Agency (JICA), conducted a working visit to the province of Tete, in central Mozambique, to assess the implementation of the environmental and social plans related to the Mphanda Nkuwa project. During the visit, the Japanese delegation interacted with local communities, authorities and the Mphanda Nkuwa Hydroelectric Project Implementation Office (GMNK) team, discussing the progress and challenges of the project.

The main topics discussed included institutional capacity building, the development of a master plan and the possibility of technical training for Mozambican professionals in the energy sector. Japan expressed its willingness to coordinate efforts with Electricidade de Moçambique (EDM) and Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) to facilitate the construction of the dam.

The Mphanda Nkuwa project aims to meet the country’s growing energy demands, offering opportunities to mitigate climate change and preserve the environment. It also represents a significant investment in renewable energy infrastructure, positioning Mozambique as a key player in the sector and attracting domestic and foreign investment.

Construction of the dam is expected to take five years and start operating in 2031, at an estimated cost of 4.5 billion euros. The project includes the development of a run-of-river dam on the Zambezi River, a hydroelectric power station with a capacity of up to 1,500 megawatts and a high-voltage transmission line from Tete to Maputo, totaling around 1,300 kilometers.

Last December, the Mozambican government and a consortium led by Electricité de France (EDF) signed agreements to implement the project. The international consortium, which also includes France’s TotalEnergies and Japan’s Sumitomo Corporation, owns 70% of the hydroelectric plant, while HCB and EDM hold the remaining 30% on behalf of the Mozambican state.

MOPHRH divulga oportunidades de investimento na N1

O Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos (MOPHRH) juntou, sexta-feira, 10 de Maio, na cidade da Beira, província de Sofala, empreiteiros, consultores, empresários e parceiros das agremiações profissionais e de cooperação, para juntos reflectirem sobre a primeira fase de reabilitação dos 508 quilómetros da Estrada Nacional Número Um (N1).

O encontro, dirigido pelo ministro do pelouro, Carlos Mesquita, visou produzir reflexões em torno do “Programa Estradas Mais Seguras Para a Integração Socioeconómica”, que tem como objectivo principal a melhoria da conectividade, a segurança rodoviária e a resiliência climática, nas áreas de influência do projecto, que será implementado nos troços a serem intervencionados na estrada N1.

Ao proceder à abertura do referido workshop, o ministro disse que o encontro tinha por objectivo a disseminação dos contratos baseados em resultado e desempenho, bem como dar a conhecer, sobretudo ao empresariado nacional, sobre as oportunidades que foram abertas para eles, neste processo de reabilitação da N1.

“O Programa Estradas Mais Seguras Para a Integração Socioeconómica”, compreende a reabilitação das secções mais críticas da N1, nomeadamente os troços Inchope-Gorongosa-Caia e Chimuara-Nicoadala, nas províncias de Sofala e Zambézia e Pemba-Metoro, na Província de Cabo Delgado”, indicou Carlos Mesquita.

Com a realização deste workshop, conforme realçou o ministro, o Governo pretende, em primeiro lugar, apresentar aos empreiteiros e consultores baseados em Moçambique, as potencialidades de trabalho e serviços que podem ser melhor aproveitados pelas partes que estarão envolvidas na implementação do programa.

“Em segundo lugar, pretendemos divulgar o tipo de contratos que serão implementados neste programa, OPRC (“Output and Performance-based Road Contracts”), com destaque para aspectos relacionados com procedimentos de contratação e, através dos debates que serão desenvolvidos pelos participantes, colher contribuições que poderão ser incluídos nas versões finais dos projectos conceptuais e nos documentos de concurso das empreitadas.

Entretanto, no dia anterior, o ministro, entre vários projectos, visitou a estação de captação de água de Dingue-Dingue, a conduta adutora, a Estação de Tratamento de Água (ETA) de Mutua, bem como o Centro Distribuidor de Estoril, na cidade da Beira.

Carlos Mesquita explicou que a reabilitação visa aumentar a taxa de cobertura dos actuais 62% para 70%, com a conclusão das obras dos Sistemas, e, por outro, a substituição dos equipamentos que vai permitir a expansão da distribuição da água nos municípios de Dondo e Beira.

A procura de água nas duas cidades situa-se na ordem de 90 mil metros cúbicos por dia e, neste momento, a produção situa-se em cerca de 50 mil metros cúbicos diários, sendo que com os trabalhos de reabilitação será possível atingir 60 mil metros cúbicos.

Já são conhecidas as 30 Mulheres mais influentes na COMARP, em Moçambique

Decorreu na última sexta-feira (10), em Maputo, a Conferência “Mulheres na Comunicação, Marketing e Relações Públicas” um evento emblemático que destaca o papel das mulheres nesses sectores em Moçambique. Este ano, o COMARP Forum reconheceu e homenageou as líderes femininas que se destacaram em suas áreas de actuação.

O evento, que reuniu as principais figuras da indústria, apresentou as “30 Mulheres Mais Influentes na Comunicação, Marketing e Relações Públicas” do país. Essas mulheres foram seleccionadas por sua notável contribuição para o sector produtivo e seu papel inspirador na formação de futuros líderes por meio de iniciativas de coaching e mentoria.

O processo de selecção contou com um painel de jurados que avaliaram criteriosamente cada indicada, levando em consideração os critérios de elegibilidade estabelecidos para cada categoria. Entre as homenageadas, constam desta vitrine mulheres que não apenas se destacaram em suas carreiras, mas também enfrentaram desafios e superaram obstáculos para alcançar o sucesso.

Refira-se que, a Conferência “Mulheres na Comunicação, Marketing e Relações Públicas” reafirma o compromisso de reconhecer e celebrar as conquistas das mulheres moçambicanas nessas áreas, destacando seu impacto e influência no mercado e na sociedade em geral.

Inaugurado o Projecto de Energia de Beluluane em avanço rumo ao desenvolvimento sustentável

Assinala-se um marco significativo para Moçambique, com a inauguração do Projecto de Energia de Beluluane da Electricidade de Moçambique (EDM) no Parque Industrial de Beluluane da MozParks. Este projecto, financiado pela Cooperação Financeira Alemã através do KfW, representa um passo monumental em direcção ao desenvolvimento sustentável do país.

A parceria entre MozParks, EDM e o financiamento alemão resultou na instalação de uma central hidroelétrica de 20,8 milhões de euros, alimentada por 80 MW da barragem de Cahora Bassa. Este empreendimento não apenas reforça o compromisso de Moçambique com energias limpas, mas também posiciona a Província de Maputo como um centro regional de energia.

A cerimónia de inauguração, prestigiada pelo Presidente Filipe Jacinto Nyusi e pelo Embaixador da Alemanha, Ronald Muench, além de representantes da MozParks e da EDM, ressalta a importância estratégica e o impacto positivo deste projecto para o país e a região.

Na ocasião, a MozParks estendeu um convite a empresas, especialmente da África do Sul, a considerarem o Parque Industrial de Beluluane como sua base industrial. Além de oferecer benefícios fiscais competitivos, o BIP proporciona infraestrutura industrial de qualidade e apoio ao cumprimento das normas ambientais. Optar pelo BIP não apenas significa integrar-se a um ambiente rico em recursos, mas também contribuir para um futuro sustentável para Moçambique.

Refira-se que este projecto não apenas impulsionará o crescimento económico de Moçambique, mas também servirá como exemplo inspirador para iniciativas semelhantes em todo o continente africano. Com um compromisso renovado com energias limpas e desenvolvimento sustentável, Moçambique está firmemente no caminho para um futuro mais brilhante e sustentável.

Portugal prepara “acordos laborais” com países lusófonos para controlar migração

Governo também vai verificar a forma como os migrantes serão alojados: “É um dos problemas da agricultura e sabemos que é premente”, diz Paulo Rangel.

O Governo português está a trabalhar em “acordos laborais” com países lusófonos, para identificar necessidades de mão-de-obra, nomeadamente na agricultura, e assim regular o fluxo de imigrantes, anunciou o ministro dos Negócios Estrangeiros.

“Nestes 30 dias” de Governo, as autoridades estão a procurar “ter acordos laborais” com países de língua portuguesa, afirmou esta quinta-feira Paulo Rangel a propósito da regulação das migrações, durante um debate promovido pela RTP a assinalar o Dia da Europa.

Do lado de Portugal, são identificadas as necessidades de mão-de-obra – quais são, por exemplo, as unidades agrícolas que precisam de trabalhadores -, e “esses países também estão a fazer esse trabalho, alguns deles claramente estão totalmente disponíveis para isso”, adiantou.

Esta iniciativa, acrescentou, “já regula [a imigração] porque as pessoas já vêm com um trabalho”.

O Governo também vai verificar a forma como os migrantes serão alojados: “É um dos problemas da agricultura e sabemos que é premente”.

Paulo Rangel identificou esta medida como um dos instrumentos de regulação das migrações.

“Outra forma é um investimento nos países das pessoas que vêm, porque se eles forem mais desenvolvidos, os fluxos também são mais controlados”, defendeu, referindo que Portugal tem “uma capacidade limitada”, mas a União Europeia (UE) “tem recursos”.

Para o chefe da diplomacia, nos acordos que faz com países terceiros, a UE não deve preocupar-se “apenas em tentar controlar de uma forma física os fluxos”.

Na sua opinião, “deve haver uma grande preocupação em criar condições para que essas populações se fixem”, através da cooperação para o desenvolvimento, fundamental para “estabilizar os recursos, para o combate às alterações climáticas desses países, ajudá-los a gerir água, porque vai haver muitos refugiados climáticos”.

A UE “tem capacidade económica e capacidade de relacionamento já estabelecido com um conjunto de países em que pode, por um lado, diminuir os fluxos e, por outro lado, prevenir esses fluxos no sentido de as pessoas que vêm, já vêm com limiares mínimos de perspetiva de integração, evitando assim ficarem expostas a traficantes e até exploradores nacionais”. (CNN Portugal)

Negociações entre NRZ do Zimbabué e CFM impulsionam parceria ferroviária transfronteiriça

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A National Railways of Zimbabué (NRZ) está actualmente em processo de negociação para estabelecer uma parceria formal com os Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), visando facilitar o transporte de mercadorias além-fronteiras.

Actualmente, os comboios da NRZ operam até a estação de Machipanda, em Moçambique, enquanto os da CFM chegam à cidade de Mutare. Essa parceria permitirá que a CFM gerencie o transporte de carga para o Porto da Beira, enquanto a NRZ coordenará os envios da CFM para outros destinos.

No âmbito de uma crescente cooperação bilateral, Moçambique e Zimbabué estão comprometidos com a reabilitação da linha ferroviária Mutare-Machipanda, um projecto discutido em reuniões realizadas em Janeiro deste ano, com a participação dos ministros dos Transportes dos dois países, Felix Mhona do Zimbabué e seu homólogo moçambicano.

A reabilitação em andamento desta linha ferroviária é apenas o primeiro passo de um plano abrangente que visa a extensão até a capital, Harare. “A reabilitação em curso desta linha ferroviária é a primeira etapa de um plano abrangente que culminará na celebração de um acordo operacional efectivo”, explicou o porta-voz da NRZ, Andrew Kunambura, em comunicado compartilhado com o DE.

Este acordo estratégico visa não apenas melhorar os prazos de entrega, mas também optimizar o transporte de produtos essenciais. “Este corredor é crucial para o Zimbabué, pois por ele transitam numerosos bens destinados à exportação, bem como importações fundamentais, como combustíveis, gás e cereais”, acrescentou Kunambura.

Os governos do Zimbabué e Moçambique já deram início à renovação e ampliação do trecho ferroviário de dez quilómetros que liga Machipanda a Mutare, seguindo as directrizes estabelecidas nas reuniões bilaterais entre as nações.

Em Janeiro, Mateus Magala, ministro dos Transportes e Comunicações de Moçambique, realizou uma visita oficial ao Zimbabué para discutir a cooperação no desenvolvimento de infra-estrutura com seu homólogo zimbabuense.

Esta visita ocorreu após a presença dos Presidentes Emmerson Mnangagwa do Zimbabwe e Filipe Nyusi na inauguração da linha ferroviária Beira-Machipanda, recentemente reabilitada, representando um investimento de 200 milhões de dólares.

Negotiations between Zimbabwe’s NRZ and CFM boost cross-border rail partnership

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Currently, NRZ trains operate to Machipanda station in Mozambique, while CFM trains reach the town of Mutare. This partnership will allow CFM to manage cargo transportation to the Port of Beira, while NRZ will coordinate CFM’s shipments to other destinations.

As part of growing bilateral cooperation, Mozambique and Zimbabwe are committed to the rehabilitation of the Mutare-Machipanda railway line, a project discussed at meetings held in January this year with the participation of the two countries’ transport ministers, Felix Mhona of Zimbabwe and his Mozambican counterpart.

The ongoing rehabilitation of this railway line is just the first step in a comprehensive plan to extend it to the capital, Harare. “The ongoing rehabilitation of this railway line is the first stage of a comprehensive plan that will culminate in the conclusion of an effective operational agreement,” explained NRZ spokesman Andrew Kunambura in a statement shared with DE.

This strategic agreement aims not only to improve delivery times, but also to optimize the transport of essential products. “This corridor is crucial for Zimbabwe, as it transports numerous goods for export, as well as essential imports such as fuel, gas and cereals,” added Kunambura.

The governments of Zimbabwe and Mozambique have already begun renovating and extending the ten-kilometer stretch of railway linking Machipanda to Mutare, following the guidelines established at bilateral meetings between the nations.

In January, Mateus Magala, Mozambique’s Minister of Transport and Communications, made an official visit to Zimbabwe to discuss cooperation in infrastructure development with his Zimbabwean counterpart.

This visit followed the presence of Presidents Emmerson Mnangagwa of Zimbabwe and Filipe Nyusi at the inauguration of the recently rehabilitated Beira-Machipanda railway line, representing an investment of 200 million dollars.