Monday, April 20, 2026
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The People’s Bank of China announced on Monday, April 22, that it will keep the benchmark interest rate at 3.45% for the ninth consecutive month. The decision was widely expected by analysts, who did not foresee any changes.

The one-year benchmark lending rate (LPR) will remain at this level for at least another month. This indicator, established in 2019 as a benchmark for interest rates, influences the price of new loans, especially for companies, and loans with variable interest.

The LPR is calculated based on contributions from a range of banks, including small lenders with higher financing costs and greater exposure to non-performing loans. The aim is to reduce financing costs and support the real economy.

The last reduction in the one-year LPR took place in August 2023, when the central bank cut ten basis points, from 3.55% to the current 3.45%, a more cautious decision than predicted by analysts.

In addition, the central bank said that the LPR for terms of five years or more, used as a benchmark for mortgage lending, will remain at 3.95%. In February, there was a 25 basis point reduction in this indicator, from 4.2% to 3.95%, the biggest drop since the creation of the LPR system in 2019, exceeding market expectations.

Portugal e Moçambique fortalecem relações comerciais em fórum de negócios

Nyusi e Rebelo

Os Presidentes de Portugal e Moçambique participarão, na quarta-feira (24), em Lisboa, do Fórum de Negócios entre os dois países que vai levar cerca de 80 empresários moçambicanos ao Porto.

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) preparou a missão empresarial “com o objectivo de gerar novas oportunidades para parcerias, representação de marcas em sectores como o do petróleo e gás, agro-indústria, transportes e logística, finanças e serviços, energias renováveis e hotelaria e turismo”, que vai decorrer de 22 a 24 de Abril, lê-se no programa da visita da delegação.

A iniciativa culmina com o Fórum de Negócios Moçambique-Portugal a ter lugar no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, na tarde do dia 24, e conta com a presença do Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, e do seu homólogo português, Marcelo Rebelo de Sousa, na sessão de abertura.

Nos dias anteriores ao fórum, os empresários moçambicanos terão oportunidade de visitar empresas e reunir com empresários portugueses, na cidade do Porto, na Segunda-feira (22), e com uma visita ao Porto de Sines, na Terça-feira (23).

O Presidente de Moçambique vai ainda participar numa cerimónia de comemoração dos 50 anos do 25 de Abril, em Lisboa.

A organização explica que durante a missão empresarial, as sessões decorrerão num formato de mesas-redondas sectoriais, com a participação de membros dos Governos de Moçambique e de Portugal.

Em declarações à Lusa na semana passada, antecipando a visita, a vice-presidente da CTA referiu que o objectivo é “explorar as oportunidades oferecidas às empresas portuguesas para se internacionalizarem, como forma de aumentar e diversificar o investimento português em Moçambique”.

Maria Assunção Abdula disse que “a missão vai mostrar que Moçambique está num estágio diferente e continua cá, de portas abertas”. “Está prevista a assinatura de dois acordos entre a Bolsa de Valores de Moçambique e a Bolsa de Valores de Portugal, e entre a CTA e a Confederação Empresarial da CPLP e a Associação Industrial Portuguesa (AIP), sendo que será também proposta uma Comissão de Trabalho conjunto, Governo e o sector privado dos dois países, coordenada pela Agência para a Promoção de Investimentos e Exportações (APIEX), para concretizar todas as intenções de negócio que serão reveladas durante a missão”, acrescentou.

Mobilizar novos investimentos portugueses para Moçambique, conhecer as soluções financeiras disponíveis no mercado português para a realização de negócio e estabelecer parcerias, conhecer as tecnologias nas indústrias de petróleo e gás, energias renováveis, agro-indústria, transporte e logística estão entre os objectivos, assim como representar marcas e promover as trocas comerciais entre ambos os países.

Portugal and Mozambique strengthen trade relations at business forum

Nyusi e Rebelo

The Presidents of Portugal and Mozambique will take part in the Business Forum between the two countries in Lisbon on Wednesday (24), which will bring around 80 Mozambican businesspeople to Porto.

The Confederation of Economic Associations of Mozambique (CTA) has prepared the business mission “with the aim of generating new opportunities for partnerships, brand representation in sectors such as oil and gas, agro-industry, transport and logistics, finance and services, renewable energies and hotels and tourism”, which will take place from April 22 to 24, reads the program for the delegation’s visit.

The initiative culminates with the Mozambique-Portugal Business Forum, to be held at the Centro Cultural de Belém, in Lisbon, on the afternoon of the 24th, and will be attended by the Mozambican President, Filipe Nyusi, and his Portuguese counterpart, Marcelo Rebelo de Sousa, at the opening session.

In the days leading up to the forum, Mozambican businesspeople will have the opportunity to visit companies and meet with Portuguese businesspeople in the city of Porto, on Monday (22), and with a visit to the Port of Sines, on Tuesday (23).

The President of Mozambique will also take part in a ceremony to commemorate the 50th anniversary of April 25 in Lisbon.

The organization explains that during the business mission, the sessions will take place in the form of sectoral round tables, with the participation of members of the Mozambican and Portuguese governments.
Speaking to Lusa last week ahead of the visit, the vice-president of the CTA said that the aim is to “explore the opportunities offered to Portuguese companies to internationalize, as a way of increasing and diversifying Portuguese investment in Mozambique”.
Maria Assunção Abdula said that “the mission will show that Mozambique is at a different stage and is still here, with open doors”. “It is planned to sign two agreements between the Mozambique Stock Exchange and the Portuguese Stock Exchange, and between the CTA and the CPLP Business Confederation and the Portuguese Industrial Association (AIP), and a joint Working Committee will also be proposed between the government and the private sector of the two countries, coordinated by the Agency for the Promotion of Investments and Exports (APIEX), to implement all the business intentions that will be revealed during the mission,” she added.

Mobilizing new Portuguese investments for Mozambique, learning about the financial solutions available in the Portuguese market for doing business and establishing partnerships, learning about technologies in the oil and gas, renewable energy, agro-industry, transport and logistics industries are among the objectives, as well as representing brands and promoting trade between the two countries.

ExxonMobil está a mobilizar financiamento para Projecto da área 4

ExxonMobil está a mobilizar financiamento para Projecto da área 4

O Presidente da República, Filipe Nyusi, revelou que a ExxonMobil está a mobilizar recursos e financiamento para retomar o seu projecto na província de Cabo Delgado.

Durante o balanço de sua visita de trabalho aos Estados Unidos da América (EUA), no âmbito da Conferência Internacional sobre o Maneio da Floresta de Miombo, Nyusi afirmou que a ExxonMobil considerou, em Julho passado, que o investimento no gás natural de Moçambique está encaminhado para a Decisão Final de Investimento em 2025.

“Eles (ExxonMobil) estiveram mais interessados também na situação da segurança, mas não foi muito difícil explicar-lhes”, disse Filipe Nyusi aos jornalistas que o acompanharam na sua deslocação aos EUA.

O chefe de Estado salientou que “a ExxonMobil está com vontade de retomar. O Executivo mantém conversas quase permanentes com a multinacional e estão, neste momento, numa fase de mobilizar os recursos e financiamento”.

Nyusi revelou que na Conferência sobre a Floresta de Miombo foi produzida uma Carta de Intenções que apresenta algumas questões, como o princípio de financiamento permanente e a gestão das áreas existentes da floresta do Miombo. “Este documento convoca os países signatários da Declaração de Maputo e todos os actores-chave a protegerem as áreas existentes e a darem espaço para a criação de novas”, apontou.

A Carta sublinha a importância de se financiar projectos nas zonas de protecção, focando-se particularmente nas pequenas e médias empresas orientadas para negócios de biodiversidade.

ExxonMobil is mobilizing funding for Area 4 project

ExxonMobil está a mobilizar financiamento para Projecto da área 4

The President of the Republic, Filipe Nyusi, revealed that ExxonMobil is mobilizing resources and funding to resume its project in Cabo Delgado province.

During the balance of his working visit to the United States of America (USA), as part of the International Conference on the Management of the Miombo Forest, Nyusi said that ExxonMobil considered, last July, that investment in Mozambique’s natural gas is on track for the Final Investment Decision in 2025.

“They (ExxonMobil) were also more interested in the security situation, but it wasn’t too difficult to explain to them,” Filipe Nyusi told journalists who accompanied him on his trip to the US.

The head of state stressed that “ExxonMobil is keen to resume. The Executive is in almost constant talks with the multinational and they are currently in the process of mobilizing resources and funding.”

Nyusi revealed that at the Conference on the Miombo Forest, a Letter of Intent was produced which presents some issues, such as the principle of permanent funding and the management of existing areas of the Miombo Forest. “This document calls on the signatory countries of the Maputo Declaration and all the key players to protect the existing areas and make room for the creation of new ones,” he said.
The Charter stresses the importance of financing projects in the protected areas, focusing particularly on small and medium-sized enterprises oriented towards biodiversity businesses.

Maura Pindula: ʺO sucesso das empresas certificadas é um reflexo da performance consistente da Energy Worksʺ

Maura Pindula

Na busca pela expansão dos negócios no mercado internacional, várias empresas nacionais enfrentam um obstáculo: A certificação. Em conversa com a Maura Pindula, Gestora Comercial da Energy Works, foi possível destacar o papel da consultoria e auxílio às empresas no processo da implementação das normas e padrões internacionais, e conhecer os desafios do sector.

Profile Mozambique: Como define a Energy Works e de forma retrospectiva, quais foram as principais actividades desenvolvidas empresa?

Maura Pindula: A Energy Works é uma empresa 100% moçambicana, a operar no mercado há mais de 10 anos, focalizada em consultoria referente à conformidade com padrões internacionalmente reconhecidos. No ano de 2019, tivemos o privilégio de prestar serviços de consultoria para 40 PMEs, das quais 20 em Maputo e 20 em Cabo Delgado, no âmbito da implementação do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) ISO 9001:2015, projecto liderado pela Total.

Em 2022, apoiamos 52 PMEs distribuídas pelas províncias de Sofala, Cabo Delgado e Maputo na implementação de SGQ, projecto liderado pelo MIREME. Desde o ano de 2021, apoiamos empresas a implementarem SGQ, Sistema de Gestão de Segurança e Saúde (SGSS), Sistema de Gestão de Segurança Alimentar (SGSA) no âmbito do projecto do MozUp financiado pela ExxonMobil. Desde 2023, temos estado a apoiar PMEs em Maputo e Inhambane a implementarem SGQ no âmbito do Programa de Certificação da Sasol.

O Nosso compromisso com a excelência e a qualidade tem sido recompensado com o sucesso dos nossos clientes. Ao longo dos anos, várias empresas implementaram com sucesso sistemas de gestão de acordo com as normas internacionais e obtiveram certificação. Esse crescimento e reconhecimento no mercado são testemunhos do nosso desempenho consistente desde a fundação da empresa em 2014.

P.M: Como avalia a capacidade das empresas moçambicanas no contexto das exportações para o mercado internacional?

M.P: A capacidade das empresas moçambicanas de exportar para o mercado internacional é significativamente limitada devido às restrições financeiras que enfrentam para cumprir com os requisitos legais internos, bem como com os requisitos dos clientes ou dos países de destino. Esses requisitos, incluem certificações baseadas em normas internacionais, o que pode representar um desafio adicional para as empresas locais.

Além disso, a maioria das empresas moçambicanas enfrenta deficiências em termos de estruturação de processos organizacionais e de produção, bem como em suas estruturas físicas. Essas limitações prejudicam sua capacidade de competir efectivamente no mercado internacional.

P.M:  Uma das actividades desenvolvidas pela Energy Works, centra-se na assessoria a empresas que pretendem buscar certificação internacional. Em termos práticos, que tipo de acompanhamento é feito pela Energy Works?

M.P: O processo de consultoria da EnergyWorks é estruturado em diversas etapas para garantir um acompanhamento abrangente e eficaz das empresas. Inicialmente, é realizado um diagnóstico detalhado para identificar as necessidades e oportunidades de melhoria. Com base nesse diagnóstico, é elaborado um plano de acção personalizado para cada empresa, com o objectivo de atender às normas e requisitos específicos do mercado.

A seguir, são preparados instrumentos e ferramentas que orientam as empresas na implementação das medidas necessárias para cumprir com as normas e regulamentos. Paralelamente, são realizadas sensibilizações junto aos colaboradores, com vista a conscientizá-los sobre a importância e os benefícios da implementação dos requisitos normativos.

Durante o processo, são conduzidas auditorias internas para avaliar a conformidade das empresas com as normas e identificar possíveis áreas de melhoria. Essas auditorias são fundamentais para garantir a eficácia das medidas implementadas e preparar as empresas para auditorias externas, que serão conduzidas por entidades certificadoras independentes.

P.M: Tendo em consideração que, o custo para aquisição de certificação internacional, não é acessivel. No caso das PMEs, que estratégias adoptar com vista a garantir a certificação e exportar os seus produtos?

M.P: A Energy Works reconhece os desafios financeiros enfrentados por startups e PMEs e, por isso, desenvolveu uma abordagem flexível para seus serviços de consultoria. Por meio de pacotes personalizados, a empresa atende às necessidades específicas de cada tipo de empresa, garantindo que os recursos financeiros não sejam um obstáculo para acessar serviços.

Uma das principais vantagens oferecidas é a possibilidade de efectuar o pagamento faseado, ou seja, mensalmente. Essa modalidade de pagamento permite que as empresas dividam os custos da consultoria ao longo do tempo, aliviando a pressão financeira imediata.

P.M: Desafios da Energy Works a médio e longo prazo.

M.P: Os desafios da EnergyWorks a médio e longo prazo podem incluir diversos aspectos cruciais. Entre eles, destacam-se:

A necessidade de sensibilizar as empresas moçambicanas sobre a importância da implementação de sistemas de gestão em conformidade com as normas ISO e da legislação nacional. Além disso, é fundamental capacitar os colaboradores com cursos oferecidos pela empresa, garantindo assim a excelência na prestação dos serviços ambientais.

Outro desafio, é a constante inovação dos serviços de consultoria para atender às crescentes demandas e expectativas do mercado em evolução. Esse processo contínuo de adaptação e melhoria é essencial para manter a competitividade e a relevância da EnergyWorks no cenário empresarial. Adicionalmente, o surgimento de consultores individuais representa uma concorrência adicional para as empresas do sector, exigindo estratégias diferenciadas para se destacar.

Páginas

Acompanhe o dia a dia da Energy Works pelos seguintes links: Maura Pindula e Energy Works, Lda.

Moçambique perde cerca de 2 milhões de meticais com contrabando de bebidas 

AT apreende contrabando de bebidas alcoólicas avaliado em 2 milhões de meticais

A Autoridade Tributária (AT) anunciou a apreensão de cerca de três mil caixas de bebidas alcoólicas contrabandeadas da África do Sul, avaliadas em mais de 2 milhões de meticais. A apreensão ocorreu num armazém na cidade da Matola, província de Maputo, Sul de Moçambique, pertencente a pequenas bancas e mercearias.

Segundo o porta-voz da AT, Fernando Tinga, a actividade ilícita prejudica o Estado em mais de 2 milhões de meticais, destacando que vários comerciantes não pagam os direitos aduaneiros devidos. Ele explicou que o grupo utiliza vários esquemas de dissimulação de mercadorias para o contrabando e que as bebidas não possuíam selo, violando o decreto ministerial 64/2021, que exige que todas as mercadorias destinadas a Moçambique sejam seladas.

As mercadorias apreendidas serão encaminhadas para entrepostos aduaneiros para os próximos passos, que podem incluir o pagamento de multas. Tinga afirmou que, numa primeira fase, não haverá restrição do processo aduaneiro, sendo que a decisão final caberá ao tribunal sobre que medidas aplicar. De acordo com dados da AT, o país perde mais de 61 milhões de meticais devido ao contrabando de vários produtos, com destaque para as bebidas alcoólicas.

AT seizes liquor contraband worth 2 million meticais

AT apreende contrabando de bebidas alcoólicas avaliado em 2 milhões de meticais

The Tax Authority (AT) has announced the seizure of around three thousand cases of alcoholic drinks smuggled from South Africa, valued at more than 2 million meticais. The seizure took place in a warehouse in the city of Matola, Maputo province, southern Mozambique, belonging to small stalls and grocery stores.

According to AT spokesman Fernando Tinga, the illicit activity is damaging the state by more than 2 million meticais, noting that several traders do not pay the customs duties due. He explained that the group uses various schemes to conceal goods for smuggling and that the drinks were unsealed, in violation of ministerial decree 64/2021, which requires all goods destined for Mozambique to be sealed.

The seized goods will be sent to customs warehouses for the next steps, which may include the payment of fines. Tinga said that, in the first phase, there will be no restriction of the customs process, and the final decision will be up to the court as to which measures to apply. According to AT data, the country loses more than 61 million meticais due to the smuggling of various products, especially alcoholic drinks.

ExxonMobil analisa datas para anúncio do projecto de gás em Moçambique

Exxonmobil

A ExxonMobil pretende anunciar a Decisão Final de Investimento (DFI) para o projecto de gás natural em Moçambique, conforme afirmou o vice-presidente da empresa para as Relações Exteriores, Walter Kansteiner. Esta análise inclui considerações sobre a situação de segurança em Cabo Delgado, onde o projecto está localizado.

Kansteiner fez estas declarações após uma reunião em Washington, nos Estados Unidos da América, com o Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, durante a Conferência Internacional sobre a floresta do Miombo. Esta conferência visa promover a defesa de uma floresta que abrange dois milhões de quilómetros quadrados e 11 países da África Austral, da qual dependem 300 milhões de pessoas.

A iniciativa, segundo Kansteiner, deixa a ExxonMobil entusiasmada, pelo impacto positivo que terá na preservação das grandes florestas de África. Ele destacou a importância deste esforço para o planeta e expressou satisfação pela presença do Presidente Nyusi no evento.

A nível global, a ExxonMobil planeia duplicar, até 2030, o seu portefólio de gás natural liquefeito (GNL), com uma produção actual de 24 milhões de toneladas anuais. Em Moçambique, o projecto da ExxonMobil em Cabo Delgado previa uma produção de 15,2 milhões de toneladas por ano, mas actualmente antevê-se uma produção anual de 18 milhões de toneladas.

Moçambique possui três projectos de desenvolvimento de gás natural na bacia do Rovuma, todos localizados ao largo da costa de Cabo Delgado. Estes projectos são liderados por empresas como a TotalEnergies e a ExxonMobil e visam exportar gás natural liquefeito para o mercado internacional.

ExxonMobil analyzes dates for crucial announcement of gas project in Mozambique

Exxonmobil

ExxonMobil intends to announce the Final Investment Decision (FID) for the natural gas project in Mozambique, according to the company’s Vice President for External Relations, Walter Kansteiner. This analysis includes considerations of the security situation in Cabo Delgado, where the project is located.

Kansteiner made these statements after a meeting in Washington, USA, with the President of Mozambique, Filipe Nyusi, during the International Conference on the Miombo Forest. This conference aims to promote the defense of a forest that covers two million square kilometers and 11 countries in southern Africa, on which 300 million people depend.

The initiative, according to Kansteiner, makes ExxonMobil enthusiastic because of the positive impact it will have on the preservation of Africa’s great forests. He stressed the importance of this effort for the planet and expressed his satisfaction at the presence of President Nyusi at the event.

Globally, ExxonMobil plans to double its liquefied natural gas (LNG) portfolio by 2030, with current production of 24 million tons per year. In Mozambique, ExxonMobil’s project in Cabo Delgado was expected to produce 15.2 million tons per year, but today it is forecasting annual production of 18 million tons.

Mozambique has three natural gas development projects in the Rovuma basin, all located off the coast of Cabo Delgado. These projects are led by companies such as TotalEnergies and ExxonMobil and aim to export liquefied natural gas to the international market.