Monday, April 20, 2026
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Galp patrocina primeira grande exposição de GPL em Moçambique

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A Galp Moçambique está patrocinando a primeira edição da LPG Expo em Maputo, que acontece entre os dias 17 e 18 de Abril. A exposição coloca o Gás de Petróleo Liquefeito (GPL) no centro das discussões sobre alternativas energéticas sustentáveis e seguras.

Segundo comunicado divulgado pelo Diário Económico nesta Terça-feira (16), o evento reflete o compromisso da Galp com o desenvolvimento sustentável, ao promover a substituição da biomassa por fontes energéticas menos poluentes. O uso do GPL representa um avanço significativo na melhoria da qualidade do ar e na proteção do meio-ambiente, reduzindo a dependência do carvão e da lenha, recursos ainda predominantes nas habitações moçambicanas.

O investimento da Galp no GPL não apenas promove a saúde pública, mas também busca reduzir as emissões de gases de efeito estufa e combater a desflorestação. A empresa tem feito investimentos estratégicos na cadeia de valor do GPL ao longo dos anos.

No evento, que é considerado o mais influente do sector na região Austral do continente africano, a Galp demonstrará a versatilidade de sua oferta e seu investimento em inovação. Destacam-se no portfólio da empresa as novas garrafas Pluma, consideravelmente mais leves do que as tradicionais, e a Pluma Inteligente, que, conectada a um aplicativo móvel, permite um controle mais eficaz do consumo.

“Com esta iniciativa, que pela primeira vez acontece em Moçambique, pretendemos mostrar a diversidade e inovação de nossos serviços. É uma oportunidade para solidificar nossa presença no mercado e reforçar nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável,” afirmou Paulo Varela, CEO da Galp Moçambique.

A primeira edição da LPG Expo na África Austral promete ser um evento decisivo para o futuro do mercado de GPL, reunindo mais de 40 expositores e cerca de dois mil participantes regionais, com o objetivo de promover novas oportunidades e tendências no sector energético.

Galp sponsors first major LPG exhibition in Mozambique

Galp

Galp Moçambique is sponsoring the first edition of the LPG Expo in Maputo, which takes place on April 17th and 18th. The exhibition puts Liquefied Petroleum Gas (LPG) at the center of discussions on sustainable and safe energy alternatives.

According to a statement released by Diário Económico on Tuesday (16), the event reflects Galp’s commitment to sustainable development by promoting the replacement of biomass with less polluting energy sources. The use of LPG represents a significant step forward in improving air quality and protecting the environment, reducing dependence on coal and firewood, which still predominate in Mozambican homes.

Galp’s investment in LPG not only promotes public health, but also seeks to reduce greenhouse gas emissions and combat deforestation. The company has made strategic investments in the LPG value chain over the years.

At the event, which is considered the most influential in the sector in the southern region of the African continent, Galp will demonstrate the versatility of its offer and its investment in innovation. Highlights in the company’s portfolio include the new Pluma bottles, which are considerably lighter than the traditional ones, and the Pluma Inteligente, which, connected to a mobile app, allows for more effective control of consumption.

“With this initiative, which is taking place in Mozambique for the first time, we want to show the diversity and innovation of our services.
It is an opportunity to solidify our presence in the market and reinforce our commitment to sustainable development,” said Paulo Varela, CEO of Galp Mozambique.
The first edition of LPG Expo in Southern Africa promises to be a decisive event for the future of the LPG market, bringing together more than 40 exhibitors and around two thousand regional participants, with the aim of promoting new opportunities and trends in the energy sector.

Banco Mundial destaca Moçambique como pilar energético na África Austral

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O presidente do Banco Mundial (BM), Ajay Banga, elogiou o papel de Moçambique como referência no mercado de electricidade da África Austral. Durante um encontro em Washington, nos Estados Unidos, com o Presidente da República, Filipe Nyusi, Banga prometeu novas parcerias para impulsionar o sector energético do país.

Em suas declarações à imprensa, Banga destacou os avanços de Moçambique no acesso à eletricidade, além de sua crescente importância como base para o mercado de energia regional, considerando isso um passo significativo para o desenvolvimento do país.

O presidente do BM enfatizou que tanto o governo quanto o sector privado têm muitas oportunidades de colaboração para maximizar os benefícios para todos.

“Tivemos uma discussão produtiva sobre o progresso económico que Moçambique busca alcançar, incluindo melhorias no crescimento económico e controle da inflação. Mas mais importante ainda, discutimos as oportunidades para os jovens e seu futuro”, destacou Banga.

Ele ressaltou que os sectores do turismo e infra-estrutura têm potencial para gerar mais empregos para os jovens, desde que haja alinhamento e cooperação.

Em 2023, o BM aprovou um crédito de 300 milhões de dólares para o projecto “Mais Oportunidades”, que visa melhorar o acesso a finanças e oportunidades económicas em Moçambique, financiado pela Associação Internacional de Desenvolvimento do BM. O projecto tem como meta a criação de mais de 26 mil novos empregos até 2029.

Filipe Nyusi está em Washington para participar de uma conferência internacional sobre a floresta do Miombo, organizada pela International Conservation Caucus Foundation (ICCF) e pela Wildlife Conservation Society (WCS), em parceria com o governo moçambicano.

World Bank highlights Mozambique as an energy pillar in Southern Africa

The president of the World Bank (WB), Ajay Banga, praised Mozambique’s role as a benchmark in the southern African electricity market. During a meeting in Washington, United States, with the President of the Republic, Filipe Nyusi, Banga promised new partnerships to boost the country’s energy sector.

In his statements to the press, Banga highlighted Mozambique’s advances in access to electricity, as well as its growing importance as a base for the regional energy market, considering this a significant step for the country’s development.

The WB president stressed that both the government and the private sector have many opportunities for collaboration to maximize the benefits for all.

“We had a productive discussion about the economic progress Mozambique seeks to achieve, including improvements in economic growth and inflation control. But more importantly, we discussed the opportunities for young people and their future,” Banga pointed out.

He pointed out that the tourism and infrastructure sectors have the potential to generate more jobs for young people, provided there is alignment and cooperation.

In 2023, the WB approved a credit of 300 million dollars for the “Mais Oportunidades” project, which aims to improve access to finance and economic opportunities in Mozambique, financed by the WB’s International Development Association. The project aims to create more than 26,000 new jobs by 2029.

Filipe Nyusi is in Washington to take part in an international conference on the Miombo forest, organized by the International Conservation Caucus Foundation (ICCF) and the Wildlife Conservation Society (WCS), in partnership with the Mozambican government.

Renew Capital anuncia o seu primeiro investimento em Moçambique na fintech ROSCAS

A inclusão financeira continua a ser um desafio global fundamental. No entanto, uma startup moçambicana de fintech, Roscas, está a resolver o problema através da introdução de soluções digitais que capacitam indivíduos e comunidades em todo o país. Roscas pretende digitalizar os grupos de poupança tradicionais, integrando ferramentas digitais e produtos financeiros adaptados às necessidades do setor informal.

Com cerca de 85% de indivíduos envolvidos em sectores informais na África Subsariana, a procura de produtos de segurança financeira acessíveis, como seguros e pensões, atingiu níveis críticos. Roscas preenche esta lacuna, capacitando indivíduos historicamente excluídos dos sistemas financeiros formais para aceder a produtos de bem-estar, como seguros, poupanças capitalizadas e empréstimos.

“Na Roscas somos movidos pela nossa visão de desmantelar barreiras não só à inclusão financeira, mas também à inclusão económica, equipando as comunidades carenciadas com ferramentas para moldar os seus destinos financeiros”, disse José Samo Gudo, CEO e cofundador da Roscas. “O investimento da Renew Capital Angels representa um marco emocionante na nossa jornada, impulsionando-nos em direcção à nossa visão de nutrir a resiliência económica e o empoderamento em Moçambique e na África Subsaariana.”

Com uma estratégia multicanal robusta que abrange plataformas como WhatsApp, USSD e aplicativos móveis, a Roscas visa garantir que seu conjunto de produtos financeiros chegue ao seu público-alvo com facilidade incomparável.

“A Renew Capital tem o prazer de anunciar o nosso primeiro investimento em Moçambique. A decisão de investir em Roscas sublinha o crescente reconhecimento do papel que as soluções tecnológicas financeiras inovadoras desempenham na promoção do crescimento económico. Temos o prazer de apoiar a equipa na consecução do seu objectivo, melhorando a sua serviços e ampliando o seu impacto”, afirma Licinio Chissano, gestor de investimentos e projectos da Renew Capital.

Renew Capital announces its first investment in Mozambique in the fintech ROSCAS

Financial inclusion remains a key global challenge. However, a Mozambican fintech startup, Roscas, is tackling the problem by introducing digital solutions that empower individuals and communities across the country. Roscas aims to digitize traditional savings groups by integrating digital tools and financial products tailored to the needs of the informal sector.

With around 85% of individuals involved in informal sectors in sub-Saharan Africa, the demand for affordable financial security products, such as insurance and pensions, has reached critical levels. Roscas fills this gap by empowering individuals historically excluded from formal financial systems to access welfare products such as insurance, capitalized savings and loans.

“At Roscas we are driven by our vision to dismantle barriers not only to financial inclusion, but also to economic inclusion, by equipping underserved communities with the tools to shape their financial destinies,” said José Samo Gudo, CEO and co-founder of Roscas. “Renew Capital Angels’ investment represents an exciting milestone in our journey, propelling us towards our vision of nurturing economic resilience and empowerment in Mozambique and sub-Saharan Africa.”

With a robust multi-channel strategy covering platforms such as WhatsApp, USSD and mobile apps, Roscas aims to ensure that its suite of financial products reaches its target audience with unparalleled ease.

“Renew Capital is delighted to announce our first investment in Mozambique. The decision to invest in Roscas underlines the growing recognition of the role that innovative financial technology solutions play in promoting economic growth. We are pleased to support the team in achieving its goal, improving its services and broadening its impact,” says Licinio Chissano, Renew Capital’s investment and project manager.

King Levi: “O Projecto ASAS é a nova agulha para a Moda em Moçambique”

Levi Maluvele ou simplesmente King Levi, é um jovem empreendedor, director criativo e CEO da prestigiada agência de moda KLD AGENCY, em Moçambique, e da VICIOUS SHOES.

King Levi, também Conselheiro da Superbrands Moçambique, nesta conversa, reflecte sobre o estágio actual do sector da Moda em Moçambique.

A entrevista é muito interessante e dá-nos dicas reais sobre as oportunidades de investimento com alto potencial de rentabilidade. Não deixem de ler até ao fim!

Profile Mozambique: Que avaliação podemos fazer do estágio actual da moda em Moçambique?

King Levi: Infelizmente, ainda não estamos em um nível em que possamos destacar uma indústria de moda consolidada. Há cerca de oito anos, criamos o Fancy África, uma das maiores plataformas de moda em Moçambique. No entanto, sentimos a necessidade de criar mais iniciativas. Este ano, lançamos o projecto ASAS, focado na formação e desenvolvimento de estilistas.

Estamos a desenvolver várias iniciativas, como oportunidades para modelos e colaborações internacionais. No ano passado, enviamos estilistas para o Brasil, Nigéria e outros países. Em Abril deste ano, estaremos em Paris. Nosso objectivo é criar um network de desenvolvimento de talentos não apenas fora do país, mas também dentro dele. Além disso, temos a ambição e missão de abrir uma fábrica de tecidos em Moçambique.

P.M: O mundo da moda em Moçambique, enfrenta ainda vários desafios para a sua estabilidade, neste cenário, podemos considerar um terreno propício para investimentos?

K.L: A moda em Moçambique está repleta de talento e criatividade. No entanto, enfrentamos desafios significativos, como a falta de oportunidades de financiamento e o limitado acesso da matéria-prima local.

Investir na indústria de tecelagem poderia ser a chave para superar esses obstáculos. Ao desenvolver e fortalecer a produção de tecidos localmente, não só poderíamos valorizar os recursos do país, mas também podíamos criar um ambiente favorável para o crescimento e a inovação na moda moçambicana.

P.M: A semana da moda é um dos grandes marcos deste sector, em termos práticos, como podemos descrever essa semana?

K.L: A Semana da Moda é uma oportunidade única para os moçambicanos explorarem seu potencial criativo e desenvolverem suas habilidades. É um ambiente onde podem interagir com outros profissionais do sector, trocar experiências e aprimorar suas qualidades.

Participar desse evento não só proporciona visibilidade para os talentos locais, mas também abre portas para oportunidades de crescimento e desenvolvimento, tanto a nível nacional quanto internacional. É um espaço de aprendizado constante, onde os participantes podem não só mostrar seus trabalhos, mas também aprender com os outros e expandir seus horizontes criativos.

Além disso, a Semana da Moda é também uma oportunidade de vendas, onde os criadores têm a chance de comercializar suas peças e expandir seus negócios. É um evento que impulsiona a indústria da moda em Moçambique, destacando a criatividade e o talento local para o mundo.

P.M: Sabemos que King Levi está em frente do projecto ASAS. Quais são os pontos de atenção e qual é o foco do projecto?

K.L: O projecto está focado em desenvolver capacidades e promover o auto-emprego. Nossa intenção é formar uma turma de pessoas que não vai apenas costurar, mas vai se tornar em estilistas. No final do curso, cada aluno vai adquirir uma máquina de costura, permitindo uma contínua prática e desenvolvimento de suas habilidades após a formação. O que acontece é que muitas pessoas tem habilidades de costura, mas poucas vezes tem acesso a máquinas, no curso, não iremos oferecer apenas aprendizado, mas ferramentas necessárias para iniciar o seu próprio negócio.

P.M: Quais são os requistos para participar do projecto ?

K.L: Se gosta de moda, tem apreço pelo universo da criação, de certeza que aderir ao projecto é obrigatório. Em relação as inscrições, serão feitas de forma simples, basta acessar a página do Fancy África e verificar o link disponível. O projecto é periódico e está prestes a começar com sua primeira turma, que terá a duração de uma semana intensa.

Duramos o curso, teremos a presença formadores internacionais. Essas parcerias nos permitem trazer profissionais experientes, enriquecendo o programa com diferentes perspectivas e experiências. O intercâmbio multicultural é fundamental para o desenvolvimento da moda.

P.M: Quais são os planos e as expectativas para o presente ano?

K.L: Neste ano começamos muito bem, já tivemos o Fancy Summer que foi realizado no dia 24 de Fevereiro. Daqui a algumas semanas, eu vou para França e vou produzir um evento de moda em Paris, onde poderei levar alguns estilistas moçambicanos e alguns que fazem parte da minha plataforma. Teremos também o Fancy África em Setembro, e ainda vou produzir o África Fashion Week em Novembro. Portanto, esse será um ano extremamente intenso e cheio de muito trabalho.

King Levi: “The ASAS Project is the new needle for fashion in Mozambique”

Levi Maluvele or simply King Levi, is a young entrepreneur, creative director and CEO of the prestigious fashion agency KLD AGENCY, in Mozambique, and of VICIOUS SHOES.

In this conversation, King Levi, who is also a board member of Superbrands Mozambique, reflects on the current state of the fashion sector in Mozambique.

The interview is very interesting and gives us real tips on investment opportunities with high profitability potential. Be sure to read to the end!

Profile Mozambique: What assessment can we make of the current state of fashion in Mozambique?

King Levi: Unfortunately, we are not yet at a level where we can highlight a consolidated fashion industry. About eight years ago, we created Fancy Africa, one of the largest fashion platforms in Mozambique. However, we felt the need to create more initiatives. This year, we launched the ASAS project, focused on training and developing fashion designers.

We are developing various initiatives, such as opportunities for models and international collaborations. Last year, we sent designers to Brazil, Nigeria and other countries. This April, we’ll be in Paris. Our aim is to create a talent development network not only outside the country, but also within it. In addition, we have the ambition and mission to open a fabric factory in Mozambique.

Profile Mozambique: What assessment can we make of the current state of fashion in Mozambique?

King Levi: Unfortunately, we are not yet at a level where we can highlight a consolidated fashion industry. About eight years ago, we created Fancy Africa, one of the largest fashion platforms in Mozambique. However, we felt the need to create more initiatives. This year, we launched the ASAS project, focused on training and developing fashion designers.

We are developing various initiatives, such as opportunities for models and international collaborations. Last year, we sent designers to Brazil, Nigeria and other countries. This April, we’ll be in Paris. Our aim is to create a talent development network not only outside the country, but also within it. In addition, we have the ambition and mission to open a fabric factory in Mozambique.

P.M: The fashion world in Mozambique is still facing a number of challenges to its stability, in this scenario, can we consider it a breeding ground for investment?

K.L: Fashion in Mozambique is full of talent and creativity. However, we face significant challenges, such as a lack of funding opportunities and limited access to local raw materials.

Investing in the weaving industry could be the key to overcoming these obstacles. By developing and strengthening fabric production locally, not only could we value the country’s resources, but we could also create a favorable environment for growth and innovation in Mozambican fashion.

P.M: Fashion Week is one of the great milestones in this sector, in practical terms, how can we describe it?

K.L: Fashion Week is a unique opportunity for Mozambicans to explore their creative potential and develop their skills. It’s an environment where they can interact with other professionals in the sector, exchange experiences and hone their skills.

Taking part in this event not only provides visibility for local talent, but also opens doors to opportunities for growth and development, both nationally and internationally. It is a space for constant learning, where participants can not only show their work, but also learn from others and expand their creative horizons.

In addition, Fashion Week is also a sales opportunity, where creators have the chance to market their pieces and expand their business. It’s an event that boosts the fashion industry in Mozambique, highlighting local creativity and talent to the world.

P.M: We know that King Levi is in charge of the ASAS project. What are the points of attention and what is the focus of the project?

K.L: The project is focused on developing skills and promoting self-employment. Our intention is to train a class of people who will not just sew, but will become stylists. At the end of the course, each student will acquire a sewing machine, allowing for continued practice and development of their skills after training. What happens is that many people have sewing skills, but rarely have access to machines. In the course, we will not only offer learning, but the tools needed to start your own business.

P.M: What are the requirements for taking part in the project?

K.L: If you like fashion, have an appreciation for the world of creation, joining the project is a must. Registration is simple: just go to the Fancy Africa website and check out the link. The project is periodic and is about to start its first class, which will last an intense week.

For the duration of the course, we will be joined by international trainers. These partnerships allow us to bring in experienced professionals, enriching the program with different perspectives and experiences. Multicultural exchange is fundamental to the development of fashion.

P.M: What are your plans and expectations for this year?

K.L: We’re off to a great start this year. We’ve already had Fancy Summer, which took place on February 24th. In a few weeks’ time, I’m going to France and I’m going to produce a fashion event in Paris, where I’ll be able to take some Mozambican designers and some who are part of my platform. We’ll also have Fancy Africa in September, and I’ll also be producing Africa Fashion Week in November. So it’s going to be an extremely intense year full of hard work.

Access Bank Mozambique lança iniciativa de sustentabilidade com reaproveitamento de cápsulas de café

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O Access Bank Mozambique iniciou um projecto  de sustentabilidade ambiental que visa o reaproveitamento de cápsulas de café. Durante seis meses, as cápsulas serão recolhidas nas agências das cidades de Maputo e Matola, numa parceria com a Reciclagem & Serviços Lda., uma empresa especializada em gestão ambiental de resíduos.

Este projecto, que promove a economia circular e práticas sustentáveis, pretende transformar as cápsulas recolhidas em objectos de artesanato, bijuteria e outros fins, enquanto a borra de café será utilizada como fertilizante na agricultura. Mais de cinco mil pessoas da comunidade do Chiango, na província de Maputo, serão beneficiadas por esta iniciativa.

Marco Abalroado, administrador-delegado do Access Bank Mozambique, afirma que o projecto está alinhado com a estratégia ambiental do banco, que busca melhorar o desempenho em sustentabilidade. O objectivo é contribuir para a redução do desperdício e envolver activamente colaboradores, clientes e comunidades locais em comportamentos mais sustentáveis.

Por sua vez, Rui Silva, director-geral da Reciclagem & Serviços Lda., destaca que a parceria visa educar e sensibilizar sobre a gestão responsável de resíduos. A empresa acredita que, juntamente com o Access Bank, será possível promover um futuro mais sustentável para todos.

Access Bank Mozambique launches sustainability initiative to reuse coffee capsules

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Access Bank Mozambique has started an environmental sustainability project aimed at reusing coffee capsules. For six months, the capsules will be collected at branches in the cities of Maputo and Matola, in partnership with Reciclagem & Serviços Lda, a company specializing in environmental waste management.

This project, which promotes the circular economy and sustainable practices, aims to turn the collected capsules into handicrafts, jewelry and other items, while the coffee grounds will be used as fertilizer in agriculture. More than five thousand people in the Chiango community, in Maputo province, will benefit from this initiative.

Marco Abalroado, managing director of Access Bank Mozambique, says that the project is in line with the bank’s environmental strategy, which seeks to improve sustainability performance. The aim is to help reduce waste and actively involve employees, customers and local communities in more sustainable behavior.

For his part, Rui Silva, managing director of Reciclagem & Serviços Lda, points out that the partnership aims to educate and raise awareness about responsible waste management. The company believes that, together with Access Bank, it will be possible to promote a more sustainable future for everyone.