Sunday, May 3, 2026
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TotalEnergies poderá voltar a Afungi no próximo ano

De acordo com o analista, a TotalEnergies deverá enfrentar um aumento dos custos no regresso a Cabo Delgado, devido à necessidade de renegociar os contratos e por causa da significativa subida da inflação no mundo, principalmente em Moçambique.

“As coisas podem complicar-se já que os contratos podem precisar de ser renegociados e os novos acordos podem incluir o impacto da inflação, o que poderá levar ao atraso do levantamento da ‘força maior’. Assim, estimamos que o projecto só comece a sua produção em 2028”, disse Pranav Joshi, em entrevista à Lusa.

“A TotalEnergies parece estar a trabalhar nos bastidores para garantir um levantamento suave da ‘força maior’. A petrolífera estava a apontar para o final do ano, tendo publicado recentemente um relatório assinado pelo perito em direitos humanos, Jean-Christophe Rufin, que apresentava muitas recomendações, incluindo a constituição de um orçamento socioeconómico multianual de 200 milhões de dólares”, frisou o analista da Rystad Energy.

No entanto, no que diz respeito a um possível aumento de 25% nos custos para a operação da TotalEnergies em Moçambique, o responsável pelo Departamento de Energia na Rystad Energy, Audun Martinsen, vincou que esta subida nos preços é aplicável não só no País, como também no resto do continente.

“Globalmente, os custos do GNL aumentaram 25%. No entanto, baseado no âmbito e no modelo de execução, o valor varia de projecto para projecto, entre 15% a 30%. Se a TotalEnergies não mudou o conceito, estarão expostos ao mesmo nível de aumento dos custos da inflação, tal como os outros”, explicou Audun Martinsen.

Actualmente, Moçambique tem três projectos de desenvolvimento aprovados para a exploração das reservas de GNL da bacia do Rovuma, classificadas entre as maiores do mundo, ao largo da costa de Cabo Delgado.

Dois desses projectos têm maior dimensão e prevêem canalizar o gás directamente do fundo do mar para terra, arrefecendo-o numa fábrica para o exportar por via marítima em estado líquido.

Um é liderado pela TotalEnergies (consórcio da Área 1) e as obras avançaram até à suspensão por tempo indeterminado, após um ataque armado a Palma, em Março de 2021, altura em que a energética francesa declarou que só retomaria os trabalhos quando a zona fosse segura.

O outro é o investimento ainda sem anúncio à vista liderado pela ExxonMobil e Eni (consórcio da Área 4). Um terceiro projecto concluído e de menor dimensão pertence também ao consórcio da Área 4 e consiste numa plataforma flutuante de captação e processamento de gás para exportação, directamente no mar, que arrancou em Novembro de 2022.

A província de Cabo Delgado tem vindo a ser afectada por um conflito desde 2017 que aterroriza as populações. Grupos de rebeldes armados têm pilhado e massacrado aldeias e vilas um pouco por toda a província e uma variedade de ataques foi reivindicada pelo ‘braço’ do autoproclamado Estado Islâmico naquela região.

O conflito já provocou mais de 4000 mortes (dados do The Armed Conflict Location & Event Data Project) e pelo menos um milhão de deslocados, de acordo com um balanço feito pelas autoridades moçambicanas.

 

Central fotovoltaica leva energia eléctrica a Mawayela em Inhambane

A usina pode fornecer eletricidade para cerca de 400 residências. Das 400 ligações previstas, faltam 50 por serem efectuadas, tendo sido estabelecida uma rede de distribuição ao longo de 15 quilómetros ao longo do posto administrativo.

A central custou cerca de 100 milhões de meticais (cerca de 1,6 milhões de dólares americanos, ao câmbio atual). Na cerimónia de inauguração, Nyusi sublinhou que a electricidade levada a Mawayela não se destina apenas à iluminação, mas deve trazer ganhos financeiros às comunidades locais

“A electricidade não resolve todos os nossos problemas, sobretudo se continuarmos a utilizá-la apenas como fonte de iluminação. A electricidade deve ser usada para gerar renda”, sublinhou o dirigente.

Filipe Nyusi citou, como exemplo, pequenas actividades comerciais de Mawayela, que acredita poderem agora funcionar com alguma qualidade. Até agora, a conservação dos alimentos dependia da salga ou secagem, mas com a eletricidade disponível as lojas podem investir na refrigeração.

Antes da central agora implantada, as lojas usavam gás de cozinha como fonte de energia para por a funcionar os seus frigoríficos. Isso implicava uma viagem de 50 quilómetros até à vila de Manjacaze, na província vizinha de Gaza, para comprar o gás.

A infraestrutura energética enquadra-se no Projecto ProEnergia que tem por objectivo intensificar o acesso à electricidade para mais famílias e empresas a nível nacional, como contributo à electrificação universal de Moçambique até 2030, propósito definido na Estratégia Nacional de Electrificação (ENE) e aprovada pelo Conselho de Ministros a 16 de Outubro de 2018.

PALOP’s querem mobilidade de engenheiros para conferir qualidade às infraestrutras

Para o governante, a mobilidade dos engenheiros no espaço deste grupo de países sugere “uma nova era nas relações a nível dos PALOP’s, que pressupõe a remoção de barreiras fronteiriças na partilha dos conhecimentos sobre a engenharia.

Moreno considera que Moçambique está a enfrentar enormes desafios que colocam em cheque as suas infraestruturas, que como solução, é mais do que na hora os engenheiros moçambicanos melhorarem as suas capcidades profissionais.

Entre os desafios por serem superados, o dirigente elencou os impactos das mudanças climáticas que têm arrasado, ciclicamente, o país, bem como a descoberta de hidrocarbonetos, que requerem robustez técnica na edificação das infraestruturas.

“No caso particular da vulnerabilidade do país às mudanças climáticas, o Governo tem a consciência plena de que este factor, não sendo passageiro, deve ser usado para criar soluções inovadoras que permitam a criação de infraestruturas resistentes para não defraudar o sonho dos Moçambicanos de vencer a probreza”, afirmou Moreno, acrescentando que as soluções sobre este desafios devem privilegiar às populações residentes nas zonas rurais, dada a sua vulnerabilidade.

PALOP’s comungam desafios

O governante disse que está ciente de que os problemas que Moçambique enfrenta são comúns em outros países dos PaLOP’s, pelo que a combinação de esforços entre os mesmos é essencial.

“Estes desafios que acabamos de mencionar são, em grande medida, comuns aos PALOP. Por isso, a mobilidade dos profissionais de engenharia no nosso espaço reveste-se de uma importância primordial na perspectiva de comunhão de capacidades, de experiências e de boas práticas no exercício de engenharia visando bem servir as nossas nações e os nossos povos”,

O forum em curso na capital moçambicana está subordinado ao lema “Pela Mobilidade dos Engenheiros no Espaço PALOP” e para Silvino Moreno a tónica encaixa-se ao propósito do conjunto dos países.

“Devemos garantir que a partir deste encontro trabalhemos juntos como engenheiros, identificando as oportunidades de colaboração, de trocas de experiências, de acções comuns no exercício de engenharia”, enfatizou.

A Ordem dos Engenheiros de Moçambique (OrdEM) e a Ordem dos Engenheiros de Angola (OEA) já estabeleceram um acordo de parceria, que garante a mobilidade dos profissionais de engenharia entre os dois países. Moreno entende que esse feito deve servir de exemplo e que tal  se replique entre os territórios.

O evento que termina na Quinta-feira (13) mostra-se importante para  o país, devido ao seu histórico de resiliência de infraestruras pouco agradável. Moçambique tem assistido, frequentemete, à destruição do seu património na sequência de eventos ciclónicos e depressões tropicais. Aliada a essa vulnerabilidade climática, está a qualidade das obras púbicas que muito tem vindo a ser questionada pela sociedade civil.

Sector empresarial melhora em Junho e supera Maio

De acordo com o documento, o crescimento da produção em Junho atingiu o maior nível do ano passado, com destaque para os excelentes resultados na captação de novos clientes, que contribuíram para uma sólida expansão de novos pedidos e aumento do emprego.

“O aumento da actividade verificou-se em cada um dos cinco setores abrangidos pelo inquérito, destacando-se o comércio grossista e retalhista”, lê-se na análise, que sublinha ainda “o cenário positivo apesar das empresas reportarem dificuldades de financiamento para efetuar aquisições”.

Em comentário aos resultados, o economista-chefe do Standard Bank Moçambique, Fáusio Mussá, disse que se a inflação continuar a abrandar, o Banco de Moçambique poderá aliviar o preço do dinheiro, o que significa que reduzirá as suas taxas de referência em pelo menos 200 pontos base durante o primeiro semestre de 2024.

“Estimamos que a inflação no final de 2023 fique em 8,6 por cento na comparação anual e em 6,8% no final de 2024”, indica o relatório.

O Purchasing Managers’ Index (PMI) resulta das respostas dos gerentes de compras de um painel de cerca de 400 empresas do sector privado.

Porto de Maputo mantém crescimento impulsionado por factores estratégicos

O desempenho positivo pode ser atribuído a uma combinação de factores estratégicos que consolidaram a posição do porto como um actor-chave no comércio regional e global.

A Further Africa avança que um impulsionador significativo do crescimento do porto tem sido seu domínio no mercado de cromo, principalmente para as exportações sul-africanas.

Maputo é hoje um ponto de trânsito crucial, com o porto movimentando quase metade de todo o cromo produzido na África do Sul, que representa aproximadamente 70 por cento da participação no mercado global.

Essa posição influente no comércio do mineral utilizado na produção de aço inoxidável contribuiu significativamente para a trajectória de crescimento da infraestrutura portuária.

Como a demanda de economias emergentes e projectos de desenvolvimento de infraestrutura para o cromo continua aumentando constantemente, o Porto de Maputo deve se beneficiar ainda mais neste ano fiscal.

No entanto, os desafios persistem. Questões relacionadas ao funcionamento eficiente da fronteira Moçambique-África do Sul em Ressano Garcia, um dos principais pontos de acesso entre as duas nações, precisam ser abordadas para garantir o crescimento contínuo do porto.

Recentemente, a situação no lado sul-africano da fronteira tem se tornado insustentável e há preocupações crescentes com a incapacidade de Pretória de lidar com seus desafios de infraestrutura em tempo hábil.

Para superar alguns desses desafios, o Porto de Maputo iniciou projectos de infraestrutura cruciais que tornarão as operações mais competitivas e agilizarão parte do processo em que os sul-africanos estão atrasados.

Para o efeito, estão previstas obras de construção em Pessene, ao longo da auto-estrada Maputo-África do Sul, para o desenvolvimento de um parque de gestão de tráfego e expansão da capacidade de movimentação de carga do porto.

Na semana passada, o porto também inaugurou dois guindastes móveis de última geração, acelerando sua eficiência. Esses investimentos estão a simplifiucar as operações e criando um ambiente propício ao crescimento sustentado.

 

 

LAM regista ocupação máxima dos voos

De acordo com a companhia de bandeira, o quadro ilustrativo de ocupação dos voos desde o dia 01 de Julho de 2023 é de composição efectiva dos assentos das aeronaves.

A LAM usou, por exemplo, o Boing  com capacidade para 132 passageiros a ser ocupado por 127 pessoas na rota Maputo-Nampula. Outro dos quatro exemplos apresentados na nota refere-se ao Embraer 145, da rota Maputo-Beira, que teve 49 dos 50 passageiros da sua capacidade ocupados.

A redução do preço de bilhetes em 30 por cento abrange, nesta primeira fase, os voos de ou/para Maputo, Beira, Pemba, Tete, Inhambane, Vilankulo e Joanesburgo.

A redução de preços dos voos da LAM sucede depois que a sua gestão passou para uma Comissão sul-africana, Fly Modern Ark,  em Abril passado, qual vai estar em frente dos destinos da companhia aérea de bandeira até pelo menos 1 meses.

Na senda da nova gestão, as Linhas Aéreas de Moçambique deixaram de estar insolventes ao cobrar, desde Abril, 47,3 milhões de dólares em dívidas por parte de instituições do Estado e privados.

O plano de recuperação previa que a Fly Modern Ark injectasse algum capital na transportadora e colocasse mais aeronaves ao serviço, além da necessidade de serem estudadas novas rotas.

 

FMI vai injectar mais de 60 milhões de dólares ao Orçamento do Estado

Concluída a avaliação, o Conselho de Administração da instituição financeira aprovou também o pedido das autoridades moçambicanas para a dispensa de cumprimento de dois critérios de desempenho.

Assim, o FMI dispensou a favor de Moçambique, o critério de desempenho do final de dezembro de 2022, relativo ao saldo orçamental primário interno, que não foi cumprido devido a derrapagens na execução da reforma da massa salarial e a quebras de receitas.

O segundo critério diz respeito ao desempenho contínuo relativo à não acumulação de atrasados de pagamentos externos públicos e com garantia pública, que não foi cumprido devido a atrasos no serviço da dívida por uma empresa pública.

O Fundo Monetário Internacional refere que o pedido de dispensa foi aprovado tendo em consideração as medidas correctivas adoptadas pelas autoridades nacionais.

“À luz dos resultados programáticos mistos, as autoridades tomaram medidas substanciais para enfrentar com determinação os desafios macroeconómicos e manter o programa no bom caminho, nomeadamente no que diz respeito à redução da massa salarial e ao alinhamento das perspectivas orçamentais com os objectivos do programa. A orientação restritiva da política monetária adoptada é adequada para conter as pressões inflacionistas”, afirma o FMI.

O acordo de três anos, selado ao abrigo da ECF, visa apoiar a recuperação económica de Moçambique, reduzir a dívida pública e as vulnerabilidades de financiamento, promovendo, ao mesmo tempo, um crescimento mais vigoroso e inclusivo através de reformas estruturais.

As projecções apontam para um crescimento da economia em 2023, impulsionado pelo aumento da produção de GNL, da actividade agrícola e do setor de serviços. A inflação regressou a um dígito graças a uma política monetária proactiva e a preços de importação favoráveis para os produtos alimentares e os combustíveis.

O FMI observa que o desempenho orçamental em 2022 ficou aquém das expectativas, sobretudo devido à derrapagem registada na reforma da massa salarial e ao fraco desempenho das receitas.

A entidade apela ao país a manter o ritmo de reformas acordadas e o impulso da recuperação económica. Enfatiza que os esforços contínuos em disciplina fiscal, reformas estruturais e medidas anticorrupção serão vitais para garantir o crescimento sustentado e a estabilidade de longo prazo.

A primeira avaliação positiva aconteceu em Novembro de 2022, tendo o FMI desembolsado cerca de 59,26 milhões de dólares, ao classificar positivamente a orientação da política monetária e a adopção proactiva de taxas de juros mais restritivas desde o início de 2021 até aquele período do ano passado.

O novo “inforcing” financeiro eleva para um total de  212 milhões de dólares em desembolsos realizados ao abrigo do acordo da ECF.

BM suspende Ecobank Moçambique do sistema de operações de mercado

A informação consta de nota emitida pelo Departamento de Gestão de Mercados e Reservas do Banco de Moçambique, destinada às instituições participantes no MMI e MCI e não refere os motivos da suspensão.

O comunicado do Banco Central sublinha que “em resultado da suspensão, o Ecobank Moçambique S.A está proibido de participar no MMI e no MCI”.

O Ecobank Moçambique tem quatro agências localizadas nas maiores cidades de Moçambique, duas na região sul, uma na região centro e outra na região norte e possui 118 funcionários, no geral.

O Sistema de Operações de Mercado (SOM) representa um conjunto de normas e procedimentos a observar pelo Banco de Moçambique e pelas instituições autorizadas a participar do Mercado Cambial Interbancário (MCI) e no Mercado Monetário Interbancário (MMI).

Governo vai baixar dívida interna, reduzindo emissão de Bilhetes de Tesouro

A emissão de BT foi a forma encontrada pelo Banco de Moçambique para suprir a pressão nas finanças públicas, depois do congelamento do apoio por parte dos doadores.

A mesma é bastante criticada pelo sector produtivo, alegadamente porque os bancos preferem emprestar dinheiro ao Estado, em detrimento de empresas (e famílias), os principais agentes dinamizadores da economia nacional.

Por causa do endividamento interno com recurso a BT, o Banco de Moçambique tem vindo a alertar que a dívida interna tem estado a crescer exponencialmente.

“A dívida pública interna agravou-se. O endividamento público interno, excluindo os contratos de mútuo e de locação e as responsabilidades em mora, situa-se em 302,8 mil milhões de Meticais, o que representa um aumento de 27,7 mil milhões de Meticais em relação a Dezembro de 2022”, alertou o Banco Central em finais de Maio passado.

Entretanto, seis anos depois, o Governo determina em Cenário Fiscal de Médio Prazo CFMP 2024-2026, aprovado há dias, que pretende reduzir drasticamente o endividamento interno através de BT, dando primazia às Obrigações de Tesouro (OT), com períodos de maturidade mais elevada, acima de cinco anos.

“Para fazer face às necessidades de financiamento, o Governo continuará a implementar acções para a contratação de créditos externos em condições de financiamento favoráveis em detrimento do endividamento interno”, lê-se no CFMP 2024-2026.

Como medida adicional e com vista a diversificar as fontes de financiamento, o Governo refere em CFMP que nos próximos anos, para além de bancos, passará a endividar-se junto de instituições, tais como o Fundo de Pensões, Fundos de Investimento e Seguradoras.

Para uma gestão mais efectiva da dívida pública, o Governo diz que irá garantir a sincronização contínua e operacional das entidades do Estado.

Aliado a isso, o Executivo pretende ainda priorizar a contratação de créditos externos concessionais (multilaterais) e o aumento da proporção do financiamento externo de 36,4% para 65,2% de 2023 a 2026, consequentemente, a redução do financiamento interno de 63,6% previstos para o ano 2023 para 34,8% em 2026.

BAD tem 7,88 milhões de dólares para o programa Africano de Transição Energética Justa

Segundo o BAD, o AETC consolida o apoio do Banco à aceleração da estratégia Transição Energética Justa (JET, sigla em inglês) para África, definida como uma transição de baixo carbono, inclusiva, que cria oportunidades de trabalho digno e não prejudica a ninguém.

O programa AETC propõe-se a atingir múltiplos objectivos, entre os quais a realização de um Estudo de Mercado Regional para facilitar a exportação de energia renovável de Botswana e Namíbia como parte da iniciativa 2-5 (Gigawatt) GW Mega Solar.

Além disso, visa avançar no desenvolvimento do interconector de transmissão regional ZiZaBoNa, cujo propósito de aumentar o comércio de energia entre o Zimbabwe, a Zâmbia, o norte do Malawi e o nordeste de Moçambique.

A primeira fase da iniciativa Mega Solar centra-se na aquisição competitiva de 300-500 megawatts de energia solar na Namíbia e Botswana. Uma vez construídas as linhas de transmissão regionais, catalisará a aquisição de geração adicional que possa fornecer energia renovável de baixo custo para os países vizinhos.

A iniciativa Mega Solar é um compromisso com a colaboração de desenvolvimento solar em larga escala entre a Power Africa, empresa fornecedora de energias renováveis e outras soluções de energia alternativa na África do Sul, os governos de Botswana e Namíbia.

Nesta cooperação está também o Banco Africano de Desenvolvimento, a Agência de Desenvolvimento da União Africana (AUDA-NEPAD), o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento e a Corporação Financeira Internacional.

O AETC inclui a colaboração com a Comissão Africana de Energia para desenvolver um Quadro e Roteiro de Transição Energética continental.

O programa também desempenhará um papel fundamental no apoio à implementação da JET da Tunísia (2035), através do financiamento de estudos de viabilidade para um parque eólico offshore (250-500 MW) com armazenamento integrado de energia.

Duas zonas costeiras na frente de Cap Bon e no centro-leste da Tunísia foram identificadas como locais potenciais.