Tuesday, May 5, 2026
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Nyusi recebe CEO da TotalEnergies em Palma

Segundo uma nota de imprensa do gabinete de Nyusi, os dois homens discutiram “todos os aspectos relativos ao projecto Mozambique LNG, a desenvolver na Área Um da Bacia do Rovuma, incluindo a situação humanitária e de segurança em Cabo Delgado”.

A TotalEnergies lidera um consórcio que pretende construir duas centrais de liquefacção de gás natural na península de Afungi, distrito de Palma. No entanto, os trabalhos foram interrompidos e a TotalEnergies retirou os seus quadros, quando terroristas islâmicos atacaram e ocuparam a capital distrital, Pemba, em março de 2021.

Posteriormente, as forças de defesa e segurança moçambicanas e seus aliados de Ruanda e SAMIM (Missão Militar da SADC em Moçambique) expulsaram os jihadistas da cidade. O governo tem insistido repetidamente que pretende criar condições de segurança adequadas para a retomada do projeto de GNL.

Durante a sua visita, Pouyanne visitou a zona industrial de Afungi, a aldeia de reassentamento de Quitunda, a vila de Palma, e Mocimboa da Praia, outra vila que foi reconquistada aos terroristas na contra-ofensiva de 2022.

No final da visita, de acordo com o comunicado, Pouyanne disse a Nyusi que, na sua opinião, a situação em Cabo Delgado melhorou muito graças à actuação das forças moçambicanas e seus aliados.

Nyusi e Pouyanne “reconheceram que o regresso da população à vida normal e o restabelecimento gradual dos serviços públicos estão a decorrer a bom ritmo”.

No entanto, Pouyanne adiantou que a TotalEnergies contratou um especialista para aconselhar a empresa sobre a situação humanitária em Cabo Delgado.

Mozambique LNG é o segundo projeto de GNL a ser desenvolvido em Cabo Delgado, e o primeiro a ser realizado onshore (o primeiro foi a plataforma flutuante de GNL Coral South, a cerca de 40 quilómetros da costa de Cabo Delgado, operada pela empresa italiana de energia, ENI) .

O gás para o Mozambique LNG será bombeado dos campos de Golfinho e Atum, localizados na Área Um da Bacia do Rovuma, para Afungi onde serão construídas as duas centrais de liquefação (conhecidas como “comboios”). Terão capacidade instalada para produzir 13,1 milhões de toneladas de GNL por ano.

A TotalEnergies é a operadora e detém 26,5 por cento das ações da Mozambique LNG. Os outros parceiros no consórcio são a Mitsui do Japão (20 por cento), a própria National Hydrocarbon Company de Moçambique (15 por cento), a PTTEP da Tailândia (8,5 por cento) e as três empresas indianas Oil India, ONGC Videsh e Bharat Petroleum (10 por cento cada).

AIM

AQI: Cidade da Beira Conta Com Nova Loja

A abertura da loja na Beira é o reconhecimento da Beira como local geograficamente estratégico para a implementação da sua plataforma de distribuição para abastecer 15 lojas e mais de 600 agro-concessionários em todo o país.

A Loja AQI na Beira foi inaugurada na terça-feira dia 31 de Janeiro por Lourenço Ferreira Bulha, Governador da Província de Sofala e ouviu ainda o testemunho de uma história de sucesso de um agro-comerciante que, com o apoio da AQI, conseguiu fazer crescer o seu negócios e ajudar muitas outras famílias que vivem em áreas remotas com acesso limitado a insumos agrícolas e pesqueiros.

A inauguração contou ainda com a presença de parceiros, clientes e fornecedores da AQI que, na ocasião, conheceram as instalações da maior loja de venda de produtos agrícolas e pesqueiros da zona centro, fruto de um investimento global de cerca de 30 milhões de meticais.

Rui Brandão, CEO da AQI, aproveitou para reforçar o conceito da marca. “Pela sua localização geográfica, a cidade da Beira terá uma importância estratégica para a AQI. Esta é a abertura da nossa 15ª loja, disponibilizando uma vasta gama de produtos, acessórios de pesca e aconselhamento técnico, esperando contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população desta cidade. Além disso, ao instalar aqui a maior plataforma logística da empresa, que pretende abastecer todo o país, estamos a dizer que acreditamos na Beira e a AQI fez um investimento de cerca de 30 milhões de meticais”, disse.

A nova loja da Beira, à semelhança da loja da AQI em Maputo, assume um papel preponderante na aposta da marca em ter uma imagem uniforme de norte a sul do país.

AQI significa que para ter um bom resultado é preciso começar bem, é preciso ter sementes de qualidade, assessoria técnica adequada e bons instrumentos para uma boa colheita. Por isso, queremos que todos os nossos clientes sintam que a AQI tem tudo para uma boa colheita.

Com a abertura da nova loja, a empresa passa a contar com mais de 115 colaboradores e 15 lojas espalhadas pelo país. Possui ainda uma rede de distribuição única nas várias províncias, composta por mais de 600 agro-dealers (revendedores). Isto permite que os seus produtos cheguem aos lugares mais remotos, uma mais-valia num país com as dimensões de Moçambique.

A marca AQI quer contribuir para o desenvolvimento sustentável do país, melhorando a qualidade de vida dos moçambicanos através de uma forte aposta em produtos de qualidade que possam chegar a todos. O maior desejo da AQI é que todos os moçambicanos tenham oportunidades iguais no acesso aos diversos recursos naturais que os ajudem a desenvolver a sua própria subsistência (privada ou empresarial), independentemente do local onde se encontrem no país, podendo assim tirar partido destes recursos da melhor forma caminho para eles e para um Moçambique melhor para todos.

A marca especializou-se na oferta de produtos na área da agricultura, pescas e pecuária, tornando-se um grande aliado da produção em Moçambique. Ultimamente alargou ainda mais o seu portefólio de produtos de forma a disponibilizar uma oferta maior e mais diversificada com o objetivo de satisfazer as necessidades dos diferentes clientes, contando no seu portefólio com a linha de Pets, Rega, Jardinagem, Piscinas, Campismo e muito mais.

 

Aproxima-se o IX Conselho de Monitoria do Ambiente de Negócios

Previsto para finais do mês de Fevereiro, o CMAN é o órgão superior de gestão e monitoria do DPP, liderado pelo Primeiro-Ministro e coordenado pelo Ministro da Indústria e Comércio, ponto focal do Governo para assuntos do Sector Privado.
Participam no CMAN, membros do Governo e outros quadros relevantes no processo do DPP. Do lado do Sector Privado, participam, para além do Conselho Directivo da CTA, os Presidentes dos Pelouros e dos Conselhos Empresariais Provinciais e parceiros.
No encontro com o MIC, abordou-se, igualmente, os mecanismos de coordenação entre o Governo e a CTA para realização da XVIII CASP nos dias 22 e 23 de Junho do ano em curso, assim como os níveis de preparação da cerimónia de lançamento do evento.

BM: Prime Rate Mantém-se Nos 22,6% em Fevereiro

O Indexante Único é a taxa média medida pelo volume das operações efectuadas no Mercado Monetário Interbancário para o prazo de vencimento de um dia útil (prazo overnight). Refere-se especificamente às operações da taxa de juro de política monetária (taxa MIMO) entre o BdM e os bancos comerciais (actualmente fixada em 17,25%) e às operações repo (as que representam empréstimos de dinheiro entre os bancos comerciais). O Indexante Único é calculado mensalmente pelo BdM.

Já o prémio de custo é a margem que representa os elementos de risco da actividade bancária não reflectidos nas operações do mercado interbancário, ao qual é adicionado o Indexante Único para constituir a prime rate do sistema financeiro moçambicano. O prémio de custo é calculado trimestralmente pela AMB, com base numa metodologia que toma em conta o rating do País, o rácio do crédito em incumprimento, o rácio de crédito saneado e o coeficiente de reservas obrigatórias para passivos em moeda nacional.

A prime rate do sistema financeiro moçambicano é a taxa única de referência para as operações de crédito de taxa de juro variável e resulta da soma do Indexante Único e do prémio de custo.

Grécia Apoia o País na formação Profissional de Jovens

Segundo o Secretário de Estado da Juventude e Emprego, Oswaldo Petersburgo, o apoio da Grécia vai beneficiar perto de 250 jovens da Província de Cabo Delgado e será alocado para bolsas de formação técnico profissional no Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo (IFPELAC), instituição tutelada pela SEJE.

A entrega do donativo aconteceu no âmbito da visita de trabalho a Moçambique do Ministro dos Negócios Estrangeiros da República Helénica (Grécia), Nikos Dendias, acompanhado por uma delegação de membros diplomáticos do Governo Grego.

Durante a visita, Nikos Dendias manteve encontros bilaterais com autoridades moçambicanas, tendo como objectivo fortalecer os laços de amizade e cooperação que existem entre os dois países. Para além da entrega do donativo, a visita foi marcada pela conclusão de um Memorando de Entendimento sobre as Consultas Políticas, um passo importante lançado na consolidação desta relação, institucionalizando o processo através de visitas recíprocas a nível político e diplomático, em prol do desenvolvimento económico e social.

Igualmente, a delegação grega visitou a Missão de Formação da União Europeia em Moçambique (EUTM-Moz), da qual a Grécia integrou como membro, prestando o seu contributo em território moçambicano desde Abril de 2022, através da capacitação das Forças Especiais da FADM, no centro militar de treino do Dongo, na Província de Manica.

No final do encontro com o Primeiro-Ministro, Adriano Maleiane,  o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Grécia garantiu continuidade de apoio a Moçambique e espera que deste pequeno passo, coisas maiores possam vir.

Na ocasião, o Cônsul Geral da Grécia em Moçambique, Gerasimos Marketos, afirmou que foi uma visita produtiva que serviu para fortificar os laços de cooperação e amizade, tendo salientado que, foi revista a cooperação bilateral entre os dois países e notou-se o desejo mútuo para novas iniciativas que vão contribuir para o desenvolvimento das relações bilaterais, bem como no contexto da cooperação com a União Europeia, que prevê organizar um Fórum Empresarial Moçambique – União Europeia 2023, junto com a EuroCam (Associação dos Empresários Europeus em Moçambique), da qual a Câmara de Comércio Moçambique-Grécia (CCGREMO) ocupa a posição de Vice-Presidente, pelo que, irá preparar uma delegação de empresas Gregas de vários sectores com enfoque particular para o Turismo, Agricultura, Transporte Marítimo e Energias Renováveis.

HCB explica-se sobre a gestão do crédito €225 milhões

Os valores “poderão ser desembolsados se a empresa precisar e julgar necessário durante a implementação do Capex Vital”, pacote de projectos de modernização.

A HCB “tem capacidade para se autofinanciar e realizar os investimentos, todavia, o recurso à combinação de capitais próprios e capitais alheios é recomendável e é uma boa prática de gestão”, acrescentou.

Pode haver vantagens em criar reservas com os capitais próprios “que podem ser usadas para alavancar a expansão da matriz energética através da participação na construção de mais centrais de produção de energia limpa”, exemplificou.

Os esclarecimentos prestados através da agencia noticiosa Lusa, que estamos a citar, surgem depois de o Centro para a Democracia e Desenvolvimento (CDD), ONG moçambicana, ter pedido ao Estado que dê informações sobre o “endividamento de 247 milhões de euros” da HCB e sobre como vão “afectar a situação financeira da empresa, os rendimentos do Estado e dos moçambicanos na qualidade de accionistas”.

Segundo a Lusa, a HCB esclareceu que se trata de 225 milhões de euros de crédito que poderá ou não ser utilizado, disponibilizado pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e pela Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), e de 22 milhões de euros doados pela União Europeia (UE).

Os créditos mobilizados surgem como “segurança ou ‘backup’ e assentam na boa saúde financeira do empreendimento, pois inspira confiança às instituições financeiras que se aproximaram da HCB para conceder facilidades de crédito”, indicou em resposta a questões colocada pela Lusa.

“Os níveis de conformidade e diligência tanto do BAD como da AFD só permitem o financiamento a entidades que cumprem um conjunto de requisitos aceitáveis, sendo um dos quais a robustez financeira e a capacidade de gerar receitas para fazer o serviço da dívida”, destacou a HCB.

A HCB dá como exemplo um empréstimo de cerca de 700 milhões de dólares (643 milhões de euros) que suportou a reversão da hidroeléctrica de Portugal para o Estado moçambicano, em 27 de Novembro de 2007, e que foi pago “na totalidade e com muita antecedência”.

Face ao pedido do CDD, de divulgação dos acordos de financiamento, a HCB explica que há “cláusulas de confidencialidade”, habituais neste tipo de documentos empresariais, remetendo a justificação dos investimentos para as declarações que o presidente da empresa tem feito.

“A terceira fase da reabilitação da subestação do Songo e a segunda fase de reabilitação da central hidroeléctrica sul irão melhorar os níveis de performance e estender a vida útil” para mais de 25 anos, incrementando os 2075 MW de produção em mais 5%, anunciou Boavida Muhambe.

O CDD questionou ainda o ‘timing’ político das verbas anunciadas para a HCB, enquanto empresa detida maioritariamente pelo Estado, no início de um ciclo eleitoral.

Em resposta, segundo a Lusa, a hidroeléctrica afirma que “as decisões de gestão observam estritamente as normas da governação corporativa” de forma “transparente, responsável e criteriosa” seguindo o Código Comercial, o contrato de concessão e as melhores práticas internacionais.

“A HCB tem com o Estado moçambicano um contrato de concessão ao abrigo do qual paga pontualmente uma taxa de concessão de 10% das receitas ao tesouro”, concluiu.

Moçambique Sobe no Combate à Corrupção

A edição deste ano do Índice de Perceção da Corrupção (CPI, na sigla em inglês), elaborado pela organização não-governamental (ONG) Transparência Internacional, salienta que em Moçambique, à semelhança de outros países da África Subsaariana, as forças armadas são mal dirigidas. “A falta de uma boa liderança condiciona a forma de lidar com os desafios de segurança e a sua vulnerabilidade à corrupção prejudica as respostas do Estado”, sustenta a ONG.

A tendência de Moçambique nos últimos cinco anos traduziu-se numa subida de três pontos mas considerando os últimos 10 anos perdeu cinco.

O CPI foi criado pela Transparência Internacional em 1995 e é, desde então, uma referência na análise do fenómeno da corrupção, a partir da perceção de especialistas e executivos de negócios sobre os níveis de corrupção no setor público.

Trata-se de um índice composto, ou seja, resulta da combinação de fontes de análise de corrupção desenvolvidas por outras organizações independentes, e classifica de 0 (percecionado como muito corrupto) a 100 pontos (muito transparente) 180 países e territórios. Em 2012, a organização reviu a metodologia usada para construir o índice, de forma a permitir a comparação das pontuações de um ano para o seguinte.

CTA e Parceiros Discutem a Retirada do País da Lista Cinzenta da GAFI

No âmbito das acções em curso para a retirada de Moçambique da lista cinzenta da GAFI – Grupo de Acção Financeira Internacional, a CTA, na qualidade de líder do Grupo Multissetorial de Trabalho do Sector Privado, reuniu-se hoje com a Associação Moçambicana dos Bancos (AMB) e a Associação Moçambicana dos Operadores de Microfinanças (AMOMFI) para auscultação sobre as melhores estratégias com vista ao alcance deste desiderato.

No encontro, o Presidente da CTA solicitou que cada uma das associações abordasse como é que o assunto de branqueamento de capitais está a ser tratado dentro da organização e que acções estão em curso.

A AMB referiu que antes da inclusão de Moçambique na lista cinzenta da GAFI, foi feita uma avaliação nacional de risco, tendo o relatório concluído que os 12 sectores que foram avaliados apresentavam deficiências e já havia indicação da entrada de Moçambique nessa lista cinzenta.

Neste momento, os bancos estão a trabalhar arduamente na lista das deficiências anotadas nesta avaliação, sendo que uma das questões que geraram avaliação negativa é que a actualização de dados no País não tem sido frequente. Embora os bancos estejam a trabalhar no sentido de cumprir escrupulosamente a lei, enfrentam dificuldades de actualizaçao de dados dos clientes, sobretudo das empresas, particularmente na identificação dos beneficiários efectivos das Sociedades Anônimas. Esta situação está, inclusive, a motivar o encerramento de contas por falta de identificação dos beneficiários efectivos, matéria que consta das 40 recomendações da GAFI. Portanto, a figura do beneficiário efectivo tem sido o maior problema. Outro constrangimento, são os clientes de risco alto, como por exemplo, os PEPs – Politically Exposed Person. Aqui, o grande problema é de declaração do patrimônio que os PEPs não têm cumprido. Assim, uma vez que os PEPs são poucos na carteira de cliente, os bancos têm adaptado a estratégia de abordagem pessoal, sensibilizando-os com base na legislação e demonstrar até que ponto as transações suspeitas podem gerar efeitos perversos.

Igualmente, a AMB salientou que os empresários, na sua maioria, não têm conseguido justificar com documentos a origem e destino dos fundos, chegando alguns a ameaçarem abandonar um determinado banco, quando estes são exigidos os documentos de suporte. Portanto, os empresários devem perceber que, na ausência de documentos de suporte, considera-se operação suspeita e pode levar o banco a reportar às autoridades, como GIFIM, Banco de Moçambique e PGR, e estes podem desencadear um processo de investigação com vista a aferir a proveniência e o destino dos fundos. Entretanto, há vezes que com a fuga de informação, os colaboradores dos bancos são ameaçados por terem comunicado às autoridades sobre uma operação suspeita.

A AMB referiu-se, também, que os bancos têm privilegiado a componente de formação contínua, particularmente aproveitando as experiências dos accionistas que têm a cultura de compliance muito forte nos seus países de origem.

Por seu turno, a AMOMIF disponibilizou-se a colaborar com a CTA, dentro do seu papel no Comitê Executivo, liderado pelo Ministro da Economia e Finanças, para desenvolver acções urgentes com vista à retirada de Moçambique da lista cinzenta da GAFI em dois anos. A Associação queixa-se da falta de acesso à plataformas de avaliação de risco dos clientes, o que dificulta a monitoria e geração de base de dados. Salientou que, o investimento não se deve resumir nas reformas legislativas, mas, também, em questões associadas que não possam expor os colaboradores, como a introdução de sistemas para determinados tipos de operações. Desafiou o Comitê a trazer experiências de outros países, como as Maurícias que deu recorde na saída da lista cinzenta, precisou de 1 ano e 4 meses.

CTA e Vodacom Discutem Áreas de Cooperação

Por outro lado, a CTA partilhou os preparativos da XVIII CASP, a ter lugar nos dias 22 e 23 de Julho, onde se prevê mais de 2 mil participantes presenciais e 7 mil virtuais à escala mundial, entre instituições públicas e privadas, empresários nacionais e estrangeiros, instituições financeiras de desenvolvimento, bancos comerciais, entre outros.

Tendo em conta os benefícios e valor acrescentado que este evento tem para o sector privado, a CTA convidou a Vodacom a participar e a colaborar nesta Conferência como parceiro e beneficiar de espaço especial para uma rede de contactos com outras empresas e investidores nacionais e estrangeiros.

CASP Pode Discutir a Adequabilidade da Quarta Revolução Industrial Para o País

 

 

A SEACOM fornece aos clientes acesso à Internet através da rede global de dados de alta velocidade da SEACOM GLOBAL e detém a rede mais extensa. Antes de 2009, as telecomunicações eram feitas por satélite o que fazia com que o respectivo custo fosse muito alto, impactando negativamente no bolso dos clientes. A maior porção dos custos estava ligada à conectividade internacional, mas com a entrada da SEACOM em Moçambique, com a sua fibra óptica, os custos reduziram.

No encontro, a SEACOM defendeu que manter uma infraestrutura de fibra óptica é extremamente caro. Actualmente, as empresas participadas pelo Estado têm representado um grande risco e criado pressão de tesouraria por falta de pagamento a tempo. A SEACOM considerou que a CASP pode ser uma plataforma importante para discutir a adequabilidade da quarta revolução industrial em Moçambique e contribuir para a sua competitividade.