Vodacom é classificado como o melhor empregador em África pelo segundo ano consecutivo
Vodacom Ranked Best Employer in Africa for Second Consecutive Year
The Vodacom Group has been named by the Top Employers Institute as Africa’s Best Employer for the second year running. This prestigious certification and first place position covers Vodacom Group, Vodacom South Africa, Vodacom Mozambique, Vodacom Tanzania and Safaricom Kenya.
The Top Employers Institute awards this prize to companies based on their performance in key areas of Human Resources, such as People Strategy, Work Environment, Talent Acquisition, Learning and Well-Being.
“We are extremely proud to once again be recognized as the Best Employer in Mozambique. This award reflects our commitment to providing a work environment where employees feel supported, valued and motivated to give their best. By continuously investing in inclusive policies and practices, we demonstrate our purpose of connecting Mozambique and all of Africa to a better future,” said Simon Karikari, CEO of Vodacom Mozambique.
In 2024, Vodacom strengthened its Value Proposition with employee offers that reinforce its commitment to creating an inclusive and supportive work environment. With an emphasis on Compassion, Acceptance, Respect and Empathy (C.A.R.E.), the company’s wellness initiatives include support for all life stages, such as menopause, and a more comprehensive family leave policy. “This distinction reaffirms the commitment we have to taking care of our employees and creating conditions for their development. We are proud to lead a committed team that not only contributes to the success of our organization, but also to the empowerment of our communities. Initiatives like the Digital Skills Hub are an extension of this purpose, offering young Mozambicans and Africans in general the opportunity to acquire essential digital skills for the future,” added Katia Meggy, Human Resources Director at Vodacom Mozambique.
Developed in collaboration with other technology organizations, including Amazon Web Services and Microsoft, the Vodacom Digital Skills Hub aims to increase digital literacy in Africa by bridging the digital skills gap in eight African countries, South Africa, Ethiopia, Tanzania, Mozambique, Lesotho, Egypt, the Democratic Republic of Congo and Kenya, respectively.
The Vodacom Digital Skills Hub is designed to empower the next generation to consider a career in science, technology, engineering and mathematics (STEM), and includes hands-on, engaging digital skills training for young people on the continent. AWS Educate is one of the first programs to be offered through the Digital Skills Hub and an additional program to Vodacom’s various existing online learning platforms. This program offers young people a vast library of online training at their own pace, covering a range of topics from Cloud fundamentals to Artificial Intelligence.
“As we start this new year, we encourage young Mozambicans, whether they are students, budding entrepreneurs or those looking for new opportunities, to explore the Digital Skills Hub. As a Best Employer, we have a responsibility to empower not only our employees, but the current and future generations to build a more inclusive digital future,” concluded Katia Meggy.
Investimentos e oportunidades locais para o primeiro trimestre de 2025
O panorama económico de Moçambique no início de 2025 encontra-se numa encruzilhada importante. Os desafios provocados por eventos climáticos, a instabilidade política e as pressões externas têm potencial para limitar o crescimento económico. Por outro lado, surgem oportunidades estratégicas que, quando bem aproveitadas, podem transformar os sectores chave e atrair investimentos de longo prazo.
Contexto económico
Moçambique atravessa um período de desaceleração económica. O Governo projecta um crescimento de 4,7% em 2025, inferior aos 5,5% estimados para 2024. Esta redução reflecte o impacto de várias dinâmicas, incluindo:
- Sector extractivo: Atingiu a sua capacidade máxima em determinados projectos, reduzindo o contributo ao crescimento económico.
- Sector agrícola: Enfrenta desafios resultantes do fenómeno climático ‘La Niña’, com chuvas intensas que comprometem a produção agrícola e a estabilidade alimentar.
- Sector de transportes e comunicações: Prejudicado por infra-estruturas danificadas devido a condições climáticas adversas.
Adicionalmente, a violência e instabilidade pós-eleitoral estão a criar um ambiente menos propício ao investimento interno e externo, exacerbando os desafios para o governo e o sector privado.
Impacto dos fenómenos climáticos
O ‘La Niña’, fenómeno que influencia os padrões de chuva em várias regiões do mundo, desempenhará um papel central no primeiro trimestre de 2025:
- Regiões afectadas: As regiões centro e sul são as mais vulneráveis, com riscos elevados de inundações.
- Produção agrícola: A produção de culturas de subsistência, como milho e mandioca, e de exportação, como o açúcar, poderá sofrer perdas significativas.
- Resposta governamental: Planos para reforçar as infra-estruturas resilientes aos desastres climáticos ainda estão em fase inicial, deixando o país vulnerável.
Segundo o Banco Mundial, cerca de 70% da população depende da agricultura, o que amplifica o impacto directo na segurança alimentar e na economia rural.
Pressões inflaccionárias e desafios políticos
A inflação, projectada para 5,4% em 2025, deverá ser impulsionada por uma combinação de:
- Escassez de produtos: Resultante das dificuldades na cadeia de abastecimento causadas por infraestruturas danificadas.
- Impactos políticos: As tensões pós-eleitorais estão a criar incertezas no mercado, reduzindo a confiança dos investidores e aumentando os custos de operação.
- Aumento do preço de importações: Dada a dependência de bens essenciais vindos do exterior, qualquer flutuação cambial ou aumento de custos logísticos terá impacto directo nos preços locais.
Esta inflacção compromete a capacidade de compra das famílias e aumenta a pressão sobre empresas que dependem de insumos importados.
Oportunidades estratégicas de investimento
Embora o cenário actual apresente riscos, existem sectores com potencial para atrair capital e impulsionar o crescimento:
Energia e Gás Natural
O gás natural liquefeito (GNL) continua a ser o principal motor do investimento estrangeiro em Moçambique:
- Projectos em crescimento: Com empresas internacionais a explorar novas bacias, prevê-se um aumento de exportações nos próximos anos.
- Parcerias público-privadas: Há uma oportunidade para parcerias que melhorem a eficiência e a transparência nos processos de exploração.
Infra-estruturas
O investimento em infraestruturas resilientes aos desastres naturais é crucial:
- Sector ferroviário e portuário: Melhorar a capacidade logística, especialmente nas exportações de carvão e minerais.
- Reconstrução pós-desastre: Projectos de reconstrução de pontes e estradas danificadas têm grande potencial para atrair financiamentos multilaterais.
Agricultura sustentável
Dada a importância do sector agrícola, projectos que promovam a resiliência climática estão em destaque:
- Sistemas de irrigação: Investimentos em tecnologias que reduzam a dependência da chuva.
- Culturas de alto valor: Apostar em produtos como o caju e o algodão, que possuem alta procura no mercado internacional.
Perspectivas de financiamento e políticas de atracção
Para garantir um ambiente atractivo aos investidores, o Governo está a trabalhar em medidas específicas:
- Reformas fiscais: Simplificar os processos para investidores estrangeiros e reduzir a burocracia.
- Incentivos específicos: Ofertas de isenções fiscais para investimentos em zonas economicamente desfavorecidas.
- Estabilidade política: Esforços contínuos para mitigar os efeitos das tensões pós-eleitorais, garantindo um ambiente seguro para negócios.
Nota conclusiva
O primeiro trimestre de 2025 será decisivo para Moçambique. Enquanto os desafios se acumulam, as oportunidades em sectores estratégicos mostram que o país tem potencial para superar os obstáculos.
A chave será a capacidade de alinhar esforços do Governo, sector privado e parceiros internacionais, promovendo um crescimento económico sustentável e inclusivo. Os investidores interessados devem permanecer atentos às dinâmicas locais e globais, adoptando estratégias que equilibrem os riscos e as recompensas.
Santa Casa de Lisboa intervém financeiramente na Sojogo para evitar colapso
A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) concedeu um apoio financeiro à operadora de jogo moçambicana Sojogo, assumindo uma garantia bancária de 65,8 milhões de meticais (aproximadamente 1 milhão de dólares), com o objetivo de estabilizar sua situação financeira. A informação foi divulgada na Terça-feira (14) por Fernando Sousa Afonso, antigo vice-provedor da SCML, durante uma audiência na comissão parlamentar de inquérito à gestão estratégica e financeira da instituição portuguesa.
Garantia bancária para evitar colapso
De acordo com Sousa Afonso, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa não obteve lucros com a sua participação na Sojogo, mas manteve um envolvimento contínuo na operação da empresa, inclusive intervindo financeiramente para evitar que a operadora moçambicana enfrentasse um colapso. O apoio foi feito por meio de uma garantia bancária, permitindo à Sojogo obter um empréstimo de um banco moçambicano para reequilibrar suas finanças.
Histórico de envolvimento da Santa Casa em Moçambique
A relação da SCML com o setor de jogos em Moçambique começou em 2011, quando assumiu a presidência do conselho de administração da Sojogo, empresa que detém a concessão exclusiva do jogo social no país. Segundo Sousa Afonso, a SCML optou por reforçar sua presença em Moçambique para oferecer apoio mais próximo à operadora, que enfrentava sérias dificuldades financeiras e operacionais.
O antigo vice-provedor também explicou que o departamento de jogos em Moçambique existia antes da independência do país, mas que, nos últimos anos, a SCML se envolveu mais activamente na gestão da Sojogo devido aos desafios que a empresa enfrentava. Em um momento crítico, a Santa Casa teve de assumir uma garantia bancária para viabilizar um empréstimo que ajudaria a estabilizar as operações da empresa.
Falta de retorno e dúvidas sobre a viabilidade
Apesar do apoio financeiro, Sousa Afonso garantiu que todas as decisões tomadas pela SCML foram feitas com o devido conhecimento e aprovação da Direção da Santa Casa e da assembleia geral. No entanto, ele reconheceu que até o momento a Santa Casa não obteve um retorno significativo da sua participação na Sojogo, o que levanta questionamentos sobre a viabilidade da operação e o futuro da empresa.
Investigação parlamentar e desafios para a Sojogo
A revelação do apoio financeiro à Sojogo ocorre no contexto de um crescente escrutínio sobre a gestão financeira da SCML, especialmente em relação à sua actuação fora de Portugal. O Parlamento português continua a investigar as decisões financeiras da instituição, incluindo o impacto das suas parcerias internacionais, como a sua actuação no sector de jogos em Moçambique. Enquanto isso, a Sojogo mantém suas operações no país, embora continue a enfrentar desafios de sustentabilidade financeira. A incerteza sobre o suporte contínuo da SCML e a necessidade de ajustes estratégicos são questões centrais para o futuro da operadora e para o sector de jogos em Moçambique.
Santa Casa de Lisboa intervenes financially in Sojogo to avoid collapse
The Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) has granted financial support to Mozambican gambling operator Sojogo, assuming a bank guarantee of 65.8 million meticais (approximately 1 million dollars), with the aim of stabilizing its financial situation. The information was released on Tuesday (14) by Fernando Sousa Afonso, former vice-provider of SCML, during a hearing at the parliamentary commission of inquiry into the strategic and financial management of the Portuguese institution.
Bank guarantee to avoid collapse
According to Sousa Afonso, the Santa Casa da Misericórdia de Lisboa did not make a profit from its stake in Sojogo, but remained continuously involved in the company’s operation, including intervening financially to prevent the Mozambican operator from facing collapse. The support was provided through a bank guarantee, enabling Sojogo to obtain a loan from a Mozambican bank to rebalance its finances.
Santa Casa’s history of involvement in Mozambique
SCML’s relationship with the gaming sector in Mozambique began in 2011, when it became chairman of the board of directors of Sojogo, the company that holds the exclusive concession for social gaming in the country. According to Sousa Afonso, SCML chose to strengthen its presence in Mozambique in order to offer closer support to the operator, which was facing serious financial and operational difficulties.
The former vice-provider also explained that the gaming department in Mozambique existed before the country’s independence, but that in recent years SCML has become more actively involved in the management of Sojogo due to the challenges the company was facing. At a critical moment, Santa Casa had to take on a bank guarantee to make a loan viable that would help stabilize the company’s operations.
Lack of return and doubts about viability
Despite the financial support, Sousa Afonso guaranteed that all the decisions taken by SCML were made with the due knowledge and approval of the Santa Casa Board and the general assembly. However, he acknowledged that so far Santa Casa has not obtained a significant return on its stake in Sojogo, which raises questions about the viability of the operation and the future of the company.
Parliamentary investigation and challenges for Sojogo
The revelation of financial support for Sojogo comes in the context of increasing scrutiny of SCML’s financial management, especially in relation to its operations outside Portugal. The Portuguese Parliament continues to investigate the institution’s financial decisions, including the impact of its international partnerships, such as its activities in the gaming sector in Mozambique. Meanwhile, Sojogo maintains its operations in the country, although it continues to face financial sustainability challenges. Uncertainty over SCML’s continued support and the need for strategic adjustments are central issues for the future of the operator and the gaming sector in Mozambique.
Caterpillar celebra 100 anos na África e reforça o compromisso com o desenvolvimento de Moçambique
A Caterpillar, empresa dedicada a fabricação de equipamentos para construção e mineração, está celebrando 100 anos de presença na África e reforçando seu compromisso com o desenvolvimento de Moçambique. A empresa tem sido uma peça fundamental na modernização da infra-estrutura do país, fornecendo equipamentos essenciais para os sectores de construção, mineração e geração de energia, que são pilares estratégicos para o crescimento nacional.
Parcerias locais e expansão no mercado
De acordo com a Engineering News, ao longo dos anos, a Caterpillar consolidou sua presença em Moçambique por meio de parcerias com revendedores locais, garantindo a disponibilidade de máquinas e serviços adaptados às necessidades do mercado. A empresa tem se envolvido activamente em projectos de construção de estradas, pontes e infra-estrutura de mineração, sectores que têm experimentado um crescimento acelerado, impulsionado pela expansão da indústria extractiva.
A Mineração como pilar de crescimento
A mineração, em particular, tem sido uma das áreas de destaque para a Caterpillar no país. Com o aumento da exploração de carvão, grafite e outros minérios, a demanda por equipamentos modernos e eficientes cresceu substancialmente. A empresa tem respondido a essa demanda com soluções inovadoras, fornecendo máquinas que ajudam a tornar as operações de mineração mais produtivas, eficientes e sustentáveis.

Capacitação profissional e desenvolvimento de talentos
Além de fornecer máquinas de ponta, a Caterpillar tem se empenhado em treinar mão-de-obra moçambicana. Em 2016, a empresa lançou o programa ‘Técnicos para África’, que visa capacitar jovens para actuarem no sector de operação e manutenção de equipamentos pesados. O programa, que já se expandiu para quase 30 países, formou mais de 4.000 técnicos certificados, contribuindo para a qualificação da força de trabalho moçambicana e fortalecendo o desenvolvimento do sector industrial local.
Inovação tecnológica e sustentabilidade
A inovação tem sido outro pilar central do compromisso da Caterpillar com Moçambique. A empresa introduziu equipamentos conectados, que permitem monitorar as operações em tempo real, optimizar a produtividade e reduzir custos operacionais. Essa tecnologia tem sido adoptada por empresas nos sectores de mineração e construção, aprimorando a eficiência, a segurança e a sustentabilidade das operações.
Perspectivas
Para os próximos anos, a Caterpillar pretende continuar a expandir sua presença em Moçambique, ampliando as parcerias locais, promovendo o desenvolvimento tecnológico e aumentando a capacitação da força de trabalho moçambicana. A empresa vê o país como um mercado estratégico e acredita que a combinação de inovação e qualificação será crucial para o crescimento sustentável do sector industrial.
Caterpillar celebrates 100 years in Africa and reinforces its commitment to Mozambique’s development
Caterpillar, a company dedicated to manufacturing construction and mining equipment, is celebrating 100 years of presence in Africa and reinforcing its commitment to Mozambique’s development. The company has been a key player in modernizing the country’s infrastructure, supplying essential equipment for the construction, mining and power generation sectors, which are strategic pillars for national growth.
Local partnerships and market expansion
According to Engineering News, over the years Caterpillar has consolidated its presence in Mozambique through partnerships with local dealers, ensuring the availability of machines and services adapted to the needs of the market. The company has been actively involved in projects to build roads, bridges and mining infrastructure, sectors that have experienced rapid growth, driven by the expansion of the extractive industry.
Mining as a pillar of growth
Mining, in particular, has been one of the areas of focus for Caterpillar in the country. With the increase in the exploitation of coal, graphite and other ores, the demand for modern and efficient equipment has grown substantially. The company has responded to this demand with innovative solutions, supplying machines that help make mining operations more productive, efficient and sustainable.
Professional training and talent development
In addition to supplying cutting-edge machines, Caterpillar has been committed to training Mozambican labor. In 2016, the company launched the ‘Technicians for Africa’ program, which aims to train young people to work in the heavy equipment operation and maintenance sector. The program, which has already expanded to almost 30 countries, has trained more than 4,000 certified technicians, contributing to the qualification of the Mozambican workforce and strengthening the development of the local industrial sector.
Technological innovation and sustainability
Innovation has been another central pillar of Caterpillar’s commitment to Mozambique. The company has introduced connected equipment, which makes it possible to monitor operations in real time, optimize productivity and reduce operating costs. This technology has been adopted by companies in the mining and construction sectors, improving the efficiency, safety and sustainability of operations.
Outlook
For the coming years, Caterpillar intends to continue expanding its presence in Mozambique, expanding local partnerships, promoting technological development and increasing the training of the Mozambican workforce. The company sees the country as a strategic market and believes that the combination of innovation and qualification will be crucial for the sustainable growth of the industrial sector.
BCI é reconhecido com três prémios internacionais de excelência
O Banco Comercial e de Investimentos (BCI) recebeu três importantes prémios de excelência pela Global Business & Finance Magazine, uma prestigiada revista internacional sediada nos Estados Unidos. As distinções foram anunciadas na edição de 2025 da publicação, reconhecendo o BCI como “Best Private Bank – Mozambique” (Melhor Banco do Segmento Private), “Best Retail Bank – Mozambique” (Melhor Banco de Retalho) e “Best Banking CEO Mozambique 2025” (Melhor CEO Bancário).
De acordo com um comunicado oficial do banco, o processo de selecção para os prémios é extremamente rigoroso, considerando uma série de indicadores de desempenho e mérito. Os investigadores responsáveis pela avaliação levam em conta análises de resultados financeiros, pareceres de especialistas do sector e contribuições significativas para o desenvolvimento económico do país.
Liderança no sector bancário
O BCI destaca-se como uma referência no sistema financeiro de Moçambique, liderando nos principais indicadores, como activos, depósitos e créditos, além de contar com a maior rede de unidades de negócios, caixas automáticos (ATMs) e pontos de venda (POS) no país.
A instituição sublinha que os prémios não apenas reforçam o seu compromisso com a excelência no setor bancário, mas também refletem a dedicação contínua ao fortalecimento da economia nacional. Em sua nota, o BCI expressa orgulho por ser reconhecido entre os melhores no mercado, com uma estratégia voltada para a inovação, confiança e excelência no atendimento aos seus clientes.
Reconhecimento global
A Global Business & Finance Magazine é amplamente reconhecida pela sua avaliação criteriosa das práticas empresariais e financeiras. Os prémios anuais concedidos pela publicação, como o Global Business & Finance Magazine Awards, têm como objectivo premiar as instituições e personalidades que mais se destacaram no mundo dos negócios e das finanças.
Com as recentes distinções, o BCI reforça sua posição de liderança no sector bancário e reafirma o seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e o crescimento económico de Moçambique.
BCI recognized with three international awards for excellence
Banco Comercial e de Investimentos (BCI) has received three important awards for excellence from Global Business & Finance Magazine, a prestigious international magazine based in the United States. The awards were announced in the 2025 edition of the publication, recognizing BCI as “Best Private Bank – Mozambique”, “Best Retail Bank – Mozambique” and “Best Banking CEO Mozambique 2025”.
According to an official statement from the bank, the selection process for the awards is extremely rigorous, taking into account a series of performance and merit indicators. The researchers responsible for the evaluation take into account analyses of financial results, opinions from experts in the sector and significant contributions to the country’s economic development.
Leadership in the banking sector
BCI stands out as a benchmark in Mozambique’s financial system, leading in key indicators such as assets, deposits and loans, as well as having the largest network of business units, automated teller machines (ATMs) and points of sale (POS) in the country.
The institution stresses that the awards not only reinforce its commitment to excellence in the banking sector, but also reflect its continued dedication to strengthening the national economy. In its note, BCI expresses pride at being recognized among the best in the market, with a strategy focused on innovation, trust and excellence in customer service.
Global recognition
Global Business & Finance Magazine is widely recognized for its careful assessment of business and financial practices. The annual prizes awarded by the publication, such as the Global Business & Finance Magazine Awards, aim to reward the institutions and personalities that have stood out the most in the world of business and finance. With these recent awards, BCI has strengthened its leadership position in the banking sector and reaffirmed its commitment to sustainable development and economic growth in Mozambique.
Moçambique planeia usar reservatórios de gás para combater alterações climáticas
Moçambique está adoptando uma abordagem inovadora para combater as mudanças climáticas, utilizando seus reservatórios de gás natural liquefeito (GNL) para a captura de dióxido de carbono (CO₂). A medida faz parte do Plano Nacional de Ordenamento do Espaço Marítimo (POEM), que foi elaborado em 2021 e aprovado no final de 2024. O objectivo do plano é integrar a exploração de gás com projectos ambientais sustentáveis, contribuindo para a redução das emissões de CO₂, um dos principais gases de efeito estufa.
A proposta de utilizar as reservas de gás para captura de carbono visa não apenas mitigar os impactos ambientais da indústria de GNL, mas também proporcionar um avanço na luta contra o aquecimento global. A captura de CO₂ é vista como uma solução estratégica para reduzir a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera, ajudando no combate às alterações climáticas.
Exploração de gás e potencial económico
Moçambique possui vastas reservas de GNL, sendo exploradas por grandes multinacionais como a TotalEnergies, ExxonMobil e Eni. Estima-se que as reservas do País possam gerar receitas de até 100 bilhões de dólares, com Moçambique podendo tornar-se um dos dez maiores produtores mundiais de GNL até 2040, representando 20% da produção africana, segundo um estudo da consultoria Deloitte, de 2024.
O POEM também destaca a importância de estabelecer um quadro legislativo e administrativo robusto para a exploração de hidrocarbonetos, de modo a minimizar os impactos ambientais e os conflitos com outras actividades locais, como a pesca e o turismo. Além disso, o plano propõe medidas para reduzir os efeitos ecológicos das infra-estruturas industriais e urbanas nas zonas costeiras.
Recursos marítimos e preservação ambiental
Com uma costa de 2.700 km e uma vasta área marítima de 572 mil km², Moçambique possui um dos mais valiosos patrimónios naturais da África. O país abriga mangais, recifes de coral e estuários, além de áreas de conservação de 4.600 km², que enfrentam desafios como sobrepesca, poluição e mudanças climáticas. O POEM prevê a preservação desses recursos naturais e a promoção do turismo sustentável, como o mergulho em naufrágios e a exploração de sítios arqueológicos subaquáticos, especialmente na Ilha de Moçambique, na região Norte.

O plano também enfatiza a importância de proteger o património cultural subaquático do país, que inclui mais de 300 navios naufragados ao largo da costa moçambicana. Para isso, a ratificação da Convenção da UNESCO sobre a Protecção do Património Cultural Subaquático é uma das prioridades.











