Saturday, June 6, 2026
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Vivo Energy celebra cinco anos de crescimento sustentável

A Vivo Energy Moçambique, empresa detentora da licença comercial da Engen, anunciou um crescimento sólido e sustentável nos últimos cinco anos, impulsionado por seu compromisso com a inovação e fornecimento de soluções energéticas de alta qualidade ao mercado moçambicano.

Desde sua fundação em 2019, a Vivo Energy Moçambique tem sido uma figura-chave no sector energético do país, fornecendo soluções confiáveis e sustentáveis que impulsionam o progresso nacional. A empresa enfrentou com sucesso desafios, abraçou oportunidades e ganhou a confiança de clientes e parceiros ao longo de sua jornada.

Sónia Abreu, Directora de Marketing e Comunicação, destacou que nos últimos cinco anos, a empresa expandiu significativamente sua rede de postos de combustível de 19 para mais de 50 em todo o país. Essa expansão foi projectada para atender às crescentes demandas dos consumidores e fortalecer a presença da empresa em diversas comunidades.

Além disso, Abreu ressaltou o compromisso da empresa com a responsabilidade social, estabelecendo parcerias com organizações como a associação ‘Casa Amarela’, para apoiar órfãos e crianças desfavorecidas. A Vivo Energy Moçambique também se dedica a empregar jovens de comunidades locais em todas as suas estações de serviço, contribuindo para a redução do desemprego no país.

Moussa Konate, Diretor-Geral da Vivo Energy, expressou gratidão a todas as partes interessadas que contribuíram para o sucesso da empresa nos últimos cinco anos. Ele enfatizou o compromisso contínuo da empresa em fornecer soluções energéticas de alta qualidade, promover a diversidade e inclusão, e contribuir para o desenvolvimento sustentável de Moçambique.

À medida que a Vivo Energy Moçambique celebra seu quinto aniversário, reafirma seu compromisso de continuar sendo uma força positiva no país, capacitando comunidades, promovendo o crescimento económico e buscando um futuro mais sustentável para todos.

Vivo Energy celebrates five years of sustainable growth

Vivo Energy celebra cinco anos de crescimento sustentável

Vivo Energy Mozambique, the company that holds Engen’s commercial license, has announced solid and sustainable growth over the last five years, driven by its commitment to innovation and providing high-quality energy solutions to the Mozambican market.

Since its foundation in 2019, Vivo Energy Mozambique has been a key figure in the country’s energy sector, providing reliable and sustainable solutions that drive national progress. The company has successfully faced challenges, embraced opportunities and earned the trust of customers and partners along its journey.

Sónia Abreu, Marketing and Communications Director, pointed out that in the last five years, the company has significantly expanded its network of fuel stations from 19 to more than 50 across the country. This expansion was designed to meet the growing demands of consumers and strengthen the company’s presence in various communities.

In addition, Abreu highlighted the company’s commitment to social responsibility, establishing partnerships with organizations such as the ‘Casa Amarela’ association, to support orphans and disadvantaged children. Vivo Energy Mozambique is also dedicated to employing young people from local communities at all its service stations, contributing to reducing unemployment in the country.

As Vivo Energy Mozambique celebrates its fifth anniversary, it reaffirms its commitment to continue being a positive force in the country, empowering communities, promoting economic growth and seeking a more sustainable future for all.

Contratação de bens e serviços pelas multinacionais: Sector Provado defende o aumento da quota de participação das PMEs

No âmbito do processo de auscultação da Proposta de Lei que estabelece o Regime Jurídico Aplicável as Micro, Pequenas e Médias Empresas, o sector privado defendeu, esta quarta-feira (06), em sede da Comissão de Agricultura, Economia e Ambiente da Assembleia da República (5a Comissão), que a Proposta de Lei seja vista como um instrumento que traz benefícios, e não penalizações como ilustram alguns artigos da proposta.

No âmbito do conteúdo local (contratação de bens e serviços pelas grandes empresas), o sector privado defende uma maior alocação para as PMEs, propondo que a quota seja acrescida para 40%, ao invés dos 20% mínimos que a proposta de Lei prevê, porquanto, segundo justifica, cerca de 98% da economia é feita pelas PMEs, havendo, por isso, toda a necessidade de dinamizar a actividade económica deste segmento. Na versão em vigor, o Legislador favorece grandes empresas (2% do tecido empresarial) alocando-lhes 80% das contratações.

Como questões de base, o sector privado propõe a eliminação das garantias pessoais e a prevalência exclusiva das garantias da empresa, visto que em circunstâncias de penhora, os bancos não fazem a segregação dos bens.

Igualmente, propõe que o Estado coordene junto da banca comercial, de forma a se activar as garantias bancárias existentes para estes segmentos.

A razoabilidade da multas e dupla penalização foi, também, objecto de análise, tendo o sector privado demonstrado situações em que ocorrem a dupla penalização, isto é, existência de legislações avulsas sectoriais que já prevê situações de multas em caso de inconformidades.

Outrossim, os empresários defendem que, no âmbito da proposta de criação do Fundo de Gestão para Rentabilidade das PMEs, o sector privado integre o comité de gestão dos mesmos.

De forma geral, o sector privado congratula ao Governo pela proposta de Lei, mas espera que as observações submetidas a magna casa sejam reflectidas no documento final a ser aprovado.

Importa referir que, a CTA se fez representar, nesta audição, pelos seus associados, designadamente a APME – Associação das Pequenas e Médias Empresas, e ACIM – Associação Comercial e Industrial de Maputo.

Contracting of goods and services by multinationals: Proven Sector advocates increasing the share of SMEs

As part of the consultation process on the Draft Law establishing the Legal Regime Applicable to Micro, Small and Medium-sized Enterprises, the private sector argued today at the Assembly of the Republic’s Committee on Agriculture, the Economy and the Environment (5th Committee) that the Draft Law should be seen as an instrument that brings benefits, rather than penalties, as some of the articles in the proposal illustrate.

Within the scope of local content (contracting of goods and services by large companies), the private sector advocates a greater allocation to SMEs, proposing that the quota be increased to 40%, instead of the minimum 20% that the draft law provides for, since, it justifies, around 98% of the economy is made up of SMEs, and there is therefore every need to boost the economic activity of this segment. In the current version, the legislator favors large companies (2% of the business fabric) by allocating 80% of hiring to them.

As basic issues, the private sector proposes the elimination of personal guarantees and the exclusive prevalence of company guarantees, since in the event of seizure, banks do not segregate assets.

It also proposes that the state coordinate with commercial banks in order to activate existing bank guarantees for these segments.
The reasonableness of fines and double penalties was also analyzed, with the private sector demonstrating situations in which double penalties occur, i.e. the existence of separate sectoral legislation that already provides for fines in the event of non-compliance.

In addition, entrepreneurs advocate that, as part of the proposal to create the Management Fund for the Profitability of SMEs, the private sector should be part of its management committee.

In general, the private sector congratulates the government on the draft law, but hopes that the comments submitted to the House will be reflected in the final document to be approved.

It should be noted that the CTA was represented at this hearing by its members, namely APME – the Association of Small and Medium-sized Enterprises, and ACIM – the Maputo Commercial and Industrial Association.

Reservas internacionais líquidas de Moçambique atingiram 3,5 mil milhões de dólares em Janeiro

Reservas internacionais líquidas de Moçambique atingiram 3,5 mil milhões de dólares em Janeiro

As Reservas Internacionais Líquidas (RIL) de Moçambique, fundamentais para as importações de bens e serviços, aumentaram em 5% no mês de Janeiro, atingindo 3,5 mil milhões de dólares, impulsionadas pelo aprovisionamento dos bancos.

Segundo um relatório estatístico do Banco de Moçambique (BdM), no final de Dezembro, as RIL eram de cerca de 3,4 mil milhões de dólares. O crescimento registado no primeiro mês de 2024 foi influenciado pelos 300 milhões de dólares em aprovisionamento dos bancos, representando cerca de 75% de todas as entradas.

Entretanto, entre os 283 milhões de dólares de saídas de reservas em Janeiro, 199,3 milhões de dólares foram transferidos pelos bancos, enquanto 22,8 milhões de dólares foram destinados ao pagamento do serviço da dívida moçambicana, destaca o BdM.

O relatório indica ainda que, no final de Janeiro, Moçambique encerrou com reservas suficientes para cobrir 3,1 meses de necessidades de importações previstas para todo o ano, uma cobertura que poderá aumentar para 4,9 meses.

Em Julho do ano passado, o Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou para a queda das Reservas Internacionais Líquidas desde 2021. O organismo reconheceu o impacto dos altos custos com a importação de combustíveis nas reservas de Moçambique, considerando o fornecimento de divisas aos principais importadores de combustíveis.

Mozambique’s net international reserves reached 3.5 billion dollars in January

Reservas internacionais líquidas de Moçambique atingiram 3,5 mil milhões de dólares em Janeiro

Mozambique’s Net International Reserves (NIR), which are essential for imports of goods and services, increased by 5% in January, reaching 3.5 billion dollars, boosted by supplies from banks.

According to a statistical report by the Bank of Mozambique (BdM), at the end of December, RILs stood at around 3.4 billion dollars. The growth recorded in the first month of 2024 was influenced by the 300 million dollars in supplies from banks, representing around 75% of all inflows.

Meanwhile, among the 283 million dollars of reserve outflows in January, 199.3 million dollars were transferred by the banks, while 22.8 million dollars were used to service Mozambican debt, the BdM points out.

The report also indicates that, at the end of January, Mozambique closed with enough reserves to cover 3.1 months of expected import needs for the whole year, a coverage that could increase to 4.9 months.

In July last year, the International Monetary Fund (IMF) warned of a fall in Net International Reserves since 2021. The agency acknowledged the impact of the high costs of fuel imports on Mozambique’s reserves, considering the supply of foreign currency to the main fuel importers.

Crédito bancário à economia moçambicana decresceu para 270,1 mil milhões de meticais

Crédito bancário à economia moçambicana decresceu para 270,1 mil milhões de meticais

O crédito concedido pelos bancos, registou uma queda para 270,1 mil milhões de meticais em Dezembro passado, marcando a sétima redução mensal em 2023 e evidenciando o aumento do endividamento dos particulares.

Em um relatório estatístico divulgado pelo Banco de Moçambique (BdM) nesta Quarta-feira, 6 de Março, constata-se que o crédito à economia atingiu seu ponto máximo em Maio do ano anterior, totalizando 298,1 mil milhões de meticais.

Segundo o mesmo documento, o valor diminuiu para 295,1 mil milhões de meticais em Agosto, sofrendo a maior queda do ano em Setembro, com uma redução de 2% no ‘stock’, seguida de uma queda adicional de 0,8% em Outubro.

Ademais, a taxa de juros média sobreu novas operações de empréstimos no final de Dezembro, tendo situado-se em 22,67% para empresas, 26,05% para consumo e 23,14% para compra de habitação, a um ano.

Destaca-se que a maior parte do crédito à economia em Dezembro foi para os particulares, totalizando 86,6 mil milhões de meticais, mostrando um crescimento mensal contínuo e um aumento de 23% ao longo do ano.

Enquanto isso, o sector do comércio viu um aumento ligeiro no total de crédito concedido, atingindo quase 28,1 mil milhões de meticais, enquanto a indústria transformadora recuou para pouco mais de 23,4 mil milhões de meticais.

O Banco de Moçambique destaca que o país é gerenciado por 15 bancos comerciais, 12 microbancos, além de cooperativas de crédito e organizações de poupança e crédito.

Bank credit to the Mozambican economy fell to 270.1 billion meticais

Crédito bancário à economia moçambicana decresceu para 270,1 mil milhões de meticais

Credit granted by banks fell to 270.1 billion meticais last December, marking the seventh monthly reduction in 2023 and highlighting the increase in private indebtedness.

In a statistical report released by the Bank of Mozambique (BdM) on Wednesday, March 6, it was noted that credit to the economy peaked in May of the previous year, at 298.1 billion meticais.

According to the same document, the figure fell to 295.1 billion meticais in August, and suffered the biggest drop of the year in September, with a 2% reduction in the stock, followed by a further drop of 0.8% in October.

In addition, the average interest rate on new loans at the end of December stood at 22.67% for companies, 26.05% for consumption and 23.14% for one-year house purchases.

It should be noted that most of the credit to the economy in December went to private individuals, totaling 86.6 billion meticais, showing continuous monthly growth and an increase of 23% over the year.

Meanwhile, the trade sector saw a slight increase in total credit granted, reaching almost 28.1 billion meticais, while the manufacturing industry fell back to just over 23.4 billion meticais.

The Bank of Mozambique points out that the country is managed by 15 commercial banks, 12 micro-banks, as well as credit cooperatives and savings and credit organizations.

Certification process to compete in national and international markets — March 07

Processo de certificação para competir no mercado nacional e internacional --07 de Março

The Mozambican Chamber of Commerce, in partnership with Energy Works, is holding a workshop on the certification process to compete in the national and international markets on March 7th, from 9am-12pm.

Don’t miss this opportunity, go to the link below and sign up.

https://bit.ly/3SPOnvR

For more information:
eventos@ccmoz.org.mz/
865968877/844030131

Perspectivas do mercado petrolífero em 2024

Perspectivas do mercado petrolífero em 2024

O sector petrolífero continua a ser um ponto focal da economia global, influenciado por uma lista de factores dinâmicos que moldam os preços e dão forma às perspectivas futuras. Nos últimos meses, observam-se alterações significativas nos preços do petróleo, reflectindo nas mudanças da oferta, demanda e outros aspectos geopolíticos em evolução.

Durante o período recente, o mercado petrolífero testemunhou uma recuperação gradual dos preços, impulsionada por uma vasta lista de factores emergentes. O aumento da demanda por combustíveis, especialmente em economias em desenvolvimento, está contribuindo para esse crescimento, enquanto a retomada da actividade industrial e a expansão das viagens está a estimular a necessidade por petróleo.

No entanto, a transição para energias renováveis continua a ser uma tendência chave que influencia o mercado petrolífero. Governos e empresas estão cada vez mais focados em reduzir as emissões de carbono e diversificar suas fontes de energia, o que pode impactar a demanda por petróleo a longo prazo. A crescente ênfase em políticas ambientais e investimentos em tecnologias limpas está a incentivar a busca por alternativas ao petróleo, gerando incertezas sobre a demanda futura.

um outro aspecto por considerar, são os eventos geopolíticos, que continuam a desempenhar um papel significativo na determinação dos preços do petróleo. Tensões regionais, mudanças nas políticas de grandes produtores e eventos imprevistos estão a gerenciar volatilidade no mercado e influenciar as decisões de investimento.

Com base nos aspectos acima arrolados, espera-se que o sector petrolífero enfrente desafios significativos enquanto se adapta a um ambiente em rápida transformação. A transição para energias renováveis, embora represente uma ameaça para a demanda de petróleo, também apresenta oportunidades para inovação e diversificação. As empresas que conseguirem se posicionar estrategicamente para lidar com essas mudanças e investir em tecnologias sustentáveis estarão melhor preparadas para enfrentar os desafios do futuro.

À medida que o sector petrolífero continua a evoluir em resposta às tendências globais, a análise cuidadosa e a adaptação estratégica são essenciais para todos os participantes do mercado. A transição para energias renováveis, juntamente com as pressões geopolíticas em curso, exigirá uma abordagem flexível e inovadora para garantir o sucesso a longo prazo.

Há uma expectativa de queda na demanda por commodities?

No decorrer deste ano, observou-se um aumento significativo na demanda por petróleo, com um acréscimo de cerca de 2,5 milhões de barris diários em relação ao ano anterior, equivalente a um crescimento anual de 2,3%. Para o próximo ano, a expectativa é que essa demanda ultrapasse os 0,7 milhão de barris diários. Apesar da visão optimista da Opep, que prevê um consumo de 2,4 milhões de barris diários também para 2024, a China continua sendo o principal impulsionador dessa demanda. Diante do crescimento modesto da China, espera-se a implementação de mais medidas de estímulo para alcançar a meta de crescimento de 5%.

Posicionamento dos Investidores

Há uma tendência pessimista em relação ao petróleo, abrindo espaço para potenciais aumentos nos preços em caso de interrupções na produção, tensões geopolíticas ou cortes adicionais pela Arábia Saudita. Os investidores devem antecipar a manutenção dos cortes de produção sauditas em 1 milhão de barris por dia durante o primeiro semestre de 2024, com possíveis reduções para meio milhão de barris no segundo semestre.

A perspectiva de manter os níveis actuais de produção da Opep+ no primeiro trimestre de 2024 é vista como viável, o que poderia ajudar a equilibrar o mercado e manter os preços em torno de US$ 80.