Friday, April 17, 2026
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Global challenge in flake fraphite production

Tirupati, one of the few graphite producers outside of China, highlights the growing global dependence on China for essential minerals in the energy transition, such as flake graphite, crucial for lithium-ion batteries.

The company foresees an imbalance between graphite demand and supply by 2025, with continuous demand outpacing production growth, especially as the automotive industry ramps up electric vehicle production.

This scenario, combined with export restrictions from China, could have a positive impact on graphite prices, which have been declining since the beginning of the year.

Tirupati currently extracts natural graphite from its mines in Madagascar, with plans to expand its production.

The company aspires to become a major global supplier, aiming to meet approximately 8% of global demand by 2030, from its projects in Madagascar and those under development in Mozambique.

The situation in China plays a crucial role in Tirupati’s strategy. Announced export restrictions on graphite and their impact on electric vehicle battery supply chains could significantly influence the company’s development.

Mozambique and Madagascar, as major graphite producers outside of China, currently represent approximately 15% of global production.

Tonela and Creditors: Renewed Optimism for the Resumption of TotalEnergies

The Mozambican government received reaffirmations of financing for the Liquefied Natural Gas (LNG) projects in the Rovuma Basin yesterday, with the resumption of TotalEnergies being almost certain by the end of the year.

This perspective was emphasized by the Minister of Economy and Finance, Max Tonela, in a meeting with the main creditors of the Rovuma gas projects.

“TotalEnergies is making diligent efforts to restart its project before the end of the year, which implies the disbursement of project financing funds,” Tonela said in that statement.

Tonela presented an “overview and some of the latest insights into the Mozambican economy,” highlighting the adverse context of climate disasters, the pandemic, terrorism, and the unfavorable global financial scenario of recent years.

“Despite the many challenges over the past two years, the country has been recovering its economic growth. Last year, the World Bank and the African Development Bank resumed their support for the State Budget,” he said.

According to Carta de Moçambique, Tonela emphasized the ongoing implementation of measures to improve public debt management, which “are resulting in better fiscal sustainability and efforts to improve the country’s credit rating.”

Between gas and energy transition

Then, the official spoke specifically about gas and energy transition, emphasizing that “the start of natural gas exports from the Coral Sul floating platform last year marked the beginning of a new era in the sector, and with the imminent creation of a sovereign fund to invest these revenues.”

In this domain, Max Tonela expressed confidence that Mozambique will be able to contribute to this transition while meeting global energy needs for socio-economic growth in a sustainable manner.

TotalEnergies is responsible for 25 percent of the Natural Gas Project (LNG) in Area 1 of the Rovuma Basin, Cabo Delgado province. This is the largest percentage of ownership in this venture, making the French oil company the main player in the operations.

Tonela e credores: renova-se o optimismo da retoma da TotalEnergies 

O Governo de Moçambique recebeu ontem reafirmações de financiamento dos projectos de Gás Natural Liquefeito (GNL) na Bacia do Rovuma, até ao fim do ano, sendo quase certa a retoma da TotalEnergies.

Esta perspectiva foi enfatizada pelo ministro da Economia e Finanças, Max Tonela, num encontro com os principais credores dos projectos do gás do Rovuma.

“A TotalEnergies está a envidar esforços diligentes para reiniciar o seu projecto antes do fim do ano, o que implica o desembolso de saques de financiamento do projecto”, diz Tonela nessa nota.

Tonela apresentou uma “visão geral e algumas das mais recentes percepções sobre a economia moçambicana”, realçando o contexto adverso das catástrofes climáticas, a pandemia, o terrorismo e o cenário financeiro global desfavorável dos últimos anos.

“Apesar dos muitos desafios ao longo dos últimos dois anos, o país tem vindo a retomar o seu crescimento económico. No ano passado, o Banco Mundial e o Banco Africano de Desenvolvimento retomaram o seu apoio ao Orçamento do Estado”, disse.

Segundo a Carta de Moçambique, Tonela frisou a implementação de medidas em curso para melhorar a gestão da dívida pública, as quais “estão a resultar numa melhor sustentabilidade fiscal e em esforços para melhorar a classificação de crédito do país”.

Entre o gás e a transiçcão energética

Depois, o governante falou concretamente sobre o gás e transição energética, tendo frisado que “o nício das exportações de gás natural da plataforma flutuante Coral Sul no ano passado marcou o início de uma nova era no sector e, com a iminente criação de um fundo soberano para investir estas receitas”.

Nesse domínio, Max Tonela mostrou-se “confiante de que Moçambique será capaz de contribuir para esta transição, ao mesmo tempo que capta as necessidades energéticas globais para o crescimento sócio-económico de uma forma sustentável.

A TotalEnergies é responsável de 25 por cento do Projecto de Gás Natural (GNL), na Área 1 da Bacia do Rovuma, província de Cabo Delgado. Esta é a maior percentagem de participações neste empreendimento, o que coloca a petrolífera francesa como o principal actor das operações.

Desafio global na produção de grafite em flocos

A Tirupati, uma das poucas produtoras de grafite fora da China, destaca a crescente dependência global da China na oferta de minerais essenciais para a transição energética, como a grafite em flocos, crucial para as baterias de iões de lítio.

A empresa prevê um desequilíbrio entre a procura e a oferta de grafite até 2025, com uma procura contínua superando o crescimento da produção, especialmente à medida que a indústria automotiva aumenta a produção de veículos elétricos.

Este cenário, aliado às restrições às exportações da China, pode impactar positivamente os preços da grafite, que têm estado em declínio desde o início do ano.

A Tirupati atualmente extrai grafite natural de suas minas em Madagáscar, com planos de expandir sua produção.

A empresa tem ambições de se tornar um importante fornecedor global, visando abastecer aproximadamente 8% da demanda global até 2030, a partir de seus projetos em Madagáscar e em desenvolvimento em Moçambique.

A situação na China tem um papel crucial na estratégia da Tirupati. As anunciadas restrições à exportação de grafite e seu impacto nas cadeias de abastecimento de baterias de veículos elétricos podem influenciar significativamente o desenvolvimento da empresa.

Moçambique e Madagáscar, como principais produtores de grafite fora da China, representam aproximadamente 15% da produção global atual.

Sector de castanha de cajú reergue-se no país

A indústria nacional de processamento da castanha do caju está a recuperar dos impactos negativos da queda do preço da amêndoa no mercado internacional e da Covid-19, nos últimos três anos.

Esta melhoria deriva de esforços empreendidos com vista a permitir o aumento da produção e produtividade, vistos como essenciais para a sustentabilidade e revitalização deste sector.

A informação foi partilhada, há dias, pelo vice-ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Olegário Banze, durante a primeira sessão do comité de amêndoas realizada em Maputo.

“A indústria nacional de processamento com uma capacidade de 110 mil toneladas tem vindo a se reerguer e a retomar os anteriores níveis de crescimento, depois dos abalos registados nos últimos três anos”, afirmou Banze.

Recentemente, os produtores e empresas da cadeia de valor da castanha de cajú aprovaram novos preços de compra da amêndoa ao produtor.

Num encontro havido em Maputo, os produtores defendiam o preço de 40 meticais o quilograma, contra os 30 meticais propostos pela Associação Industrial do Caju (AICAJU).

Entre debates e concertações, os intervenientes da indústria da castanha de caju estabeleceram os 37 meticais por quilo como o custo ideal para as partes, no âmbito do respeito ao esforço dos produtores e da sustentabilidade das empresas que compram o produto.

Como está a indústria no país?

A indústria de processamento da castanha de cajú é uma das que sofreram enormes constrangimentos com a decadência da industrialização no país. Além das fábricas que se dedicavam à transformação da borracha, produção de baterias, de calçados, algumas desta amêndoa também não escaparam.

Na cidade de Xai-Xai, por exemplo, até meados da década de 2000, operava naquela que é a capital de Gaza, a MOCITA, fábrica de processameto de castanha de caju. A unidade de fabril chegava a receber mais de 40 mil toneladas da amêndoa.

No entanto, a fábrica, já lá se vão mais de 15 anos que não funciona. O Governo, entretanto, está a tentar revitalizar a indústria nacional e já corre um estudo que visa mapear a situação industrial no país.

Nesse processo, perto de 8 mil empresas industriais de todo o país estão ser abrangidas pela iniciativa denominada “Mapeamento Geral da Indústria Transformadora”, desenvolvida pelo Ministério da Indústria e Comércio, desde o passado mês de Julho.

Projecto PSA prestes a fornecer gás à Central Térmica de Temane

O Projecto PSA segue, nos próximos meses, para a sua fase de pico nos trabalhos de construção, depois da conclusão da Infra-estrutura de Gás Inicial – IGF (Initial Gas Facility).

O empreendimento designa-se Acordo de Partilha de Produção (PSA, sigla em inglês), que inclui a construção de infra-estruturas que vão garantir a produção de 23 milhões de gigajoules de gás por ano, que deverão alimentar a Central Térmica de Temane (CTT).

A unidade vai gerar  a produção de 450MW de electricidade, assim como a Fábrica de GPL (Gás de Cozinha), que produzirá 30 mil toneladas por ano, ou seja 75 por cento da demanda de gás de cozinha em Moçambique, e, também, petróleo leve e gás excedente para exportação.

Cronograma em cumprimento

Segundo o director do projecto PSA, Avin Maharaj, a sua implementação contempla trabalhos civis, estruturais, mecânicos, eléctricos, de instrumentação e tubagem, sendo que estão todos a seguir segundo o cronograma e a parte civil está na sua fase conclusiva.

“Com a conclusão das obras civis, já demos início aos trabalhos mais especializados de instalação de estruturas metálicas como a tubagem e tanques de processamento de gás proveniente dos vários furos da licença PSA,” disse Maharaj, citado em comunicado enviado à AIM.

Numa estratégia de optimização de implementação dos Projectos de Gás de Temane, a Sasol implementou uma Infra-estrutura de Gás Inicial (IGF) que foi concluída em Julho último.

Assim, enquanto o Projecto PSA segue com os trabalhos de construção, já se pode assegurar o fornecimento de gás natural para a produção dos 450MW de electricidade, após a conclusão da CTT.

Com a entrada em funcionamento, em 2024, da CTT movida pelo gás de Pande e Temane elevar-se-á para o dobro (900 MW) a quantidade de energia a ser produzida com gás fornecido pela Sasol.

A viabilização da implementação do Projecto PSA contempla, ainda, a construção de uma vila de reassentamento, cuja primeira pedra foi lançada em Agosto de 2023.

Parceria empresarial Moçambique-França impulsiona setores estratégicos

A TotalEnergies EP Moçambique, com CTA e EVOLEN, promoveu o Programa de Parceria Empresarial Moçambique-França em Paris.

O evento incluiu a assinatura de um memorando entre CTA e EVOLEN, e um seminário onde mais de 40 empresas participaram.

O memorando visa facilitar a cooperação entre agentes económicos e instituições de ambos os países, abrangendo partilha de informações e estabelecimento de parcerias nos campos industrial, tecnológico e comercial.

O seminário permitiu reuniões e trocas de experiências em setores como energia, logística, transporte, construção civil e serviços gerais.

O Presidente da CTA, Agostinho Vuma, vê o memorando como um marco importante na relação entre a comunidade empresarial moçambicana e francesa.

Para Jean Cahuzac, Presidente da Evolen, Moçambique tem potencial para atrair investimento e transferência de tecnologia da França, especialmente devido a projetos de GNL de longo prazo.

Leonardo Nhavoto, da TotalEnergies, destaca os progressos na implementação da estratégia para maximizar o conteúdo local e sublinha a importância do memorando para promover um ambiente favorável aos negócios na indústria do petróleo e gás em Moçambique.

Chinese investors plan expansion of the Beira Port

A group of Chinese investors plans to build two new terminals at the port of Beira, in the province of Sofala, to increase the capacity for handling goods.

This involves a multinational market leader in African infrastructure construction that, in the first phase, intends to build two terminals – docks 11 and 13.

The group is also interested in building an industrial park in the district of Dondo, in the province of Sofala, to serve the hinterland countries, as well as an inland port on the Machipanda border, in Manica.

According to the newspaper Notícias, the investors have already visited Sofala and found that the current capacity of the Beira port is strained due to the flow of goods passing through that infrastructure.

This Sunday (22), the Prime Minister, Adriano Maleiane, on the penultimate day of his visit to China, held a meeting with these investors where he heard from the group’s president, Xiang Guangda, a request to expedite the project’s analysis.

On the subject, the Mozambican official assured that the institutions linked to the investment, especially the Agency for the Promotion of Investment and Exports (APIEX), are working on the files to expedite the process.

Investidores chineses planeiam expansão do Porto da Beira

Um grupo de investidores chines pretende construir dois novos terminais no porto da beira, na provincía de Sofala, para aumentar a capacidade de manuseamento de mercadorias.

Trata-se de uma multinacional líder do mercado africano de construção de infra-estruturas que, numa primeira fase, pretende construir dois terminais – cais 11 e 13 .

O grupo está também interessado em edificar um parque industrial no distrito de Dondo, província de Sofala, para servir os países do hinterland, para além de um porto seco na fronteira de Machipanda, em Manica.

Segundo o jornal notícias, os investidores já estiveram em Sofala e constataram que a actual capacidade do porto do Beira está pressionada, devido ao fluxo de mercadorias que atravessa por aquela infra-estrutura.

Este domingo (22), o primeiro-ministro, Adriano Maleiane, no penúltimo dia da sua visita à China, manteve um encontro com estes investidores onde ouviu do presidente do grupo, Xiang Guangda, um pedido para que se acelere na análise do projecto.

Sobre o assunto, o governante moçambicano garantiu que as instituições ligadas ao investimento, sobretudo a Agência para a Promoção de Investimento e Exportações (APIEX) estão a trabalhar nos dossiers para que o processo seja célere.

Niassa lança primeiro fórum de investimento

A província do Niassa, norte do país, realiza a 10 de Novembro próximo o primeiro fórum de investimento, um evento que vai juntar várias individualidades nacionais e internacionais.

O governo e parceiros vão gastar 7.4 milhões de meticais para suportar a logística do evento que vai ter lugar na cidade de Lichinga, sob o lema “Agricultura e Energia como Factores do Desenvolvimento da Província do Niassa”.

Segundo o porta-voz do Fórum, José Manuel, pretende-se com o encontro, organizado em parceria com a Associação Agro-industrial, mobilizar investimentos, através da promoção das culturas de rendimento, como a macadâmia, soja, milho, trigo, entre outras potencialidades.

O presidente da Associação Agro-industrial de Niassa, Inocêncio Sotomane, espera que o encontro traga oportunidades para o empresariado local, que igualmente pretende aproveitar parcerias para explorar os recursos naturais.

A Associação Agro-industrial do Niassa espera igualmente que o Primeiro Fórum de Investimento possa servir de plataforma para a expansão da energia eléctrica, cuja cobertura até 2022 era de apenas 36 por cento.

O evento, financiando pelo Banco Africano de Desenvolvimento, Embaixada da Irlanda em Moçambique e Universidade Lúrio, será aberto pelo Primeiro-Ministro, Adriano Maleiane, e poderá juntar cerca de 200 participantes.