Sunday, April 19, 2026
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Moza Banco anúncia Moza Connect

O Moza Banco, uma das instituições bancárias líderes em Moçambique, lançou uma nova e promissora solução para empresas: o Moza Connect.

Anunciado recentemente, o Moza Connect oferece a capacidade de integração direta com os sistemas informáticos das empresas, prometendo uma série de funcionalidades que visam simplificar as operações comerciais.

Essa inovação surge em um momento crucial, em que a eficiência operacional e a agilidade nos negócios são mais essenciais do que nunca. Ao permitir a integração com os sistemas informáticos das empresas, o Moza Connect visa facilitar o fluxo de trabalho, permitindo que os empresários se concentrem no núcleo do seu negócio.

As funcionalidades abrangentes oferecidas pelo Moza Connect foram projetadas com a finalidade de otimizar os processos empresariais, liberando tempo e recursos valiosos. Ao solicitar uma demonstração, as empresas têm a oportunidade de explorar em primeira mão como o Moza Connect pode se tornar uma ferramenta vital para impulsionar a eficiência e a produtividade.

Com esta inovação, o Moza Banco reforça o seu compromisso em fornecer soluções financeiras inovadoras e relevantes para o mundo empresarial em constante evolução.

Austrália e EUA fortalecem parceria para energia limpa

No comunicado de imprensa da Casa Branca divulgado durante a noite, intitulado “Avançando na Próxima Geração de Inovação e Parceria com a Austrália”, a colaboração entre a Austrália e os Estados Unidos atinge um marco significativo na criação de cadeias de abastecimento diversificadas para minerais cruciais essenciais na transição para a energia limpa.

O Conselho de Administração da Corporação de Financiamento para o Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos (DFC) aprovou um empréstimo substancial de até 150 milhões de dólares para a subsidiária da Syrah Resources Ltd, a Twigg Exploration and Mining.

O objectivo desse investimento é fortalecer as operações de mineração e processamento de grafite em Balama, Moçambique.

Essa injecção de capital terá um impacto substancial, ao aumentar a produção, diversificar as cadeias de abastecimento globais, gerar empregos e manter os mais elevados padrões ambientais e sociais.

Esta iniciativa representa um passo significativo em direcção à independência na produção de minerais vitais para a transição global rumo a fontes de energia mais limpas e sustentáveis.

Sandbox Regulatório do Banco de Moçambique vai à 5ª edição

O Banco de Moçambique lançou na Terça-feira a 5.ª edição do Sandbox Regulatório, que visa capacitar agentes económicos em diversas matérias de gestão empresarial, financeira e tecnologias.

Entre os beneficiários destacam-se instituições de crédito, sociedades financeiras, prestadores de serviços de pagamento, desenvolvedores, startups de tecnologia financeira, entidade de pagamentos e outras entidades financeiras emergentes interessadas em apresentar propostas de soluções inovadoras, para satisfazer as necessidades identificadas no sector financeiro.
A participação no Sandbox Regulatóro terá a duração de 9 meses, a contar do mês de Janeiro de 2024, e cumprirá quatro fases nomeadaente: apresentação para os testes,realização dos testes,apresentação de relatórios finais e avaliação e apresentação dos resultados.
São várias as áreas de interesse, entre as quais: carteiras digitais e agregadores de pagamento, empréstimos e créditos, investimentos e mais.

As propostas estarão sujeitas a análise de adequação ao quadro regulamentário e impacto no sector financeiro, sendo a inovadora a condição essencial para a participação neste programa.

Moçambique reabre sete postos fronteiriços com a Tanzânia

Sete postos de travessia dos nove existentes na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, foram reabertos, depois de dois anos encerrados, devido aos ataques terroristas, segundo avançou o Serviço Nacional de Migração (SENAMI).

Os postos fronteiriços estão localizados nos distritos de Mueda, Nangade, Palma e Mocímboa da Praia, nas fronteiras terrestre e marítima com a República da Tanzania.

Ivo Sampanha, porta-voz do SENAMI em Cabo Delgado, disse tratar-se das fronteiras de Namatil, Negomano, Ngapa, Namoto, Nangade-Sede, Palma e vila de Mocímboa da Praia, obrigadas a interromper as actividades na sequência da intensificação dos ataques terroristas na região.

A reabertura ao movimento migratório resulta da perseguição de terroristas levada a cabo pelas Forças de Defesa de Segurança (FDS) e congéneres do Ruanda e da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), que tem criado condições para o regresso das populações.

Sampanha anotou que a medida está a impulsionar a travessia entre os dois países, com uma média de quatro mil pessoas a cruzarem a fronteira por mês, contra cerca de três mil anteriores.

Segundo a fonte, antes da melhoria da situação de segurança o movimento nestes postos era quase inexistente. O porta-voz do SENAMI indicou que em Namoto, onde se regista o maior fluxo, atravessam mais de 1500 pessoas.

“Este posto  de travessia foi o último a ser reaberto e acreditamos que nos próximos meses o número poderá aumentar”, acrescentou.

Sampanha garantiu existirem fortes medidas de segurança nas fronteiras dos dois países e as Forças de Defesa e Segurança de Moçambique e Tanzania adoptaram um modelo único de controlo para evitar circulação de viajantes ligados aos terroristas, que actuam em alguns distritos de Cabo Delgado desde finais de 2017.

A Tanzânia faz fronteira com Moçambique através da província de Cabo Delgado no extremo norte do país. As duas nações partilham a Bacia do Rovuma, estando dos dois lados a decorrerem projectos específicos de exploração de Gás Natural Liquefeito (GNL).

Os dois países também partilham uma história de amizade e solidariedade, desde o advento das lutas pela independência dos territórios que se encontravam sob o jugo colonial português.

Governo revoga a concessão da CPMZ para o gasoduto Moçambique-Zimbabwe 

A Companhia do Gasoduto Moçambique-Zimbabwe (CPMZ) deixa de ser a concessionária do gasoduto Beira-Zimbabwe, que se encontra em funcionamento contínuo há mais de 41 anos, desde 1982.

O Conselho de Ministros desta terça-feira “aprovou o Decreto que revoga o Decreto 1/84, de 22 de fevereiro, que concede o projecto de exploração do gasoduto Beira-Zimbabwe”, começou por informar Filimão Suazi.

“O Decreto revoga a concessão à Companhia do Pipeline Moçambique-Zimbabwe para a exploração do gasoduto Beira-Zimbabwe e respectivos benefícios,como a estabilidade dos investimentos em curso”, esclareceu a fonte.

Igualmente, a medida atribui poderes aos ministros que superintendem as áreas das Finanças, dos Recursos Minerais e Energia e dos Transportes e Comunicações, para aprovarem os mecanismos necessários para assegurar a continuidade da exploração do gasoduto Beira-Zimbabwe, sem prejuízo das competências de outros órgãos.

Ainda no encontro semanal do Governo, o Executivo decidiu exonerar Hermínio Enoque Paulo Sueia do cargo de Presidente do Conselho de Administração do Centro de Desenvolvimento de Sistemas de Informação Financeira (CEDSIF) e nomeu como sucessor a Manuel António dos Santos.

O abastecimento de combustível ao Zimbabwe era feito mediante um contrato de exploração assinado com o Governo do país.

A empresa diz que a sua visão estratégica é que Moçambique possa ser o ponto central de distribuição de produtos petrolíferos refinados para o interior da África Austral, através dos oleodutos da CPMZ (Beira-Feruka) e da PZL (Feruka-Harare).

A história da CPMZ começa na segunda metade da década de 1950, com uma ideia visionária: criar uma infra-estrutura de larga escala, a partir do porto da Beira, capaz de dar resposta às necessidades de combustível de três países do hinterland, Zimbabwe, Malawi e Zâmbia.

O conceito visava a construção de uma refinaria de petróleo no Zimbabwe (Feruka) e de um oleoduto que assegurasse o abastecimento de petróleo bruto desde a Beira.

 

Coreia do Sul considera grafite de Moçambique

A Coreia do Sul está a explorar parcerias com Moçambique e Tanzânia para garantir um abastecimento fiável de grafite, após controlos de exportação mais rigorosos por parte da China sobre este recurso crucial para as baterias de veículos elétricos.

Moçambique e Tanzânia são atualmente a terceira e décima segunda maiores fontes de grafite no mundo.

A grafite desempenha um papel vital na produção de ânodos para baterias de veículos elétricos, sendo um componente fundamental das células recarregáveis.

O Ministério do Comércio da Coreia do Sul planeia intensificar as relações diplomáticas de alto nível com a China para assegurar a importação contínua de grafite.

Além disso, o país está a acelerar a inauguração de uma fábrica nacional de grafite sintética prevista para o próximo ano. Paralelamente, está a investir no desenvolvimento de ânodos de silício como uma alternativa viável à grafite.

Esta decisão foi tomada após discussões entre autoridades e principais intervenientes da indústria de baterias, incluindo a LG Energy Solution, a SK On, a Samsung SDI e a Posco Future M, com vista a impulsionar a indústria de veículos elétricos na Coreia do Sul.

Magnora adquire parcela na central solar de Mocuba

A produtora norueguesa de energia renovável, Magnora ASA, anunciou a aquisição majoritária da central solar fotovoltaica de Mocuba, localizada na província da Zambézia, centro de Moçambique, com uma capacidade de até 41 MW e operando desde agosto de 2019.

“A Magnora está comprometida com o desenvolvimento de energias limpas e em atender à crescente demanda por soluções sustentáveis através de aquisições estratégicas e projetos de energia renovável em Moçambique”, declarou a empresa.

Além disso, a Magnora adquiriu recentemente a gestora de projectos eólicos e solares “African Green Ventures” na África do Sul, adicionando-a ao seu portfólio existente de 850 MW. Atualmente, a empresa mantém um portfólio de projectos totalizando quase 2 GW e é uma das empresas capacitadas no Programa de Aquisição de Produtores Independentes de Energia Renovável da África do Sul (REIPPPP).

“A África do Sul tem enfrentado desafios na rede elétrica há muitos anos, o que dificultou a implementação de energias renováveis. No entanto, os investimentos privados em energia solar fotovoltaica têm se destacado, ultrapassando os programas do Governo. A expansão da Magnora nesse país reflete o crescimento do mercado comercial e industrial.

TotalEnergies decide em 2024 investimento ao terminal de gás natural na Matola

A TotalEnergies espera tomar uma Decisão Final de Investimento (FID, sigla em inglês) num novo Terminal de Gás Natural Liquefeito (GNL) no Porto da Matola, até setembro do próximo ano, segundo informou um porta-voz da petrolífera, na Quarta-feira.

O terminal da Matola poderá tornar-se o primeiro grande fornecedor de GNL para a África do Sul, numa altura em que o governo procura expandir significativamente o mercado do gás natural.

De acordo com a Reuters, a TotalEnergies está a estabelecer uma parceria com a empresa privada sul-africana Gigajoule e com entidades moçambicanas para desenvolver o terminal, com um custo estimado de 550 milhões de dólares.

O terminal de GNL receberá carregamentos de gás para uma unidade flutuante de armazenamento e regaseificação permanentemente atracada no Porto da Matola, perto da capital moçambicana, Maputo, embora os atrasos na finalização dos acordos de compra de gás tenham feito com que o seu desenvolvimento fosse adiado.

“A Matola LNG visa fornecer principalmente energia à África do Sul, que enfrenta graves problemas energéticos com cortes recorrentes de energia e cuja atual produção de energia provém de centrais eléctricas a carvão”, afirmou a fonte

Moçambique fornece a maior parte do gás sul-africano destinado aos utilizadores industriais através do gasoduto Rompco.

O Terminal de Gás Natural da Matola faz parte de um projecto mais vasto que o liga a uma central eléctrica a gás de ciclo combinado com capacidade para até 2 mil megawatts e é visto como um facilitador vital para expandir as exportações de energia na região da África Austral.

Reinício do projecto de GNL passa por garantias de financiamento

O Ministro da Economia e Finanças de Moçambique, Max Tonela, sublinhou a necessidade urgente de garantir os compromissos de financiamento para que a TotalEnergies possa reiniciar seu projecto de produção de gás natural em Cabo Delgado ainda este ano.

Durante uma reunião com agências de financiamento envolvidas no projecto, Tonela destacou o papel crítico das agências de crédito à exportação na aprovação atempada do projeto.

“A TotalEnergies está trabalhando para retomar o projecto de Gás natural antes do final deste ano”, afirmou Tonela.

Após um ataque em março de 2021, a TotalEnergies suspendeu suas operações em Cabo Delgado devido à violência na província.

O CEO da TotalEnergies, Patrick Pouyanné, anunciou recentemente a intenção da empresa de relançar o projeto até o final do ano.

A província de Cabo Delgado enfrenta uma insurgência armada há seis anos, com alguns ataques atribuídos a uma afiliada local do Estado Islâmico.

As forças armadas moçambicanas, apoiadas por contingentes de Ruanda e da SADC desde julho de 2021, lideram os esforços no combate ao terrorismo.

A intervenção conjunta entre as forças destacadas para combater a insurgência que assola a província do Norte de Moçambique já está a mostrar resultados positivos, com progressos visíveis. Em virtude dessas melhorias, as populações já estão a retornar a suas zonas de origem.

The cashew nut sector is recovering in the country.

The national cashew nut processing industry is recovering from the negative impacts of the drop in almond prices in the international market and from Covid-19 over the past three years.

This improvement is the result of efforts aimed at increasing production and productivity, seen as essential for the sustainability and revitalization of this sector.

This information was shared by the Deputy Minister of Agriculture and Rural Development, Olegário Banze, during the first almond committee session held in Maputo.

“The national processing industry, with a capacity of 110,000 tons, has been rebuilding and returning to previous growth levels after the setbacks of the last three years,” stated Banze.

Recently, producers and companies in the cashew nut value chain approved new purchase prices for almonds from producers.

In a meeting held in Maputo, producers advocated for a price of 40 meticais per kilogram, opposed to the 30 meticais proposed by the Cashew Industry Association (AICAJU).

Through discussions and consultations, stakeholders in the cashew nut industry established 37 meticais per kilogram as the ideal cost for both parties, respecting the efforts of producers and the sustainability of the companies that purchase the product.

How is the industry in the country?

The cashew nut processing industry is one of the sectors that faced significant constraints due to industrial decline in the country. Apart from the factories that were involved in rubber processing, battery production, and footwear manufacturing, some of these almond processing plants also suffered.

In the city of Xai-Xai, for example, until the mid-2000s, the MOCITA cashew nut processing factory operated in the capital of Gaza province. The factory used to receive over 40,000 tons of almonds.

However, it has been more than 15 years since the factory last operated. The government is now trying to revitalize the national industry, and there is an ongoing study aimed at assessing the industrial situation in the country.

In this process, nearly 8,000 industrial companies from across the country are being covered by the initiative called “General Mapping of the Manufacturing Industry,” which has been developed by the Ministry of Industry and Commerce since July of last year.