Monday, April 13, 2026
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Disponíveis fundos para erguer o Porto Seco de Macuse

O anúncio foi feito, esta segunda-feira, em Quelimane, na cerimónia de lançamento do projecto do complexo ferro-portuário Macuse-Chitima, orçado em mais de 2,7 mil milhões meticais, segundo avança a Rádio Moçambique.

Do total necessário para a construção do porto seco de águas profundas e o corredor logístico ferroviário, ligando Macuse, em Namacurra-Chitima, em Tete, os accionistas da Thai Mozambique Logística já conseguiram 500 milhões para o início da construção do porto.

Numa primeira fase, o porto que ocupará 2.4 quilómetros do lado de Macuse e 2.9 do lado de Supinho, vai exportar dois milhões de toneladas de madeira da Portucel, terá capacidade para navios até 60 mil toneladas de carga, vai empregar 8 mil moçambicanos, terá um parque de serviços logísticos, terminal de abastecimento de combustíveis e outras componentes.

O Representante dos accionistas da Thai Mozambique Logística, Manuel Latifo, disse que até Fevereiro do próximo ano, termina o reassentamento das 70 famílias afectadas pelo projecto.

O Presidente do Conselho Empresarial da Zambézia, Chawal Naparia, disse que as empresas locais devem ser as maiores fornecedoras do material de construção, bens e serviços para operadores das obras do porto.

E o Governador da Zambézia, Pio Matos, afirmou que o projecto é estruturante para o crescimento económico da província.

País melhora classificação no uso da ajuda financeira externa

O aumento da pontuação reflecte a melhoria das políticas e da gestão da dívida, devido às reformas para melhorar o quadro regulamentar, fortalecer a gestão nas empresas públicas e melhorar a gestão dos riscos orçamentais, defende a instituição no relatório anual que analisa se o ambiente institucional e político é propício à eficácia da ajuda ao desenvolvimento, a que a Lusa teve acesso na quarta-feira.

O documento, da responsabilidade da Associação Internacional de Desenvolvimento (AID), o braço do Banco Mundial para o financiamento concessional aos países mais pobres, refere que “foram feitos progressos na inclusão social e na equidade através de uma maior igualdade de género e da capacitação dos recursos humanos na saúde e na educação”.

Os economistas sublinham que “são necessários mais esforços para desenvolver o sector financeiro, garantir a estabilidade financeira e continuar a aderir às boas práticas contabilísticas internacionais”.

No documento, que melhora a pontuação de Moçambique de 3,1 pontos para 3,2, colocando o país ligeiramente acima da média de 3,1 pontos da África subsariana, defendem ainda que “os esforços para melhorar a governação, particularmente nos direitos de propriedade e no Estado de direito, e abordar as vulnerabilidades na transparência e responsabilidade, são essenciais para melhorar o desempenho geral”.

Na edição deste ano, que abrange 2022, o Banco Mundial melhorou a pontuação de 12 países africanos, mantendo 20 e reduzindo oito, e sublinha que apesar dos desafios económicos globais, mais países da África Subsariana registaram melhorias na sua pontuação global da Avaliação Política e Institucional do País (CPIA) em comparação com o ano anterior.

EN1 poderá ter uma via alternativa, segundo projeções do Governo

A estrada alternativa em alusão poderá constar do próximo Programa Quinquenal do Governo, a ser aprovado pela Assembleia da República, o parlamento moçambicano, para assegurar que sejam discutidos os investimentos necessários para a operação.

O troço em projecção terá como ponto de partida no distrito de Macie, Gaza, até Inchope, província de Manica, contornando a província de Inhambane, o que permitirá que as pessoas que saem do norte de Gaza possam ter alternativa para chegar à zona centro e norte.

A estrada poderá observar o troço Macia-Chokwé, Macarretana, Mabalane, Mapai, Massangena, Espungabera, Sussundenga, Chimoio e até Inchope, com a previsão de construção de uma ponte sobre o Rio Save que liga Massangena, em Gaza e Espungabera, em Manica, zona centro.

Nyusi assegurou que já iniciou o processo de mobilização de financiamento para a concretização da iniciativa. O anúncio foi feito hoje, durante a entrega da Estrada Macia-Chokwé, que beneficiou de obras de reabilitação e ampliação, num troço de 62 quilómetros, investimentos da REVIMO.

“De um tempo para cá, temos vindo a trabalhar arduamente para a introdução de estradas alternativas à EN1 em alguns dos seus troços”, esclareceu Nyusi.

Disse que o país não pode continuar a depender de uma só estrada, visto que qualquer situação anômala na via cria constrangimentos à circulação de pessoas e bens, sendo necessário reverter com a projecção de outras vias alternativas.

“Nós vimos isso em Cabo Delgado, para se chegar à Mocímboa, só há um único troço e, quando tivemos problemas, só aí pensamos numa alternativa, mas aprendemos. Aqui mesmo no 3 de Fevereiro, quando há problemas, ficamos entupidos”, disse Nyusi.

Segundo o Chefe do Estado, a EN1 no seu traçado mais a jusante é atravessado por vários rios, tornando a infra-estrutura mais vulnerável a cortes na época chuvosa, devido à subida dos caudais dos rios, embaraçando a ligação entre as regiões sul, centro e norte.

CRBC apresenta projecto de metro ligeiro para Maputo

Pengyu Bai, o director geral da CRBC, disse que o Executivo tem em posse o escopo de todo o projecto, que prevê a construção de uma linha ferroviária entre a antiga Feira Internacional de Maputo (FACIM) e o Zimpeto,

“Fizemos o estudo de viabilidade e as consultas públicas e o projecto foi agora submetido ao Governo de Moçambique”, disse Bai, acrescentando que espera começar a concretizar o projecto no próximo ano.

As obras de construção de uma linha ferroviária, como parte de soluções para resolver os problemas de transporte em Maputo, deveriam ter começado este ano, mas as mesmas foram adiadas, devido a “questões conjunturais”.

A CRBC foi responsável pela construção da ponte Maputo-KaTembe e da Estrada Circular de Maputo. A empresa também já manifestou a sua disponibilidade para apoiar o Governo na reabilitação da Estrada Nacional Número 1 (EN1).

ARC aprova aquisição da Cimentos de Moçambique

Neste contexto, a Huaxin Hong Kong passa a deter 100 por cento das participações da Inter Cement Trading Inversions, na Natal Portland Cement Company (Pty), Ltd (NPC), refere uma nota de imprensa da Autoridade Reguladora da Concorrência.

“Nos termos do número 1 do artigo 3 da Lei da Concorrência, a transacção projectada constitui uma operação de concentração de empresas através da qual a Huaxin Hong Kong adquirirá o controlo exclusivo sobre a Cimentos de Moçambique”, lê-se.

NPC detém participações em empresas sul-africanas e moçambicanas nomeadamente, Inter Cement South Africa Proprietary Limited, NPC Inter Cement (RF) Proprietary Limited (na África do Sul) e na Cimentos de Moçambique S.A. (em Moçambique).

No passado mês de Julho, a Cimentos de Moçambique (CM) passou a ser controlada pelo grupo chinês Huaxin Cement, em virtude de aquisição de 100 por cento das acções detidas pela InterCement, numa operação que rondou aos 265 milhões de dólares americanos.

A Cimentos de Moçambique e a maior empresa do sector de construção no país, tendo iniciado a sua operação em 1924. A empresa produz e comercializa para distribuidores, produtores de betão, clientes industriais, entre outros e tem presença nas três regiões do país, concretamente nas cidades da Matola no Sul, Dondo (Centro) e Nacala no Norte.

BIM é Melhor Banco Digital em Transformação e Inovação na SADC

De acordo com um comunicado enviado ao Profile, a  atribuição destes prémios foi feita após uma análise por parte dos editores e analistas do sector financeiro, baseada em critérios prescritos nomeadamente a oferta de produtos e serviços, a capacidade de captar e servir Clientes Digitais, de inovar com a introdução de novas soluções e o crescimento da base de Clientes Digitais.

Igualmente, foram também avaliados os benefícios tangíveis para os clientes da oferta digital dos bancos, bem como a funcionalidade, design e experiência para o cliente dos diversos canais digitais como o internet banking, o mobile banking, entre outros aplicativos de que os bancos dispõem.

“O Millennium bim tem apresentado uma evolução muito positiva da sua estratégia digital com um crescimento significativo da sua actividade: 69% dos seus Clientes adoptaram os canais mobile, tendo realizado cerca de 190 milhões de transacções digitais num ano”, diz o Millennium Bim no comunicado.

Reagindo à distinção, o Presidente da Comissão Executiva do Millennium bim, João Martins, apontou que “este reconhecimento a nível internacional vem valorizar o excelente trabalho desenvolvido por todos os colaboradores do banco, que, diariamente, se empenham para oferecer a melhor oferta de produtos e serviços digitais para os nossos clientes”.

Considerado o principal banco do sistema finaceiro moçambicano, o Millennium Bim tem cerca de 1,8 milhões de clientes, 199 balcões e 2500 funcionários no país.

Certificação de produtos passa a ser obrigatória

Orçado em 1.9 mil milhão de dólares norte-americanos, o plano de acção vai vigorar no período 2023-2033, através de diversas actividades a serem realizadas pelo Conselho Nacional de Qualidade junto de entidades que tutelam diferentes sectores e a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA).

Neste sentido, um dos primeiros produtos a ser abrangido pela certificação é a água potável. “Há um regulamento em carteira sobre a água engarrafada. Actualmente a certificação de água é voluntária, mas decorre um estudo para verificar até que ponto o líquido que consumimos tem qualidade”, explicou Geraldo Albazine, director-geral do Instituto Nacional de Normalização de Qualidade.

Segundo o Secretário permanente do Ministério da Indústria e Comércio (MIC), Jorge Jairoce, a qualidade desempenha um papel vital na inovação e na competitividade das indústrias moçambicanas e constitui um factor diferencial e de valor acrescentado.

Para conferir qualidade aos produtos ‘Made in Mozambique’, o Instituto Nacional de Normalização e Qualidade (INNOQ, IP) aprovou 125 empresas, em todo país, através da norma ISO 9001, que versa sobre o Sistema de Gestão de Qualidade.

Pelo referencial 14001, Sistema de Gestão Ambiental, foram registadas 21 empresas; ISO 45001, Sistema de Saúde e Segurança Ocupacional, foram certificadas 39 empresas; e pela norma 22001, que versa sobre a Segurança Alimentar, foram certificadas duas empresas.

As fontes falavam, esta segunda-feira (11), em Maputo, na abertura da 1ª Reunião do Conselho Nacional da Qualidade (CONQUA), encontro que visa discutir a Proposta do Plano de Acção da Politica de Qualidade e Estratégia para a sua implementação (2023-2032).

Mozal aumenta níveis de produção de alumínio

A informação foi avançada ao “Notícias” pelo director-geral para a área de Cooperação da Mozal, Gil Cumaio, que acrescentou que o crescimento esperado resulta do melhoramento das operações dentro da empresa.

Segundo explicou, esta previsão poderá influenciar os níveis de exportação do alumínio, como resultado de investimentos que a empresa vem realizando nos últimos tempos. De acordo com a fonte, todo o alumínio produzido no passado foi exportado para vários mercados, com destaque para a Europa.

A Mozal Aluminium está localizada a apenas 20 quilómetros a oeste da capital de Moçambique, Maputo. com um orçamento de 2 mil milhões de dólares, a fundição foi o maior investimento privado no país e o primeiro grande investimento directo estrangeiro a acontecer em Moçambique, numa altura de reconstrução económica.

A firma que iniciou operações como produtor de alumínio exclusivamente para a exportação, é uma das mais de 50 empresas instaladas no Parque Industrial de Beluluane (hoje designado MozParks), na Matola-rio. A Mozal é a única fábrica de fundição de alumínio em Moçambique e a segunda maior em África.

Moçambique de olhos à experiência agrícola de Vietname

Além da agricultura, o vice-ministro disse que foram identificadas outras áreas que vão alavancar a cooperação bilateral, entre eles, o sector de recursos minerais e energia, infraestruturas e comércio, sublinhando que nestas áreas, a cooperação ainda é muito fraca.

O governo identificou também o reforço do sector de investigação, dando primazia aos actuais desafios que o país enfrenta, sobretudo das mudanças climáticas, no concernente aos produtos agrários adaptáveis para o caso de Moçambique.

O facto foi avançado pelo vice-ministro moçambicano dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Manuel Gonçalves, que falava hoje em Maputo, em conferência de imprensa que teve lugar minutos após o Primeiro-Ministro, Adriano Maleiane, ter recebido e mantido conversações oficiais com a vice-presidente do Vietname, Võ Thị Ánh Xuân.

Xuân iniciou domingo (10) uma visita oficial de quatro dias a Moçambique, com o objectivo de reforçar as relações bilaterais existentes entre os dois países.

“Nós já temos alguma experiência de cooperação na área de produção do arroz com Vietname; nós queremos reforçar essa parte da produção do arroz, queremos reforçar a produção de tubérculos. O Vietname tem muita experiência”, referiu.

Acrescentou que “nós queremos reforçar a cooperação na área de aquacultura, e a investigação é uma parte, mas em termos de agricultura são vários sectores que nós queremos cooperar com eles.”.

Por isso, o maior interesse do Executivo moçambicano é o de apostar na investigação agrária. A província central de Manica, em Moçambique, já exportou, no ano em curso, cerca de 800 toneladas de macadâmia para Vietname, China, e alguns países europeus.

Gonçalves destacou a presença, desde 2012, no país da operadora de telecomunicações móveis, a Movitel, mesmo ano em que Moçambique estabeleceu a sua missão diplomática no Vietname.

Os dois países estabeleceram relações diplomáticas em 1975, tendo o país asiático firmado a sua Embaixada no país em 1976.

INP e Exxon Mobil partilham avanços sobre o Projecto LNG da Área 4

A informação foi partilhada pelo INP numa plataforma digital corporativa. O encontro entre as duas instituições aconteceu à margem do Expo Gastech 2023, que terminou no dia 8 de Setembro em curso, e serviu para avaliar “as alternativas para o futuro, a meio a uma grande transformação em toda a indústria petrolífera, de modo a impulsionar o progresso da transição energética”.

Igualmente, os líderes e inovadores do sector puderam avaliar as perspectivas de toda a cadeia de valor da energia durante uma experiência industrial sem paralelo, ao longo de quatro dias de discussão.

Em Cabo Delgado, a Exxon Mobil opera na Área 4, como parte da Mozambique Rovuma Venture S.p.A. (MRV), uma joint venture incorporada pela Eni, ExxonMobil e China National Petroleum Corporation (CNPC).

A joint venture detém de uma participação de 70 por cento no Contrato de Concessão para Pesquisa e Produção da Área 4, junto da Galp, KOGAS e Empresa Nacional de Hidrocarbonetos E.P. cada uma com 10 por cento de participação.

A Exposição da Gastech contitui um espaço favorável para para os participantes exporem e acederem novos produtos, soluções e tecnologias. O evento tem o potencial de os participantes reforçarem criar relações em toda a cadeia de valor da energia, incluindo gás natural, GNL, hidrogénio, soluções de baixo carbono e tecnologias climáticas.

A exposição tem um historial de gerar milhares de milhões de dólares em contratos e proporciona uma oportunidade excepcional para os participantes explorarem as mais recentes soluções, serviços e tecnologias que irão aumentar a eficiência, reduzir as emissões de carbono e melhorar o desempenho empresarial.

Leia: https://profile.co.mz/exxon-mobil-reitera-interesse-no-gas-do-rovuma/