Saturday, April 11, 2026
spot_img
Home Blog Page 341

Sector privado queixa-se de pagamentos atrasados aos fornecedores  

A preocupação foi apresentada, esta quinta-feira, por Agostinho Vuma, Presidente da Confederação das Associações Económicas (CTA), no segundo dia da 18ª Conferência Anual do Sector Privado (CASP), na cidade de Maputo.

Vuma afirmou que as despesas das empreitadas e bens e serviços continuam a crescer, tendo, em 2022, por exemplo, atingido o montante de cerca de 46 mil milhões de Meticais e que correspondia uma realização de 99,7 por cento.

Para reverter o cenário, a CTA propõe que o Governo crie limites máximos de acumulação dos pagamentos em atraso, para que essa despesa seja controlada e monitorada.

Igualmente, a agremiação empresarial propõe que no Orçamento Anual seja incluída uma rubrica específica para o pagamento das facturas atrasadas aos empreiteiros fornecedores de bens e serviços do Estado.

Ainda no rol das preocupações, a CTA pede ao Executivo, para que acelere a resposta a pedidos de reembolsos do Imposto de Valor Acrescentado, notando que está a níveis indesejáveis.

“Do total de 904 processos de pedidos de reembolso de IVA em 2022, estimados em 25,6 mil milhões meticais, foram autorizados a pagar 96 processos, que representa, em termos de montante, cerca de 21%. Por isso, continuamos a ansiar por melhorias no processo de reembolso do IVA, particulamente para a indústria transformadora”, afirmou Agostinho Vuma.

Focando na indústria gráfica, a CTA ressalvou que o quadro actual do IVA não permite a competitividade deste sector, pois, por exemplo, quem importa o livro impresso se beneficia da isenção do IVA na importação, mas o mesmo não acontece com quem produz internamente.

“A nossa indústria gráfica tem procurado se colocar numa posição estratégica para competir e se tornar fornecedora deste bem. Contrariamente, a indústria gráfica, ao imprimir localmente, tem que suportar o IVA na importação das respectivas matérias- primas como papel, toners entre outros”.

Carga tributária em alta

O empresariado queixa-se também de taxas excessivas, que impedem, sobremaneira, a fluidez dos negócios, uma situação que coloca em causa a geração de empregos, esta que é uma das metas do Governo.

A CTA nota que a actual carga tributária que se situa aos 36.1% está acima da maior parte dos países em vias de desenvolvimento e, se ascender aos 43 por cento, “a lucratividade dos empreendimentos empresariais ficará nula, o que pode inviabilizar a actividade empresarial eindustrial do sector privado”.

O empresariado nacional propõe, assim,  uma integração e centralização da política tributária no Ministério da Economia e Finanças (MEF), de forma a garantir um maior controlo da política tributária e análise dos seus efeitos sobre o desempenho da indústria e da economia num todo.

“Queremos pedir ao Governo para colocar uma mão e travão ao que chamamos de “taxas e taxinhas”. Desde os municípios, Distritos, Províncias, Ministérios e instituições autónomos como institutos e tribunais, de forma simultânea, tem estado a introduzir novas taxas ou agravar as existentes”, apelou Vuma.

Agostinho Vuma também abordou sobre os raptos que têm tirado sossego da nata empresarial em Moçambique, mais particularmente a cidade de Maputo. A CTA pede ao Governo para que acelere as acções anti-rápticas e interagir mais com o sector privado para colher ideias e opiniões.

Banco Mundial pondera suspender a dívida de países vulneráveis

De acordo com a Reuters, o plano prevê uma interrupção nos pagamentos da dívida desses países ao banco liderado por Ajay Banga.

As medidas serão dadas a conhecer perante cerca de 40 líderes mundiais, entre os quais o primeiro-ministro da China e o Presidente do Brasil, Lula da Silva, além de representantes de organizações internacionais e do sector privado.

Com as alterações climáticas no centro das preocupações, a agenda visa, de igual modo, impulsionar o financiamento da crise para os países de baixo rendimento, reformar os sistemas financeiros do pós-guerra, obtendo um consenso ao mais alto nível sobre a forma de fazer progredir iniciativas actualmente em debate no G20, Conferência das Partes (COP), Fundo Monetário Internacional (FMI) e Nações Unidas (ONU).

A Reuters teve acesso a um projecto de declaração da cimeira, que confirma que os líderes deverão apoiar a iniciativa dos bancos multilaterais de desenvolvimento, como o Banco Mundial, de colocar mais capital em risco para aumentar os empréstimos.

O novo presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, segundo a agência noticiosa, irá delinear um conjunto de ferramentas, incluindo uma pausa nos pagamentos da dívida, dando aos países flexibilidade para redireccionar os fundos para a resposta de emergência, fornecendo novos tipos de seguros para ajudar os projectos de desenvolvimento e ajudando os governos a construir sistemas de emergência mais avançados.

Referindo-se à guerra na Ucrânia, à crise climática, à recuperação da pandemia, ao aumento das disparidades e ao declínio do progresso, Ajay Banga mostrou-se favorável à adopção de uma nova visão pelo Banco Mundial.

Segundo a Reuters, uma parte dos temas da ordem de trabalhos retoma as sugestões de um grupo de países em desenvolvimento, liderado pela primeira-ministra dos Barbados, Mia Mottley, a chamada “Bridgetown Initiative”.

Chineses preparam exploração de areias pesadas na Zambézia

O projecto terá lugar numa concessão de 9.000 hectares, em que a exploração está autorizada para uma área de 532 hectares, sendo o restante reservado para actividades agrícolas. Estima-se que seja possível extrair um milhão de toneladas de ilmenite e 324 toneladas de zircão.

A China aparece como um dos principais destinos de exportação deste tipo de produtos extractivos em território nacional, sendo as empresas chinesas também detentoras de várias concessões mineiras.

Nesse âmbito, em Abril, o Governo autorizou a construção de um novo terminal portuário no Sul do país, que vai escoar areias pesadas exploradas pela China.

O empreendimento vai nascer a partir do ajuste directo a uma sociedade formada pela firma chinesa Desheng Port e os Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) para construir e explorar em regime de concessão o terminal portuário a localizar no distrito de Chongoene, província de Gaza.

ENI vai construir segunda plataforma FLNG na Bacia do Rovuma

Para o efeito, a multinacional assinou um acordo com a grande empresa de engenharia, TechnipFMC, para começar a trabalhar nos aspectos práticos de duplicar a sua unidade flutuante de GNL.

Este contrato cobre os serviços de engenharia, aquisição, construção, instalação do sistema de riser submarino e linha de fluxo associado, bem como a montagem dos umbilicais e equipamentos submarinos.

A instalação flutuante de gás natural liquefeito (FLNG) será, e como sua “irmã gêmea” já instalada e produzindo GNL desde outubro do ano passado, projectada para produzir cerca de 3,4 Mtpa de gás natural liquefeito, ancorada a algumas dezenas de quilômetros da costa e a uma profundidade de dois mil metros na Área 4, ao largo de Cabo Delgado.

Várias fontes confirmam que a Technip, multinacional francesa com sede em Paris, que desenvolve projectos, tecnologias, sistemas e serviços no sector de energia, já assinou um acordo para iniciar os trabalhos preliminares.

Esta empreitada seria uma cópia completa do Coral Sul FLNG , a primeira plataforma flutuante de gás natural liquefeito em águas profundas construída no mundo e com capacidade de produção de 3,4 Mtpa (milhões de toneladas de gás liquefeito por ano).

A Eni é a operadora da Área 4 da Bacia do Rovuma, com uma participação indireta de 50 por cento, através da Eni East Africa, que detém uma participação de 70% e a liderança do consórcio de exploração.

A CORAL FLNG SA. A Galp, a Kogas e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) detêm cada uma 10 por cento do projecto, enquanto a China National Petroleum Corporation (CNPC) detém uma participação indirecta de 20% através da Eni East Africa.

Comércio intra-africano expandiu-se 20,9 por cento em 2022

“O comércio do continente deveu-se à subida dos preços das matérias-primas e ao aumento da procura de energia africana por parte da Europa”, justifica o Afreximbank.

O relatório, centrado na “Exportação, Fabrico e Cadeias de Valor Regionais em África Sob uma Nova Ordem Mundial”, foi lançado pelo presidente do Afreximbank, Benedict Oramah, no último dia de trabalhos das Reuniões Anuais do banco, em Acra.

O relatório destaca ainda o facto de “uma combinação de perturbações na cadeia de abastecimento, restrições comerciais, aumento das tensões globais e uma política monetária mais restritiva em resposta a uma inflação recorde” ter contribuído para grandes mudanças no sentimento dos investidores e conduzido a aumentos acentuados dos preços das matérias-primas durante o primeiro semestre de 2022.

“No entanto, os preços dos produtos de base diminuíram acentuadamente no segundo semestre, devido ao abrandamento da procura num contexto de forte desaceleração do crescimento mundial, especialmente na China e na Europa, os principais motores do comércio mundial”, explica.

 Banco de Moçambique aprova Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Empresarial

Nesse sentido, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA ), anunciou esta Quarta-feira,a aprovação, pelo Banco de Moçambique, do Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Empresarial (FADE) uma iniciativa da agremiação empresarial e parceiros.

Com esta a provação, a CTA já pode iniciar a operacionalização do Fundo em referência, cujo objectivo é de promover a inclusão das Pequenas e Médias Empresas (PME´s) na economia local.

A CTA considera que o FADE vai ao encontro das necessidades de financiamento e outros constrangimentos que comprometem a oferta efectiva de bens e serviços na cadeia de abastecimento de grandes operadores e megaprojectos.

Concretamente, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique acredita que o FADE vai melhorar o acesso ao financiamento do comércio de curto prazo e ao financiamento de bens de capital de médio prazo pelas PME´s, especialmente para aquelas que se enquadram em cadeias de valor de grandes projectos.

Ademais, o Fundo tem o potencial de promover o desenvolvimento do empreendedorismo entre os locais, proporcionando-lhes serviços de apoio ao crescimento empresarial.

A informação foi partilhada no primeiro dia da 18ª Conferência Anual do Sector Privado (CASP), que se realiza nos dias 21, 22 e 23 de Junho corrente, sob o lema “Transformação, Inovação, Sustentabilidade e Inclusão para a Competitividade Industrial”.

Disponíveis 377 milhões de dólares para acelerar acesso à energia em Moçambique

Com efeito, o Executivo dispõe de 377 milhões de dólares para aumentar a taxa de acesso à energia de 49 por cento para 64 por cento da população até 2024, no âmbito do Programa Energia para Todos (ProEnergia). O programa visa garantir o acesso universal à energia até 2030.

Segundo o ministro dos Recursos Minerais e Energia, Carlos Zacarias, falando segunda-feira (19) em Maputo durante a reunião anual do Grupo de Trabalho do Sector da Energia (ESWG), as boas relações entre Moçambique e os seus parceiros têm facilitado o cumprimento das metas de electrificação definidas pelo governo.

“O empenho dos parceiros na nossa causa tem-nos permitido electrificar as zonas mais remotas do nosso país e promover as energias limpas no contexto da transição energética”, disse o ministro, explicando que o valor corresponde à segunda fase do ProEnergia.

Para a primeira fase, Moçambique recebeu um financiamento de 152 milhões de dólares que permitiu estabelecer novas ligações e aumentar a taxa de electrificação de 35 por cento em 2019 para os actuais 49 por cento.

O ministro elogiou ainda a aprovação da Lei da Electricidade que vai permitir um aumento da produção de energia na ordem dos 600 megawatts.

“Em 2022, a nova Lei de Electricidade foi aprovada como parte dos esforços para criar uma estrutura legal atraente para novos operadores. Este novo quadro regulatório abre espaço para que, entre outros, os actores privados contribuam para aumentar a capacidade de geração de energia em 600 MW no actual ciclo de governação, dos quais 200 MW virão de fontes renováveis”, disse Zacarias.

O ProEnergia é financiado pelo governo de Moçambique, Banco Mundial, Banco Africano de Desenvolvimento, Suécia, Noruega, Reino Unido, Alemanha, Bélgica e União Europeia.

 

 

Acordo entre BNI e Afreximbank facilita cadeia de valor do agronegócio no país

Para responder a este desafio, Moçambique vai beneficiar de uma linha crédito denominada Afreximbank – SME Revolving Working Capital Facility, uma garantia que surge na sequência de um acordo firmado, na Terça-feira, entre o Banco Nacional de Investimento (BNI) e o Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank).

Segundo o BNI, o objectivo desta parceria é acelerar o cerscimento das Pequenas e Médias Empresas (PMEs) exportadoras que actuam nas cadeias de valor do agronegócio, indústria ligeira, processamento alimentar e logística.

A instituição financeira refere que, por meio dessa linha de crédito, vai melhorar a rentabilidade das oportunidades de receita dos negócios de exportação das PMEs, bem como permitir-lhes obter o capital necessário para suas actividades. Além disso, contribuirá para a entrada de divisas no país, promovendo a melhoria da balança comercial e reduzir a dependência das importações.

Espera-se que essa iniciativa proporcione às empresas uma maior capacidade de expansão de suas operações e alcance de novos mercados, o que pode permitir alargar a base das exportações.

O BNI considera que a parceria estratégica com o Afreximbank é “um marco importante no apoio ao sector das PMEs exportadoras, reconhecendo o papel crucial que elas desempenham no desenvolvimento económico do país”

“Ao fornecer suporte financeiro direccionado às PMEs exportadoras, buscamos criar um ambiente propício para o aumento da produção, o desenvolvimento de novos produtos e a expansão para mercados internacionais”, diz o comunicado da institituição financeira pública.

O acordo em referência aconteceu à margem da 30ª Reunião Anual do Afreximbank, que decorre desde domingo, em Accra, capital do Gana.

 

 

Disponível mais uma linha de financiamento às PME

O financiamento resulta de um acordo entre o Secretariado Executivo da ZCLCA e o United Bank for Africa (UBA), assinado nesta segunda-feira à margem da 30.ᵃ Assembleia-geral do Banco de Africano de Exportações e Importações (Afreximbank), que decorre desde domingo em Gana.

O acordo foi assinado por Wamkele Mene, Secretário Executivo do ZCLCA, e o director-adjunto do grupo, United Bank for Africa (UBA), Muyiwa Akinyemi, para financiar as pequenas e médias empresas, particularmente em quatro sectores cruciais para desenvolver a indústria em África.

Trata-se dos sectores de agricultura e agro-processamento; automotivo; farmacêutico; e de transporte e logística, segundo disse à imprensa Wamkele Mene.

Disse tratar-se de um passo fundamental para alcançar nosso objectivo de criar um mercado único de 1,3 mil milhões de pessoas em toda a África e se alinha com o objectivo da União Africana em relação ao lema “Acelerar a Implementação da ZCLCA”.

Wamkele Mene referiu que a parceria financeira com o UBA é um compromisso estratégico para impulsionar o crescimento das PME em sectores-chave em toda a África.

“As PME desempenham um papel importante na economia de África – impulsionando a inovação, criando emprego e contribuindo para o crescimento do Produto Interno Bruto. Este acordo parceria permitirá que as PME aumentem sua capacidade, melhorem sua competitividade e contribuam significativamente para o cumprimento da ZCLCA”, acrescentou.

Por sua vez, o gestor do UBA, Muyiwa Akinyemi, esclareceu que a escolha desses sectores como prioritários a financiar deve se a conclusão de que se trata de áreas que podem concorrer para a redução das importações que a África faz por cada ano.

Apontou como exemplo o financiamento à agricultura e ao agro-processamento como a necessidade para reduzir o montante de mais de 500 mil milhões de dólares que a África gasta anualmente na importação de alimentos.

A ZCLCA foi criada em Março de 2018, em Ruanda, para, entre outros objectivos, criar um mercado único de mercadorias e serviços, facilitado pela circulação de pessoas a fim de aprofundar a integração económica do continente africano e de acordo com a Visão Pan-Africana de “uma África Pacífica, Próspera e Integrada” na Agenda 2063; bem como criar um mercado liberalizado de mercadorias e serviços, mediante sucessivas rondas de negociações.

Área 4 e Governo de Cabo Delgado inauguram Centro de Desenvolvimento Empresarial em Pemba

Nesse sentido, a ExxonMobil Moçambique, Limitada, em representação dos parceiros da Área 4 da Bacia do Rovuma, inaugurou, recentemente, o escritório da MozUp Enterprise Development Center (MozUp EDC), na cidade de Pemba, em Cabo Delgado.

Com a sua implantação naquele ponto do país, o MozUp EDC vai providenciar e alargar oportunidades de formação, aconselhamento e mentoria a empresas locais e das províncias vizinhas, para qualificarem-se e competir nas principais oportunidades de crescimento económico nos vários sectores da economia.

Valige Tauabo, governador de Cabo Delgado manifestou satisfação pela iniciativa e afirmou que “o centro de desenvolvimento empresarial vai desempenhar um papel importante no reforço da capacidade das empresas moçambicanas em Cabo Delgado”.

O dirigente sublinhou que “através da formação que as empresas irão receber, vão tornar-se mais competitivas a nível nacional e potencialmente além das fronteiras”.

Arne Gibbs, Director Geral da ExxonMobil Moçambique, Limitada, disse, por sua vez, que a nova agência do MozUp vai possiblitar que as empresas locais posicionem-se melhor e, última instância, vai estimular o conteúdo local.

“Estamos entusiasmados em lançar a segunda filial da MozUp em Pemba e ansiosos para testemunhar o crescimento contínuo das PMEs moçambicanas”, afirmou Gibbs.

Os serviços fornecidos pelo MozUP incluem a implementação de avaliações de negócios e planos de fortalecimento de negócios, assessoria no acesso ao capital, serviços financeiros e estabelecimento de parcerias entre empresas para o crescimento.

Instituições e operadores intersectoriais locais e internacionais são incentivados a inscrever-se no MozUp EDC para criar uma plataforma sustentável, que pode apoiar projectos de negócios em todos os sectores.

Lançado, pela primeira vez em 2020, em Maputo, o MozUP EDC é operado pela Mozambique Enterprise for Sustainability, Limitada (MES), uma joint venture entre a DAI, uma empresa global de desenvolvimento social e económico e o parceiro de implementação moçambicano, TPLA Consulting, Limitada.

A Área 4 é explorada pela Mozambique Rovuma Venture S.p.A. (MRV), uma joint venture detida pela ExxonMobil, Eni e China National Petroleum Corporation (CNPC), que detém uma participação de 70 por cento no Contrato de Concessão de Exploração e Produção.