Friday, April 17, 2026
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Embassy of the Kingdom of the Netherlands and ideialab launch 9th edition of Femtech

The program aims to accelerate business growth for women with businesses (formal or informal) with at least two years of activity in the market, through workshops and sessions focused on personal development and building a community of infinite growth.

Applications are open until September 1st through the link www.bit.ly/femtech_9 and will consider the criteria of minimum age of 25 years, market activity of at least 2 years (having already generated sales), growth potential and location in the Mozambican market (in any of the provinces).

During four months, the program participants will have access to technical workshops, 1:1 business counseling, clarification sessions on business-related topics (legality, communication, financial management, etc.), interaction with legal entities (BAÚ, AT, INSS, and INAE), and community learning.

FEMTECH is a program focused on growing women’s businesses, and is part of the FEEP – Female Economic Empowerment Program – which is a 3-year initiative, promoted by the Embassy of the Kingdom of the Netherlands, to boost women entrepreneurs, their businesses, and the entire entrepreneurial ecosystem.

FEMTECH has graduated more than 150 women from all over the country with businesses in diverse sectors such as food manufacturing, raw material processing, decoration, architecture and urbanism, communication consulting, health and mental health, landscaping, fashion, procurement, and many others.

In addition to Mozambique, FEMTECH is also in Angola, South Africa, Namibia, and Tanzania where the network of femmies provides access to business opportunities, market access, and peer support, boosting the entrepreneurial ecosystem and creating market-relevant partnerships.

 

Embaixada do Reino dos Países Baixos e ideialab lançam 9ª edição do Femtech

O programa tem o objectivo acelerar o crescimento de negócios de mulheres com negócios (formais ou informais) com pelo menos dois anos de actividade no mercado, através de workshops e sessões focadas no desenvolvimento pessoal e construção de uma comunidade de crescimento infinito.

As inscrições estão abertas até 1 de Setembro através do link www.bit.ly/femtech_9 e vão considerar os critérios de idade mínima de 25 anos, actividade no mercado de pelo menos 2 anos (ter já gerado vendas), potencial de crescimento e localização no mercado Moçambicano (em qualquer das províncias).

Durante quatro meses, as participantes do programa terão acesso a workshops técnicos, aconselhamento empresarial 1:1, sessões de esclarecimento sobre temas ligados ao negócio (legalidade, comunicação, gestão de finanças, etc.), interacção com entidades legais (BAÚ, AT, INSS e INAE) e aprendizagem em comunidade.

O FEMTECH é um programa focado no crescimento de negócios de mulheres, e faz parte do FEEP – Female Economic Empowerment Program – que é uma iniciativa de 3 anos, promovida pela Embaixada do Reino dos Países Baixos, para impulsionar mulheres empreendedoras, seus negócios e todo o ecossistema empreendedor.

O FEMTECH já graduou mais de 150 Mulheres de todo país com negócios em sectores diversos como a confecção de alimentos, processamento de matéria prima, decoração, arquitetura e urbanismo, consultoria de comunicação, saúde e saúde mental, paisagismo, moda, procurement e muitos outros.

Para além de Moçambique, o FEMTECH está também em Angola, África do Sul, Namíbia e Tanzânia onde a rede de femmies proporciona acesso a oportunidades de negócio, acesso a mercado e a suporte entre peers, dinamizando o ecossistema de empreendedorismo e criando parcerias relevantes para o mercado.

 

 

Confirmados mais de 2 mil expositores na FACIM

Segundo o director geral da Agência para a Promoção de Investimentos e Exportações (APIEX), Gil Pires que falava durante a cerimónia de lançamento da 57ª Edição da FACIM, constam da lista dos participantes estrangeiros a África do Sul, Alemanha Boswana, Brasil, Coreia do Sul, Espanha, França, Indonésia, Itália, Israel, Guiné Equatorial, Quénia, Malawi, Portugal, Reino Unido, Ruanda, Tanzania, Tailândia, Turquia, Uganda, Zimbawe e Reino dos Países Baixos.

“Esta edição abrange todos os sectores económicos de actividade à escala nacional e internacional, e tem como foco a exposição da oferta de bens e serviços, capacidade produtiva dos agentes económicos, oportunidades de investimento e negócios”, disse o Ministro da Indústria e Comércio (MIC) Silvino Moreno.

PRODUTOS NACIONAIS EXPORTADOS PAR ÁFRICA DO SUL E EUA

Moçambique tem vindo a exportar produtos resultante da actividade agrícola para África do Sul e Estados Unidos de América (EUA). Entre 2020 e 2021, o país exportou produtos avaliados em 941 e 98 milhões de dólares para os EUA e África do Sul respectivamente, com destaque na castanha de caju, soja e banana. A informação foi avançada por Helen Pataki, Directora da missão da USAID em Moçambique, durante a abertura da Feira Internacional de Maputo (FACIM) tendo acrescentado que ainda existe capacidade de aumentar e diversificar os produtos exportados para os EUA e África do Sul.

“Estamos felizes por ver cada vez mais a castanha de caju e soja moçambicana nas prateleiras dos EUA”, disse.

Importa referir que a abertura da 57 edição da FACIM serviu de momento para a premiação das 5 melhores empresas exportadoras de produtos nacionais, respectivamente Nova Sun, Beluzi Bananas, Sun Shine Nuts, Morimo Macadâmia, Chá de Mangoma.

Dário Camal: “It is the young people’s responsibility to lead Mozambique to a good port

In this interview, Dário Camal, diplomat, entrepreneur, writer, among other qualities, takes an X-ray of the importance of the International Youth Day, youth leadership, entrepreneurship, and the current stage of the job market.

Profile – Looking at the motto proposed this year by the National Youth Council, what role can the Youth play in breaking down international barriers and divergences to create a more solidary world?

Dario Camal – I think that this year’s motto was influenced because of the military tensions, the Russia-Ukraine war, and Covid-19. There has never been so much talk about solidarity as there is now, and this is partly a result of a generation that puts one human being in competition with another human being.

We are not creating a world of solidarity because we have lost moral values. Our fathers’ and grandfathers’ generations were not as informed and educated as ours, but they favor values and principles, that’s why this motto becomes relevant.

Profile – Regarding the issue of youth leadership, what stage is our country at and what are the concrete examples to cite?

Dário Camal – I believe that leadership is an innate quality in people. In Africa, if it is not the religions that are growing too much, it is the leadership courses. There is a false paradigm that everyone is going to be an entrepreneur, and I think that a society cannot be formed only by leaders, and this does not take away our value – it does not make one person less important than the other – you can be the CEO of a company and not be a leader, just like you can be the President of the Republic and not be able to command your country.

In Africa particularly, our society and culture oppresses, omits, and discourages young leaders from taking a space because there is fear of youth, with the belief that to maintain power, there must be no inclusion of people stronger than us.

There is no real space that actually encourages youth leadership, and the discourse is always the same: young people are always seen as a problem, and this is associated with supposed marginality, laziness, and lack of vision.

What we have to realize is that there are no opportunities and no system prepared to absorb young people in the labor market. It is clear that an unoccupied young person is more likely to be marginal, frustrated and with negative thoughts, we need to get young people busy.

Profile – How should young people position themselves for the job market?

Dário Camal – With the population growth that we have in Mozambique, it’s not possible to have job openings for so many people. For example, in the last five years of its mandate the Government has not managed to create 300,000 jobs. I’m of the opinion that the greatest wealth of Africa is not mineral resources… the greatest resource Africa has is people.

The continent and the country need labor, so there is no justification, for example, for us to send 1,000 Chinese citizens to come and build a bridge, if the labor is here.

Profile – What is more sustainable between being an entrepreneur and being an employee?

Dário Camal – What I can say is that the future of this country lies in entrepreneurship, but I must take this opportunity to make it clear that most people who consider themselves entrepreneurs are in fact resellers. It must be made clear, being an entrepreneur is about innovation. However, one must recognize the efforts of everyone who does these businesses because they ultimately make a living.

In short, entrepreneurship is the way but it is not the whole solution. So, it’s better to be an entrepreneur and/or retailer than to stand still. If you hate misery, you have to do something to overcome it.

On the other hand, being an employee is complex because the public and private sector together can’t make a balance because of the demographic dividend.

Profile – What are the most strategic sectors for job creation for youth?

Dário Camal – Mozambique is a fertile country, all the sectors are strategic. We have labor for everything in this country. We currently have trained people, informed and with the capacity to lead.

Profile – 1.5% of the Mozambican population has completed higher education. Do you think that having more and more young people graduating from higher education can add value in the implementation of various socio-economic programs linked to young people?

Dário Camal – It’s not about quantity, but quality. Obviously the country needs educated people, but educated with quality. If we continue to focus on numbers, we are going to continue to have problems because many people who graduate are not prepared for the job market, because of the bad training they undergo.

Profile – What programs do you think should be established to create a business environment that favors and facilitates young entrepreneurs?

Dário Camal – The government of Mozambique should work in a structured and integrated manner to allow for more information, ideas, more absorption of concerns, and a better response in various sectors.

Profile – Do you have any motivational message allusive to the International Youth Day?

Dário Camal – That they continue to seek their opportunities, whether as entrepreneurs or resellers, the country itself is a challenge, but everything depends on us and our capabilities. We are the size of our dreams, it is our responsibility to take Mozambique to a good port.

Dário Camal: “É responsabilidade dos jovens levar Moçambique a bom porto”

Nesta entrevista, Dário Camal, diplomata, empreendedor, escritor, entre outras qualidades, faz uma radiografia da importância do Dia Internacional da Juventude, liderança juvenil, empreendedorismo e o estágio actual do mercado de emprego.

Profile – Olhando para o lema proposto, este ano, pelo Conselho Nacional da Juventude, qual é o papel que a Juventude poderá ter para quebrar as barreiras e divergências internacionais para a criação de um mundo mais solidário?

Dário Camal – Penso que o lema deste ano foi influenciado por causa das tensões militares, a guerra Rússia-Ucrânia e a Covid-19. Nunca se falou tanto de solidariedade como se fala agora e isto, em parte, é resultado de uma geração que coloca um ser humano a competir com outro ser humano.

Não estamos a criar um mundo de solidariedade porque perdemos valores morais. As gerações dos nossos pais e avôs não eram tão informadas e instruídas quanto a nossa, mas privilegiam valores e princípios, é por isso que este lema torna-se relevante.

Profile – Quanto à questão da liderança juvenil, em que estágio o nosso país se encontra e quais são os exemplos concretos a citar?

Dário Camal – Eu acredito que a liderança é uma qualidade nata nas pessoas. Em África, se não são as religiões que crescem demasiadamente, são os cursos de liderança. Há um falso paradigma de que todos vão ser empreendedores e eu acho que uma sociedade não pode ser formada só por líderes, e isso não nos tira valor – não faz com que uma pessoa seja menos importante que a outra – podes ser CEO de uma empresa e não seres líder, assim como podes ser um Presidente da República e não conseguires comandar o teu país.

Em África, particularmente, a nossa sociedade e cultura oprime, omite e desincentiva que os líderes jovens tomem um espaço porque há medo da juventude, acreditando-se que para manter o poder, não deve haver inclusão de pessoas mais fortes do que nós.

Não há um espaço real que incentiva, de facto, a liderança juvenil e o discurso é sempre o mesmo: os jovens são sempre vistos como um problema, à isto associa-se uma suposta marginalidade, preguiça e falta de visão.

O que temos de perceber é que não há oportunidades e sistema preparado para absorver os jovens no mercado de trabalho. Está claro que um jovem desocupado tem mais chances de ser marginal, frustrado e com pensamentos negativos, precisamos colocar os jovens ocupados.

Profile – Como os jovens devem se posicionar para o mercado de trabalho?

Dário Camal – Com o crescimento populacional que temos em Moçambique, não é possível haver vagas de emprego para tantas pessoas. Por exemplo, nos últimos cinco anos de mandato o Governo não conseguiu criar 300 mil postos de trabalho. Sou da opinião que a maior riqueza de África não são os recursos minerais… o maior recurso que a África tem são as pessoas.

O continente e o país precisam da mão de obra, então, não se justifica, por exemplo, mandarmos vir 1000 cidadãos chineses para virem construir uma ponte, se a mão de obra está aqui.

Profile – O que é mais sustentável entre ser empreendedor e ser empregado?

Dário Camal – O que posso dizer é que o futuro deste país está no empreendedorismo, porém devo aproveitar esta ocasião para deixar claro que a maioria das pessoas que se assumem como empreendedoras, na verdade, são revendedoras. É preciso deixar isto claro, empreender tem a ver com inovação. No entanto, é preciso reconhecer o esforço de todos que fazem estes negócios porque no final das contas conseguem o seu sustento.

Resumidamente, o empreendedorismo é o caminho mas não é toda a solução. Então, é melhor ser empreendedor e/ou revendedor do que ficar parado. Se odeias a miséria, tens de fazer alguma coisa para superá-la.

Por outro lado, ser empregado é complexo porque o sector público e privado juntos não conseguem fazer um equilíbrio por causa do dividendo demográfico.

Profile – Quais são os sectores mais estratégicos para criação de emprego para a juventude?

Dário Camal – Moçambique é um país fértil, todos os sectores são estratégicos. Nós temos mão de obra para tudo neste país. Temos actualmente pessoas formadas, informadas e com capacidades de liderar.

Profile – 1.5 % da população moçambicana tem o ensino superior concluído. Acha que tendo jovens cada vez mais formados no ensino superior pode agregar valores na implementação de diversos programas socioeconômicos ligados aos jovens?

Dário Camal – Não é sobre quantidade, mas sim qualidade. Obviamente que o país precisa de pessoas formadas, mas formadas com qualidade. Se continuarmos a focar em números, vamos continuar a ter problemas porque muitas pessoas licenciadas não estão preparadas para o mercado de trabalho, isto pela má formação a que são submetidos.

Profile – Que programas acha que deveriam ser estabelecidos para a criação de um ambiente de negócios que favoreça e facilite os jovens empreendedores?

Dário Camal – O governo de Moçambique deve trabalhar de forma estruturada e integrada para permitir que haja mais informações, ideias, mais absorção das preocupações e melhor resposta em diversos sectores.  

Profile – Tem alguma mensagem de motivação alusiva ao Dia Internacional da Juventude?

 Dário Camal – Que continuem a buscar suas oportunidades, seja como empreendedores ou revendedores, o país em si é um desafio, mas tudo depende de nós e das nossas capacidades. Nós somos do tamanho dos nossos sonhos, é nossa responsabilidade levar Moçambique a bom porto.

CTA prepares SMEs participation at Africa Oil Week

This platform has enabled countries in the region to identify and interact with potential partners for business development in the oil and gas chain.

For over 25 years, the AOW has brought together governments, international oil companies, investors and service providers.

This will be the first time the event has moved the private sector as a whole and more than 50 African ministers and leaders, over 300 keynote speakers and over 200 senior delegates are expected to attend for 5 days to network with international contacts.

CTA prepara participação das PMEs no Africa Oil Week

Esta plataforma tem permitido aos países da região identificar e interagir com potenciais parceiros para desenvolvimento de negócios na cadeia de petróleo e gás.

Durante mais de 25 anos, o AOW tem reunido governos, empresas petrolíferas internacionais, investidores e prestadores de serviços.

Esta será a primeira vez que o evento movimenta o sector privado no seu todo e são esperados mais de 50 ministros e líderes africanos, mais de 300 oradores principais e mais de 200 delegados seniores que, durante 5 dias, terão a oportunidade de se conectar com rede de contactos internacionais.

Tânia Tomé named leader and influencer by Forbes Coaches Council

Tânia Tomé was invited, evaluated and selected by a review committee based on the depth and diversity of her experience. Criteria for the invitation include a track record of successful impact of her work internationally, innovative accomplishments, awards, and professional recognition.

“We are honored to welcome Tania Tomé to the community,” said Gerber, founder of Forbes Councils, reiterating that “our mission with Forbes Councils is to bring together proven leaders from all industries, creating a curated, social capital-driven network that helps each member grow professionally and make an even greater impact on business and society.”

For her part, Thomas was grateful for the distinction as an official member and influencer leader of the Forbes Coaches Council, a community of the leaders and entrepreneurs impacting the world.

“Gratitude for recognizing my work and inviting me to be an integral part of a select group to impact and influence the world. Gratitude for everyone who comments and shares. I was born for this, it is worth and has always been worth every sacrifice and continuous struggle,” she wrote.

Tânia Tomé nomeada líder e influenciadora pela Forbes Coaches Council

Tânia Tomé foi convidada, avaliada e selecionada por um comitê de revisão com base na profundidade e diversidade de sua experiência. Os critérios para o convite incluem um histórico de impacto bem-sucedido de seu trabalho a nivel internacional, concretizações inovadoras, prémios e reconhecimento profissional.

“Estamos honrados em receber Tânia Tomé na comunidade”, disse Gerber, fundador da Forbes Councils., reiterando que “a nossa missão com os Conselhos da Forbes é reunir líderes comprovados de todos os setores, criando uma rede com curadoria e orientada por capital social que ajuda cada membro a crescer profissionalmente e causar um impacto ainda maior no mundo dos negócios e da sociedade.”

Por sua vez, Tomé mostrou-se grata pela distinção como membro oficial e lider influenciadora do Conselho de Coaches da Forbes, uma comunidade dos líderes e empreendedores a impactar o mundo.

“Gratidão por reconhecerem meu trabalho e me convidarem a ser parte integrante de um grupo selecto para impactar e influenciar o mundo. Gratidão por todos que comentam e partilham. Eu nasci para isto, vale e valeu sempre todo sacrifício e luta contínua”, escreveu.

For MSMEs: MozUp offers Online Course on Corporate Legal Training

According to a press release sent to our newsroom, the Online Course on Corporate Legal Capacity Building will take place every Tuesday and Thursday, from 09:00 to 13:00.

The course will be divided into 7 sessions of 4 hours each, namely, Legal Requirements for doing business in Mozambique (2 sessions), Labor Relations Management (2 sessions), Responsibilities of Company Directors and Managers (1 session), Management of Other Contracts (2 sessions).

To register your company’s participants for the seminars, access the link.

MozUp aims to promote the development of Mozambican companies (Micro, Small and Medium Enterprises – MSMEs) through knowledge transfer and by empowering them to be more competitive in the various growth sectors of Mozambique, including in the liquefied natural gas (LNG) supply chain.