Sunday, April 12, 2026
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TVCABO eleita a melhor internet de Moçambique

No ano em que celebra 25 anos, a TVCABO Moçambique voltou a ser distinguida como o melhor “Provedor de Serviço de Internet” do País, recebendo o mais elevado galardão do seu sector de actividade, o Diamond Arrow Award.

Atribuído pela PMR África, a qual premeia anualmente as melhores marcas que actuam no mercado moçambicano, o Arrow Award contempla quatro níveis de distinção – Diamond, Gold, Silver e Bronze.

Com este prémio, o mais elevado de todos, a TVCABO consolida a sua posição de melhor “Provedor de Serviço de internet” de Moçambique, ao somar já oito Diamond Arrow
Awards, sete deles consecutivos desde 2015.

Este Diamond Arrow Award, além de celebrar o serviço de excelência resultante do empenho
de uma equipa de profissionais dedicados, vem também reconhecer, uma vez mais, o contributo da TVCABO para o crescimento económico e social de Moçambique. Ao colocar
telecomunicações de qualidade superior ao serviço das populações e, por esta via, promover a
sua inclusão tecnológica, a TVCABO tem contribuído, desde 1996, para o desenvolvimento
social e o crescimento económico sustentável e inclusivo de Moçambique rumo a uma
sociedade do conhecimento.

Enquanto fornecedora e operadora de serviços de telecomunicações, a TVCABO tem um
conhecimento sólido do mercado moçambicano de telecomunicações, assente em 25 anos de
experiência e introdução contínua de inovações tecnológicas. Designadamente com o
lançamento do projecto de rede em fibra óptica (FTTH) em 2011, pioneiro em África e que
nunca cessou de evoluir e crescer desde então, com a expansão do acesso a banda larga para
as províncias.

Além de proporcionar uma moderna infra-estrutura de rede em fibra óptica e em expansão
contínua, serviços de telecomunicações de excelência e um sistema de gestão da qualidade
certificado, a TVCABO é também o único distribuidor Triple Play de Net+TV+VOZ do mercado moçambicano. Continuamente presente na vida dos profissionais e das famílias, a TVCABO constitui-se, assim, como uma janela para o mundo, a ligação que mantém os seus Clientes próximos de quem mais gostam, e um parceiro com o qual podem sempre contar.

Sobre a TVCABO – é pioneira na distribuição de dados e conteúdos por cabo no continente africano. Conhecida pela capacidade de inovar e qualidade de serviço, é detida pelo Grupo Visabeira e pela Moçambique Telecom – TMCEL, reconhecidos especialistas na área das comunicações. Constituída a 10 de Julho de 1996, iniciou a sua actividade em Maputo, sendo hoje detentora de uma moderna infra-estrutura de rede em fibra óptica, em Maputo, Matola, Beira, Nampula, Pemba e Tete.

Vale espera receber ofertas vinculativas para o negócio do carvão

A Vale espera receber ofertas vinculativas para o seu negócio do carvão no início de Novembro, disse um executivo na sexta-feira, uma vez que pretende abandonar completamente o sector e decidiu alienar o seu activo Moatize mesmo antes de atingir os objectivos projectados no plano de negócios da empresa.

“Já recebemos algumas propostas indicativas para vender o negócio. Agora esperamos receber ofertas vinculativas no início de Novembro”, disse Luciano Siani, vice-presidente financeiro da Vale, durante uma conferência telefónica.

A Vale assinou um acordo para adquirir a participação da Mitsui & Co na mina metalúrgica e térmica de carvão de Moatize e no projecto portuário em Moçambique em Abril.

Moatize é o maior empreendimento da Vale no sector do carvão, e tem estado operacional desde 2011. O complexo tem uma capacidade de 22 milhões de toneladas de carvão por ano, incluindo tipos metalúrgicos e térmicos.

Em 2017, a Mitsui pagou 690 milhões de dólares pela sua participação na mina.

Previsto sexto concurso para para prospeção de gás e petróleo

O ministro dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique, Max Tonela, disse ontem que o sexto concurso para prospeção de gás e petróleo no país pode realizar-se ainda este ano.

Prevê-se “lançar ainda este ano a sexta ronda de concurso para 16 áreas selecionadas com vista à contratação de empresas para desenvolver processos de pesquisa”, referiu durante a reunião do conselho coordenador do ministério, a decorrer em Pemba, Cabo Delgado.

Moçambique prevê concessionar 16 áreas: cinco na bacia do Rovuma, ao largo de Cabo Delgado e cujas jazidas começam a ser exploradas em 2022, sete na bacia de Angoche, também ao largo da região norte, e as restantes no centro, no delta do rio Zambeze e região do rio Save.

Segundo Max Tonela, o concurso poderá estar fechado até ao terceiro trimestre de 2022.

O anúncio é feito numa altura de debate mundial sobre a transição energética do petróleo e gás para outras fontes.

Por outro lado, Moçambique aguarda ainda pelos resultados do quinto concurso, realizado em 2018.

Na altura foram concessionadas cinco áreas de prospeção.

Em Julho, o Governo disse que os primeiros furos nas áreas entregues há três anos para pesquisa podem ser abertos até ao final deste ano, depois de ultrapassados atrasos provocados pela pandemia de covid-19.

Millennium bim disponibiliza soluções de crédito inovadoras

O Millennium bim anunciou o reforço da sua oferta para as PME, com uma solução de crédito inovadora: O Desconto de Facturas emitidas pelos Grandes Compradores Nacionais é fruto da parceria entre o Banco e a seguradora BRITAM.

Este produto permite às Pequenas e Médias Empresas (PME) nacionais gerar liquidez, possibilitando uma melhor gestão de tesouraria, uma vez que permite antecipação do valor da factura com desconto, passando a responsabilidade de cobrança para o Millennium bim.

Adicionalmente, o Millennium bim criou um novo pacote para Empresas, denominado “Pacote MLíder”, com vantagens únicas, que lhes permite usufruir de vários serviços e produtos bancários. As Empresas MLíder poderão ter acesso à oferta mais completa do mercado, desfrutando de uma interacção mais rápida, flexível e acessível com o Banco e seus Clientes.

Esta oferta beneficia as empresas relativamente a transacções, cartões e seguros, com condições bonificadas. Com estas iniciativas o Banco reforça a sua posição como instituição financeira de apoio às PME, através da disponibilização de produtos e serviços inovadores, ajustados ao contexto actual do Empresariado Moçambicano e indo ao encontro das necessidades dos Clientes.

“Somos um Banco comprometido com o desenvolvimento e crescimento económico do país, por isso, temos plena consciência do papel fundamental que as PME desempenham na dinamização da economia nacional. Com a disponibilização desta solução de crédito inovadora e o “Pacote Mlíder” queremos reforçar o seu posicionamento enquanto parceiro de referência do empresariado moçambicano, dando resposta às suas necessidades e apoiando no crescimento dos seus negócios”, disse Albino Andrade, Administrador do Millennium bim.

Sobre o Millennium bim – Maior grupo financeiro moçambicano, tem marcado o ritmo de crescimento do sector bancário. No processo de bancarização da economia moçambicana, o Banco está presente em todas as províncias do país e conta hoje com uma vasta rede de balcões, e uma das maiores redes de ATM e POS. O Millennium bim é o Banco mais premiado do País e o primeiro Banco moçambicano presente no ranking dos 100 maiores Bancos de África.

BM doa USD 150 milhões para governação e economia digital no país

Banco Mundial aprovou, no dia 22 de Outubro, em Washington DC, uma doação no valor de USD 150 milhões da Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA), em apoio ao Projecto de Governação e Economia Digital (EDGE) do Governo de Moçambique, o qual visa aumentar o acesso à identificação civil, serviços públicos digitais e melhorar as oportunidades de negócios digitais, lê-se num comunicado de imprensa da instituição.

“Sessenta por cento da população moçambicana não tem identificação civil oficial (bilhete de identidade). Isso leva à privação de direitos e deixa grandes porções da população, a maioria das quais são mulheres, sem identidade legal, sem emprego formal, sem capacidade de reivindicar direitos e transações de propriedade”, observou Idah Z. Pswarayi-Riddihough, directora do Banco Mundial para Moçambique, Madagáscar, Comores, Maurícias e Seychelles.

O projecto EDGE compreende actividades de investimento e assistência técnica e está estruturado em torno de quatro componentes, nomeadamente, a transformação digital; acesso de todos os cidadãos à identificação civil; crescimento do sector privado digital; e implementação eficaz do projecto.

“Alavancar a tecnologia para a prestação de serviços requer colocar os utilizadores em primeiro lugar, combinando, deste modo, com uma forte capacidade institucional para conceber, implementar, adquirir e coordenar os esforços digitais. Este é um importante desafio que este projecto se propôs a enfrentar para conseguir serviços mais rápidos, mais baratos e, sobretudo, melhores”, acrescentou Tiago Peixoto, especialista sénior do sector público e líder do projecto.

O projecto irá aproveitar um mecanismo de coordenação existente no seio do Ministério da Ciência e Tecnologia. Este projecto está em consonância com as prioridades do país delineadas no seu Plano Quinquenal e no Quadro de Parceria do Grupo Banco Mundial com Moçambique para o período fiscal de 2017-2022.

“O projecto irá apoiar o desenvolvimento do ecossistema empresarial digital de Moçambique, a fim de tirar partido das oportunidades de negócio que os esforços de digitalização irão criar. Irá também promover pequenas e médias empresas digitais locais, assim como startups que têm o potencial de estimular a criação de emprego”, concluiu Eva Clemente Miranda, especialista do sector privado e co-líder do projecto.

A Associação de Desenvolvimento Internacional (IDA) do Banco Mundial criada em 1960 ajuda os países mais pobres do mundo, fornecendo subsídios e empréstimos com juros baixos a zero para projectos e programas que impulsionam o crescimento económico, reduzem a pobreza e melhoram a vida das pessoas pobres. A IDA é uma das maiores fontes de assistência para os 76 países mais pobres do mundo, 39 dos quais estão na África. Os recursos da IDA trazem mudanças positivas para 1.5 bilhão de pessoas que vivem nos países da IDA. Desde 1960, a IDA tem apoiado o trabalho de desenvolvimento em 113 países. Os compromissos anuais atingiram em média cerca de US $21 bilhões nos últimos três anos, com cerca de 61% indo para a África.

Vale vai construir cidadela com mais de 160 casas em Moatize

A Vale Moçambique e o Governo de Moatize lançaram, no sábado, 23 de Outubro, a primeira pedra para a construção de mais de 160 casas convencionais, para as comunidades de N’tchenga e M’padwe, no Distrito de Moatize, Província de Tete.

Para além das casas, a cidadela a ser construída terá infraestruturas sociais como hospital, escola, esquadra e locais de culto. Por outro lado, o projecto inclui locais para recreação, zona
verde, para o plantio de árvores e área para a prática de agricultura e pecuária.

Os beneficiários são famílias que residem no perímetro da zona de Concessão da Mina de Moatize. As casas estão a ser construídas na Nova Vila de Reassentamento, em
Nhamitsatsi, Distrito de Moatize, eserão entregues a igual número de famílias que, para além de beneficiarem de maior segurança e comodidade, vão contar com várias infraestruturas sociais e programas sociais importantes para o desenvolvimento dos meios de vida das comunidades.

Durante a cerimónia de lançamento da construção da casa-modelo, o Administrador de Moatize, Eugénio Muchanga, destacou a edificação de infraestruturas públicas de saúde, edução e segurança e casas do tipo três, como sendo os principais ganhos que resultarão
deste projecto de reassentamento.

“Daqui a pouco vocês estarão a viver numa cidadela e as condições de vida vão melhorar. Terão um posto de saúde, escola para as crianças e muitas outras infraestruturas que serão feitas aqui. Como governo, vamos também trabalhar para trazer energia para aqui”.

Representando a comunidade de Ntchenga (contemplada no projecto), Pinto Massuvula, líder
comunitário, mostrou-se satisfeito com o arranque das obras de construção da casa-modelo,
garantindo que fará tudo o que estiver ao seu alcance para que a população preserve as infraestruturas.

“Estamos ansiosos para vir para cá viver. Vamos pedir à empresa para acelerar o processo de construção para que a comunidade se instale o mais rápido possível neste local”, acrescentou.

Segundo Horácio Gervásio, representante da Vale na cerimónia, a identificação do local de reassentamento foi feita em colaboração com o governo e as comunidades
abrangidas.

“Lançámos a primeira pedra para a construção da casa modelo justamente para permitir que as famílias beneficiárias tenham a oportunidade de ver como vai ser o seu futuro lar. É tirar do papel para a realidade. Estamos felizes por notar que todos estão envolvidos e satisfeitos com o arranque do projecto”, sublinhou.

Para a Vale Moçambique, garantir que as comunidades residam em zonas seguras e com melhores condições de habitabilidade é um dos seus maiores objectivos, enquanto empresa socialmente responsável, de forma a garantir o bem-estar das comunidades nas regiões onde opera.

Nokia alcança lucro de 463 milhões de euros

A Nokia revelou que teve lucro de 463 milhões de euros no terceiro trimestre deste ano, contra um resultado positivo de 305 milhões de euros no mesmo trimestre do ano anterior.

O lucro do fabricante nórdico de telemóveis e equipamento para a rede fixa saíram acima das previsões dos analistas o que foi justificado pela multinacional com o aumento das vendas de tecnologia 5G (quinta geração de redes móveis) a preços reduzidos.

No entanto, a Nokia alertou para a escassez global de semicondutores que fez com que as perspectivas do mercado sejam “nebulosas”, podendo mesmo comprometer o
crescimento.

A empresa, com sede em Espoo, na Finlândia, afirmou ainda que as vendas aumentaram 2% no trimestre em análise, para 5.400 milhões de euros. O presidente executivo, Pekka
Lundmark, considerou que os resultados do terceiro trimestre mostram que a empresa “teve outro grande trimestre” impulsionada por investimentos em tecnologia 5G.

No entanto, realçou que a incerteza em torno dos semicondutores limitou “as perspetivas de crescimento para o quarto trimestre e até para o próximo ano”.

“Poderíamos ter crescido mais rápido (no terceiro trimestre) se houvesse suficientes componentes disponíveis”, disse Lundmark numa conferência por vídeo com os
jornalistas, acrescentando que a Nokia estava a trabalhar em “estreita colaboração” com os
fornecedores e clientes para resolver o problema do fornecimento de semicondutores.

O gestor prometeu tornar a Nokia no líder mundial em 5G – a nova geração de tecnologia de banda larga – mesmo que isso signifique sacrificar o lucro a curto prazo.

 

EUA juntam-se ao Absa para financiar agricultura nacional

O Governo dos Estados Unidos da América (EUA), através da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), assinou um acordo de 10 anos com o Banco Absa Moçambique, para aumentar o financiamento de pequenas e médias empresas agro-industriais.

O sector agrícola constitui mais de um quarto do Produto Interno Bruto de Moçambique e representa 80 por cento da força de trabalho. Contudo, muitas empresas agro-industriais não podem garantir empréstimos tradicionais e serviços financeiros devido à falta de garantias dos mutuários e ao elevado risco do credor associado à agricultura.

O apoio da USAID promoverá a concessão de empréstimos a novos mutuários que, de outra forma, poderiam não ter acesso a empréstimos. Ao aumentar o capital disponível para o sector agrícola, a parceria com o Absa apoiará inovações que melhorem a produtividade agrícola, aumentem a segurança alimentar e a criação de emprego nas zonas rurais de Moçambique.

A USAID ajudará 75-100 empresas agrícolas moçambicanas, tais como grupos de agricultores, associações ou cooperativas, produtores, transformadores, grossistas, retalhistas e exportadores a assegurar o financiamento, proporcionando benefícios a longo prazo para os mutuários mal servidos neste sector.

Pelo menos 15% dos beneficiários do empréstimo serão empresas pertencentes a mulheres. Embora os montantes do empréstimo variem em função das necessidades do mutuário, espera-se que a média seja de aproximadamente USD 220 mil.

“Os novos serviços financeiros aqui estabelecidos criarão novas oportunidades para o desenvolvimento de um sector agrícola comercial robusto que contribui para a redução da pobreza e da desnutrição crónica nas zonas rurais de Moçambique”, disse Helen Pataki, directora da Missão da USAID em Moçambique.

Com esta parceria, a USAID vai alavancar USD 16,5 milhões em empréstimos, mitigando o risco do Absa durante os próximos dez anos e expandindo a carteira agrícola. Isto vem juntar-se aos quase USD 16,5 milhões que o Governo dos EUA investe anualmente em programação agrícola centrada no aumento dos rendimentos e na criação de emprego, no apoio ao crescimento do sector privado, no reforço da segurança alimentar, no aumento da produtividade, na melhoria dos sistemas de mercado e na segurança do abastecimento alimentar através das cadeias de valor da agricultura.

A promoção do crescimento inclusivo no sector agrícola é uma componente crítica da assistência mais ampla do Governo dos EUA em Moçambique. Em estreita colaboração com o Governo da República de Moçambique, o Governo dos EUA fornece mais de 500 milhões de dólares em assistência anual para melhorar a qualidade da educação e dos cuidados de saúde, promover a prosperidade económica e apoiar o desenvolvimento global da nação.

Governo lança em breve concurso para pesquisa de hidrocarbonetos

Decorre, ainda este ano, o sexto concurso para a contratação de empresas que vão desenvolver pesquisas e produção de hidrocarbonetos, na província de Cabo Delgado. A informação foi avançada na passada terça-feira pelo ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela.

O governante fez o anúncio durante a cerimónia de encerramento do sexto Conselho Coordenador do Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME), que decorreu na cidade de Pemba, capital da província de Cabo Delgado, entre os dias 25 e 26.

Segundo Max Tonela, as próximas pesquisas vão decorrer em 16 áreas que demonstram sinais da ocorrência de hidrocarbonetos. Aliás, foi sob a tónica da província de Cabo Delgado ter ainda um potencial de possuir essas potencialidades, que o dirigente fez o anúncio do próximo concurso.

Conforme disse o dirigente, esses trabalhos deverão ser concluídos no terceiro trimestre do próximo ano.

Durante o encontro entre os quadros do sector, Max Tonela garantiu o início da exploração, no próximo ano, dos hidrocarbonetos até agora descobertos na província de Cabo Delgado, falando particularmente do projecto Coral Sul.

“Apesar dos impactos da pandemia da COVID-19 e dos conflitos armados, a plataforma flutuante do projecto de gás natural liquefeito do Coral Sul mantém o início de produção previsto para o ano 2022ˮ, disse Max Tonela.

O projecto Coral Sul prevê a capacidade para produzir 3.37 MTPA (milhões de toneladas por ano), usando os recursos provenientes do reservatório isolado Coral Sul e a execução de seis furos de produção de gás.

O investimento para este projecto é de sete biliões de dólares norte-americanos, prevendo-se a geração de lucros directos na ordem de 39.1 biliões de dólares, dos quais cerca de 19.3 biliões serão destinados ao cofre do Estado durante 25 anos, resultantes de Impostos sobre a Produção de Petróleo e Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas (IPP e IRPC), bónus, taxas e da partilha do petróleo lucro.

A decisão de investimento foi anunciada em Junho de 2017 e os trabalhos de perfuração dos seis furos que irão materializar o projecto, na área 4 da Bacia do Rovuma, iniciaram em Setembro de 2019.

Os impactos causados pela pandemia da COVID-19 e a imposição de medidas para conter a propagação da doença fizeram com que as concessionárias da Área 4 solicitassem ao Governo a reprogramação das actividades de perfuração e montagem dos sistemas de produção de gás para 2021.

As concessionárias da Área 4 da Bacia do Rovuma incluem a Mozambique Rovuma Venture (MRV) S.p.A., que é uma Joint Venture co-propriedade da Eni, ExxonMobil e CNODC, com uma participação de 70 por cento, a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos E.P. (ENH), a Galp Energia Rovuma B.V e a KOGAS Moçambique Ltd, com 10 por cento de acções cada.

BCI eleito Melhor Banco do ano para PME

O BCI foi eleito “Melhor Banco em Moçambique para Pequenas e Médias Empresas (PME) ”, no âmbito dos “Best SME Banks”, que distingue as instituições bancárias que no ano 2020/2021 melhor responderam às especiais necessidades das PME nos respectivos mercados.

Esta distinção ocorre num período repleto de desafios. E como referiu o editor e director da revista Global Finance, Joseph Giarraputo, “as PME foram assoladas de forma acentuada
pela pandemia da Covid-19 e vão jogar um papel chave na reconstrução dos respectivos países”.

E acrescentou: “a revista lançou o seu novo programa de premiação das PME em reconhecimento deste facto. É um momento importante e único para dar às instituições financeiras que melhor servem às PME a oportunidade de serem honradas pelo serviço e suporte que providenciam”.

Baseada no desempenho do Banco no período que vai de Abril de 2020 a Março
de 2021, a Global Finance usou o algoritmo proprietário – com critérios como o conhecimento do mercado das PME e suas necessidades, linha de produtos e serviços, posição no mercado e inovação – ponderado pela relativa importância.

Em 2021, esta revista norte-americana, Global Finance, atribuiu ao Banco Comercial e de Investimentos a distinção de “Melhor Banco em Moçambique”, num ano em que o BCI foi
ainda eleito “Best Commercial Bank – Mozambique” e “Best Private Bank – Mozambique”, pela revista norte- americana World Economic Magazine.

Com uma circulação média de 50 mil exemplares, e com leitores em 189 países, a Global Finance foi fundada em 1987 e tem como intuito ser uma ferramenta útil, auxiliando líderes
empresariais, banqueiros e investidores a traçarem o rumo dos seus negócios.