Saturday, April 11, 2026
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Criada comissão para apurar causas do encerramento da Cimento Nacional

Foi criada uma comissão de trabalho pelo Governo, para apurar as causas que ditaram o encerramento da empresa Cimento Nacional, no Parque industrial de Beluluane, província de Maputo.

A empresa encerrou sem comunicar às autoridades deixando à sua sorte mais de trezentos trabalhadores.

A secretária de Estado na província de Maputo, Vitória Diogo, disse, à Rádio Moçambique, que a criação da comissão vai permitir a salvaguarda dos direitos dos trabalhadores.

“ Mandou-se um expediente para a Procuradoria para se ver em termos legais o que é que tem que ser feito, constituímos uma comissão, estão a trabalhar, já entraram em contacto com alguns do gestores, que infelizmente estão fora do país, para que constituam um representante porque há normas que têm que ser obedecidas por forma a garantir que, se no caso de encerramento da empresa, se cumpram com os procedimentos de poder indemnizar os trabalhadores e assegurar que tudo o que o quadro legal dita em relação a matéria desta natureza, possa ser salvaguardada”, disse.

O encerramento da empresa Cimento Nacional no maior parque industrial na província de Maputo, acontece numa altura em que o sector do cimento se ressente da forte concorrência no mercado nacional.

Standard Bank diz-se capacitado para resistir ao impacto das sanções

O Standard Bank Moçambique disse que “está bem capitalizado e tem capacidade suficiente para gerir os riscos que possam surgir no mercado”, depois que foi suspenso no mês passado do sector cambial pelo que o banco central descreveu como “infracções graves”.

Numa declaração aos clientes e parceiros comerciais, o banco disse que ao longo dos anos construiu uma estabilidade que ofereceu resistência aos efeitos da decisão do supervisor do sector, com “um sólido e robusto historial de 127 anos no mercado, o que faz dele a instituição financeira mais antiga do país”.

Observou que faz parte do maior grupo bancário africano, com sede na África do Sul, que tem mais de 150 anos.

O Standard Bank Moçambique disse que estava a finalizar o processo de nomeação de um novo director-geral e director dos principais bancos de empresas, na sequência da decisão do banco central de desqualificar os anteriores detentores desses cargos de servirem em instituições financeiras no país, na sequência de infracções estabelecidas pelo banco central.

Os novos directores, disse, seriam anunciados assim que a aprovação regulamentar fosse recebida.

Na segunda-feira, o Banco de Moçambique anunciou a nomeação de Zaitina Raul como inspector residente no Standard Bank, na sequência da decisão de suspender a instituição por um ano do mercado interbancário de divisas.

“O inspector residente é responsável, entre outras tarefas, pela monitorização da implementação do plano de acção dos accionistas, pela monitorização e análise da evolução da governação do banco e do sistema de controlo interno, e pela participação em reuniões relevantes dos órgãos colegiais”, disse o banco central num comunicado que descreve Raul como “membro sénior do pessoal” do Banco de Moçambique.

A suspensão do Standard Bank do mercado cambial foi anunciada a 23 de Junho; no dia seguinte, o banco central anunciou a abertura de três “processos de infracção” contra o Standard Bank e dois dos seus empregados, nomeadamente Adimohanma Chukwuama e Carlos Madeira, que estão proibidos por seis anos de trabalhar em instituições de crédito e enfrentam multas de 6 milhões de meticais e 14 milhões de meticais, respectivamente.

O próprio banco deverá também pagar uma multa de 290 milhões de meticais após terem sido detectadas “infracções graves” durante as inspecções, incluindo a manipulação fraudulenta da taxa de câmbio, de acordo com a declaração.

Numa declaração emitida na segunda-feira, o Banco de Moçambique salientou que os accionistas do banco estavam a cooperar com o regulador e que “todas as operações no sistema bancário são realizadas normalmente”.

Dados do banco central publicados em Abril mostraram o Standard Bank como o terceiro banco mais importante do país, numa lista encabeçada pelo Banco Comercial e de Investimentos (BCI) e Banco Internacional de Moçambique (Millennium Bim).

De acordo com a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), a maior associação patronal do país, 45% das importações mensais de Moçambique foram pagas através do Standard Bank, o que significa que a situação actual está a criar incerteza no sector empresarial.

A barragem Mphanda Nkuwa pode começar a gerar energia em 2030

Segundo o porta-voz oficial do governo, o Vice-Ministro da Justiça Filimão Suaze, a barragem proposta em Mphanda Nkuwa, no rio Zambeze, poderia começar a produzir electricidade em 2030.

Falando aos jornalista, Suaze disse que a construção da nova barragem custará cerca de quatro mil milhões de dólares americanos. Irá produzir 1.500 megawatts de energia, e grande parte dessa electricidade será enviada para sul numa linha de transmissão de 1.600 quilómetros de Tete a Maputo.

“Espera-se que 2030 assista à descolagem efectiva deste projecto”, declarou Suaze que esperava que a construção demorasse seis anos.

Não há nada de novo na ideia de construir uma barragem em Mphanda Nkuwa. O projecto está em cima da mesa há décadas, mas foi relançado em Agosto de 2018, pelo Presidente Filipe Nyusi, que anunciou que a empresa pública de electricidade EDM, e a empresa que opera a barragem de Cahora Bassa, a HCB, serão encarregadas de relançar a iniciativa.

O problema continua a ser encontrar um comprador definitivo para a energia gerada em Mphanda Nkuwa. O comprador óbvio é a empresa de electricidade sul-africana Eskom, que já adquire a maior parte da energia produzida em Cahora Bassa. Mas até agora a Eskom não se comprometeu a comprar mais energia hidroeléctrica a Moçambique, apesar dos apagões (conhecidos eufemisticamente como “queda de carga”) que impõe aos consumidores sul-africanos.

O Conselho de Ministros discutiu o desenvolvimento de outros projectos de armazenamento e gestão de recursos hídricos, entre os quais o Filimão Suaze salientou a barragem no Mapai, na província sul de Gaza, considerada crucial para controlar as cheias no Vale do Limpopo.

O Vice-Ministro estava confiante de que esta barragem seria construída até 2025. Disse que a selecção de um empreiteiro está em curso, seguindo as regras da lei sobre parcerias público-privadas. A construção desta barragem está orçamentada em mil milhões de dólares. O reservatório por detrás da barragem armazenará seis mil milhões de metros cúbicos de água. Uma central eléctrica nesta barragem irá gerar 75 megawatts, e irá também permitir a irrigação de 250.000 hectares de terra nesta parte semi-árida do país.

Mais a sul está projectada a barragem de Moamba-Major, no rio Incomati, cuja primeira pedra foi colocada em 2014. Os trabalhos foram interrompidos devido a um corte no financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES), na sequência de escândalos de corrupção no Brasil envolvendo a empresa de construção Andrade Gutierrez.

Cerca de 700 milhões de dólares são necessários para esta barragem, e Suaze disse que estão em curso negociações com o Banco Exim da China para assegurar os fundos.

A barragem terá capacidade para armazenar 760 milhões de metros cúbicos de água, a ser utilizada em parte para irrigação no vale do rio e em parte para água potável, incluindo para a Grande Área Metropolitana de Maputo. Irá também gerar 15 megawatts de electricidade.

Governo em busca de investidores para as barragens de Mapai e Moamba-Major

O estágio do desenvolvimento de projectos de infra-estruturas de armazenamento e gestão de recursos hídricos, nomeadamente, as barragens de Mapai, Moamba-Major e Mpanda-Nkuwa, foi apreciado pelo Governo, esta terça-feira.

Segundo o porta-voz do Conselho de Ministros, Filimão Suaze, decorre a selecção do potencial parceiro para a implementação do projecto da barragem de Mapai, através de uma parceria público-privada, bem como a licitação do projecto de construção da barragem de Moamba-Major que poderá ter o financiamento do Exim Bank da China.

Além disso, o Governo apreciou o estágio da estruturação do projecto da barragem de Mpanda-Nkuwa.

“Trata-se de uma barragem com 61 Km à jusante de Cahora-Bassa, com capacidade de gerar 1500 MW, associada a uma linha de transporte Tete-Maputo com cerca de 1600 km e que se espera que, a partir de 2030, entre em funcionamento”, explicou Suaze.

As obras de construção da barragem de Mpanda-nkwa e a respectiva infra-estrutura de transporte de energia, com duração de seis a sete anos, poderão iniciar em 2024, segundo garantias dadas em Maio de 2021, pelo gabinete do desenvolvimento do referido projecto, que vai custar entre 4,5 e 5 mil milhões de dólares.

Em termos financeiros, Mpanda-nkwa vai custar cerca de 5 mil milhões de dólares, e prevê-se o fecho financeiro do projecto em 2024. Dos cerca de 5 mil milhões de dólares de investimento do projecto, 60 por cento serão aplicados na construção da barragem e 40 por cento na linha de transporte de energia.

Até Dezembro do ano em curso, o gabinete vai lançar um outro concurso para a identificação do parceiro estratégico para investimento, cujo fecho financeiro está previsto para 2024. Em termos de estrutura accionista, o projecto Mpanda-nkwa terá a participação do Estado, através da EDM e HCB, entre 30 e 35 por cento, sendo que os remanescentes 65 por cento em investimentos privados.

Ainda na sua 25ª sessão ordinária desta terça-feira, o Governo apreciou e aprovou o regime específico de fiscalização das obras de estradas e pontes.

Previsto agravamento do custo de vida no país

O preço da comida no país e do petróleo no mercado internacional vai subir, o que vai gerar um agravamento do custo de vida, prevê o Banco de Moçambique. Face ao cenário, decidiu manter em 13,25% a taxa de juro de referência na banca.

Mais cara é como poderá ficar a vida nos próximos tempos, avisa o Banco de Moçambique que explica a subida generalizada dos preços de 5,52% em Junho, após 5,49% em Maio, com a depreciação do Metical: “para o curto e médio prazo, prevê-se uma aceleração da inflação, impulsionada pelas perspectivas de aumento do preço de alimentos e do petróleo no mercado internacional”, refere o banco, em comunicado de imprensa.

Diante da previsão e por causa das incertezas que continuam, o banco central decidiu, nesta quarta-feira, manter a taxa de juro de política monetária em 13,25%.

“A nível interno, destaca-se a crescente incerteza quanto ao impacto da terceira vaga da COVID-19 na economia, com o surgimento de estirpes mais infecciosas, e a manutenção da instabilidade militar na zona norte. Na conjuntura externa, para além dos riscos e incertezas associados à evolução da pandemia, realçam-se os efeitos das recentes manifestações na África do Sul, o fortalecimento do Dólar norte-americano e o aumento do preço do petróleo e dos bens alimentares”, lê-se no documento.

Para 2021 e 2022, o regulador do sistema financeiro antevê-se uma lenta recuperação da actividade económica, impulsionada, sobretudo, pela procura externa pelos produtos nacionais. Enquanto isso, a dívida não para de subir.

“A dívida pública interna mantém-se elevada. Desde finais de Maio de 2021, a dívida pública interna, excluindo os contratos de mútuo e de locação e as responsabilidades em mora, aumentou em 1,2 mil milhões para 206,7 mil milhões de meticais”.

Entretanto, as reservas internacionais mantêm-se em níveis confortáveis, ao situar-se em 3,8 mil milhões de dólares, suficientes para cobrir mais de seis meses das necessidades de importações de bens e serviços pelo país.

40 estudantes serão enviado para formação em petróleo na Alemanha e Malásia

Visando apetrechar o país de especialistas locais nas áreas de petróleo e gás, o Governo anunciou o envio de 40 estudantes para cursos de licenciatura em hidrocarbonetos na Alemanha e Malásia.

Os futuros graduados serão apurados em concurso público a ser lançado pelo Ministério dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique, (MIREME), avançou em comunicado esta instituição.

A Malásia vai acolher a maioria dos 40 estudantes, recebendo 30, e a Alemanha vai ficar com dez.

“Às referidas oportunidades de formação são elegíveis estudantes moçambicanos com a 12.ª classe concluída e com idade entre 18 e 21 anos”, diz a nota.

As bolsas serão preferencialmente distribuídas por estudantes das zonas de implementação de projectos de hidrocarbonetos, nomeadamente os distritos de Palma, província de Cabo Delgado, Moma, província de Nampula, Moatize, província de Tete, e Inhassoro e Govuro, província de Inhambane, todos com um total de 20 bolsas.

Quinze bolsas serão atribuídas a estudantes dos restantes pontos do país e cinco a funcionários do MIREME.

O envio de estudantes moçambicanos para formação na área de hidrocarbonetos enquadra-se na Estratégia de Formação do MIREME, que resultou na assinatura de memorandos de entendimento com três instituições.

No âmbito destes acordos, a Universidade Técnica de Petronas, da Malásia, comprometeu-se a receber anualmente 30 estudantes moçambicanos, Instituto Nacional de Petróleos de Angola, 15, e Universidade Técnica de Freiberg, na Alemanha, 10.

O programa já permitiu a formação de 217 jovens moçambicanos entre 2009 e 2021, nos níveis de licenciatura e médio profissional.

A iniciativa contempla igualmente a atribuição de bolsas de estudo para formação em instituições moçambicanas, nomeadamente, Instituto Superior Politécnico de Tete (ISPT), 21 estudantes, Universidade de Lúrio (UNILÚRIO), 10, e Universidade Eduardo Mondlane (UEM), 5.

No âmbito da Estratégia de Formação do MIREME, estão a beneficiar atualmente de bolsas de estudo 41 jovens moçambicanos na Malásia, Angola e Alemanha.

A formação é suportada pelo MIREME, através dos fundos de capacitação institucional previstos nos contratos de pesquisa de petróleo e gás e em colaboração com vários parceiros

A importância da retenção de talentos para as organizações 

O mercado está cada dia mais competitivo, com isso, ter profissionais qualificados e engajados é um factor determinante para que as empresas tenham um bom desempenho e se mantenham expressivas no mercado.

O principal activo das empresas, diria até, o mais valioso, são as pessoas. Naturalmente pressupõe-se que se a equipa da firma é formada por pessoas engajadas, alinhadas aos valores da instituição e que apresentam alta performance, o seu negócio tem maior probabilidade de crescer.  São os talentos que levarão os resultados da organização a um novo patamar. Por isso, a retenção de funcionários “de alto nível” é fundamental.

Para ter certeza que estamos alinhados com o tema em causa, vamos definir de forma clara e prática a retenção de talentos:

É um conjunto de estratégias, políticas e práticas que as empresas adoptam com o objectivo de manter na organização os seus colaboradores, seus profissionais talentosos, engajados com os seus objectivos.

Como fazemos então para reter os talentos?

Alguns administradores de empresas acreditam que o aumento salarial de tempos em tempos é a forma mais eficaz de garantir a retenção de clientes, entretanto depender exclusivamente dessa estratégia para manter os profissionais mais preciosos na empresa é arriscado. Os efeitos dessa prática são curtos e frágeis.

As estratégias de retenção de talentos não são estáticas, não há fórmula secreta e mágica que seja infalível, cada empresa precisa montar um método que vá de acordo com a sua realidade. Partilhamos neste artigo algumas práticas que as empresas podem usar aquando da criação do seu plano de acção.

Invista em um ambiente de trabalho agradável – Se o ambiente de trabalho não for tranquilo, os profissionais vão procurar um local mais adequado às suas necessidades. Não é necessário grandes investimentos para um bom ambiente. Ações simples como uma confraternização mensal, actividades recreativas e um lanche para comemorar a conquista de metas ou simplesmente uma boa conversa descontraída entre chefes e funcionários, são detalhes que fazem toda a diferença e são parte de uma rotina agradável e por todos desejada.

Reconheça os resultados do colaborador – Alguns contratados dizem não se importar com status, mas se pensarmos bem, quem não gosta de ser reconhecido, elogiado e ter o seu trabalho valorizado?

Na sua maioria, os colaboradores se importam sim e trabalham melhor se recebem reconhecimento, como elogios em público, e principalmente quando se sentem como peça fundamental para a equipa e para a empresa como um todo.

Monte um bom plano de carreira – Quando entra numa empresa, o colaborador normalmente vê uma oportunidade de construir uma carreira longa e de sucesso com a sua contratante. Se a empresa apresentar um bom plano de carreira, tem mais chances de reter seus melhores talentos.

Preze pela segurança profissional – Colaboradores que se sentem seguros nos seus empregos, tendem a ser mais produtivos e principalmente a conseguir desenvolver suas funções com mais qualidade. É óptimo poder dormir sabendo que o seu trabalho está garantido na manhã seguinte, sem medo de sustos de demissões repentinas ou mudanças abruptas.

Avalie os benefícios financeiros – Comissões, aumentos de salário, bónus e qualquer tipo de recompensa monetária são definidos por alguns gestores como um motivador de peso na retenção dos talentos e de facto são, entretanto você pode oferecer em detrimento ou acrescido ao salário e comissões, seguros de saúde e outras bonificações atractivas. 

Crie uma cultura de feedback – Quando chega um funcionário a uma empresa, ele trabalha na esperança de conseguir evoluir dentro do plano de carreira, e se isso não for possível, é necessário que ele saiba em quais pontos deve melhorar para atingir seus objectivos. Isso implica o retorno a respeito da sua produtividade e comportamento, bem como uma clara abertura a opiniões por parte da empresa. Os colaboradores com receio de opinar, retraem-se e é pouquíssimo provável que sejam dos mais produtivos.

Como supracitado, estas acções não são estáticas. Faça da sua comunicação interna, uma aliada. Avalie seus colabores, seu desempenho individual e colectivo, procure identificar suas forças e fraquezas para entender suas necessidades e principalmente conseguir mantê-lo motivado.

Várias empresas não têm um melhor desempenho por sua constante rotação de funcionários, que não permite ter pessoas realmente engajadas com a empresa, executando suas funções com a missão de atingir o objectivo da organização.

Lembre-se que colabores motivados alavancam a empresa e o inverso, bom, nada de bom pode advir de pessoas desmotivadas não é?

Access Bank

O Access Bank Plc iniciou a sua actividade como um banco nigeriano pequeno e, hoje, é uma instituição financeira africana de classe mundial.
O Access Bank Mozambique SA. faz parte do Grupo Access Bank Plc, um banco comercial multinacional com sede na Nigéria.
Originalmente um banco corporativo, a organização adquiriu plataformas bancárias pessoais/ negócios do Banco Comercial Internacional da Nigéria, em 2012, e é actualmente um dos cinco maiores bancos da Nigéria em termos de activos, empréstimos, depósitos e rede de agências.

Com a fusão do grupo ao Diamond Bank, o Access revelou o seu novo logótipo, sinalizando o início de uma nova entidade bancária alargada, tornando-se assim o maior banco em África.
Como parte da sua estratégia de crescimento contínuo, o Access Bank está focado na integração de práticas comerciais sustentáveis nas suas operações. O Banco esforça-se para proporcionar um crescimento económico sustentável que seja lucrativo, ambientalmente responsável e socialmente relevante.

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MUVA

Muva é uma incubadora social focada na elaboração de abordagens inovadoras para o empoderamento económico da mulher. Reconhecendo as persistentes barreiras que limitam o acesso a trabalho digno, trazemos projectos inovadores que ajudam as raparigas a preparar-se para o mundo do trabalho, criando a confiança e visão de que necessitam para procurarem emprego e encontrarem soluções alternativas de trabalho ligadas às suas habilidades e aspirações.

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Telefone: +258 84 534 1584
Endereço: Avenida Francisco Orlando Magumbwé, 998- Maputo Moçambique

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INCM cortou os bónus na telefonia para garantir expansão da rede

A prática de bónus ilimitados por parte das operadoras deixa-as sem liquidez para fazer novos investimentos, diz o Instituto Nacional de Comunicações de Moçambique (INCM). Daí que optou por limitar.

O INCM classifica a resolução como sendo difícil, mas necessária para garantir expansão da rede de telefonia móvel para mais lugares no país. O facto é que actualmente, as chamadas podem até ser ilimitadas e quase gratuitas para os clientes, porém não para as empresas provedoras.

Enquanto os clientes de uma rede ligam para os de outras operadoras de borla, há uma parte da cadeia que reduz a produção de divisas e isso acaba prejudicando o negócio.

O director-geral do INCM, Tuaha Ossifo Chabane, explicou, hoje, em conferência de imprensa, que “aquele tempo que nós ficamos a falar de borla de uma rede para outra, o nosso operador é que deve subsidiar e é essa verba que deveria ser usada para fazer investimentos em novas instalações e também na melhoria de qualidade dos serviços”.

Chabane revelou, ainda, que em vários pontos do país as operadoras não estão a ser capazes de recuperar infra-estruturas sempre que se danificam, tudo porque gastam dinheiro subsidiando os referidos bónus. “No final do mês eles fazem uma reunião de concertação, na qual se faz a diferença destas chamadas interligadas e quem tiver maior quota deve fazer o pagamento”.

Ora, ainda segundo o INCM, a situação já não era mais confortável para as próprias operadoras, porém, por questões de mercado não podiam recuar. “Nenhum deles podia deixar de praticar os bónus porque os outros poderiam manter por mais duas semanas e esse período seria suficiente para que os clientes deixassem um para optar pelo outro”.

Nesta situação, a solução seria mesmo a intervenção do regulador, que é no sentido de aliviar os problemas que estavam a afectar a todos os intervenientes do sistema, incluindo aos próprios clientes.

E como os clientes poderiam ser afectados? Na verdade, a resposta acaba sendo dada por várias possibilidades, mas há duas que se destacam. Primeira: apenas uma das três operadoras poderia sobreviver e, em função disso, as outras iam desaparecer, propiciando, desta maneira, que o que tiver restado pratique preços a seu bel-prazer.

A outra possibilidade é que temos vindo a citar, que é da deterioração da qualidade dos serviços, num contexto em que as operadoras não estão a ter liquidez para fazer novos investimentos e/ou expandir as suas actividades.

Para todos os efeitos, com esta nova decisão do regulador, as empresas até podem bonificar os seus clientes, todavia não da mesma forma que vinham fazendo até aqui.

Assim que ela entrar em vigor, as operadoras de telefonia móvel só poderão passar a ter possibilidade de dar até 50 porcento dos bónus, isto quando a ligação for para outras redes, “mas dentro da rede pode dar chamadas ilimitadas, desde que não ultrapasse trinta dias”, explicou Chabane.

Estas alterações só entram em vigor no dia 28 de Agosto próximo, enquanto isso tudo mantém-se como está.