Tuesday, April 7, 2026
spot_img
Home Blog Page 532

Moçambique assume liderança ARMFA

Moçambique assume oficialmente, a partir de hoje,  a liderança do grupo focal da Associação de Fundos de Manutenção em África (ARMFA), com a perspectiva de promover o desenvolvimento de corredores rodoviários regionais.

Assim, o país vai coordenar o grupo regional, através do fundo de estradas, que tem atualmente Angelo Macuacua como presidente do conselho de administração. A cerimónia de entrega de pastas está marcada para amanhã, em Lusaka, capital da Zâmbia, país que vinha liderando o grupo nos últimos dois anos.

Macuácua disse que o país vai defender a promoção de corredores regionais, como forma de minimizar o actual cenário em que uma determinada estrada se apresenta em perfeitas condições de um lado e degradado, do outro da fronteira, dificultando a interação que se pretende ao nível da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), até do continente, no seu todo.

A ARMFA, conta com nove países da região e o foco da região e o foco da nova liderança é trazer o restante dos membros que ainda não estão filiados. 

Como que a confirmar a importância da abordagem, da melhoria das estradas regionais e não só de um país, defendida por Moçambique, o Banco Mundial aprovou esta terça-feira 27.380 milhões de dólares para o financiamento de um projecto de conectividade entre Moçambique e Malawi, bem como a promoção do comércio.

Do valor disponibilizado, no país serão aplicados 110 milhões de dólares na melhoria de estradas secundárias e terciárias, para conectá-las ao Corredor de Nacala, para além da reabilitação de postos fronteiriços que ligam Moçambique e Malawi, Zâmbia e África do Sul. 

Espera-se que os fundos fiquem disponíveis por volta de outubro, altura que poderá se traçar o cronograma das atividades no terreno, No entanto, as ações preparatórias, como o estudo já estão avançadas, esclareceu Macuácua .

Moçambique busca alto rendimento do algodão

Como forma de levar os produtores a alcançar uma produção de alto rendimento, o Instituto de Investigação Agrária em Moçambique (IIAM), na província da Zambézia, tem apostado na produção das antigas variedades do algodão.

Nos últimos dias, tem vindo a desenvolver um programa avançado (convencional e não-convencional), para a melhoria genética do algodão tolerante à mancha angular e outras doenças, alta produtividade e boas qualidades de fibra, o IIAM tem metas a atingir num horizonte a longo prazo.

O IIAM, precisa de angariar fundos para a pesquisa e produção de sementes básicas e pré-básicas, libertação e registo de cultivares melhorados, pelo programa de melhoramento de algodão tolerante a doenças, pragas e outros factores abióticos, como a seca, com alto rendimento e boa qualidade.

Segundo o investigador da IIAM, Leonel Moiana, “as variedades antigas, já se revelaram invariáveis, pois estão longe dos padrões de alto rendimento que se pretende com esta cultura”.

Esta cultura é praticada por 223.580 produtores na zona Centro e Norte do país, dos sectores familiares e empresariais, factor mais que suficiente para se avançar na busca de novas formas de tornar a actividade mais rentável através da pesquisa.

“Grande parte das variedades em Moçambique é importada de outros países, com um clima diferente. Parte delas, senão todas, não tiveram antes um estudo de viabilidade em relação à compatibilidade com os solos moçambicanos.

Até então, foram estudadas antigas variedades em solos de Namialo, Balama, Montepuez, Morrumbala e Namapa, distritos com extensas áreas dedicadas à cultura do algodão.

Fonte da imagem

A Multichoice realizou o Mediashow 2021

A MultiChoice Moçambique realizou o Media Show 2021, um evento virtual inédito para revelar as novidades e conteúdos disponíveis brevemente nas plataformas DSTV e GOtv.

O Media Show 2021, que decorreu entre as 10h e as 11:30h do 28 de Abril, foi emitido directamente pelas plataforma zoom e ainda nas páginas Facebook da DSTV e GOtv, tendo contado com a participação de parceiros, mídia e artistas Embaixadores das duas marcas.

Apresentado por Anabela Adrianopoulos e Celso Domingos o evento, que passará a decorrer anualmente, é único entre as empresas distribuidoras de canais em Moçambique e permitiu estreitar ligações com o público em geral e reforçar o comprometimento da MultiChoice para com os seus parceiros.

O evento contou com a presença de Agnelo Laice, Director Geral da MultiChoice Moçambique que apresentou algumas das novas aquisições para a grelha de programas nacionais tais como a Mega Tv e StrongLive. “Daremos assim a nossa força no reforço do conteúdo local para o benefício do nosso país. No contexto dos 25 anos em Moçambique, levamos o que de melhor se produz em Moçambique para o mundo e vice-versa”, frisou Laice.

Posteriormente Vanuza Cândido, Directora de Marketing, Comunicação, e Relações Públicas da Multichoice Moçambique, justificou a aposta que a MultiChoice Moçambique tem feito na qualidade do serviço, diversidade de programas e posicionamento da marca e que tem resultado na confiança dos clientes e na liderança no mercado em Moçambique. “Nós temos o melhor do desporto, as melhores ligas, conteúdo infantil, seriados e novelas.”, referiu a Directora.

Um dos pontos altos do evento foi a revelação dos excelentes resultados obtidos pelos estudantes moçambicanos no âmbito do Multichoice Talent Factory (MTF). Este projecto faz parte do investimento em responsabilidade social da empresa, e tem dado oportunidade a jovens talentosos de passarem por uma formação na área cinematográfica.

A moçambicana Maira Tauacale foi a vencedora para a categoria de produção a nível da África Austral, tendo sido premiada com uma bolsa na prestigiada Academia de Cinema de Artes Visuais e Performativas de Nova Iorque (NYFA) por oito semanas. “A Multichoice deu-nos oportunidade de interagir com profissionais de toda parte do mundo”, explicou Maira, vencedora do concurso MTF.

Durante o evento a animação ficou a cargo do músico Humberto Luis que num formato Medley cantou alguns dos seus maiores sucessos tais como: “Não Planejei aconteceu” e “Nunca vou deixar de te amar”.

A emissão, que decorreu em simultâneo nas duas páginas de Facebook GOtv e DSTV e na plataforma Zoom, permitiu ainda que dezenas de internautas pudessem acompanhar, interagir e fossem premiados, enquanto assitiam ao Show dos seus dispositivos. Durante do evento a MultiChoice ofereceu diversos prémios, a quem respondeu correctamente e em primeiro lugar aos inúmeros passatempos e quizzes lançados nas páginas de Facebook GOtv e DSTV.

Esta foi a primeira edição virtual do Media Show de 2021, um evento memorável e único no mercado nacional, que certamente ficará na memória de quem participou e que passará a fazer parte das iniciativas anuais da MultiChoice Moçambique.

 

 

 

Governo preocupado com número de acidentes de trabalho

A ocorrência de um número considerável de acidentes de trabalho e de doenças ocupacionais, sobretudo nos sectores da mineração, construção civil e indústria transformadora no país, está a preocupar o Governo.

É neste contexto que o Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, exortou ontem o sector empresarial nacional a promover boas práticas sobre segurança e saúde no trabalho.
De acordo com o governante, no quinquénio 2015-2019, foi notificada a ocorrência de pouco mais de 2600 sinistros, representando uma média de 525 acidentes por ano, que resultaram na redução da capacidade para o trabalho ou mesmo na morte dos
trabalhadores.

“Os sectores da mineração, construção civil e indústria transformadora registaram cerca de 51% dos acidentes de trabalho notificados nesse período. Assim, este facto evidencia que os diversos intervenientes devem prestar especial atenção às acções de promoção de boas práticas sobre segurança e saúde no trabalho”, disse Do Rosário.

Falando em Maputo, na “Gala de Premiação em Boas Práticas de Segurança e Saúde no Trabalho”, num evento em que foram distinguidas 18 empresas, entre grandes, médias e pequenas, o Primeiro-ministro o explicou que a iniciativa insere-se no quadro das celebrações do Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, ontem assinalado.

Clientes de gás e bancos acreditam na viabilidade total do projecto

O presidente do Instituto Nacional do Petróleo (INP), Carlos Zacarias,  disse esta quarta-feira, numa entrevista na emissora pública Rádio Moçambique, que os bancos que financiam o projecto de gás da Total e os clientes acreditam na viabilidade do negócio, apesar da suspensão do projecto devido à violência armada.

A Total “discutiu com os financiadores a suspensão do projecto de gás natural e todos acreditam que há espaço para ultrapassar esta situação”, disse Zacarias.

Zacarias disse também, que os clientes de gás natural líquido também continuam a acreditar na viabilidade do negócio.

Continuando 2024 como data para o projecto da Total começar a produzir gás natural liquefeito, mesmo com a paralisação, o presidente do regulador do sector petrolífero observou que “ajustamentos” teriam de ser feitos e a gestão do “stress” causado pela suspensão.

Zacarias alerta para a possibilidade de o custo de financiamento do projecto de gás natural aumentar devido à grave situação causada pelos ataques de 24 de Março à cidade de Palma, na província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, a cerca de seis quilômetros do complexo industrial que está em construção para a produção de gás natural.

O presidente do INP, disse que a cláusula de “força maior” invocada pela Total para cancelar contratos com empresas fornecedoras de bens e serviços ao projecto de gás natural não era vinculativa para o governo moçambicano porque não foi desencadeada como parte da ligação entre a multinacional francesa e o governo.

“A força maior invocada pela Total não diz respeito ao Estado. É entre o consórcio da Total e algumas das empresas contratadas”, sublinhou ele.

Zacarias sublinhou que a invocação da cláusula de força maior tem uma duração máxima de 360 dias, após os quais a situação será reavaliada.

O projecto da Total está estimado em 20 mil milhões de euros e é o maior investimento privado em curso em África.

 

Salimo Abdula fala da cimeira de Negócios da CE-CPLP

O presidente da Confederação Empresarial da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CE-CPLP), Salimo Abdula, anuncia esta quinta-feira 29 de Abril, na cidade de Maputo, o programa de participação dos empresários moçambicanos na Cimeira de Negócios, a ter lugar de 5 a 7 de Maio, na Guiné Equatorial.

A Nota emitida pela CE-CPLP, indica que de entre vários assuntos, os empresários vão discutir, oportunidades de negócios na CPLP e temas como: energia, óleo e gás, agricultura, turismo e hotelaria, saúde, transporte, entre outros.

De entre vários objetivos desta conferência, destacam-se o fortalecimento do papel da Guiné Equatorial no seio da Comunidade CPLP, a demonstração do seu potencial e recursos para a abertura ao investimento externo e apresentação de oportunidades de negócio, bem como instituições de apoio ao investimento internacional.

Moçambique elegível para a prevenção e atribuição de resiliência do Banco Mundial

O Banco Mundial aprovou na terça-feira a elegibilidade de Moçambique para a Atribuição de Prevenção e Resiliência (ARP).

A ARP é um mecanismo do Banco Mundial destinado a prestar um maior apoio a países em risco de cair em conflitos de alta intensidade ou violência em larga escala. Um comunicado de imprensa do Banco Mundial diz que a elegibilidade de Moçambique para este mecanismo irá “desbloquear até 700 milhões de dólares em financiamento para prevenir ainda mais a escalada do conflito e construir a resiliência”.

O Banco Mundial aprovou também, uma subvenção de 100 milhões de dólares da Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA) em apoio ao Projecto de Recuperação da Crise Norte do Governo moçambicano.

Segundo o comunicado, o apoio “centra-se na abordagem de actividades de recuperação imediata e precoce, incluindo a restauração de meios de subsistência e oportunidades económicas, a construção da coesão social, e a melhoria do acesso a serviços básicos, bem como a reabilitação de infra-estruturas públicas seleccionadas destinadas a beneficiar pessoas deslocadas internamente (PDI) e comunidades de acolhimento em áreas específicas do Norte de Moçambique”.

Citado pela libertação, o diretor do Banco para Moçambique, Idah Z. Pswarayi-Riddihough, disse que o conflito em Cabo Delgado não podia vir num momento pior para Moçambique, uma vez que o país enfrenta ventos adversos dos seus problemas fiscais e dos efeitos combinados dos ciclones e da pandemia de Covid-19. Esta operação tão necessária, bem como os fundos desbloqueados ao abrigo da elegibilidade PRA, irão apoiar o governo à medida que este intensifica a sua assistência directa aos deslocados internos e às comunidades de acolhimento e implementa a sua estratégia para evitar a escalada do conflito, ao mesmo tempo que constrói a resiliência da comunidade”.

A libertação afirma que a ARP “implica uma mudança fundamental no envolvimento do Grupo do Banco Mundial em Moçambique”. Resulta na recalibragem da carteira do Banco para se concentrar na abordagem dos riscos de conflito e violência”.

“Esta recalibração foi levada a cabo em diálogo com o Governo de Moçambique e abrange as operações existentes e futuras”, disse Michel Matera, co-líder da equipa do PRA.

O Banco esclarece que este não é um cheque em branco, e que Moçambique deverá tomar medidas para reduzir os riscos de conflito e violência.

Para o Oficial Superior de Operações e o co-líder da equipa PRA, Neelam Nizar Verjee, “Vale a pena notar que a atribuição vem em parcelas e está sujeita a revisões anuais dos progressos feitos pelo governo, medidos pela consecução de marcos acordados com o Banco Mundial todos os anos”.

Oxford’s Africa Business Forum 2021 Escola de Negócios Evento da Saïd, Universidade de Oxford

Sobre
Oxford Africa Business Alliance é uma parceria entre os nossos estudantes, ex-alunos e Oxford Saïd, centrada na condução da nossa Iniciativa África.

A Aliança foi criada para formalizar e reforçar a nossa iniciativa África, e para estimular a acção, para além de gerar ideias. Através do nosso Fórum anual podemos reunir líderes de pensamento africanos para falar sobre as oportunidades no continente.Oxford Africa Business Forum – 7 e 8 de Maio de 2021
África: Passado, Presente, Futuro

O forte empenho e progresso de África na realização dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nas últimas décadas resultaram num crescimento exponencial e melhoraram de forma holística os meios de subsistência. Com os ODS à vista, a narrativa para África está a mudar de uma de “défices” e “lacunas” para uma de perspectivas, oportunidades, empreendimentos e criatividade.

Actualmente, África é um mercado emergente que alberga 17% da população mundial e tem despesas de consumo superiores a 4,1 triliões de dólares. Já os ambientes empresariais, o investimento e as parcerias e oportunidades mutuamente benéficas estão a melhorar e a crescer. Juntos, estes elementos apresentam inúmeras perspectivas tanto para o presente como para o futuro do continente. No entanto, vale a pena notar que o futuro não está a resistir a obstáculos, uma vez que desafios extraordinários ameaçam paralisar as realizações e inverter os ganhos. Há que fazer esforços radicais e inovadores para construir o melhor futuro e assegurar a prosperidade contínua de África.

Para melhor compreender e explorar os desafios e oportunidades de África, o Oxford’s Africa Business Forum 2021 irá recorrer à experiência de líderes e especialistas que trabalham no continente e em todo o continente para partilhar aprendizagens do passado, sucessos presentes, ideias e iniciativas futuras para África. Juntos iremos reflectir sobre o Passado, o Presente e o Futuro de África.

Webinar: Criação de Produtos Irresistíveis em 4 Passos por Google Product Leader

Sobre
** Aviso: Clique em ‘Participar no Evento’ para ser notificado com o link directo para o livestream **

Como Gestor de Produto, trabalhará dia e noite no desenvolvimento dos melhores e mais impactantes produtos. No entanto, deverá esforçar-se por evitar grandes armadilhas e construir o processo que melhor lhe convém, mas o mais importante, o seu produto.

Takeaways principais:
– Porque é que alguns produtos morrem e outros descolam?
– Quais são as 4 disciplinas chave da gestão de produtos e como maximizar a hipótese de o seu produto trazer valor?
– Como pode dominar as 4 disciplinas chave e tornar-se no topo dos 10% de PMs?

Conheça o Orador: Dave Mohla

Dave é um Gestor de Produtos que trabalha actualmente no Google com mais de 20 anos de experiência no desenvolvimento, concepção e lançamentos de produtos. É também o autor de “O Método”: Criar Produtos Que os Clientes Desejam”.

Ver Perfil Completo do Orador (https://bit.ly/3vhGjrt)

Obtenha o Livro de Produtos GRATUITO (https://prdct.school/2N303Og) e consulte a nossa lista de recursos gratuitos de Gestão de Produtos aqui (https://prdct.school/3rEXjWt)

Product School (http://bit.ly/2TqhCZ1) é o líder mundial na formação em Gestão de Produtos com uma comunidade de mais de um milhão de profissionais de produtos. Os nossos certificados são as credenciais mais reconhecidas na indústria pelos empregadores que contratam gestores de produtos. Todos os nossos instrutores são gestores de produto de nível sénior que trabalham nas principais empresas do Vale do Silício, incluindo Google, Facebook, Netflix, Airbnb, PayPal, Uber, e Amazon.

Food Business Africa Connect, edição de Abril 2021

Sobre
Junte-se a nós na edição inaugural do Food Business Africa Connect – Feira virtual da Indústria Alimentar em África.

Na edição de Abril de 2021, iremos discutir as seguintes questões actuais:
1.) Sustentabilidade na Nestlé da África Oriental e Austral
2.) Oportunidades & Tendências no Comércio de Mercadorias na Nigéria – AFEX Nigeria
3.) Integração regressiva no sector dos óleos comestíveis e da alimentação animal – Bidco Africa
4.) Revisão das tendências da indústria alimentar em África em 2020 pela promoção East Africa e Partners in Food Solution