Wednesday, April 15, 2026
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BdM: BNI e Ecobank lideram lista de instituições com crédito malparado

O Banco de Moçambique (BdM) revelou que mais de 40 por cento do crédito concedido pelo Banco Nacional de Investimento (BNI) e pelo Ecobank estava em incumprimento no final de Setembro do ano passado, sublinhando que a maioria das instituições bancárias nacionais apresentava rácios acima dos 5 por cento recomendados no mesmo período.

No relatório sobre Indicadores Prudenciais e Económico-Financeiros, o banco central explicou que o BNI (que integra a lista de instituições com menos de mil clientes) fechou o terceiro trimestre com um rácio de crédito malparado (NPL) de 41,09 por cento, sendo que no primeiro trimestre este já se situava nos 52,4 por cento.

O Ecobank registou um rácio de 43,78 por cento, seguido do Moza Banco, com 23,69 por cento, e do Access Bank, com 17,92 por cento.

Da lista divulgada pelo banco central, baseada em dados fornecidos pelas próprias instituições financeiras, apenas o United Bank for Africa (UBA), o First National Bank (FNB), o Standard Bank e o First Capital Bank (FCB) registaram rácios de crédito malparado inferiores aos 5 por cento recomendados, com 1,74 por cento, 2,30 por cento, 3,50 por cento e 4,06 por cento, respectivamente.

Entretanto, o Millennium bim, um dos maiores bancos do país e liderado pelo BCP de Portugal, viu o seu rácio de crédito malparado atingir 5,27 por cento, enquanto o Banco Comercial e de Investimentos (BCI), liderado pela Caixa Geral de Depósitos, atingiu os 9,97 por cento.

No final de 2024, o governador do BdM, Rogério Zandamela, afirmou que o sector bancário nacional era “sólido e bem capitalizado”, mas alertou que os níveis de crédito malparado permaneciam elevados.

“O rácio de crédito malparado continua a situar-se em níveis relativamente altos”, descreveu, apontando que, em Setembro do ano passado, estava nos 9,1 por cento do total, contra 9,3 por cento no mesmo mês do ano anterior.

BdM: BNI and Ecobank Lead the List of Institutions with Non-Performing Loans

The Bank of Mozambique (BdM) revealed that more than 40 percent of the credit granted by the Banco Nacional de Investimento (BNI) and Ecobank was in default at the end of September last year, highlighting that most national banking institutions recorded ratios above the recommended 5 percent during the same period.

In its report on Prudential and Economic-Financial Indicators, the central bank explained that BNI (which is among the institutions with fewer than 1,000 clients) closed the third quarter with a non-performing loan (NPL) ratio of 41.09 percent, down from 52.4 percent in the first quarter.

Ecobank recorded an NPL ratio of 43.78 percent, followed by Moza Banco with 23.69 percent and Access Bank with 17.92 percent.

From the list published by the central bank—based on data provided by the financial institutions themselves—only the United Bank for Africa (UBA), First National Bank (FNB), Standard Bank, and First Capital Bank (FCB) recorded NPL ratios below the recommended 5 percent, with 1.74 percent, 2.30 percent, 3.50 percent, and 4.06 percent, respectively.

Meanwhile, Millennium bim, one of the country’s largest banks and led by BCP of Portugal, saw its NPL ratio reach 5.27 percent, while the Banco Comercial e de Investimentos (BCI), led by Caixa Geral de Depósitos, recorded 9.97 percent.

At the end of 2024, BdM Governor Rogério Zandamela stated that the national banking sector remained “solid and well-capitalized”, but warned that non-performing loan levels remained high.

“The NPL ratio continues to be at relatively high levels,” he noted, adding that in September last year, it stood at 9.1 percent of total loans, compared to 9.3 percent in the same month of the previous year.

Invictus Investment adquire Merec Industries, a maior produtora de farinha no país

A Invictus Investment Company Plc anunciou, por meio de um comunicado, a conclusão da aquisição da Merec Industries, a maior empresa de moagem de farinha em Moçambique.

A transacção foi realizada por meio da compra da holding Stratton Africa Holdings Limited, sediada nas Maurícias, junto aos accionistas Amethis Fund II e Merec Financial. Com esta operação, a Invictus reforça a sua presença no continente africano.

A Merec Industries, considerada um líder de mercado em Moçambique, com uma capacidade de processamento de aproximadamente um milhão de toneladas de trigo e milho por ano, tem as suas instalações, localizadas em Maputo, Beira e Nacala.

A empresa também dispõe de um terminal de grãos no porto de Maputo e uma capacidade de armazenamento de mais de 145 mil toneladas, facilitando a logística e a distribuição de produtos.

Segundo o comunicado, a aquisição deverá aumentar as receitas consolidadas da Invictus em mais de mil milhões de dirhams (272 milhões de dólares) por ano, além de acelerar os investimentos e a expansão das actividades comerciais. A empresa espera ainda que o EBITDA mais que duplique até 2025, impulsionando o crescimento e contribuindo para a meta de atingir 25 mil milhões de dirhams (6,8 mil milhões de dólares) em receitas até 2028.

A Invictus sublinha que esta transacção terá um impacto significativo na economia moçambicana, promovendo a segurança alimentar e criando novos postos de trabalho. O crescimento populacional e a urbanização no país aumentam a procura por produtos à base de trigo, com uma taxa de crescimento anual estimada de 6% entre 2022 e 2027. O mercado de massas alimentícias também apresenta perspectivas de expansão, com uma taxa de crescimento anual prevista de 9,5%.

Esta é a segunda transacção da Invictus no continente africano, após a aquisição de 60% da Graderco, uma das maiores empresas de comercialização de grãos em Marrocos. (BN)

Mineradora ERG pondera vender seus activos em Moçambique

O Director Executivo do Eurasian Resources Group (ERG) revelou, na segunda-feira, que a mineradora tenciona vender seu activos em Moçambique, como uma medida de reformas para reduzir custos na produtora de cobalto e cromo.

“O mercado está muito, péssimo e em depressão.  Penso que vai ficar assim pelos próximos dois a três anos”, disse Nicolas Treand, à Bloomberg TV em uma entrevista no Mining Indaba, na Cidade do Cabo, África do Sul.

Entretanto, a prioridade para o ERG é, segundo Treand, rever as suas licenças na República Democrática do Congo devido aos elevados custos para sua manutenção.

A RDC está em conflito armado com o grupo M23, apiado pelas tropas do Ruanda. Nicolas Treand prevê que o conflito perdure por mais tempo, mas não crê que as operações da ERG sejam afectadas. “Estamos muito longe”.

A mineradora também está a analisar projectos na África do Sul e no Zimbábue, como parte da reformulação, disse Treand.

Mining Company ERG Considers Selling Its Assets in Mozambique

The CEO of Eurasian Resources Group (ERG) revealed on Monday that the mining company intends to sell its assets in Mozambique as part of a restructuring plan aimed at cutting costs for the cobalt and chrome producer.

“The market is very bad, depressed. I think it will remain this way for the next two to three years,” said Nicolas Treand in an interview with Bloomberg TV during the Mining Indaba conference in Cape Town, South Africa.

However, according to Treand, ERG’s priority is to review its licenses in the Democratic Republic of the Congo (DRC) due to the high costs of maintaining them.

The DRC is currently in armed conflict with the M23 group, which is supported by Rwandan troops. Treand expects the conflict to persist for some time but does not believe ERG’s operations will be affected. “We are very far away.”

As part of its restructuring, the mining company is also evaluating projects in South Africa and Zimbabwe, Treand added.

Taxa de Juro de Referência mantém-se em 19% em fevereiro após Quatro Cortes seguidos, apesar da descida da Taxa MIMO

Associação Moçambicana de Bancos (AMB) anunciou que, após quatro cortes consecutivos, a taxa de juro de referência, conhecida como prime rate, vai permanecer inalterada em 19,0% em Fevereiro de 2025. Este anúncio segue uma série de ajustes feitos pelo Banco de Moçambique (BdM), que iniciou a redução da taxa MIMO, responsável pela orientação da taxa de juro de referência, em janeiro de 2024, passando de 24,1% para 19,0%.

prime rate, que determinou a dinâmica do crédito no País, foi corte consecutivo em diversos meses, com ajustes significativos desde o meio de 2023. A taxa de referência, que estava em 15,5% em fevereiro de 2021, viu uma inversão de tendência ao atingir picos de 24,1% em julho de 2023, para posteriormente reduzir gradualmente até o atual patamar de 19,0%.

O Contexto e os cortes de taxa

Desde o início de 2024, o Comitê de Política Monetária (CPMO) do Banco de Moçambique começou a reduzir a taxa MIMO em resposta às expectativas de inflação mais baixas. A taxa MIMO passou de 12,75% para 12,25% em janeiro de 2025, como parte da política de controle da inflação, enquanto o país enfrenta incertezas associadas aos riscos fiscais e choques climáticos. Este movimento de redução de taxas, apesar de ser uma tentativa de controlar a inflação, também visa aliviar a pressão sobre o custo do crédito e promover a recuperação económica do país.

A taxa de prime rate é uma taxa fundamental que impacta o custo do crédito em Moçambique, e seu comportamento está intimamente ligado à taxa de política monetária do banco central. Esta taxa é usada pelos bancos comerciais como base para definir as taxas de juro aplicadas aos empréstimos com taxas variáveis, afectando directamente tanto as empresas quanto os consumidores.

Análise da situação actual

A decisão de manter a taxa de juro de referência em 19% para fevereiro de 2025, após uma série de cortes, mostra a estabilização gradual da política monetária no país. De acordo com a AMB, o impacto da taxa de juro de referência tem sido significativo no custo do crédito no mercado financeiro moçambicano. Os cortes na taxa de juro de referência visam estimular a economia, facilitar o acesso ao crédito e, ao mesmo tempo, garantir que a inflação se mantenha sob controle, com a previsão de que se mantenha abaixo de um dígito médio a médio prazo.

No entanto, as taxas de juro mais baixas podem não ser suficientes para aliviar completamente a pressão sobre os setores mais afetados pela escassez de liquidez e pela volatilidade económica. Além disso, o aumento dos risco pós-eleitoral, o risco fiscal e os impactos dos choques climáticos podem continuar a representar desafios para uma recuperação sustentável.

Expectativas para o futuro: Estabilidade ou novos cortes?

Com a manutenção da prime rate em 19%, os analistas aguardam uma estabilização na economia moçambicana, especialmente em termos de crédito e financiamento. Contudo, o Banco de Moçambique pode continuar a ajustar a taxa de juro dependendo da evolução das expectativas de inflação, dos riscos fiscais e da estabilidade política do País.

Os investidores e empresários que dependem de crédito acessível têm mostrado interesse em uma política monetária mais agressiva, com cortes adicionais na taxa de juro. No entanto, o BdM adoptará uma postura cautelosa, ajustando as taxas conforme os sinais econômicos e as necessidades do mercado. 

A manutenção da taxa de juro de referência em 19% é um reflexo das dificuldades e das incertezas que o país ainda enfrenta, mas também um sinal de um possível período de estabilidade após a série de cortes que começaram em 2024. Para o sistema bancário, essa taxa influencia directamente a margem de lucro dos bancos, enquanto para as famílias e empresas, o custo do crédito continuará a ser elevado, embora mais acessível do que antes.

Programa BRILHO vence prestigiado Prémio Energy Globe Moçambique

O Programa BRILHO, financiado pelo Governo do Reino Unido (FCDO) e pela Agência Sueca de Cooperação para o Desenvolvimento Internacional (Sida), e implementado pela SNV, foi distinguido com o Prémio Nacional Energy Globe 2024 Moçambique, um dos reconhecimentos ambientais mais prestigiados a nível mundial.

Este prémio celebra as notáveis contribuições do programa para a sustentabilidade ambiental, a inovação em energia limpa e o empoderamento das comunidades em Moçambique. Ao proporcionar acesso a soluções de energia limpa e acessível, o BRILHO já impactou positivamente a vida de mais de 3 milhões de moçambicanos.

Reconhecimento Global

Energy Globe Award é uma das distinções mais relevantes no âmbito da sustentabilidade, recebendo mais de 2.000 candidaturas de 141 países em 2024. Como vencedor nacional, o BRILHO posiciona-se como líder no desenvolvimento sustentável e avança como candidato ao Prémio Mundial Energy Globe, que será anunciado em Março de 2025.

Além disso, o programa será incluído numa base de dados internacional de projetos pioneiros, promovendo soluções inovadoras para desafios ambientais a nível global.

Impacto e Compromisso Sustentável

Desde a sua criação, o BRILHO tem estado na linha da frente da transição para energia limpa em Moçambique. O programa tem fomentado o empreendedorismo local, promovido soluções inovadoras de energia e priorizado o desenvolvimento inclusivo, demonstrando que é possível alinhar sustentabilidade ambiental com crescimento económico.

Para Javier Ayala, Líder de Equipa do Programa BRILHO, “este prémio é mais do que um reconhecimento; é um testemunho do poder transformador das parcerias, da inovação e da dedicação à sustentabilidade”. Segundo Ayala, o prémio reforça o compromisso do BRILHO em expandir o acesso à energia limpa, capacitar comunidades e proteger o meio ambiente.

Javier Ayala, Líder de Equipa do Programa BRILHO

Contribuição para os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável

O prémio sublinha a missão da SNV, implementadora do programa, de gerar “Impacto que Importa”. Ao criar soluções escaláveis e impactantes, o BRILHO contribui diretamente para os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em Moçambique e fortalece o combate global às mudanças climáticas.

Energy Globe Award destaca projetos que oferecem esperança e inovação, selecionando vencedores pela capacidade de gerar benefícios tangíveis para as pessoas e o planeta. O reconhecimento internacional reforça o papel de Moçambique na agenda global de sustentabilidade e transição energética.

Moçambique foi o país da CPLP que mais ajuda recebeu da USAID em 2023

No universo da CPLP, Angola seguiu-se a Moçambique na lista de maiores recetores de auxílio da USAID no ano fiscal de 2023, com 71,320 milhões de dólares (68,7 milhões de euros).

Moçambique foi o membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que mais ajuda recebeu da Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID, em inglês) em 2023, totalizando 664,122 milhões de dólares (639,70 milhões de euros).

Os dados constam numa das poucas páginas eletrónicas na internet que ainda contêm informações oficiais da USAID após uma decisão do governo de Donald Trump de desmantelar a agência, sendo que 2023 é o ano fiscal mais recente para o qual há informações completas.

A USAID desembolsou um total de 72 mil milhões de dólares (69,35 mil milhões de euros) no ano fiscal de 2023, com a maior parte da ajuda — mais de 16,6 mil milhões de dólares (16 mil milhões de euros) — enviada à Ucrânia.

No universo da CPLP, Angola seguiu-se a Moçambique na lista de maiores receptores de auxílio da USAID no ano fiscal de 2023, com 71,320 milhões de dólares (68,7 milhões de euros), à qual se juntaram, por ordem decrescente, o Brasil com 68,985 milhões de dólares (66,45 milhões de euros) e Timor-Leste com 43,688 milhões de dólares (42,08 milhões de euros).

Seguiu-se Cabo Verde, com 2,961 milhões de dólares (2,85 milhões de euros) desembolsados pela agência norte-americana, Guiné-Bissau, com 2,910 milhões de dólares (2,80 milhões de euros), a Guiné Equatorial, com 658,7 mil dólares (634,48 mil euros), São Tomé e Príncipe, com 216,379 mil dólares (208,42 mil euros) e, por fim, Portugal, com 6.482 dólares (6.243 euros), segundo dados públicos sobre a assistência externa norte-americana.

USAID é o maior doador individual do mundo, distribuindo assistência que vai desde a saúde das mulheres em zonas de conflito até ao acesso a água limpa, tratamentos para o HIV/SIDA ou segurança energética.

Nos primeiros dias do seu segundo mandato, o Presidente norte-americano, Donald Trump, suspendeu toda a ajuda internacional durante 90 dias, com excepção dos programas humanitários alimentares e da ajuda militar a Israel e ao Egipto.

O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, será o novo director interino da USAID, que acusou de estar “completamente desprovida de capacidade de resposta”, criticando a “insubordinação” naquele organismo.

A USAID — cuja página eletrónica na internet desapareceu no sábado sem explicação – tem sido uma das agências federais mais visadas pela nova administração.

Trump, assim como o responsável pelo Departamento de Eficiência Governamental (DOGE, na sigla em inglês), o empresário Elon Musk, e alguns congressistas republicanos têm criticado a USAID – que supervisiona programas humanitários, de desenvolvimento e de segurança em cerca de 120 países – em termos cada vez mais duros, acusando-a de promover causas progressistas.

Espera-se que a África subsaariana seja a região mais afetada por esta decisão.

Moçambique, por exemplo, teve atribuídos em 2023 dezenas de milhões de dólares para a programas relacionados com o HIV/SIDA e de emergência alimentar.

Especialistas avaliaram que os efeitos nos programas de HIV ainda não estão claros, mas as consequências podem ser rápidas e até perigosas.

A primeira-ministra moçambicana, Maria Benvinda Levi, admitiu na semana passada que o sector da saúde será o mais afectado por esta suspensão do financiamento a programas de ajuda por parte da administração norte-americana.

“É um grande desafio porque o apoio dos Estados Unidos é um apoio extremamente importante, particularmente nas áreas sociais. Então, nós teremos que ver, com os nossos recursos, como é que podemos redirecionar alguns recursos para essas áreas, para que elas não fiquem sem nenhuma estrutura de desenvolverem as suas actividades”, disse a governante.

“O principal apoio [norte-americano] é para a área da saúde, mas há outros sectores que têm apoios menos significativos”, reconheceu.

Conheça a Esselina Macome: Uma líder a transformar o sector financeiro

Esselina Macome é uma profissional altamente qualificada, com uma formação diversificada nos domínios académico, financeiro e tecnológico.

Possui um Doutoramento em Tecnologias da Informação pela Universidade de Pretória (2003), um Mestrado em Análise, Concepção e Gestão de Sistemas de Informação pela Universidade de Londres (1992) e uma Licenciatura com distinção em Ensino de Matemática (1987) pela Paedagogische Hochschule Dresden.

Presidente do Conselho de Administração do Standard Bank, Esselina Macome

Actualmente, Esselina Macome é Professora Associada na Universidade Eduardo Mondlane e ocupa o cargo de Presidente do Conselho de Administração, Standard Bank, S.A. e de Directora Executiva da Financial Sector Deepening Moçambique (FSDMOç).

Com uma vasta experiência no sector financeiro, Esselina Macome ocupou anteriormente o cargo de Administradora Executiva e Membro do Conselho de Administração do Banco de Moçambique de 2005 a 2015.

Ademais, ocupou vários outros cargos de liderança, demonstrando ainda mais a sua vasta experiência e compromisso com excelência.

Leia também: Ludovina Bernardo: Primeira mulher a liderar a ENH

As áreas de interesse de Esselina Macome incluem desenvolvimento, Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), questões da mulher e Serviços Financeiros Digitais (DFS).

Meet Esselina Macome: A Leader transforming the financial sector

Esselina Macome is a highly qualified professional with a diverse background in academia, finance, and technology.

She holds a PhD in Information Technology from the University of Pretoria (2003), a Master’s degree in Analysis, Design, and Management of Information Systems from the University of London (1992), and a Bachelor’s degree with distinction in Mathematics Education (1987) from Paedagogische Hochschule Dresden.

Currently, Esselina Macome serves as an Associate Professor at Eduardo Mondlane University and holds the positions of Chairperson of the Board of Directors at Standard Bank S.A. and Executive Director of Financial Sector Deepening Mozambique (FSDMOç).

With extensive experience in the financial sector, she previously served as an Executive Director and Board Member of the Bank of Mozambique from 2005 to 2015.

Additionally, she has held various other leadership roles, further showcasing her vast expertise and commitment to excellence.

Her areas of interest include development, Sustainable Development Goals (SDGs), women’s issues, and Digital Financial Services (DFS).